Armadilha Do Destino.

56 Capítulo 56 - O Resto de nossas vidas


Notas iniciais
Oi meninas. Peço desculpas por só ter tido tempo de escrever um cap desta vez, mas meu trabalho está uma loucura e realmente esta semana eu não tive quase tempo de parar e dar continuidade a fic. Na próxima semana serão os últimos post de AdD. O cap final e o epílogo e "Orgulho e Sedução" começará a ser postada mais para o final do mês. Espero contar com a presença de todas na próxima fic também. Bjs no coração de cada um (a) e mais uma vez peço desculpas. Tiih.

Cap. LVI – O Resto de Nossas Vidas.

Isabella Swan.

Eu não tinha palavras para descrever o que nós tínhamos experimentado. Nem nas minhas mais ousadas fantasias o sexo era tão perfeito. Estava mais que satisfeita com os dois orgasmos que ele havia me proporcionado e resolvi ficar com seu membro na boca para agradá-lo, fazer um carinho especial, diferente. Mesmo depois de ele ter gozado ferozmente, seu esperma jorrando por minha garganta abaixo. Engoli tudo mesmo não gostando muito do sabor eu posso definir como acre. Cada gota daquela explosão era por minha causa, o que me deixava extremamente feliz.

Nunca achei que o corpo másculo fosse reagir com tal intensidade alguns minutos depois. Com meus carinhos seu membro começou a dar sinal de vida. Então Edward começou a friccionar os meus seios, em resposta e eu dei um gemido breve e abafado. Em seguida levou uma mão a minha bunda, começando a despertar o desejo novamente em meu corpo. Não acreditei no que sentia. Como eu podia reagir de forma tão intensa?! Ia ser a terceira vez em menos de duas horas! Um verdadeiro recorde.

Ele retirou o pênis já duro e pulsante da minha boca, virou-me de costas para ele, na posição de quatro e estocou forte, penetrando-me de uma só vez. Gemi de prazer e dor ao sentir seu membro dentro de mim, sua mão cercando meu clitóris dolorido. Eu podia sentir Edward pulsando dentro do meu corpo. Ele começou a se mover cada vez mais rápido levando meu corpo junto ao seu. Eu estava maravilhada. Éramos um só ser outra vez, nossos sexos unidos no ritual da paixão. Ele entrava e saía cada vez mais rápido, ao mesmo tempo em que dedilhava meu pobre clitóris com os dedos hábeis, sussurrando palavras devassas e obscenas, me levando ao limite máximo do prazer carnal. Não suportando mais aquela doce agonia, dei um suspiro longo e profundo, sentindo todo meu corpo estremecer, atingindo logo depois o auge do meu prazer para em seguida relaxar, ficando completamente exaurida e satisfeita. Eu estava mole, meu corpo inteiro tremia, minhas pernas pareciam feitas de gelatina, meus músculos não me obedeciam. Se eu morresse nesse momento morreria feliz. Eu ainda estava zonza e hiperventilando, quando meu corpo desabou sobre a cama. Pensei que eu fosse desfalecer.

Narrador.

Uma semana depois do casamento, as férias escolares começaram. Edward então acostumou-se a uma rotina de chegar mais tarde no trabalho, passando as primeiras horas do dia com a filha quando a mesma estava em casa. Emmett e Rosalie, Seth e Ângela sempre convidavam a menina para passar algum tempo com eles, fazendo programas que a agradassem como cinema, parque de diversões, passeios no lago e muito mais. A atenção de Renesme era disputada sempre e numa dessas manhãs, depois de ter andado cerca de uma hora a cavalo com a filha, Edward retornou ao quarto no momento exato em que o celular de Bella começou a tocar.

-Edward?

Bella chamou do banheiro onde podia-se ouvir o forte som da água do chuveiro ligado.

-Estou aqui amor, respondeu aproximando-se do criado mudo para pegar o aparelho, franzindo o cenho ao ver um número desconhecido no visor.

-Pode atender para mim? Estou no banho, respondeu. Sua voz misturando-se com o barulho da água que escorria abundante.

-Certo, ele disse segurando o aparelho e atendendo em seguida.

-Alô.

-Por gentileza, este é o celular da Bella?

Disse uma voz masculina grave e desconhecida. Edward enrijeceu involuntariamente, torcendo o nariz em desagrado. Quem estaria ligando para sua mulher?! Quem era o estranho?!

-Sim. Quem fala?

Perguntou tentando ser cordial.

