Apocalipse Semideus

5 Carol – Eu ganho o melhor presente de todos


Notas iniciais
Oiiii!! Desculpa a demora para postar, mas tá ai espero que gostem! Bjs

Pov. Carol Muniz

Meu pai ..... Apolo parou bem na frente onde um homem .... um cavalo... melhor, um homem cavalo, ele estava ajoelhado, aquilo era muito estranho mas àquela altura eu já estava acostumada a ver coisas estranhas, ele veio em nossa direção:

— Bom Dia, Apolo, prazer em revê-lo – disse cumprimentando.

— Bom dia, Quíron, seus cascos estão muito bonitos hoje! — Falou meu pai e todos riram.

— Então, está é a nossa mais nova semideusa?! – disse olhando para mim com um sorriso no rosto.

— Sim – respondeu Apolo colocando a mão no meu ombro

O centauro estendeu a mão:

— Muito prazer, me chamo Quíron – disse ele com um sorriso largo

— Me chamo Carol e o prazer é todo meu. — Respondi

— Vamos, Carol tem que conhecer o Acampamento — disse Quíron sorrindo

Ele se virou e nos guiou até o centro onde havia uma fogueira e vários campistas, alguns suados, outros com espadas e alguns escutando música em algo que parecia ser um MP3 mágico. Quíron ficou bem no meio de todos e disse:

— Queridos campistas, hoje recebemos uma visita ilustre "Apolo, Deus do Sol"

Todos aplaudiram e quando iam se ajoelhar Apolo foi para perto de Quíron e disse:

— Obrigado, obrigado, mas não precisa de tanto... Mentira, precisa sim — agradeceu meu pai com um sorriso, se gabando.

Todos se levantaram e ele voltou a falar:

— É muito bom estar aqui de volta...

Depois de um tempo todos voltaram para as suas atividades, mas um garoto veio na minha direção:

— Oi, eu sou Dimittry – disse ele — também acabei de chegar

Achei aquilo estranho, ele era todo engraçado, dei risada e respondi:

— Oi, e eu sou Carol.

— Nossa o carro do seu pai dói os olhos.

Eu ri novamente; aí uma garota com flores no cabelo chegou, o que deixou o garoto sem jeito, ela ficou olhando para ele depois de um tempo falou:

— Ah, já ia me esquecendo, Quíron mandou avisar que seu pai quer falar com você na casa grande – ela apontou a direção, agradeci e depois sai sem dúvidas, aquele menino maluco já havia virado um amigo, até por que além de uma cama, um chuveiro e comida eu também precisava de amigos; eu estava maravilhada com aquele lugar era tão lindo e incrível, quanto Apolo havia descrito, estava olhando pra todos os lados tão depressa que acabei batendo em alguém, quando me virei era o garoto mais lindo que eu já tinha visto na vida, tinha um sorriso travesso e um cabelo castanho bagunçado além de um cheiro de óleo delicioso, carregava vários papéis e ferramentas, ele olhou para mim e disse meio sem jeito:

— Ôpa! Desculpa.

— Desculpa e... tá desculpado.

Ele riu e depois disse:

— Leo Valdez e o seu nome?

— Carol Muniz

— Você é nova por aqui? Nunca te vi.

— Sou, acabei de chegar

Então, ouvi alguém gritar por mim.

— Nossa tenho que ir.

— Nos vemos por aí?

— Espero que sim.

Então saí correndo em direção a casa grande, onde Apolo me esperava, ele estava sentado em uma cadeira perto de uma mesinha redonda e me convidou para sentar (então percebi que estava totalmente corada, fiquei pensando como aquele garoto sujo de graxa me fez corar) Apolo respirou fundo e começou a falar:

— Bem filha, eu te chamei aqui para conversar por que eu sei que está sendo difícil aceitar tudo o que aconteceu nestes últimos dois dias.

— Sim, está sendo complicado

— Por isso eu quero que você saiba que pode contar comigo para tudo mesmo que eu não esteja, é só me chamar porque eu sou seu PAI, eu te amo e queria lhe entregar isso. Ele me deu uma caixinha dourada dentro havia um colar com um pingente de sol e uma pulseira com vários pingentes iguais ao do colar.

— Obrigada, são lindos.

— Esse presente é por todos os seus aniversários – ele tocou o colar que se transformou em uma aljava com flechas douradas e balançou a pulseira que virou um arco dourado.

— Eles se transformam assim, e para virarem é só pensar que eles retornam as suas formas, ah e as flechas nunca acabam.

Eu estava sem reação ele tinha dito que me amava

— Obrigada, pai – disse quase chorando, fui até ele e dei um abraço forte, acho que agora estava realmente pronta para chamá-lo de pai, e depois daquilo tudo acho que não queria ou não estava pronta para saber quem era minha mãe, depois fomos até o chalé 7, onde eu passaria um tempo

Lá era lindo tudo dourado e uma música leve e gostosa havia no ar, todos os meus meio-irmãos vieram me abraçar, me deram roupas limpas e eu tomei um banho quente, fiz um lanche e de tão cansada acabei dormido e sonhando com tudo que tinha acontecido naquele dia, e tudo o que viria a acontecer.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Tchau