Notas iniciais
minha primeira fic.

.::Amor que transcende eras::.



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Naquela noite Kagome tem um sonho, nesse sonho ela se vê em um mundo o que tudo indicava era a era feudal, há 500 anos atrás. Junto dela se encontrava um rapaz de longos cabelos prateados com uma vestimenta vermelha e em sua cintura havia uma espada, aparentemente velha, uma garota com um boomerang enorme, um monge com um cajado, e um filhote o que tudo indicava de raposa. Eles se encontravam distantes, não se podia ver com clareza seus rostos, nem o que diziam. Mas Kagome sorria ao vê-los.


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Em um quarto, se pode ouvir o soar do despertador, o barulho ecoa pelos corredores da casa, sua mãe a chama, mas é em vão. Até seus olhos se abrirem e irem de encontro com o relógio marcando 6:35AM. Outros barulhos se formam, gritos e objetos sendo atirados contra o chão.



- AHHHHHHHH EU ESTOU ATRASADAAAAAAA... – abre o armário desesperadamente, não encontra o que procura e sai correndo, desce as escadas e chega à cozinha deslizando pelos corredores.



- Ohayo Kagome-chan. – sua mãe tinha um lindo e generoso sorriso formado nos lábios.



- mamãe onde está o meu uniforme? – olhando pra seu irmão que ria da situação da irmã.



- Kagome está no lugar de sempre...



- não, ele não está mamãe... Já procurei...



- ahhh então era esses os estranhos barulhos. – Souta dá de ombros.



Kagome espreita os olhos, pronta para voar em seu irmãozinho, mas é interrompida por sua mãe.



- que cabeça a minha eu tinha lavado e dobrado, mas acabei esquecendo de colocar em seu quarto. – a senhora Higurashi não havia percebido que Kagome já havia pego o uniforme de suas mãos e já se encontrava subindo as escadas. – ué, cadê ela?



- ela já subiu mamãe.



- entendo, atrasada como sempre. – se senta pra tomar o café-da-manhã.



Kagome chega ao seu quarto ofegante, afinal subiu as escadas com um único fôlego. Ela se troca rapidamente pega sua mochila e desce novamente. Chega na cozinha, pega uma torrada e sai avoada de casa.



- mas... O que foi isso. – diz o avô.



- não tente entender as garotas vovô... Eu já desisti a muito tempo. – se conformando.



o.O.o.O.o. o.O.o.O.o



Kagome enquanto corria, olhava de minuto em minuto o relógio que carregava em seu pulso esquerdo.



- seria muito azar logo no primeiro dia de aula eu ficar de castigo pra fora da sala. – Kagome bufava.



o.O.o.O.o. o.O.o.O.o



Do lado oposto ao que Kagome corria, um jovem de cabelos negros e cumpridos, vinha correndo.



- maldição, se o baka do meu irmão não ficasse até tarde jogando vídeo game eu não tinha me atrasado. – Era Inuyasha que vinha correndo, amaldiçoando seu irmão. – eu não entendo porque eu tive que vir pra uma escola onde eu não conheço ninguém, hunf, perda de tempo.



Inuyasha praguejou mais umas palavras até tombar em uma garota no virar da rua.



POF Kagome cai..



- Itaiiii...



- você não olha por onde anda não garota? – Inuyasha observa Kagome caída.



-...



- porque está me olhando desse jeito? – cruza os braços.



- ah... Gomen, é que eu tive... Não é nada não... Atrasado também? – se levantando.



- sim, e se você continuar a tomar o meu tempo eu ficarei mais atrasado.



- AHHHHH É MESMO, EU NÃO POSSO CHEGAR ATRASADA NO PRIMEIRO DIA...



- então para de falar e vamos entrar logo, talvez consigamos entrar escondidos.



- Escondido neh?! Entendo.



Quando Inuyasha e Kagome estavam se preparando para entrar, são barrados por Narak, o diretor.



- Escuta seu idiota quem você pensa que é pra noS impedir de entrar?



- ei... – Kagome dá uma cutucada em Inuyasha. – ele é o diretor. – Kagome diz perto do ouvido de Inuyasha.



- ele é... – engole seco.



- bem, pelo jeito você não começou o seu primeiro dia muito bem meu jovem. – começa a caminhar. – me siga.



- te seguir para onde?



Narak dá uma risada de deboche.



- para a diretoria claro, ou você pensou que íamos tomar sorvete, garoto! Ande logo... E você senhorita Higurashi...



Kagome arregala os olhos ao ouvir o seu nome ser pronunciado pelo mais temido diretor.



- vá logo para a sua sala. – volta a andar.



