Aquilo que os Sonhos dizem.
3 Dia seguinte.
Notas iniciais
Acordei e eram 5h40min da manhã, ou seja, se consegui dormi por 3hrs foi muito. Enrolei para levantar da cama até que escutei o barulho do despertador marcando 6hrs. Levantei sentindo dor até em meus fios de cabelos e fui para o banheiro. Lavei o rosto e escovei os dentes.
Quando sai do banheiro deparei com minha mãe sentada em minha cama.
– Bom... Dia... – Eu disse. Cheia de medo pelo que estava prestes a acontecer. Uma bela de uma surra. Mas não... Fui respondida com um sorriso e um beijo na testa. -Cadê?
– Cadê o que minha filha?
– A decepção estampada em seu rosto, mãe. E a surra também.
– Não tem decepção e muito menos surra porque eu sei muito bem a filha que eu tenho e é por isso, pelo fato de eu saber a filha que tenho que sei que você não fez isso.
E neste momento eu desabei em lágrimas. Surpreendentemente não eram lágrimas de tristeza e sim de felicidade. E mesmo com tudo isso acontecendo, depois de ouvir essas palavras, consegui sorrir.
– Obrigada mãe. Por saber toda a verdade sobre as coisas relacionadas a mim sem nem mesmo eu precisar contar.
– Mas é claro meu bem. Tenho esse poder justamente porque sou sua mãe e tenho o maior orgulho disso. Agora troque essa roupa para nós descermos, tomar café e você poder contar direitinho o que realmente aconteceu para mim e para seu pai.
E foi ai que percebi que ainda estava de uniforme escolar.
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