-Bom dia. Meu nome é Caius, eu sou o odonto pediatra da Nessie. Com quem eu falo, por favor?

Edward sorriu irônico ao perceber que se tratava do “almofadinha loiro” que ele tinha visto dançando com Isabella no bar em Lexington na noite em que a havia seguido até a Pousada Weber.

-Edward. O MARIDO de Isabella e pai da Renesme, fez questão de enfatizar.

-Ah, sim, bem, eu... Como vai?

O outro homem perguntou com a voz vacilante.

-Bem, obrigada. Posso saber o motivo do seu telefonema?

Questionou retórico.

-Sim, claro. Liguei porque está na época da Renesme retornar aqui ao consultório para o acompanhamento periódico, avaliação e aplicação de flúor.

Edward cerrou o punho com força ao escutar aquilo. Desde quando o dentista ligava para as mães das crianças para marcar as consultas?! Aquele filho da mãe estava querendo uma oportunidade para rever Bella, para ver a sua mulher, mas ele não deixaria isso acontecer. Nunca!Aquele loiro engomadinho que tirasse seus olhos gulosos dela ou então Edward os arrancaria fora das órbitas.

-Eu não sabia que os dentistas agora ligavam para os pacientes, respondeu seco.

-É um hábito que tenho dede que abri meu primeiro consultório. Facilita a vida das mães e a minha, o outro explicou no mesmo tom.

Edward não deixou de notar que ele referiu-se apenas “as mães “ sem sequer citar os pais das crianças. Inspirou e expirou profundamente antes de responder.

-Certo. E quando “nós” devemos levá-la?

Perguntou num tom de voz neutro, fazendo questão de frisar a palavra nós, deixando bem claro que ele também estaria presente naquela consulta.

-O mais breve possível. Já faz mais de seis meses que ela esteve aqui.

Caius devolveu. Edward estreitou os olhos sem saber se o dentista referia-se à Bella ou a criança.

-Pode ser ainda esta semana?

Queria sondar o território inimigo.

-Sim. Hoje é terça... Que tal na quinta à tarde?

-Depende do horário. Nós agora moramos em Caldwell.

-Sim, Ângela me falou algo a respeito. Eu tenho um horário vago às quinze horas. Está bom para você?

Edward apertou os lábios sabendo de antemão que teria de desmarcar uma reunião super importante com dois professores da Universidade Agrícola para poder levar sua filha a Lexington, mas não perderia aquilo por nada no mundo.

-Sim, está perfeito. Nós estaremos aí, sem falta.

-Ok, eu fico aguardando. Até mais.

Falou Caius despedindo-se cordialmente.

-Até breve, respondeu Edward com secura, desligando o aparelho e fitando-o por alguns minutos em sua mão. Daria um jeito de Bella não ir. Nem por decreto ela compareceria à consulta. Ele mesmo levaria a filha e se fosse preciso teria uma conversinha com o tal de Caius.

Instantes depois o chuveiro foi desligado. Ele sentou na beirada da cama, ouvindo os passos de Bella no banheiro. Ela caminhou até o balcão da pia, abriu algum frasco de creme, óleo ou hidratante e estava passando em sua pele. Sorriu lembrando que esse era o ritual diário de sua esposa todos os dias pela manhã e à noite. Ela insistia que os óleos e cremes eram necessários para evitar estrias durante a gestação. O cheiro doce de morangos selvagens trazido pela brisa suave atingiu em cheio suas narinas. Seu membro pulsou dentro da calça jeans apertada e ele aproveitou para tirar as botas marrons de cano longo. Logo depois ele ouviu o compasso ritmado da escova nos cabelos escuros e tirou também a camisa, jogando-a fora do corpo, erguendo-se e caminhando até a porta para fechá-la com a chave. Nessie devia estar tomando banho e quando terminasse desceria para tomar um lanche na cozinha. Esta era a rotina agora durante as férias, mas tratando-se de crianças nunca devemos descuidar...

Bella saiu do banheiro com os cabelos soltos pelas costas, envolvida num roupão verde escuro felpudo. Ele a agarrou, prensando-a com o seu corpo contra a parede, fazendo-a dar um gritinho assustado e começar a rir em seguida.

-Edward!

-Hum... Esse cheiro está me deixando louco senhora Cullen. Você está macia e cheirosa como uma fruta suculenta... Pedindo para ser provada, enquanto eu estou suado do passeio a cavalo.

