Análise Com Edward Cullen
26 Capítulo 24
Notas iniciais
No capítulo anterior...
– Só me diz Edward. – ela pediu andando até mim na cozinha. – eu estou te pedindo como paciente e mulher ao mesmo tempo, o que eles queriam?
– Eles foram avisar que estavam me processando.
– Meu Deus! – Isabella sorriu. – Exatamente pelo o que? Meus pais enlouqueceram de vez... Pelo o que Edward?
– Abuso... – eu gaguejei.
– Abuso? – ela perguntou confusa.
– Eles estão me processando por abuso sexual Bella... – eu disse e ela pôs a mão no coração. – Bella? Amor? Está tudo bem?
– Edward...Eu...Não tem nada bem... – ela disse e apagou nos meus braços.
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POV Bella.
Meu coração que de repente resolveu sapatear estava a mil, meus olhos lutavam para abrir, mas sem sucesso, eu tentava mover meus braços e pernas, mas não conseguia, o céu era branco assim como as paredes e o chão, algumas imagens eram passadas em minha frente, de um menininho pequeno com olhos azuis cinzas e cabelos loiros como os de Edwars... Perai? Será meu filho? Não... Onde raios eu estou? Morta? Oh Deus!
- Bella amor, já está na hora de você acordar...babe. – Uma voz conhecida e carinhosa demais me chamou, é familiar como um cafuné... Edward! Ele está me chamando, será que eu dormi até agora? Droga, devo realmente está cansada pra não conseguir acordar.
Autch! Isso eu senti! Uma picada no meu braço direito, está doente... Edward faça alguma coisa! Forço meus olhos pra ver quem está me furando e vejo mais branco, não as paredes o chão, uma pessoa, um homem de branco, um sofá, uma pessoa em um sofá, muito bem Bella já é um começo... Aff! Tu, tu, tu, tu, tu, tu, e tem esse barulho infernal no meu ouvido, finalmente consigo abrir meus olhos completamente, vejo o meu braço furado com a linha central do soro, vejo o enfermeiro saindo do quarto de branco, e meu Edward lendo algum livro segurando a minha mão ao meu lado...
- Edward? – perguntei.
- Hey, olha quem acordou, que susto amor... – ele disse aliviado, coitado olha a carinha dele de cansado, eu desmaiei, típico de mim quando fico muito nervosa.
- Vai pra casa meu amor, você está com uma cara de cansado...
- Não sei nem porque você ainda pensa em pedir uma coisa dessas, eu vou ficar aqui com você até você ter alta, tomei banho por aqui e durmo naquele sofá ali. – apontou pra um sofá com uma aparência... Confortável. – Então, está tudo certo...
- Pérai, você está muito familiarizado com o lugar... Eu dormi por quanto tempo? – perguntei alarmada.
- Três dias Bella, me deu um basta susto... – Edward disse aliviado, mas preocupado.
- Três dias? Mas porque raios eu dormi por três dias direto? – Perguntei alarmada.
- Eu não sei direito, não é como se eu tivesse deixado o médico falar muito, tentaram me expulsar do seu quarto algumas vezes, mas eu como seu futuro marido não deixei e me impus. – Edward disse de maneira estranha.
- Ok... – eu disse sem graça e... Oh Deus! – E O MEU BEBÊ? – rapidamente pus a mão em minha barriga para sentir meu filho e... Nada, nem um movimento. – Edward? – eu perguntei com os olhos cheios de lágrimas.
- Ei, ei amor ele está bem, calma anjo. – Edward disse se deitando na cama e me abraçando. – Ele está quietinho porque você está quieta também, já tentei conversar com eles algumas vezes, mas ele nem me deu bola. – Edward disse e sorri.
- Então não aconteceu nada com o nosso Christian? – perguntei.
- Nada amor com o nosso Anthony. – ele sorriu.
- Vai ser assim? Eu vou chama-lo de Christian e você de Anthony? – eu perguntei me aconchegando em seus braços e sorrindo.
- É um nome composto então eu acho que sim, mas eu amo o nome do nosso pequeno. – ele disse e sorri.
- Bom Dia! – uma voz desconhecida percorreu o quarto. – Eu sou o doutor Grey e estou aqui pra ver como você e esse meninão estão, podemos começar?
