Notas iniciais
Gente, era pra esse capitulo ter sido postado a tarde, e eu realmente pensei ter postado só que agora quando entrei pelo celular notei que n havia um comentário e acho super estranho, quando vim ver olha só... Esqueci de clicar em enviar �� Mas, estou postando agora pelo celular e me desculpem qualquer erro. A novidade do capitulo vai agradar vcs, bom espero que sim. Boa leitura!

Karina estava em baixo da mesa agachada entre as pernas do marido, ela desabotoava cada botão da camisa cinza que ele vestia sem tirar os olhos do rosto de Pedro que a encarava com a respiração descompassada.

Depois que despiu a blusa do marido ela pode ver o abdômen definido do mesmo. Passou as unhas longas pintadas de vermelho por toda a extensão do abdômen do homem que se mantinha concentrado na imensidão azul dos olhos da mulher. A loira aproximou seus lábios da barriga do castanho e passou a distribuir beijos molhados e mordidas por cada gomo do definido abdômen fazendo o mesmos fechar os olhos. Com as mãos, a ex-Duarte começou estimulando o membro rígido do marido por cima da calça e logo começou a despi-lo da peça de roupa. Quando a mesma conseguiu tirar o pau do marido pra fora da cueca sorriu maliciosa.

― Está tão duro, agora vejo que realmente sentiu minha falta. ― Ela disse com um sorriso nos lábios.

Um sorriso doce, mas extremamente malicioso. O sorriso que Pedro tanto amava.

― Você não imagina o quanto Fable, mas agora quero que você use essa sua boquinha e...

Ele não completou sua fala, pois logo a loira colocou o membro ereto revestindo toda a glande e chupando com fervor. A garganta de Pedro travou quando sentiu a mulher engolindo todo o seu pau e chegando até o escroto. Karina fazia seu trabalho com maestria, chupando com muita vontade, dando todo o prazer do mundo para o seu marido que abria a boca gemendo alto, mas só para que ela ouvisse. O Ramos pegou o cabelo da mulher e enrolou entre sua mão esticando a região para que ela tirasse sua boca daquele local fazendo-a o encarar.

― Eu quero que você sente na mesa e tire sua calcinha. ― Ele disse mandão, com a voz extremamente baixa e rouca.

Obedecendo ao que o marido havia mandado ela assim o fez. Primeiro desceu a calcinha passando pelas pernas e quando fez menção em jogá-la no chão Pedro estendeu a mãos para que ela o entregasse. A mulher deu a calcinha vermelha ao marido e logo depois sentou-se na mesa. Pedro, com a calcinha entre as mãos levou até o rosto inalando o cheiro da mulher que o olhou indignada.

― Você tem um cheiro maravilhoso Fable. ― Ele disse cínico fazendo a loira engolir em seco.

Com certa violência abriu as pernas da mulher e aproximou o seu rosto da intimidade da loira que arfou ao sentir o toque dos dedos frios e longos do marido em seu clitóris. Pedro passou o seu dedo médio por toda extensão da garota que gemeu baixo quando sentiu ser penetrada pelo dedo longo do marido que com o polegar esfregava seu clitóris duro.

― Eu amo a forma como você sempre está pronta por mim. ― Ele sussurrou para que ela ouvisse.

― Sempre pra você. ― Ela disse no mesmo tom.

Pedro tirou os dedos de dentro da mulher e levou-os a boca chupando. A boca de Karina encheu-se de água e ela não poderia imaginar que isso seria tão sexy. Se sentia ainda mais molhada ao vê-lo assim.

― Agora, eu vou te chupar até você gozar na minha boca. Depois vou meter muito fundo em você porque senti muita falta dessa sua bocetinha.

E Karina amava as coisas ousadas que um dizia para o outro na hora do sexo, porque ela nunca imaginou que o sexo com ele podia ser tão bom. Ela se sentia completa em seus braços e Pedro, que sempre se sentiu vazio, a cada vez que tocava na pele macia da esposa se sentia preenchido.

O Ramos começou esfregando sua língua no clitóris da loira que se contorcia e gemia a cada sugada. Pedro abriu ainda mais as pernas da loira que já estava com a saia totalmente levantada. Karina sentia a pontada logo abaixo do seu ventre e sabia o que vinha a seguir e não demorou quando seu gozo viesse entre soluços e gemidos guturais. Quando sentiu a mulher se desmanchar dentro da sua boca Pedro sorriu e rapidamente se levantou esfregando a glande do seu membro molhando a sua extensão com o gozo da loira. Sem muito esperar ele se enterrou na garota e gemeu em seu ouvido o quanto amava estar dentro dela. Karina por sua vez não se manteve calada, a cada estocada que o marido dava ela gritava e clamava por mais.

― Eu não consigo mais me manter afastada de você. ― Karina disse o encarando nos olhos logo depois que ele gozou dentro dela.

Ainda não tinham saído da mesma posição e Pedro se sentia confortável assim.

― Eu também pequena. ― Ele sorriu. ― Agora, vamos começar nossa maratona de sexo?