- hai, senhor diretor.



- bah. – Inuyasha começa a andar seguindo o diretor.



Kagome pega no pulso de Inuyasha.



- ahn? – Inuyasha se vira para Kagome. – o que foi?



- você estava esquecendo a sua mochila. – Kagome entrega a mochila. – boa sorte, lá dentro.



- Aa... Em que sala você está?



- eu to no 2º... – Kagome é interrompida pela voz de Narak, dizendo pra Inuyasha se apressar.



- nos vemos mais tarde. – diz Inuyasha.



- hai...



Inuyasha é levado para a sala da diretoria, e Kagome corre pra sua sala.



o.O.o.O.o. o.O.o.O.o



Kagome vem correndo pelos longos corredores que existiam entre as salas, vê sua sala e abre a porta rapidamente, todos a olham, e a professora como sabia que Kagome de vez ou outra se atrasava nem se espantou.



- entre Kagome. – gota.



Os amigos soltavam risadinhas. Kagome vê que tem dois lugares vagos, um atrás do outro. Ela opta por sentar no lugar da frente, afinal quem sentava atrás era sempre os bagunceiros ou os mais ‘lentos’.



“aiaia... eu não to na última cadeira, mas estou na penúltima...” – tinha a cabeça apoiada na mesa. – “a pessoa que vai sentar ai atrás, deve ter perdido a hora... coitada”.



A professora se manifesta.



- Bem começaremos a aula de hoje com a chamada. – se senta na cadeira, e com uma caneta vai marcando os presentes e os que faltavam. – número 1.



- aqui...



- 2.



- aqui



E assim sucessivamente até chegar no número 30.



- 30...



-...



- número 30... Vejamos quem é. – olha na lista de chamada. – Inuyasha.



- professora o número 30 não está presente. – diz uma menina.



“Inuyasha? Que nome estranho” – Kagome sorri.



- nossa, esse começou bem o ano. – ao dizer isso alguém abre a porta bruscamente, chamando a atenção de todos presentes na sala.



Kagome continuava com a cabeça apoiada na mesa, e não viu quem havia aberto a porta, pois a mesma era localizada na parte traseira da sala.



- pois não? – dirigindo a pergunta para a silhueta masculina parada na porta.



- licença, eu tava na sala do diretor. – explicou o rapaz.



“Nossa além de chegar atrasado, já estava arrumando encrenca...” – Kagome se lembrou do ocorrido mais cedo, levantou a cabeça e olhou para trás.



Inuyasha vê Kagome.



- oh céus, certo, sente-se atrás da Higurashi, sim. – diz a professora com ar de cansada.



Inuyasha obedece à professora e se senta atrás de Kagome. Por outro lado, Kagome estava dura, olhando um ponto invisível na lousa.



“Então quer dizer que o seu nome é Inuyasha...” – pensava a menina.



- oe... – chamava Inuyasha.



-...



- oe... Oe garota... – continuava Inuyasha.



- OEEEEEEEE... – Inuyasha dá um berro chamando a atenção de todos novamente para si.



- imagino que o senhor não queira voltar pra sala do senhor Narak não é mesmo? – a professora havia parado de explicar a matéria com o súbito ‘chamado’ de Inuyasha.



- oe... – cutuca Kagome.



Kagome se vira lentamente.



- o que você quer? – cochichando.



- você achou o meu boné?



- boné? Claro que não... Porque você está perguntando isso?



- porque eu acho que quando trombamos eu devo ter derrubado.



- então da próxima vez tome mais cuidado... – volta a prestar atenção na matéria.



Inuyasha arqueia uma sobrancelha.



“Que menina problemática”. – presta atenção na professora explicando.



A professora explicava sobre o Imperialismo Japonês.


- Em 1868 foi restaurado o poder imperial no Japão, subtraindo aos xoguns o poder feudal que existia desde o século XII. Subiu ao trono o jovem imperador Mitsuhito, conhecido pelo nome de Meiji. A Era Meiji (1868-1912), como ficou conhecida, representou um período de grandes mudanças na história do Japão. – a professora tinha um livro em mãos.


As meninas ficavam olhando Inuyasha, o que fazia ele ficar com raiva de ser o centro das atenções.


- ai ele é muito lindo não é?


- é sim...


- mas parece que a Kagome já o conhece...


- mas também podemos o conhecer...


- certo, vamos montar um fã-clube...


- hai... E como será o nome?


- hum... Deixa o nome dele mesmo... Já é bem diferente...


- certo, fã-clube Inuyasha... Ai que tudo...


As meninas do lado oposto da sala cochichavam sobre Inuyasha.


