Notas iniciais
Oe Mina-san!

Uhuuuu, dessa vez foi a magnificent da Filipa Adans que deixou uma recomendação tão linda, mas tão linda que Akemi-san quase chorou de emoção ao ler suas doces e sinceras palavras! Lindíssima eu li sua recomendação num momento muito triste do meu dia e, como num passe de mágica, esqueci completamente tudo o que me afligia naquele momento (agora mesmo nem lembro mais o que me chateava :P). Esse cap. é dedicado a você, acho que você vai gostar porque os personagens estão bastante safadjenhos hoje! Kkkkkk.

Amigos leitores, descobri uma coisa: eu realmente não posso com vocês! Todo mundo descobre o que vai acontecer com a maior facilidade! Akemi-san está dando tanta bandeira assim ou por acaso tem algum hacker invadindo meu note? O fato é que fiquei empolgada com a descoberta precoce de vocês, e como todo mundo já sabe o que o Naruto decidiu não vou fazer mistério. Enjoy!

— É perfeito, vou levar esse. Pode embrulhar por favor?

— Claro senhor. – a moça terminou o embrulho, uma pequena caixinha aveludada vermelha, dentro, um anel de noivado de ouro com um diamante solitário. – deseja algo mais?

— Pode me desejar boa sorte? – ele respondeu sorrindo coçando a nuca.

— Claro senhor, mas acho difícil o seu pedido ser negado, com esse sorriso encantador e o bom gosto que tem para jóias. – ela respondeu sorrindo e deu-lhe uma piscada.

Naruto ficou muito vermelho. Era comum as mulheres o paquerarem, mas mesmo assim sempre ficava envergonhado quando acontecia.

Deixou a joalheria empolgado, naquela noite mesmo iria pedir Sakura em casamento. Tudo estava caminhando tão maravilhosamente que ele nem acreditava. Além do casamento, ele iria comunicar que tinha sido escolhido como novo Hokage, mesmo que Sakura ficasse chateada com a partida da sua mestre, era provável que ela comemorasse o sonho dele se realizando. Então, ele esperou o cair da noite para chamá-la para um local especial, lá ele faria o pedido e comunicaria que seria o novo Hokage.

— Sakura-chan, vamos?

— Naruto, você não pode falar o que tem pra me falar aqui mesmo? Não tô a fim de sair hoje. – ela respondeu com a voz murcha.

— É uma coisa especial, então temos que ir a um lugar especial.

— Vai ter que ser bem especial mesmo, viu? Porque eu estou um caco. Aliás precisava ter conversado hoje cedo com você, mas nem isso eu consegui. A Tsunade estava querendo falar com você a respeito do que aconteceu com o Sasuke, ela descobriu tudo.

— Eu sei, eu já conversei com ela. – ele disse despretensiosamente.

— Mas e então? Ela vai te dar alguma punição, ela foi severa?

— Só me passou o sermão da montanha como sempre, a obaa-chan é meio maluca, você sabe. No final não deu em nada – ele não queria ter que contar que a tal punição era na verdade se tornar Hokage, queria aguardar o momento certo para a surpresa.

Sakura estava tão cansada pois a jornada no hospital tinha sido estressante, que resolveu encerrar o assunto ali mesmo, já que não tinha dado em nada, queria esquecer qualquer assunto que envolvesse o Sasuke definitivamente. Caminharam conversando, Sakura relatava tudo o que aconteceu no seu dia e Naruto ouvia calado, porém com um sorriso no rosto.

— É isso o que eu enfrento todo dia, Naruto, esse tipo de coisa. – ela concluiu sua longa narrativa com um suspiro cansado, sentia-se mais cansada ainda por repetido tudo aquilo.

— Sakura-chan, não reclame tanto, foi você mesma que escolheu ir para o hospital. Isso é bem feito por você ter me abandonado sozinho no time 7. Agora que vai ser a diretora do hospital você provavelmente vai lidar com várias coisas assim todos os dias, é melhor se acostumar – ele respondeu sorridente.