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Depois de aproximadamente três horas recebi a devida alta que precisava e voltei para a minha casa, claro que antes tive que passar pela família Cullen toda o que foi um tremendo esforço, mas um alívio por ainda estar ali. Edward me deu banho e penteou meus cabelos pelo o simples fato de ter um roxo no meu braço por causa do soro, homem exagerado... Agora Edward estava fazendo carinho pela a minha cintura enquanto eu fingia que dormia pensando em suas palavras a três dias atrás sobre meus pais.
Por que raios depois de tanto tempo meus pais vieram com essa questão, até então esquecida, para cima de Edward? Não fazia sentido, tinha alguma coisa por trás disso, minha mãe provavelmente já tinha esquecido de mim e meu pai para não discutir com a mesma não tocava no assunto, os conheço melhor que ninguém e sei disso.
- Eu sei que você não está dormindo sabe? Você não me engana... – ele disse no meu ouvido baixinho, quase ronronando, eu sorri.
- Eu sei que não, mas eu ainda sim posso tentar.
- Um centavo pelos os seus pensamentos Bella...
- Eu sei que você provavelmente não vai querer entrar nesse assunto agora pelo o fato de você achar que estou terrivelmente doente, mas eu estava pensando nos meus pais Edward e...
- Não vamos entrar nesse assunto! – ele disse nervoso.
- Mas precisamos! – eu disse o acalmando.
- Estou ciente disso Isabella e foi exatamente por isso que falei com você, mas não vou arriscar outro desmaio por essa merda. – ele disse me apertando contra seu peito.
- Então é por isso? Oh meu amor, aquilo foi uma surpresa e tanto por isso passei mal, mas agora eu estou melhor, podemos discutir esse assunto sem imprevistos. – eu disse e vi que não o tinha convencido. – Façamos assim, eu direi o que penso e se você quiser e se sentir convencido argumenta, pode ser? – eu perguntei sendo carinhosa demais, ele sorriu com a minha doçura.
- Claro meu amor, pedindo desse jeito me diz que homem não concordaria, mas por favor se estiver se sentindo mal...
- Sim, eu avisarei. – eu disse e o tranquilizei. – Lembra naquele dia que fui conhecer seus pais? – ele ficou pensativo, mas logo sinalizou com a cabeça. – Nós conhecemos um amigo de família seu? Aro alguma coisa...
- Aro Volturi, ele é meu tio, porque? – Edward perguntou intrigado.
- Lembra que ele perguntou a minha idade, mas logo depois você desconversou? Então, ele não me é estranho acho que ele é um dos sócios do meu pai, se não me engano eles se conhecem, você acha que...? – eu disse e deixei a pergunta no ar. Edward ficou alguns longos minutos pensando e eu já estava ficando preocupada. – Amor? Você acha que eu estou viajando demais? – perguntei.
- Não... – ele disse. – Na verdade eu acho que faz bastante sentido, mas eu pensei que tanto quanto Aro, Leila também pode ter falado alguma coisa, ninguém segura aquela mulher quando está com raiva, no entanto é compreensivo. – ele resmungou mais pra si mesmo do que para mim.
- Compreensivo? – perguntei alarmada com aquilo.
- Sim, você a deixou com bastante raiva na festa e bem... – ele deixou a afirmação no ar, como eu. – Bella, será que podemos viver nossas vidas sem esses problemas? – Edward perguntou, mas antes que eu pudesse responder seu celular tocou. – Só um minuto pequena... – ele falou e saiu para atender o celular.
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Edward POV
- Alô?
- Edward?
- Sim, quem é?
- Emmett porra.
- Calma, não reconheci cara.
- Te liguei para te dar uma notícia, cara... – Emmett disse com um voz decepcionada.
- Então diga.
- Lembra do serviço que você mandou eu fazer? – ele perguntou.
- Sim.
- Bom... Não será possível
- E porque raios não????
- Porque James já está morto... – Emmett suspirou.
- Como é?!? – perguntei puto, como assim o cara já estava morto?
- Pelo o que eu soube alguém já fez esse trabalho e pelo o mesmo motivo que você...
- Merda.
- Já sabe quem foi? – Emmett perguntou
- Sim.
- Eu também... Tenho que ir cara a ursinha já está me chamando, tome conta da Bellinha.
- Já estou.