― A gente acabou de fazer Pedro. ― Ela murmurou indignada, mas sorriu mesmo assim.

― Eu passei uma semana longe de você, acha mesmo que uma foda me cima da mesa da cozinha vai me satisfazer? ― Ele sorriu malicioso. ― Ainda não fizemos no seu estúdio de fotografia. ― Ele deu a ideia fazendo a loira rir revirando os olhos.

― Ah não!

{***}

Um mês havia se passado. O Mercado Negro aconteceria dali dois dias e as discussões do casal só aumentava.

― Eu vou com você Pedro. ― Karina bradou ao levantar da cadeira batendo na mesa do escritório.

― Não vai, Karina. Você não tem noção dos perigos daquele lugar? ― Ele murmurou tranquilo, irritando ainda mais a mulher.

― Você mesmo disse que o Mercado Negro tem regras e que não se pode fazer nada lá, apenas as vendas. Eu não vou correr risco de vida.

― Não Karina, você acha que por causa das regras não podem acontecer coisas lá? Vários inimigos meus e do seu pai estarão a espreita, não posso deixar você ir. ― Pedro passou as mãos nos cabelos e respirou fundo, já estava cansado daquela discussão.

― Se você não me deixar ir eu vou fazer uma besteira tão grande...

― Caralho! ― Ele a cortou gritando. ― Você é muito chata porra. Chata, insistente, pirracenta...

― E é por isso que me ama tanto. ― Gabou-se sorrindo.

Pedro não pode evitar sorrir de volta.

― Tudo bem Ka, eu vou deixar você ir. Agora vem cá e me dá um beijo. ― Ele a chamou com o dedo e a loira foi.

Sentou no colo do marido e roçou seus narizes, selando os lábios carinhosamente.

― Eu amo muito você.

No dia da viajem para o interior onde seria o mercado negro, Karina acordou se sentindo mal. Já tinha alguns dias que ela se sentia enjoada e isso passou a preocupar o marido. Assim que Pedro acordou, foi para o banheiro e constatou que mais uma vez ela vomitava.

― É a terceira vez só essa semana Karina. ― Ele disse sem se preocupar em disfarçar a irritação na voz.

― Não é nada Pedro. ― Karina deu descarga e foi até a pia lavar a boca.

― Como nada? Você vem se sentindo mal a mais há duas semanas e quando eu digo pra procurar o médico você nunca me ouve.

― Amor, eu vou começar uma dieta talvez eu esteja com a imunidade baixa. ― Ela foi até o marido e envolveu o pescoço dele com seus braços. ― Eu prometo que depois que voltarmos da viajem eu procuro o doutor Marcus.

― Está certo, pode gravar esse dia, depois da viajem vamos ao médico.

{***}

Karina e Pedro desembarcaram no aeroporto da pequena cidade de Bela Cruz, junto com eles estavam Duca, Wallace, Tawki e alguns seguranças. Gael chegaria mais tarde com parte da sua equipe. O carro que os levaria até o hotel já estava na pista de desembarque e assim, rapidamente seguiram até o mesmo. O casal foi sozinho no carro sendo seguidos pelos seguranças e os meninos da equipe.

A Bela Cruz, apesar de ser no interior era uma cidade litorânea e o hotel que eles ficaram era de frente para o mar, na varanda do quarto tinha uma piscina de aguas pequenas e cristalinas. Observando o horizonte Karina fechou os olhos e sentiu a brisa do mar, sorriu feliz quando sentiu ser abraçado por trás e seu marido beijou seu ombro.

― Ka, apesar de ter vindo comigo você não me acompanhará nas reuniões. Vou deixar quatro seguranças com...

― Dois. ― Ela o cortou e o castanho revirou os olhos, mesmo a loira não podendo ver. ― Só dois Pê.

― Quatro Karina. Eu já deixei que você viesse e não vou voltar atrás quanto a quantidade dos seguranças. ― Ele disse sério e percebendo que não teria como convencê-lo Karina apenas suspirou assentindo. ― Ótimo. Agora eu tenho que reunir a minha equipe para vermos onde será feito os testes da nossa arma.

Pedro selou brevemente os lábios da loira que sorriu.

― Mais tarde, a feira irá começar e eu vou te levar pra jantar.

― Tudo bem. ― Ela sorriu.

― Eu amo você, volto mais tarde.

E sem esperar resposta Pedro a beijou e saiu do quarto muito rapidamente. Karina suspirou sorrindo e foi até o espelho que ficava ao lado do closet.

A loira encarou sua figura no espelho e sentiu uma palpitação no coração. Levou sua mão ao ventre e sentiu algo dentro de si se aquiescer.

― Será? ― Pensou alto. ― Claro que não Karina, claro que não.

Notas finais
A edição do capitulo esta ruim, e talvez os erros devem ser gritantes mas assim que eu entrar pelo computador eu edito, estava muito ansiosa por essa fase da historia e queria postar rápido pra vcs! O que acharam? Comentem pq amo ler e responder seus comentários! Sweet Kisses! ����