— Eu não te abandonei... e isso foi o melhor para todos, considerando o que aconteceu, você sabe.

— Tá bom, vamos esquecer isso. Já estamos chegando.

Foi então que Sakura percebeu que estavam chegando no lugar secreto dele, aquele mesmo que ele havia a convidado para sair pela primeira vez. Ao se aproximar, viu que havia uma toalha vermelha estendida no chão, sobre ela pétalas de rosas e um baldinho de gelo com vinho e duas taças pousadas ao lado.

— Naruto! Que lindo! Você que preparou tudo isso?

— Sim senhora.

— Nossa, que lindo meu amor! Adorei! – ela disse empolgada agarrando ele pelo pescoço e cobrindo-o de beijos.

Naruto tinha caprichado mesmo dessa vez, mas não imaginou que ela fosse gostar tanto. Sentaram-se sobre a toalha e ele serviu uma taça de vinho para ela e depois uma para si próprio.

Então Naruto-kun, fale o que tanto queria. – Sakura disse enquanto bebericava seu vinho.

Agora que havia chegado o momento, Naruto sentia um frio intenso na barriga. E se ela não aceitasse? E se ela ficasse revoltada e terminasse tudo? Isso era impossível de acontecer, mas mesmo assim esses foram alguns dos pensamentos contraditórios que passaram pela cabeça dele.

— Sakura-chan, é que... bem... é que...

— Narutoooo, fala logo. – Sakura respondeu fingindo impaciência, ele ficava tão lindo quando agia como bobo.

Ele não via jeito de fazer isso que não fosse de uma vez. Assim, se ela o rejeitasse ele não prolongaria o próprio sofrimento por mais tempo.

— Sakura-chan, casa comigo? – ele disse de supetão enquanto estendia a caixinha do anel na direção dela.

Sakura ainda não tinha entendido direito. Desde aquela vez que eles fizeram as pazes e ele disse que tinha intenção de se casar com ela e formar uma família e ela o repreendeu, Naruto nunca mais tocou no assunto, exceto sobre falar que queria um filho, então ela achava que ele tinha deixado pra lá. Mas agora lá vinha ele de novo com a proposta, e dessa vez parecia séria, porque tinha sido feita naquele local especial, com aquelas rosas, o vinho...

Ela tomou a caixinha na mão e abriu, dentro havia um diamante que brilhava intensamente sob a luz da lua, com certeza era uma jóia verdadeira. Naruto retirou o anel com cuidado da caixinha e colocou gentilmente sobre o anelar direito dela.

— Então, Sakura-chan? Estou esperando uma resposta. – ele disse meio em dúvida se devia forçar a barra, porque Sakura não tinha expressão alguma no rosto.

Então ela começou a chorar. Naruto ficou em pânico, porque achou que ela havia odiado a ideia e iria rejeitá-lo imediatamente, mas ela o abraçou e ficou chorando nos braços dele. Ele a abraçou firmemente, não estava entendendo nada, mas pelo visto não tinha sido rejeitado.

Sakura ficou chorando por algum tempo nos braços dele, ela não conseguia pensar direito, mas estava mais do que feliz, aquelas lágrimas eram de alegria e paz que ela nunca havia sentido antes. Ele ficou acariciando seus cabelos, aguardando em silêncio o que ela teria para falar, o coração de ambos batia descompassado, e embora ele não estivesse chorando, Naruto estava mais emocionado do que ela, só não conseguia expressar as coisas assim chorando, para ele felicidade se demonstrava sorrindo.

Sakura afastou-se e ele enxugou as lágrimas dela com cuidado.

— Meu amor, me responda logo, porque vou morrer do coração se você não me falar.

— É sim, claro que é sim!

Ela respondeu caindo em lágrimas novamente e abraçou com força enquanto o beijava desesperadamente. Eles transariam naquele momento mesmo se Naruto não interrompesse o beijo.

— Sakura-chan, ainda tem uma coisa que preciso falar para você.

