Notas iniciais
ALELUIA! Eu sei que é isso que você está pensando... kkkkk' Voltei com mais um capítulo! Foi mal a demora, culpem as provas! (e a minha preguiça também...) Antes, quero dedicar esse capítulo à Paula CrissColfer que me fez sorrir feito boba essa semana! Espero que goste guria!

Aqueles dez minutos pareceram uma eternidade para Blaine que esperava vidrado no aparelho a sua frente sobre a mesa.

– Não é possí­vel, Kurt não demora tanto assim a responder mensagens. Será que eu estou sufocando ele? Ora Blaine, você está parecendo uma adolescente de quinze anos esperando a ligação do namoradinho. Pare com isso!

– Blaine? Com quem você está falando?

– Na... ninguém Quinn, apenas pensei alto!

– Droga, to ficando maluco falando sozinho!

O moreno já ia para o seu quarto quando o seu aparelho apitou avisando mensagem. Blaine pulou com o susto e pegou o telefone no mesmo instante e viu que era Kurt.

"Estou livre sim, às oito?"

Blaine pela primeira vez ficou nervoso ao ler uma mensagem de Kurt, ele realmente não sabia o que estava acontecendo. Nunca havia sentido isso antes.

Por isso, o moreno apenas respondeu um breve "okay" e correu para o seu guarda-roupa.

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Eu acho que não há mal nenhum em sair com Blaine mais uma vez, certo?

Como eu disse antes, ele é um cara interessante, bom de passar o tempo! Aproveitarei a oportunidade e direi a ele que vamos ser apenas amigos. Talvez até uma amizade com benefí­cios, mas nada de relacionamentos. Disso eu quero distância!

Vou tomar uma bela ducha e me arrumar tranquilo, ainda estou adiantado.

Horas mais tarde, quando Kurt estava terminando de ajeitar o seu belo topete castanho, ele ouviu sua campainha tocar. Olhou o relógio e ficou impressionado com a pontualidade de Blaine. Foi tranquilamente até a porta e abriu encontrando o moreno com um buquê de flores nas mãos e podia jurar que o Anderson estava muito nervoso com alguma coisa.

– Blaine? Está tudo bem?– ele estava com o olhar perdido me encarando.

– S-sim! Você está muito bonito!

– Obrigado, digo o mesmo pra você! Vamos, entre! Eu apenas vou terminar de me arrumar, só falta o perfume. Sente-se, volto num segundo.

– Tudo bem, ah Kurt! Estas flores são pra você!

– Uau, muito obrigado! São lindas e cheirosas! Irei colocar num vaso agora mesmo.

Realmente as flores vermelhas e amarelas eram lindas, incrí­vel o jeito que elas combinavam juntas num buquê. O perfume misturado delas também era maravilhoso. Mas espere, ele nunca me trouxe flores. Droga, preciso esclarecer as coisas com ele o quanto antes!

Pus o meu perfume, coloquei o buquê num jarro d'água sobre a minha penteadeira, dei uma última olhada no espelho e fui pra sala chamar Blaine pra irmos embora.

– Hm, amo comida japonesa!

– Eu também!– Blaine olhou em volta — É bonito esse lugar, não?

– Sim, é a primeira vez que você vem aqui?

– Sim.

De repente o assunto acabou e ficou um silêncio desconfortável entre eles e assim permaneceram até o final do jantar e pelo caminho até a casa de Kurt.

O castanho acabou não dizendo nada sobre "continuar na amizade" com Blaine que também não teve coragem de confessar seus sentimentos sobre Kurt.

– Bem, está entregue!

Blaine disse parando o carro em frente à casa de Kurt. E lá estava o maldito silêncio outra vez. Mas Kurt decidiu acabar com isso.

– Parece que não nos falamos muito hoje...– o castanho deu um sorriso fraco e tímido.

– É...– Blaine estava nervoso esfregando as mãos.

– Está tudo bem?– o moreno apenas assentiu ainda sem olhar para Kurt — Okay, eu vou indo então...

Kurt colocou a mão no puxador do carro para abrir a porta quando Blaine o chamou quase desesperado.

– Kurt, espera!

– O que aconteceu?