- Completadas as reformas internas, o governo decidiu-se a alcançar uma condição de igualdade com as potências ocidentais. Uma reforma dos tratados, com vistas a extinguir os privilégios judiciais e econômicos desfrutados pelos estrangeiros, foi tentada desde o início, mas as potências envolvidas recusaram-se a tratar do assunto até que as instituições legais japonesas se equiparassem às ocidentais. – continuava a professora.


Os castanhos olhos de Kagome se fecham lentamente e logo se abrem, suas pálpebras pesadas demonstravam a noite mal dormida. Kagome é vencida pelo sono, apóia lentamente sua cabeça na mesa e fecha seus olhos.


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Kagome é levada ao mundo dos sonhos.


Kagome chega à era feudal, e encontra as mesmas pessoas a esperando, os rostos delas continuavam embaçados impossibilitando Kagome de vê-los. Ela corre na direção deles e algo surge atrás de si. Uma voz a alerta, Kagome vira rapidamente para trás, uma silhueta de um homem e 2 mulheres consigo arrancam um colar que a jovem carregava em seu pescoço.


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- IIEEEEEEEEEEEE...– Após ter gritado, Kagome é acordada pela professora.


- Senhorita Higurashi eu não creio que você estava dormindo na minha aula. – adverte a professora.


- eu... Eu... gomen professora... Eu não dormi bem à noite.


- isso não é problema meu, senhorita Higurashi, hoje trate de dormir direito, porque caso isso volte a se repetir eu terei que comunicar ao senhor Narak. – de pé ao lado da mesa de Kagome.


- ok! – envergonhada. – “porque eu estou tendo esse sonho?...” – Kagome é interrompida por Inuyasha.


- oe... Você está bem? – cochichando.


- eu acho que sim.


TRIMMMMMMM – onomatopéia do sinal.


Kagome ia levantando de sua carteira, até ser interrompida por duas pessoas.


- olá... Kagome neh?!


- ahan... E você seria?


- ah, Sango... – Sango era uma jovem de longos cabelos negros, ela os amarrava em um laço quase na ponta de seus cabelos.


- e eu sou Mirok, as suas ordens. – dá um beijo na mão de Kagome. – Mirok era um jovem alto, e tinha um pequeno rabo de cavalo.


- Mirok seu... – Sango dá um soco na cabeça de Mirok.


A palhaçada dos dois tiram risadas de Kagome, Inuyasha apenas fitava o circo entre os companheiros de sala.


- hunf... – bufa Inuyasha.


- você é o Inuyasha certo?! – pergunta Mirok.


- e você é o galanteador não é mesmo? – Inuyasha vira a cara.


- hm... Já vi que você me conhece. – fazendo pose com uma das mãos no queixo.


Gota geral.


- eu vou ir comprar o meu lanche. – dizia Inuyasha.


- eu vou junto. – diz Mirok. – meninas vocês querem algo? – parado na porta.


- não obrigada, minha mãe fez o meu lanche. – dizia Sango pegando o lanche em sua bolsa.


- e você Kagome?


- não, minha mãe também fez meu lanche, ele está em algum lugar da minha bolsa. – Kagome começar a retirar tudo de sua bolsa, pente, gloss, caderno, livro, estojo, chaveiro de gatinho e seus derivados. – mas minha mãe sempre faz o meu lanche... A não ser que... – Kagome se lembra de seu inicio de dia tumultuado e lembra que não deu tempo de tê-lo pego. – T.T eu esqueci o meu lanche. – abaixa a cabeça.


- toma. – Inuyasha estende pra Kagome um pão de yakisoba.


-... Arigatou Inuyasha... Mas e você?. – segurando o pão com as duas mãos.


- não se preocupe eu tenho outro. – Inuyasha se vira e sai da sala.


Kagome passa a olhar o pão em suas mãos. Afinal de contas ele não era tão encrenqueiro não é mesmo? Kagome corre até alcançar Inuyasha.


- Inu... yasha... por... que... você não... lancha... com a gente? – ofegante.


- com vocês? – de soslaio.


- hai... comigo, Sango e Mirok... vamos lanchar no jardim... – Mirok e Sango vinham caminhando na direção dos mesmos.


- não obrigado, eu estou bem sozinho. – volta a andar.


- ah deixa de ser orgulhoso. – Kagome pega Inuyasha pelo pulso e o puxa pra irem lanchar. – vamos Sango e Mirok. – Olha para trás enquanto puxa Inuyasha mais a frente.


- hai – Sango e Mirok respondem.