Disse deslizando a ponta do nariz pelo pescoço delicado. Bella fechou os olhos desfrutando o carinho. A pele dele estava coberta com uma fina camada de suor, deixando exalar por cada poro seu cheiro de homem. Ela baixou a cabeça lambendo com a ponta da língua o ombro dele, que em resposta Edward enfiou uma mão para dentro do roupão, folgando o cinto, alcançando um seio, cobrindo-o com a mão.

-Você não tem que ir até a empresa?

Ela perguntou sentindo o corpo começar a reagir sob o toque quente dele.

-Essa é a vantagem de ser o dono. Posso me dar ao luxo de chegar atrasado sempre que quiser. E eu estava com saudades.

-Hum... Com saudades?

-Sim, respondeu intensificando os carinhos agora no outro seio. Bella deixou que um gemido escapasse por sua garganta.

-Quantifique. Quanta saudade você está sentindo?

-É difícil dizer...

-Tente...

-Parece que não tenho você há uma semana, respondeu começando a dar beijos em toda a linha da mandíbula de Bella.

-Mas só faz dois dias, ela respondeu rindo.

-Eu sei. E isso está me matando, respondeu com os lábios roçando provocativamente os dela, afastando de vez o roupão, que caiu amontoado aos pés dela, permitindo que seu peito encostasse nos seios sensíveis, o caminho de pêlos escuros fazendo cócegas e atiçando o desejo adormecido em Bella, que se viu engolfada por uma onda de ar e calor. Começava a ficar ansiosa e impaciente por ele também.

Ousada, ela escorregou a mão por entre os corpos colados, deixando que seus dedos roçassem o volume na calça jeans dele, fazendo com que o marido gemesse alto, pressionando os quadris contra sua intimidade nua, apossando-se de sua boca, devorando-a.

-Se a Nessie entrar aqui vamos nos meter em sérios apuros. Seremos indiciados por indecência, falou aos arquejos, com a voz rouca pelo desejo crescente assim que os lábios dele soltaram os seus.

-Não se preocupe com o processo. Meu irmão é o xerife e ele dará um jeito de arquivar o caso assim que eu contar todos os detalhes sórdidos... Falou gracejando.

-Edward!

-A porta está trancada meu amor. Relaxe e curta o momento.

Disse erguendo a cabeça e fitando os lábios rubros que pareciam ter dobrado de tamanho com os beijos voluptosos. O som do zíper baixando reverberou no quarto. A calça deslizou pelas pernas masculinas. Edward então prendeu seus punhos com uma das mãos levando-as ao alto da cabeça dela e suspendeu-a com o outro braço, acomodando as pernas torneadas em torno da sua cintura, segurando Bella com seu corpo contra a parede.

-Edward...

-Você é preciosa Bella... É tão fodidamente deliciosa que eu não consigo manter minhas mãos muito tempo longe de você, coração...

Ela abriu a boca para recebê-lo. A língua dele contra a sua era como uma labareda, provocando, exigindo, tomando o que lhe pertencia. Bell mal conseguia respirar, quanto mais pensar em alguma coisa. Edward ainda lhe segurava os pulsos, mas de uma maneira tão terna que ela não queria se libertar. A cabeça do pênis começou a provocar sua entrada úmida e quente. Ela gemeu. Ele saiu de sua boca e baixou a cabeça explorando o pescoço alvo, descendo para o colo macio e alcançando os seios fartos e túrgidos. Ela gemeu alto enquanto ele sugava seus doces mamilos. Bella balançou os quadris contra ele, chamando-o.

-Calma, amor. Estou aqui, respondeu ofegando.

-Você está me enlouquecendo...

-Vamos esperar...

-Não quero esperar...

-Bella...

-Por favor...

Ela suplicou. O tom desesperado do apelo erótico dilacerou sua razão e seu controle. Ele então soltou seus pulsos e imediatamente as mãos dela voaram para seus cabelos, segurando-os com força.

-Agora, Edward. Agora!

Exigiu alucinada pela luxúria. Edward segurou em suas nádegas e penetrou-a profundamente. Bella soluçou lânguida, apertando mais as pernas em torno dele, trazendo mais para si.

-Linda, avise se machucar...

Disse num sussurro rouco investindo seus quadris, mergulhando dentro dela cada vez mais.

-Não vai machucar...

-O bebê...

-Não vai machucar... Oh, céus... Eu quero você... Eu quero tudo, Edward...