— O que é? – Sakura perguntou apreensiva com medo de que houvesse algum impecilho para a união deles.

— Há algum problema para você em ser esposa de um Hokage?

Ela levou um tempo para processar aquelas informação.

— Naruto..., não me diga que...?

— Sim, eu fui indicado para ser o novo Hokage!

Sakura estava assombrada com aquela notícia, aquilo era simplesmente demais, ele finalmente havia realizado seu sonho de infância.

— Minha nossa! Meus parabéns! – ela o abraçou comemorando sinceramente – Então era isso que Tsunade-sama tinha para falar com você? Vocês dois me enganaram!

— Ah, eu não sabia de nada, e queria fazer uma supresa. – ele defendeu-se.

— Dessa vez eu te perdôo por ter me enganado, mas quando foi essa nomeação que ninguém ficou sabendo?

— Na verdade, ainda não fui nomeado. Eu serei amanhã. Tsunade-obaa-chan já deixou o cargo e como o conselho não queria alarmar a população, eles pediram sigilo até decidirem. Como ela mesma havia me indicado, não havia porque eles negarem, mas você sabe como são aqueles velhos, né? Fizeram um draminha por alguns dias, mas concordaram. Amanhã farão a nomeação oficial no conselho.

— Minha nossa! Isso é demais! Estou muito feliz por você! Você deve estar no céu!

— Estou, mas não por isso. Ser Hokage é a missão da minha vida, eu sei que não vai ser fácil, mas vou dar o meu melhor todo dia para o bem de todos. Mas a maior felicidade de todas é que você vai ser minha esposa, isso sim me deixa no céu.

Sakura sorriu com aquela declaração, o Naruto era romântico, mas ela nunca se cansava, porque ele era verdadeiro. Ficou pensando nisso, quando de repente a imagem da sua mestra passou pela sua mente, até aquele momento, ela não havia pensado no que levara Tsunade a abandonar o cargo de Hokage.

— Mas e Tsunade-sama?

— Ah, a obaa-chan está bem. E acho que agora ela vai ficar melhor, ela vai poder jogar e encher a cara vontade.

— Naruto! Não fale assim da minha mestra!

— É verdade! Ela mesma me disse que estava de saco cheio de ser Hokage, que não aguentava mais tantas regras a seguir, tanta pose a ser mantida.

— Você tem razão, ela nunca quis ser Hokage.

— Pois é. E embora tenha sido uma Hokage extraordinária, o conselho queria alguém mais apaixonado, mais envolvido do que ela. No final das contas esse acordo está sendo bom para todos.

Sakura ouviu essas palavras em silêncio, Naruto era tão político, mas mesmo assim sabia colocar as coisas de uma maneira positiva. Naruto ficou por um bom tempo falando dos seus objetivos como novo Hokage, as melhorias para a vila e alianças com outros países. Enquanto Naruto falava, Sakura continuou bebendo seu vinho e ouvia tudo encantada, até a voz dele parecia mudar quando ele falava sobre sua missão. Depois da segunda taça, Sakura já não estava mais prestando tanta atenção nas palavras dele, mas parecia hipnotizada pelos seus lábios que se moviam suavemente enquanto falava. Ficou observando o desenho, o lábio superior um pouco mais grosso que o inferior, a maneira bonita como se alargava num sorriso, e ele sempre tinha vários sorrisos lindos para dá-la. Nesse momento mesmo estava sorrindo enquanto perguntava alguma coisa.

— Hein, Sakura-chan? Você ouviu o que eu falei?

— Ouvi sim, claro – ela voltou a si meio constrangida, ela não tinha ouvido nada.

— E então?

— E então o quê?

— O que eu te perguntei, você vai querer fazer isso?

— Vou sim claro, por que não?

— Ah, então quer dizer que você vai querer que o Sasuke seja o nosso padrinho de casamento?

— MAS É CLARO QUE NÃO! ESTÁ DOIDO? – ela gritou espantada com a idéia dele.