Os quatro caminham até chegar a um enorme jardim, lá estavam vários estudantes lanchando e outros brincavam, se sentaram em baixo de uma árvore de Sakura. Sango pegou de sua bolsa uma toalha com detalhes floridos em amarelo, e forrou no chão gramado. Logo todos se sentaram.


Kagome tinha um lindo sorriso, aqueles de olhos fechados.


- o que foi Kagome, você parece feliz? – perguntou Sango.


- ahh... eu não sei explicar, mas é como se eu os conhecesse a muito tempo. – dizia Kagome pegando um pouco de chá gelado que Sango servia.


- entendo... eu senti o mesmo quando vi vocês dois. – completou Sango.


Inuyasha e Mirok devoravam seus lanches sem dar muita importância na conversas das amigas.


- Sango, você e o Mirok são... – Kagome é interrompida por Sango.


- ahaha... claro que não... ele é apenas o meu vizinho... e um galanteador barato. – a amiga olhava de soslaio para o amigo.


- parece que o relacionamento de vocês é muito forte.


- é sim, quando eu me mudei para Tókio, há 8 anos atrás, ele foi o primeiro a me vir me cumprimentar... quando eu o conheci eu tive a impressão de que já o conhecia antes... foi à mesma sensação de quando eu vi você e o Inuyasha... – tomou um gole do chá gelado.


- é estranho... – disse Kagome.


- Oe Sango me vê mais chá? – estendeu o copo Inuyasha e Mirok.


Sango serviu de seu chá com um sorriso formado em seus lábios.


Após 30 minutos de intervalo o sinal soa novamente, dizendo para que os alunos retornassem as suas respectivas salas.


o.O.o.O.o. o.O.o.O.o


A professora Yura retomou sua explicação da matéria.


- Os assuntos asiáticos ocuparam lugar secundário da política externa dos primeiros anos, mas já no início da década de 90 tornava-se clara a preponderância chinesa na Coréia, o que alarmava Tokyo. Em 1894, uma rebelião na Coréia foi esmagada com apoio dos chineses. O Japão enviou tropas ao país vizinho e, cessada a crise, recusou-se a retirá-las.


Sango e Mirok pediram pra que os dois meninos que sentavam ao lado de Inuyasha e Kagome trocassem de lugar com eles, os meninos atenderam ao pedido de Mirok e Sango. E pos assim ficou, formou-se um grupo de quatro.


Inuyasha e Kagome estavam discutindo, Sango, Mirok, Kagome e Inuyasha estavam jogando Stop, mas Inuyasha tinha errado a letra e Kagome dizia que ele teria que perder pontos. Kagome puxava o caderno de Inuyasha, ele puxava de um lado e Kagome do outro, até o caderno cair no chão.


- gomen Inuyasha, deixa que eu pego. – se abaixando.


- IIE... – Inuyasha se altera e faz com que a professora pare de explicar e chamar a sua atenção.


- minha explicação está te atrapalhando senhor Inuyasha? – dizia a professora com uma veia saltando em sua testa.


Inuyasha não responde nada apenas continua a olhar a professora.


- imagino que isso seja um não certo?


- Aa.


- então vamos continuar a matéria. – Yura continua a sua explicação.


- não precisa deixa que eu mesmo pego. – Inuyasha cochichava.


Kagome pega o caderno do chão e vê um desenho, supostamente feito por Inuyasha.


- Inuyasha o que é isto? – pergunta sem olhar pra Inuyasha.


- nada de mais, você vai achar que é bobeira. – vira a cara.


- iie, não vou achar não... – vira o olhar para Inuyasha. – me conta...


Sango e Mirok estavam olhando para Inuyasha para ouvir a explicação.


- ok! Eu tive um sonho com essas pessoas... e então eu os desenhei. – explicou Inuyasha.


- mas porque você não desenhou os seus rostos? – vendo o desenho, nele as pessoas tinha um risco preto tampando seus rostos.


- porque, eu não pude vê-los no meu sonho. – finalizou Inuyasha. – mas porque você ficou tão interessada no desenho?


- é por que... não... não é nada não, eu apenas o achei legal... você desenha muito bem Inuyasha. – Kagome sorri, e se vira para frente.


- é... obrigado.


Sango olha pra Mirok e vice versa, eles fazem uma cara de espanto.


- As hostilidades sino-japonesas começaram no mar, e depois a luta transferiu-se para a Coréia. Vitorioso em todas as batalhas, o Japão impôs um tratado humilhante ao adversário, mas as potências européias se recusaram a aceitar Tokyo como sócio na partilha das riquezas da China, Alemanha, França e Rússia forçaram os japoneses a devolver a península de Liaotung, tomada à China, em troca de uma indenização. Em 1889, a Rússia forçou a China a ceder-lhe a referida península, com sua importante base naval de Port Arthur. – continuou a professora.