Blaine num impulso pegou o rosto de Kurt e o beijou pegando o castanho de surpresa que só depois de alguns minutos se deu conta e correspondeu o beijo.

O beijo era puro, sem nenhuma pressa. Depois de alguns minutos, os dois se separaram e ficaram com seus olhos ainda fechados por algum tempo até Blaine se ajeitar outra vez no banco do motorista.

– Desculpa...– Blaine sussurrou.

– O que?

– Desculpa. Desculpa por eu ter te beijado assim de repente!

– E porque você está se desculpando? Nós estamos meio que acostumados com isso. Não?

– S-sim, estamos...

Kurt percebendo a estranha timidez de Blaine levantou lentamente o queixo do mesmo com seu dedo o fazendo olhar em seus olhos. Toda aquela “inocência” do moreno estava provocando Kurt de alguma forma. Os olhos de Blaine pareciam ter mudado de cor, agora parecia mais "aceso".

– Entra comigo. Vamos tomar um café?

– T-tudo bem...

Blaine respondeu quase que em transe perdido nos olhos do castanho. Quando ele se deu conta, já estava na cozinha com Kurt apreciando uma fumegante xí­cara de café.

– E então,– Kurt perguntou sentado ao lado de Blaine — mais calmo?

– Um pouco, sim...

Kurt estava achando lindo aquele Blaine visivelmente tí­mido e nervoso. Por isso ele se deixou levar pelo momento. Repousou sua xícara sobre o balcão, depois fez o mesmo com a do moreno o deixando confuso.

Hummel aproximou seu rosto ao do Anderson sussurrando em seguida.

– Talvez isso te acalme mais...

Dessa vez Kurt quem capturou os lábios do moreno que já tinha seus olhos fechados e mente imersa aos delírios que o castanho lhe causava. Sem muita pressa, o mais alto foi aprofundando cada vez mais o beijo arrancando suspiros e alguns gemidos do mais novo.

Quando o ar lhes faltou, Kurt tornou a falar.

– Vamos lá pra dentro...

Blaine no mesmo instante levantou de onde estava e seguiu Kurt até o seu quarto de diversões.

Kurt mais uma vez tomou a iniciativa e beijou Blaine de uma forma mais quente enquanto já desabotoava a camisa do moreno que no momento estava preocupado em puxar os cabelos castanhos e explorar todo o corpo do médico.

O mais novo se desvencilhou de Kurt e o deitou sobre a cama ficando por cima dele. Enquanto beijava e mordiscava toda extensão do seu pescoço, Blaine conseguiu tirar a camisa e abrir a calça do castanho que apenas aproveitava de olhos fechados àquela sensação dos beijos molhados do moreno contra a sua pele.

De repente ele foi sentindo os beijos do Anderson descendo e descendo cada vez mais até chegar abaixo do seu umbigo e parar. Hummel nem precisou abrir os olhos pra saber o que Blaine tramava, pois sentiu suas últimas peças de roupa descendo pela sua perna. Os beijos recomeçaram, só que dessa vez de baixo pra cima.

Anderson continuou espalhando beijos pelas coxas torneadas de Kurt até chegar a sua virilha, onde chupou até se formar uma marca arrancando um gemido do mais alto e provocando um sorrisinho safado em si mesmo.

Depois do chupão, Blaine partiu pra onde realmente interessava e começou a masturbar o outro homem que tentava pronunciar algumas frases, mas não saí­a nada além de gemidos e resmungos.

– B-blaine... Parece que a cada vez que a gente vai pra cama você está melhor... Não pare de... Céus!

Depois de um tempo masturbando Kurt que estava quase chegando ao seu ápice, Blaine decidiu continuar agora oralmente fazendo Kurt praticamente gritar com o "choque" da lí­ngua e boca quente do moreno com seu membro.

– B-blaine... E-eu...

– Abra os olhos pra ver isso, Kurtie...

Kurt abriu seus olhos encontrando a cena do moreno o chupando com mais vontade até que ele não aguentou mais e chegou ao seu ápice jogando sua cabeça pra trás e suas mãos apertando os lençóis com força.

Blaine ao ver aquela cena sorriu vitorioso e subiu até ficar na altura dos olhos do castanho.

