Notas iniciais
Vamos ao capítulo.

No capítulo anterior...

– Bom dia. – eu disse e sorri um sorriso doce.

– Bom dia meu amor, agora responda. – ele mandou, eu sorri, de novo.

– Estou com preguiça de sair da nossa bolha. – eu confessei.

– Nada me faria mais feliz do que ficar nessa bolha para sempre, mas...

– Eu sei, você tem que trabalhar e eu tenho uma Alice para enfrentar. – eu disse.

– Pronta pra estourar a bolha? – ele perguntou.

– Não e você?

– Não.

E só Deus sabe o que os próximos dias nos revelarão.

---x---

- Então você acha que pode ter sido mesmo o Aro? – perguntei

- Que outra explicação teria? – Edward parecia nervoso do outro lado da linha.

- Bella! Você passa o dia todo com o seu noivo em casa, dormi com ele, come com ele, toma banho com ele e quando eu preciso de você por míseras horas você precisa ficar no telefone com ele? – Alice gritou comigo nervosa e irritada por eu ter interrompido seu show ao mostrar a entrada do casamento.

Tirei o telefone do ouvido e tapei a parte do som. – Só um minuto Alice, já estou terminando aqui. – eu disse como se fala com uma criança de 5 anos de idade.

- Calma meu amor, vamos resolver isso de uma forma ou de outra. – eu disse agora para Edward acalmando-o pelo o celular.

- Sim, espero que logo, vou desligar tenho um paciente agora. – ele disse se despedindo.

- Paciente como aquela loira que eu vi um uma das minhas primeiras consultas? – perguntei o provocando.

- Tão louca quanto. – Edward disse e riu.

- Piadas com pacientes Cullen?

- Péssimo humor não? Te vejo em casa meu amor. – ele disse.

- Se eu sobreviver. – eu disse e senti seu sorriso murcho do outro lado da linha. – Eu te amo. – e desliguei.

Logo em seguida fui ajudar Alice com os poucos preparativos que ainda restavam para o casamento. Edward estava mesmo convencido que fora Aro que falou com os meus pais, eu sei que ele está me escondendo algo, mas não o julgo sei do susto que o dei desmaiando, foi um susto para mim mesma.

Passei a tarde toda escutando Alice falar e falar e enquanto isso tentava não pensar em alguns dos meus problemas, Christian chutou o tempo inteiro e está implorando por sorvete de abacate, acho que comi uma vez com o meu pai quando era pequena e nunca esqueci, embora eu não lembre se tinha gostava ou não da coisa, resolvi mandar uma mensagem para Edward.

*Christian Anthony está implorando por sorvete de abacate, algo a fazer/dizer sobre isso?*

Apertei enviar e em menos de segundos depois chegou a resposta.

*Diga a ele que terá o que deseja, no entanto eu a desejo ardentemente hoje a noite.*

Ótimo Cullen, sua mensagem me fez feliz e subir pelas as paredes ao mesmo tempo, como esse homem fazia isso comigo? Eu já estava molhada e ofegante só de imaginar chegar em casa.

- Alice. – Chamei.

- Não quero desculpas. – ela disse irritada. – Você já escolheu aquele troço como vestido, eu decido o resto. – ela resmungou, eu mencionei que troquei o vestido por um extremamente lindo e meu? Bem...

- Só estava avisando que vou para casa, você está se resolvendo sozinha ai e Tony não para de me chutar. – eu disse.

(N/A: então pessoal o nome do bebê é Christian Anthony é perceptível que é um nome composto como o meu “Maria Luisa” então obviamente terão vários apelidos, e para vocês não se perderem eu vou escrever aqui os possíveis nomes que provavelmente serão citados para o neném: Christian, Anthony, Tony, Chris mas no geral tentarei só botar os dois primeiros nomes pra não ficar muito diferente, enfim)

- Está feliz Tony? Titia te ama tanto! – Alice beijou a minha barriga exageradamente e eu sorri. – Pode ir então, nos vemos depois cunhadinha. – Nos despedimos e eu soltei um suspiro de alívio ao ir embora, não é como se eu não gostasse da minha cunhada, de maneira nenhuma, mas hoje ela deixou o Edward na mão no escritório só para preparar o resto das coisas do casamento comigo, sim eu chamo de coisas porque eu não sei um nome específico pra isso, mas se vocês quiserem podem perguntar a Alice, provavelmente ela irá saber, te dar o significado e por um em cinco frases diferentes pra vocês capitarem bem o significada da... Coisa.

Peguei um taxi e parei em frente ao mercado para comprar um abacaxi adocicado e comer junto com o sorvete, meu cabelo pinicou e eu olhei para trás pra ver o que me incomodava, e foi quando eu vi saindo de um apartamento discreto do outro lado da rua Aro saindo com ela de mãos dadas, COMO ASSIM?

Entrei no mercado fiz minhas compras e voltei para casa, Edward já estava sentado no sofá da sala com uma taça de vinha na mão e quando me viu sorriu pegando uma taça congelada e me chamando para sentar com ele, eu sabia o que aquele olhar queria dizer e eu o amava, mas precisava contar o que vi, então me sentei peguei a taça e abri a boca para falar, mas Edward me calou com seus longos dedos.

- Que tal deixar os problemas para mais tarde? – ele perguntou.

- Como você sabe que eu iria dizer algo?

- Eu sempre sei, fui seu analista. – ele sorriu presunçoso. Ah! Como eu amo esse homem, ele me beijou e foi mordendo minha mandíbula com cuidado até chegar a minha orelha.