— Estou brincando Sakura-chan! Mas isso é pra mostrar que você não estava prestando atenção em nada do que eu estava falando. – ele disse rindo com o jeito desesperado dela.

— Ai Naruto-kun, me desculpa! Eu não estava prestando atenção mesmo, esse vinho me deixou meio sonolenta.

— Tudo bem, eu vou levá-la para casa então. – ele disse e fez menção de se levantar, mas ela o segurou suavemente pelo punho e o puxou para um beijo.

Sakura passeou a língua pelos lábios dele, estavam um pouco adocicados pelo vinho. Naruto abriu os lábios e recebeu sua língua, a boca dela tinha todo o sabor e calor do vinho, estava deliciosa. O beijo começou terno e suave, mas como um gatilho acendeu uma chama nos corpos de ambos. Sakura que não estava acostumada com bebidas sentia-se lânguida e quente, o calor crescia no meio das suas pernas e se espalhava pelo resto do corpo, onde Naruto tocava parecia que causava um choque, a pele eriçava-se e se aquecia mais e Naruto percorreu as mãos por todo o corpo dela, apertando e acariciando toda a sua pele, sabendo que isso a estava deixando louca. Desde o início ele queria que a noite deles terminasse em sexo, mas como ela tinha chorado ele achou que não fosse rolar, pelo visto o vinho havia modificado muito favoravelmente as coisas, pois agora ela estava toda entregue e o queria. Ele pensou em torturá-la um pouco, fazer ela clamar por ele, então começou a retirar as peças da roupa dela com delicadeza, aproveitando cada momento em que as mãos tocavam a pele macia e ficando muito satisfeito com as sensações que provocava. Deixou-a completamente nua e percorreu as mãos por suas pernas, seios e ventre, ouviu-a gemer incontáveis vezes, mas ainda a queria mais louca a ponto de implorar por ele. Percorreu a pele das coxas com a língua e parou na entrada quente e úmida, Sakura gemeu alto quando sentiu a língua dele percorrer por ela. Naruto brincou com seu clitóris, a preencheu com a língua e deu leves mordidas, ficou deliciado como ela gemia e agarrava seus cabelos, ele queria prolongar mais o prazer daquele momento, mas ele próprio já quase não se controlava. Abriu a braguilha da calça e liberou o membro pulsante. Quando a penetrou sentiu-a muito mais quente que de costume. Sakura o agarrou pelas costas e envolveu seus quadris com as pernas, Naruto entrava firmemente enquanto a olhava nos olhos, ela retribuiu o olhar, os lábios entreabertos imploravam por um beijo.

— Me beije.

Naruto mergulhou sedento em seus lábios e a beijou completando a luxúria com que a penetrava com esse gesto doce de amor. Nesse momento ambos souberam que não existia nada capaz de separá-los, nada mesmo.

*************

Hinata estava contente, não feliz e nem alegre, mas somente contente com o seu namoro com Kiba. Ele era engraçado, não tanto quanto Naruto, mas a fazia rir com frequência. Além disso ela o achava muito charmoso e bonito, além de inteligente, então eles passavam momentos interessantes juntos. Os únicos momentos que ela não ficava muito a vontade era quando estavam sozinhos e consequentemente ele praticamente a atacava com seus beijos ávidos e suas mãos quentes que tentavam explorar seu corpo. Ela nunca havia imaginado que seu colega de equipe e amigo era tão fogoso assim, muito mais do que o Naruto e o Sasuke, parecia até que estava em desespero, isso a incomodava. Sempre que ela pedia para ir com mais calma, ele fechava a cara e ficava muito bravo dizendo que ela não o amava e só estava o iludindo. De fato Hinata não o amava, ela gostava dele, mas não o suficiente para um envolvimento intímo mais profundo, ela queria que o sentimento surgisse naturalmente e não aquela coisa forçada, ela não queria ter que transar com ele para provar um sentimento que ainda não existia. Depois que a raiva dele passava, o que não demorava muito, ele retomava a iniciativa, sempre mais doce e carinhoso. Hinata ficava muito confusa com isso, ela tinha a impressão de ele estar somente interessado no corpo dela, estava pouco se lixando para os seus sentimentos. Mas logo ela afastava isso da mente, Kiba não poderia ser tão canalha quanto o Sasuke.