– Eu nunca me canso de ver isso, você tendo um orgasmo é a melhor visão do mundo!

Kurt apenas deu um sorriso de canto de boca e ficou calado com seus olhos fechados outra vez. Blaine de repente começou a gemer e Kurt no mesmo instante abriu os olhos para olhar o moreno.

– Não... Quer me ajudar com isso?

Blaine perguntou um pouco ofegante enquanto se masturbava esperando Kurt se recuperar. Como resposta o castanho tirou a mão do moreno que estava em seu próprio membro e começou ele a fazer movimentos precisos enquanto beijava avidamente a boca de Blaine. A medida que Kurt acelerava seus movimentos, o beijo se tornava mais desajeitado por conta dos gemidos que Anderson emitia.

– Kurrt...

Kurt aumentou mais ainda a velocidade fazendo Blaine se contorcer de prazer até finalmente chegar também ao seu ápice. Enquanto o moreno tentava recuperar o fôlego, Hummel deitou sobre o mais baixo e tornou a beija-lo preguiçosamente. Logo ambos estavam excitados outra vez.

– Kurt, por favor...

O castanho entendeu o recado e se posicionou para finalmente penetrar o moreno que já mordia os lábios de ansiedade de ter outra vez aquela sensação de Kurt dentro de si. Kurt colocou o preservativo, aplicou o lubrificante e depois de dar um breve beijo em Blaine, ele enfim penetrou Blaine que soltou um gemido baixo.

Quando Kurt sentiu que o mais novo estava acostumado com ele dentro de si, ele começou a se movimentar aumentando a velocidade aos poucos até ser rápida o bastante para arrancar gemidos e xingamentos bem mais altos de Blaine. Depois de alguns minutos, os dois estavam muito exaustos e Kurt estava deitado sobre o corpo de Blaine ouvindo o coração dele batendo acelerado levando ele a suspirar. Aquele som era como música para os seus ouvidos.

– Eu sei que você quer isso outra vez... – Blaine disse acariciando os cabelos de Kurt sobre seu peito nu.

– Isso o que?

– O meu coração... Vamos Kurt, pode vê-lo outra vez!

– Eu não posso... – Kurt disse se sentando na cama

– Pode sim,– Blaine fez o mesmo e abraçou o castanho por trás – Porque se nega tanto? Apenas mais uma vez não irá mudar nada...

Kurt se virou e olhou no fundo dos olhos do moreno e depois para o seu peito com a tatuagem a mostra.

– Tem certeza? Porque eu tenho um mau pressentimento sobre isso?

Blaine deu de ombros e levantou indo até a parede falsa para deitar sobre ela, ao ver aquilo Kurt se levantou da cama e foi até o moreno.

– Se vou fazer isso outra vez, tem que ser direito...

Blaine assentiu com um grande sorriso enquanto Kurt prendia seus pulsos e tornozelos e colocava a parede outra vez de pé. O castanho foi até o seu armário especial e pegou a anestesia aplicando em Blaine que apenas fechou os olhos.

– Doeu?

– Não, só é um pouco desconfortável...

Kurt então beijou Blaine enquanto arranhava seu peito tatuado.

– Está sentindo isso?

– Não...

Blaine apenas sussurrou ouvindo aquela voz um pouco rouca de Kurt ao pé do seu ouvido. Hummel então pegou uma toalha, prendeu na cintura do moreno e posicionou o bisturi no peito de Blaine começando a cortá-lo. Ao ver aquele sangue outra vez, e depois de alguns instantes o coração pulsante do moreno, ele suspirou satisfeito.

– A melhor visão que eu poderia ter... – Kurt sussurrou pra si mesmo satisfeito – Está tudo bem Blaine? Seu coração tá acelerado...

– Está acelerado por você... – Blaine enfim disse fazendo Kurt o encarar surpreso – E-eu acho que estou apaixonado por você, Kurt...

Notas finais
E aí? Espero que tenham gostado! kkkkkkkk' Bem, se quiserem estou escrevendo outra fic! Ela é totalmente o oposto dessa... Quem quiser, aqui está o link! http://fanfiction.com.br/historia/611090/Love_Never_Gets_Old/ Beijos!