"Tudo nesse mundo é estranho... Zumbis, soldados, morte e sangue... E ninguém, procurando uma cura. Estamos vivendo no inferno, e ninguém liga para acabar com ele; isso nunca vai acabar, tudo isso só vai piorar. Eu sou Ani Nakashima, tenho dezoito anos e nasci no Japão, e se você estiver lendo isso, quer dizer que eu estou morta. Provavelmente eu vou morrer nas mãos de um cientista maluco chamado Hugo, o que criou esse inferno, o que trouxe esses zumbis para atormentar nossas vidas. Se você encontrar esse cara com esse nome e ele tiver cara de psicopata, por favor não fique perto dele, ou melhor, não confie nele. "

"Eu estou presa em uma casa tentando fugir desse cara... Ele quer me torturar. Ele disse que tecnicamente eu sou a cura para esse mundo; eu sou a cura para acabar com esse inferno; mas será que realmente eu sou a "cura"? Eu não posso confiar nesse cara, eu não posso, eu preciso achar minha mãe, o Cellbit, até meu pai que estaria fora do país. Preciso ir embora... Preciso ir embora... Eu estou ficando louca... Onde está todo mundo?"

" E U . S O U . A . C U R A . . . "

24 HORAS ANTES DESSA ANOTAÇÃO...

P.O.V Ani

— Eu to cansada, merda, andamos muito — falo enquanto sento no chão mesmo.

— Calma, a gente já ta chegando... — Cellbit fala apontando para um prédio bem alto — Tá ali, aquele é o prédio mais seguro? Senhora Camily?

— Sim, sim, é esse... Nossa, esse prédio tá intaquito — minha mãe fala se aproximando do prédio e abrindo a porta.

Entramos no prédio e começamos a subir um monte de escadas, depois de muito tempo chegamos na cozinha e comemos muita coisa. Com isso já chegou a noite e fizemos uma pequena fogueira no prédio mesmo. Depois de muito tempo conseguimos dormir. No meio da noite, quando estava quase dormindo, ouço um barulho vindo da cozinha, me levando da onde estava dormindo e vou em direção a cozinha, quando eu ia entrar alguém me pega por trás e amarrando minhas mãos, e assim, vi tudo preto.

Quando acordei estava amarrada em uma cadeira amordassada, olhei para todos os cantos e era um tipo de porão cheio de armas mas cheirava a sangue. De repente alguém abre uma porta, que no caso havia uma escada e a porta ficava em cima; passos largos iam se aproximando; assim o homem ia se aproximando revelando seu rosto, ele tinha cabelos negros e usava óculos.

— Ora, ora... — o homem fala, que no caso parecia ser adolecente — Então a nossa querida "cura" está junto comigo...

— Cura? — pergunto.

— Sim — ele fala desamarrando minha mão e puxando meu braço; revelando meu braço parecendo infequitado — Pesquisei isso, e você está infequitada a quatro anos e meio, e você nunca se transformou, mesmo que você tinha tomado aquele liquído azul, pois saiba, aquele liquído não servia para nada, nunca tentou te ajudar. Ani, você é a cura para esse mundo, por causa dessa infequissão...

Como ele sabia?

Aproveitando que minhas mãos estavam soltas, dei um soco na barriga dele e sai correndo. Depois de muito tempo cheguei em um lugar seguro, peguei um caderno e fiz uma anotação, para quem encontrace isso, provavelmente estaria seguro (a).