Esse aliás tinha sumido, depois de persegui-la por semanas vigiando seu namoro com o Kiba, insistindo para ela recebê-lo no seu quarto a noite e criando uma série de situações inconvenientes, Sasuke simplesmente havia desaparecido. Hinata ficou aliviada de início, mas as vezes ela tinha que admitir que gostava de ter um homem daqueles se rastejando aos seus pés, principalmente depois de ele ter aprontado tanto com ela, ela havia descoberto que gostava de pisar no Sasuke, era divertido. Ficou pensando o que teria acontecido para ele ter sumido de repente, talvez estivesse em uma missão ou simplesmente tinha desistido dela. Ela não pôde deixar de ficar um pouco desapontada com a segunda opção. Ouviu Kiba falando alguma coisa de forma lânguida no seu ouvido mas não prestou atenção, sua cabeça estava no possível paradeiro do Sasuke. As mãos urgentes do namorado abrindo os botões da sua camisa trouxeram-na de volta à realidade.

— Né Hina-chan? Deixa eu só ver os seus seios.

— O quê? Não! Por que você quer vê-los? – Hinata respondeu sentindo o rosto queimar de vergonha, e fechando o botão que ele havia aberto.

— Porque eles parecem tão suculentos, posso ver por cima da sua roupa que são bem grandes.

— Kiba-kun eu... eu tenho muita vergonha. – Hinata não ficava nada a vontade com a maneira explícita que ele falava as coisas.

Mesmo não sendo mais virgem, Hinata tinha mesmo vergonha, não era porque tinha transado com dois homens que se sentia a vontade para mostrar seu corpo para outro por quem ela somente nutria sentimentos de amizade e estava se esforçando muito para começar a se apaixonar, mas com ele a pressionando assim ela sentia que não conseguiria.

Ah deixa vai – ele esfregava o rosto no colo dela – eu juro que só vou olhar, não vou fazer nada além disso.

— Não por favor, Kiba-kun. Eu não me sinto a vontade fazendo isso.

— Isso é porque você só está me iludindo, você não gosta de mim. – ele disse emburrado.

— Isso não é verdade, eu gosto sim! Mas acho que estamos indo rápido demais.

Já eu acho que estamos indo muito devagar, já faz dois meses que estamos namorando e nada até agora! – ele mantinha a cara fechada – Se você gostasse mesmo de mim como diz, deixaria pelo menos isso, afinal não é nada demais o que eu estou pedindo.

— Tá bom então, mas só um pouquinho. – ela resolveu ceder, afinal uma hora teriam que começar a ter alguma intimidade.

O sorriso dele abriu de orelha a orelha, sem perda de tempo ele pôs-se a abrir os botões da camisa dela, quando viu a pele branca e macia ficou com os olhos vidrados, eram muito melhores e maiores do que ele havia imaginado, aquela camisa dela ocultava um pouco a verdade, então ele a arrancou rapidamente, Hinata cobriu-se com as mãos.

— Kiba-kun!

— Relaxa Hina, só quero ver melhor, essa roupa está atrapalhando. — Ele disse enquanto se aproximava dela, delicadamente passou as mãos pela sua cintura e subiu para as costas enquanto desabotoava o sutiã.

Ao liberar o volume carnudo com os bicos rosados ficou olhando fixamente, Hinata tentou cobrir-se com as mãos, mas ela teve o movimento impedido por Kiba.

— Você falou que ía me deixar ver. – ele respondeu com a voz séria.

Hinata sentiu os olhos dele queimando sua pele, eles estavam fixos nos seus seios. Em um dado momento ele passou a língua pelos lábios, Hinata viu eles ficando úmidos enquanto um volume crescia na sua calça, isso a deixou temerosa de ele querer tentar algo mais, então recuou um pouco.