Ele respondeu com o corpo, levando-a a reagir com um ardor inédito, aumentando o ritmo, diminuindo e aumentando novamente, fazendo do ato sexual uma doce e deliciosa tortura. Ele preenchia todo seu espaço interior com o membro duro. Deslizava para dentro e para fora, indo e voltando e cada vez era melhor que a anterior. A pele perfumada dela era como um afrodisíaco poderoso. Os mamilos rosados, colados ao tórax magro e definido, os seios esmagados, pressionados contra ele. Bella sentiu que estava perto do êxtase e sabia que Edward também estava. Ele aumentou o ritmo e a força, levando ambos em uma espiral de prazer potente e abrasadora. Ele gritou com selvageria. Ela gritou logo depois. Juntos gemeram alto, sendo arrastados numa onda de prazer tão profundo que chegava quase a ser dolorosa. Os corpos convulsionando um contra o outro, tomados pelo clímax recente.

Edward segurou-a com firmeza e com esforço conseguiu trazê-la até a cama, onde os dois caíram sobre o colchão, abraçados, seus sexos ainda unidos. O tempo parecia ter sido suspendo. O único barulho que eles escutavam era o som abafado de seus próprios batimentos cardíacos.

-Assim acabaremos nos matando algum dia, ela falou com a respiração alterada.

-Morrerei feliz, respondeu com os olhos fechados.

-Será que sempre vai ser assim, tão intenso, tão mágico e único?

-Sim. Você é minha alma gêmea.

-Adoro ficar nos seus braços, ela disse sorrindo, enterrando a cabeça no vão do pescoço masculino.

- Acostume-se, carinho. É aí que você vai ficar pelo resto de nossas vidas.

-É uma promessa?

Perguntou com os olhos brilhantes.

-Pode apostar que sim.

-Eu te amo Edward. Muito. Incondicional e irrevogavelmente. Com todas as forças do meu ser.

-Também te amo Isabella Marie e vou te amar para sempre. Enquanto nós dois estivermos vivos.

-Fico nas nuvens ouvindo isso.

-Posso fazer você ver estrelas, coração, falou dando o sorriso torto que a encantava.

-Mais tarde. Sei que você tem compromissos agora.

-Droga! Odeio admitir, mas você está certa. Outro fim.

-Não encare dessa forma, meu amor. O tempo que vamos passar longe um do outro será com o uma pausa. Não soa melhor?!

-Não. Vou ter de ficar longe de você. Inferno, tenho que me apressar, respondeu desgostoso. Ela sorriu decidindo mudar de assunto.

-A propósito quem era no telefone?

Questionou curiosa.

-O dentista da Nessie, respondeu numa expressão neutra, dando de ombros, ocultando suas emoções. Bella franziu o cenho.

-Caius?

Edward respirou de forma lenta e pausada. Bella não notou.

-Sim, acho que é esse o nome dele, respondeu saindo finalmente de dentro dela, beijando seus cabelos ainda molhados pelo banho recente.

-Hum... Já disse que amo o cheiro dos seus cabelos?

-O que ele queria?

Ele não respondeu.

-Uma vez, num rodeio, cheguei a convidar uma garota para sair comigo só porque ela tinha o mesmo cheiro nos cabelos escuros.

-E...

Bella perguntou segurando a respiração.

-Quando chegamos ao motel eu a abracei, mas ao fitar seu rosto vi que não era você. A dor que me atingiu foi quase física. Então eu entendi que não poderia continuar. Pedi desculpas e saí, deixando o dinheiro para que ela pagasse pelo quarto.

-Ela deve ter odiado você, concluiu beijando o queixo quadrado.

-Pouco me importa.

-Você ainda não me disse o que Caius queria.

-Marcar uma consulta para nossa filha, mas não se preocupe. Eu já resolvi tudo.

Explicou levantando da cama e espreguiçando-se. Bella o olhou de cima a baixo, apreciando o corpo magnífico do marido, seu olhar faminto denunciando-a.

-Se continuar a me olhar desse jeito, não sairemos do quarto hoje, minha linda, respondeu roucamente.

-Desculpe, respondeu corando.

-Amo quando você fica corada assim, respondeu dando-lhe as costas e caminhando para o banheiro.

-O que você falou mesmo a respeito da consulta da Nessie?

-Será daqui a dois dias, mas não se preocupe, eu mesmo vou levá-la. Você pode aproveitar e terminar as compras para o enxoval do nosso filho.

-É uma boa idéia, ela respondeu levantando-se e procurando alguma coisa para vestir, agradecendo a Deus por ter uma pessoa tão especial como Edward em sua vida.

Notas finais
Beijos e até o proximo post!
Tiih