Desliguei a porra do celular e comecei a me perguntar porque raios Charlie mandou matar um dos seus maiores sócios, mas acho que a resposta já era óbvia, ele ama a filha e mesmo estando longe preza por sua felicidade, e isso em deixa incrivelmente puto, como alguém ama uma filha e mesmo assim a faz tão mal? Pais são uma coisa que vou ter que estudar muito a fundo para entender... E pensar que irei me tornar um me torna um tremendo medroso...
- Não vai voltar para cama? – Uma Bella de calcinha me chamou no corredor.
- Assim que você por uma camisa eu irei. – eu disse.
- Você nunca reclamou ao me ver só de calcinha antes... – ela disse sorrindo.
- Sim, mas você precisa descansar e nada de sexo pra grávidas sensíveis hoje. – eu disse e andei até ela a abraçando.
- Essa grávida sensível aqui está precisando de você, das suas mãos, da sua boca, do seu pau... – e dizendo isso a safada apertou meu pau.
- Filha da puta... – eu disse quando suas mãozinhas começaram a massagear meu membro lentamente.
- Vem pra cama amor, me faz sua hoje por favor. – ela pediu novamente. Como raios eu poderia negar um pedido desses?
- Sim. – eu disse e puxei suas pernas para enrolar na minha cintura enquanto eu andava com ela até o quarto.
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Sua língua subia e descia de encontro ao meu clitóris enrijecido, seus dedos entravam e saíam da minha boceta encharcada, e eu gemia descontroladamente de encontro ao meu travesseiro enquanto minhas mãos puxavam seus cabelos sem sucesso ao tira-lo dentre minhas pernas.
- Ahhh Edward... – eu gritei e senti seu sorriso em minha intimidade, aquele filho de uma mãe... – Eu vou... eu vou... – e ele parou. – O que? – perguntei vendo meu quase orgasmo se transformar em raiva.
- Quero você me gritando ao chegar no orgasmo com o meu pau dentro de você. – ele disse com o olhos lascivos e com fome, fome de mim. Suas mãos me puxaram para o meio da cama e chupou meus seios sensíveis com ferocidade, sua mão estava segurando seu pau que na maldade do momento passava entre meus lábios íntimos me provocando da melhor maneira do mundo.
- Ah Edward por favor... – eu gemi, pedi, implorei, gritei.
- Eu amo vê-la implorando por mim, sabe disso não é? – ele perguntou posicionando a cabeça na minha entrada e eu tremi com a antecipação. – Diz pra mim o que eu quero ouvir Bella. – ele pediu quase não se aguentando e eu disse.
- Sou sua Edward, completamente e inteiramente sua. – e então ele estocou em mim rápido e com força, eu gritei pela surpresa e pelo o prazer fenomenal que esse homem me da. Suas arremetidas eram fortes, mas lentas e junto com elas o meu orgasmo estava se formando de um jeito absurdo, aquilo era absurdo, aquele homem era absurdo, aquele prazer excessivo era absurdo.
- Goza para mim Bella, só pra mim. – e então veio, meu orgasmo veio estourando todas as veias do meu corpo, explorando todos os sentidos e minhas tentativas de respirar estavam completamente nulas, logo em seguida senti o jato quente em minha intimidade e um corpo grande, suado e quente em cima de mim. – Eu te amo Bella.
- Eu te amo Edward. – e então o bebê chutou com quem diz “Sai de cima da barriga da mamãe pai, já tem pouco espaço aqui” e eu sorri.
- Se ele tivesse feito isso antes, com certeza eu teria broxado. – Edward disse baixinho e eu sorri.
- Duvido muito disso.
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Eu acordei pela manhã e vi o meu amor deitado com a cara entre meus seios e a mão possessivamente em minha cintura, eu sorri. Segunda de manhã, estamos de volta a realidade, e vou dizer que é uma droga. Hoje eu teria que sair com Alice para ver as coisas do casamento mais um vez e não estava com muita vontade de fazê-lo.
- Pensando no que exatamente? – Edward perguntou me olhando.
- Bom dia. – eu disse e sorri um sorriso doce.
- Bom dia meu amor, agora responda. – ele mandou, eu sorri, de novo.
- Estou com preguiça de sair da nossa bolha. – eu confessei.
- Nada me faria mais feliz do que ficar nessa bolha para sempre, mas...
- Eu sei, você tem que trabalhar e eu tenho uma Alice para enfrentar. – eu disse.
- Pronta pra estourar a bolha? – ele perguntou.
- Não e você?
- Não.
E só Deus sabe o que os próximos dias nos revelarão.
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