— Calma Hina, está assustada porquê? – a voz dele era malícia pura.

— Kiba-kun é melhor eu ir embora, meu pai vai desconfiar se eu demorar muito.

— Não vai não, você acabou de chegar. – ele viu quando ela pegou a camisa e tentava se vestir.

— Mesmo assim, eu... – Hinata teve a camisa bruscamente tirada das suas mãos e jogada para o lado.

— Shhhh, relaxa um minuto, não vou fazer nada demais. – ele disse colando o corpo no dela e subiu as mãos para acariciar seus seios, primeiro com delicadeza, mas ao sentir a pela quente e macia sob as suas mãos ele os pressionou com força, Hinata reclamou pela dor.

— Desculpa, não queria machucá-la. – ele abaixou ficando com o rosto no altura dos seios dela e segurou ambos com ambas as mãos.

Hinata sentiu os fios espetados dos cabelos dele roçando seus seios. Kiba massageou e mexeu nos seios dela de todas as maneiras, apalpando e sentindo o peso e volume, medindo com os dedos, apertando e estimulando suavemente os bicos. Hinata se sentia cada vez mais desconfortável por ter seu corpo manuseado daquela maneira, mas Kiba estava tão entretido que nem se preocupou com as reclamações dela.

— Você é demais Hina, tão gostosa...

— Kiba, você tinha dito que só ía olhar – ela reclamou baixinho, enquanto tentava em vão se afastar das mãos dele.

— Mas não consegui me conter, e eu sei que você está gostando, olha que carinha de safada você está fazendo.

Hinata estava muito corada. Então ele entendia isso como cara de safada? Antes que pudesse protestar, Kiba a fez sentar-se na cama e ficou de pé na sua frente. Hinata viu que o volume na calça dele havia crescido mais ainda. Kiba abriu rapidamente o zíper da calça enquanto a olhava com o olhar predatório.

— Kiba-kun, o que vai fazer?

— Você não pode imaginar?

Ele abaixou as calças e revelou seu membro longo e ereto. Hinata desviou o olhar envergonhada. Kiba aproximou-se mais e puxando-s pelos cabelos roçou sua face no membro.

— Pare com isso, Kiba-kun, por favor. – Hinata não conseguia falar rigidamente com ele igual como falava com o Sasuke, isso o deixava mais excitado, ele preferia as submissas.

Kiba simplesmente ignorou os seus pedidos e continuou roçando o rosto dela contra o próprio membro. Hinata sentiu o cheiro masculino dele, era tão parecido com o Sasuke, isso a deixou irritada. Ela colocou as mãos e cada uma das pernas dele e tentou empurrá-lo para longe, mas sem sucesso. Kiba vendo que ela estava querendo fugir, pressionou mais os cabelos da nuca dela, trazendo-os para mais perto.

— Vamos lá Hina, engole, você vai gostar.

— Não!

— Vai sim, sua boca é tão carnuda, você deve ser boa nisso.

— Kiba-kun, eu não quero... – ela choramingou.

— Só um beijinho então.

— Não...

Kiba ficava mais excitado com as negativas dela, mas também não iria violentar a sua própria namorada, ele estava acostumado a conseguir as coisas ao seu modo, e quando se tratava de mulheres, violência estava fora de cogitação, mas ele sabia que a maioria delas gostava de um pouco mais de firmeza, só a Hinata que pelo visto não era desse tipo, então iria negociar, porque não estava disposto a continuar na seca por mais tempo.

— Então faça outra coisa.

— Não!

— Mas você nem ouviu ainda. – ele falou com um sorrisinho de canto. Hinata o achou tão falso e malicioso.

— Eu ainda não posso fazer amor com você Kiba-kun.

— Não era isso que eu ía te pedir.

— O que é então?

— Me massageie com seus peitos.

— O quê? Como assim?

— Eu te mostro, é bem simples e não é nada demais. Isso não é fazer sexo, é só um carinho gostoso.