- Hoje vamos ter sorvete para o jantar, sorvete de abacate com Isabella Swan. – ele disse naquele tom sexy de molhador de calcinhas, ele não joga limpo!

- Onde você conseguiu o sorvete? – perguntei fechando os olhos enquanto suas mãos passeavam pela a minha cintura com delicadeza.

- Em uma sorveteria do outro lado da cidade.

- Outro lado da cidade? Ah meu amor... – eu sorri e o beijei apaixonadamente. – eu quero muito subir em você e foder a noite toda, mas eu realmente quero o sorvete. – eu disse o beijando e ele gargalhou.

- Vamos logo comer esse sorvete para eu te levar para cama.

--x—

- Ah! – eu gemi. – Mais! – eu pedi.

- Você quer mais? – Edward perguntou.

- Sim, mais, por favor!

- Como você consegue comer esse sorvete? – Edward perguntou com cara de nojo.

- É uma delícia. – eu disse com a boca cheia e ele deitou a cabeça no sofá e olhou para mim.

- Já pensou em como será o nosso bebê? – ele perguntou.

- Não, mas se for igual a você por mim tudo ótimo. – eu disse ainda comendo e preferi não falar do meu sonho no hospital pelo o fato deu não saber se aquele no meu sonho era o nosso filho ou não...

- Quero que tenha os seus olhos, e definitivamente seu sorriso, ele me ilumina. – Parei de comer e olhei para o meu amado.

- Você consegue ser tão perfeito quando quer, aliás você é perfeito o tempo todo, como eu dei essa sorte? – perguntei.

- Isso não é sorte meu anjo, eu chamo de destino. – ele disse tirando o pote de sorvete da minha mão e me beijando. – Você me faz sentir o cara mais amado da face da terra, o jeito como me olha, a forma como me tocar como se fosse me queimar, o jeito que diz “eu te amo” toda vez que desliga o telefone, você me faz amado Bella. – Eu não esperei por mais palavras e o beijei, um beijo doce e calmo, suas mãos foram diretamente para o meu rosto, aquilo não era tesão ou uma excitação rápida, era paixão, amor, veneração, estávamos na perfeita sincronia de nós dois, éramos como ímãs poderosos e resistentes ali naquela hora e naquele momento percebi que não seria mais eu mesma sem Edward Cullen.

Seus braços me rodaram e em segundos eu estava embaixo de seu peito, seus lábios nunca deixavam os meus, Edward chutou algumas almofadas e se aconchegou melhor entre minhas pernas, minhas mãos passeavam pelas as suas costas de cima para baixo, seu gemido era rouco e excitando, sua pélvis de encontro a minha tirava meu senso de gravidade e sua língua na minha tirava meu ar. Nossas roupas já estavam no chão e Edward tocava meu corpo e o imprensava contra o sofá com vontade, meu peitos subiam de encontro a sua mão que o acariciava gentilmente.

- Bella eu não aguento mais. – ele sussurrou em meu ouvido.

- O que você está esperando? – ofeguei. – Me faça sua. – e ele o fez com uma estocada lenta e terrivelmente alucinante estava dentro de mim, sua cintura mexia com maestria e eu percebi que Edward estava tremendo, o empurrei e mudei as posições ficando por cima, vendo os olhos dele fechados mas suas pupilas remexiam de acordo que eu subia e descia em seu pau, a boca um pouco aberta ofegante por causa da excitação, vê-lo tão entregue a mim é indescritível, e sentir a mesma intensidade de sentimento que ele está sentindo é absurdamente... Oh Deus...

- Oh! Edward! – e eu gozei maravilhosamente em torno do meu futuro marido, ele pegou a minha cintura quando percebeu que eu estava mole demais para continuar o trabalho e estocou forte e duro dentro de mim, depois de segundos estava murmurando palavras desconexas em meu ouvido e gozando fortemente dentro de mim.

--x—

- Me dê um descanso amor. – pedi quando Edward estava vindo atacar meus seios novamente.

- Ainda não estou saciado de você. – ele disse se deitando entre meus seios e acariciando minha barriga.

- Você nunca está. – eu disse e rimos. – Preciso te contar uma coisa que vi. – ele me olhou e quando não fez nenhuma objeção continuei. – Vi Renée saindo de uma apartamento com Aro quando estava passando no mercado hoje mais cedo. – Edward franziu a testa e suspirou.

- Eu sei. – ele disse eu perceb...

- Como assim você sabe? – perguntei sem entender.

- Liguei para seu pai hoje a respeito de um assunto e aproveitei para perguntar sobre Aro, ele confirmou sobre o Aro, provavelmente pelo o fato de sua esposa ter o traído. – Edward confessou passando as mãos pelos cabelos.

- Papai não fez nada em relação a isso? E que assunto é esse que você tem a tratar com Charlie? Não minta. – eu pedi.

- Eu não minto para você Bella, apenas omito alguns assunto desnecessários que eu sei que te deixará mal. – ele se explicou.

- Eu sei, mas fale! – pedi novamente,

- É sobre James. – ele disse e eu estremeci, seus braços vieram de encontro a minha cintura e o puxou para ele. – Ele está morto Bella.

Notas finais
Já sabem né? Se gostou comente, se não gostou comente também! Vejo vocês em breve, beijcoas
Nana Salles, Camila Chociai, adria cullen, franci2508, ninatwilight, Pequena Cullen, MUITO OBRIGADA PELAS RECOMENDAÇÕES! Continuem recomendando é ótimo pra fic, beijos ♥
Qualquer coisa @owpattz
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.