- bem, como o sinal já vai bater, eu vou parar por aqui... podem guardar o material. – dizia a professora indo até sua mesa arrumando suas coisas.


TRIMMMMMMMM – dito e feito o sinal bate.


Kagome, Inuyasha, Sango e Mirok, arrumam suas coisas, e saem da sala conversando, mas Kagome é chamada por um jovem de cabelos castanhos. Ao ouvir o chamado, Kagome para de andar e espera o garoto que corria chegar até perto de si.


- Houjo, o que foi? – atrás de Kagome se encontravam parados, Mirok, Sango e Inuyasha.


- é que ontem eu liguei na sua casa e seu avô disse que você tinha tido uma crise de diabetes, por isso te trouxe isso. – Houjo entrega um saquinho para Kagome.


“hahahah... o vovô e suas mentiras sobre a minha saúde” – gota.


- mas o que é isso? – pegando o saquinho das mãos de Houjo.


- são ervas medicinais, elas são perfeitas para diabetes. – completou Houjo. — bem, agora eu tenho que ir, espero que você melhore Higurashi.


- hai, obrigada Houjo.


- não por isso. – Houjo sai correndo.


Kagome se vira, e se assusta ao ver a expressão de seus amigos.


- diabetes? – dizem os três.


- aiaia... nem queiram saber, é uma história longa. – Kagome diz com um ar de desgosto. – vamos?


- Hai. – todos respondem.


Os quatro chegam ao portão da escola.


- onde você mora Kagome? – pergunta Mirok.


- eu moro no templo Higurashi, conhece?


- ah sim, conheço sim. Eu e a Sango moramos para aquele lado. – Mirok aponta para o lado oposto ao da casa de Kagome.


- e você Inuyasha, mora para onde? – pergunta Sango.


- eu moro sentido a casa da Kagome. – completa Inuyasha.


- ok, então vocês dois podem ir embora juntos. – sorri Sango.


- hahaha... – Kagome fica sem graça.


- então até amanhã pessoal. – diz Mirok.


- tchauzinhooo – diz Kagome.


Sango apenas balança a mão e Inuyasha apenas faz sinal de positivo com a cabeça.


- eles já foram. – Kagome ainda olhava para o caminho que Mirok e Sango seguiam.


- vamos, porque eu não vejo a hora de chegar em casa. – Inuyasha começa a caminhar.


- vamos sim. – caminha ao seu lado.


- Inuyasha... eu posso fazer uma pergunta?


- o que é?


- sobre aquele desenho que você fez...


- ahhh você sismou com ele não foi?


- Aa... quando você o desenhou? – olha pra Inuyasha.


- faz dois dias... porque? – devolve a olhada.


- por nada... – volta seu olhar para frente.


- ok!... “ela está me escondendo algo...” – pensa Inuyasha.


Inuyasha e Kagome caminham mais alguns minutos e logo estão em frente ao templo Higurashi.


- bem, é aqui que eu moro... – diz Kagome parada ao pé da escada.


- certo, eu moro mais pra frente...


- mas se você mora por perto, porque você veio pelo lado oposto? – Kagome se referia, na hora que ambos trombaram, quando cada um vinha de uma direção diferente.


- ahhh... é que... “pensa Inuyasha... inventa uma desculpa”... eu tinha passado no escritório do meu pai. – diz Inuyasha


“nossa, mas a essa hora?” – concluiu Kagome.


- agora eu preciso ir... – Inuyasha já havia começado a caminhar.


- certo! ATÉ AMANHÃ – gritou Kagome.


Inuyasha apenas acenou e sumiu no decorrer que andava.



o.O.o.O.o. o.O.o.O.o


Kagome sobe os numerosos degraus que levavam ao templo, e logo subiu um por um, Kagome se dirigiu a sua casa.


- cheguei... – diz Kagome tirando seus sapatos no pé da escada.


- seja bem vinda Kagome-chan – diz sua mãe que se encontrava na cozinha preparando o jantar.



Kagome se dirige ao seu quarto, tira o seu uniforme, se enrola numa toalha e vai pro banheiro tomar banho. Relaxada na banheira, Kagome tenta colocar seus pensamentos em ordem, mas uma dúvida a chamava a atenção.



- ele teve o mesmo sonho que eu... Como isso é possível? – Kagome encarava o branco do teto.



Continua...

Notas finais
Yei Minna-san 8D
Bom, esses trechos da aula, foram tirados da Wikipédia.

É isso, até o próximo capítulo /o/

se alguem gostou mande review =3