Ele disse isso e colocou o membro entre os seios dela, em seguida pressinou-os de leve contra ele e fez vários movimentos para cima e para baixo. Hinata tinha o rosto pegando fogo, ela não sabia que dava pra fazer assim também. Kiba sentiu a maciez e volume pressionando o seu membro e soltou um gemido rouco, ele colocou as mãos dela sobre as suas, queria que ela mesma o estimulasse, mas Hinata estava dura como uma estátua e não parecia disposta a colaborar com aquilo. Então ele simplesmente deixou pra lá e continuou com sua massagem sexual, Hinata sentiu o pênis dele ficar mais ereto e aumentar mais um pouco o tamanho, aquilo era muito constrangedor, ela se sentia usada, mas não tinha coragem de interrompê-lo e ver ele ficar bravo como nas outras vezes, as vezes ele a assustava.

Alheio a tudo isso, Kiba continuou com os movimentos de vai e vem no meio dos seios dela, ele estava quase gozando e não queria parar agora. Intensificou o ritmo e pressionou os seios dela com mais força, seus gemidos estavam mais altos e roucos, sentir aquela carne rosada e suculenta contra ele era delicioso demais. Então sem aviso, um jato longo lambuzou os seios dela. Kiba se afastou ofegante enquanto Hinata tentava se limpar.

— Desculpe, eu não consegui me segurar.

Hinata limpou-se como podia, ela se sentia e estava suja, aquilo era muito humilhante. Não queria mais ficar perto dele, não foi assim que ela imaginou que o seu namoro seria. Kiba sentou-se na poltrona enquanto a observava vestir-se desajeitadamente, ele percebeu algumas lágrimas escorrendo pelo rosto dela.

— Hina, esta chorando? Por quê? – ele se levantou e caminhou até ela enquanto fechava a braguilha da calça.

Ela não respondeu, somente ocultou o rosto com as mãos e deixou as lágrimas caírem. Kiba então percebeu que talvez tivesse ido longe demais, ele não tinha imaginado que ela ainda era...

— Hina, foi o que eu fiz, não é? Você ainda é virgem?

Hinata não queria ter que mentir, mas se admitisse que não era talvez ele a obrigasse a fazer outras coisas, além disso ela não queria ter que explicar sob quais circunstâncias havia perdido a virgindade. Optou por mentir, no momento era o mais seguro a se fazer. Então balançou a cabeça afirmativamente.

— Desculpe, eu me excedi, eu não sabia, desculpe mesmo. – ele a abraçou pela cintura enquanto pousava a cabeça dela sobre o seu peito. – mas é que você mexe muito comigo Hina, eu te amo loucamente e você é tão gostosa, não pude resistir.

Ela se soltou do seu abraço e respondeu sem olhá-lo.

— Eu não estou me sentindo muito bem, só quero ir pra casa, por favor.

— Tá bom.

Eles terminaram de se arrumar e saíram em silêncio. Hinata percorreu todo o caminho com os braços cruzados, não queria contato com ele. Kiba caminhou ao seu lado, de vez em quando ele a olhava e via o rosto dela entristecido, pensou que seria tudo tão melhor se ela simplesmente se entregasse logo, ele sabia que poderia fazê-lo amá-lo, mas ela era tão fria e distante na maioria das vezes que nos poucos momentos que ele conseguia tirar algo dela, ele ía com toda sede ao pote, o que acabava piorando mais as coisas. Ele acabou se distraindo com esses pensamentos e se assustou muito quando viu o corpo dela perdendo as forças e caindo ao seu lado enquanto andavam.

— Hinata! – ele gritou desesperado.

Ela havia desmaiado.

Notas finais
Tão fofo o casal principal... será que não há nada mesmo que possa separá-los? Já o Kiba foi muito safado, alguém aí acha que a Hina está posando de donzela indefesa? Ela poderia ter evitado isso, enfim... todo mundo sabe do que se trata esse desmaio, né? Aposto que sim.