Amor de Dragon Slayer

32 032- A rainha dragão do céu


Notas iniciais
Desculpem a demora. Vou viajar mês que vem, então estava bem ocupado.

032- A história dos dragões

Gray e Juvia estavam dentro da grande e fria caverna de Koorishiro. Este havia saído por alguns minutos, alegando que ia entrar em contato com alguns dragões da água, para achar algum que pudesse transformar Juvia em uma Dragon Slayer.

O moreno olhou em volta, e achou o lugar bem aconchegante. Já Juvia, por não gostar muito do frio, apenas ficou recolhida em um canto, sentada, e abraçando as pernas, numa tentativa de se aquecer.

—Gray-sama — Chamou ela, atraindo a atenção dele. — Acha que vamos ficar forte como o Natsu-san e os outros?

Gray deu um sorriso.

—Espero que sim, Juvia — Respondeu o moreno.

Gray se encontrava num dilema quando conversava com Juvia. Não sabia o que sentia pela maga da água. Por vezes, achou que gostava de Juvia, porém muitas vezes viu a garota apenas como uma amiga fiel e companheira de sua guilda. Ele não teria coragem de falar algo sobre o assunto com ela, já que poderia facilmente deixar a jovem perdida em tristeza e decepção, como fora outrora.

Perdido nesses pensamentos, foi interrompido apenas quando percebeu que Koorishiro voltava para dentro da caverna. O dragão olhou para os dois, e disse, num tom frio.

—Conversei com um velho amigo meu, e ele disse que logo virá te buscar, menina Juvia.
A azulada se curvou, como forma de agradecimento. Nisso, Koorishiro virou seu olhar para Gray, e disse tranquilamente:

—Agora, se não lhe for incômodo, eu te peço que me conte sua história, Gray Fullbuster — Gray olhou para ele, e com um aceno de cabeça, disse:

—Sim Koorishiro-sama — Gray se sentou no chão, e olhando para o dragão contou sua história, desde Deliora, até os últimos acontecimentos na Guilda.

—Entendo — Disse o dragão, que tinha ouvido tudo com atenção. -Você não teve uma vida fácil. E quanto a você, menina Juvia?

—Eu já não tenho muito o que contar, Koorishiro-sama — Disse Juvia, meio desconcertada. — Minha vida sempre foi triste, pois quando Juvia se apaixonava, algo dava errado, e sempre saia muito triste. Depois entrei em uma Guilda, que me arrependi. Vim para a Fairy Tail com um amigo, e vivemos sempre junto com Gray-san e os outros.

Koorishiro assentiu com um leve movimento de cabeça. Ele olhou para a nevasca que cobria o lado de fora da caverna. Ao ver aquela nevasca, suas lembranças de um passado distante surgiram em sua mente, e ele se perdeu nelas.

Embora, tivesse lembranças tristes, ele conseguia se concentrar nas poucas lembranças felizes que ele tinha. De repente, sem que nem Gray nem Juvia esperassem, ele começou a falar:

—Eu sou um dragão bem velho — Começou, com uma voz serena, porém de alguém sério e frio — Tão quanto Igneel. Nós dois crescemos juntos, a muitos séculos atrás, quando os Dragões ainda reinavam por este mundo. Devo dizer que tínhamos uma rivalidade amigável, que nos ajudou muito em tempos de conflitos. — Disse ele, com Gray e Juvia ouvindo com atenção. — Sempre que um se metia em uma encrenca, o outro ia ajudar. Era engraçado, diziam que dragões tão diferentes como nos dois… Era no mínimo estranho de se ver, mas não nos importávamos com isso. Houve um dia, no entanto, que recebemos uma importante missão. Nesta época, Metalicana tinha apenas 50 anos. Considerada uma criança em nossa espécie.

500 Anos atrás

Num grande campo, dois dragões andavam tranquilamente, enquanto conversavam.

—A menina Metalicana cresceu rápido. — Disse Igneel, olhando para o céu, admirando o mesmo.

O dragão branco, alguns séculos mais novo, assentiu.

—Sim, parece que foi ontem que ela nos foi apresentada. — Respondeu Koorishiro.

De repente um jovem dragão de armadura veio voando na direção deles, parando diante dos mesmos afobado.

—Vocês dois devem ir ao castelo do reino dos dragões dos céus. — Informou ele, pouco depois.

—A que devemos a honra? — Perguntou Koorishiro, interessado. Não era todo dia que eram chamados para irem até o local.

—A princesa do céu nasceu. — Respondeu o dragão — E vocês foram escolhidos para serem os guardiões dela.

Igneel e Koorishiro se olharam descrentes. Para eles aquilo não podia ser outra coisa, senão uma piada.

—Você está brincando, não está? — Perguntou Igneel com uma gota.

—Feliz 1° de abril! — Disse Koorishiro. Eles olharam para o mensageiro, que apenas disse:

—Pode parecer estranho — O mensageiro começou a dizer. — Porém nosso sacerdote pediu que fosse algum da realeza a cuidar da jovem princesa.

Igneel e Koorishiro se entreolharam, agora percebendo que se tratava de algo sério.

—Certo, então vamos nos apresentar a realeza do céu ainda hoje — Respondeu Koorishiro ainda um tanto desconcertado.

—Com sua licença. — O dragão mensageiro se retirou, enquanto Igneel e Koorishiro olhavam um para o outro com descrença

—Como eles podem pedir a alguém como você para guardar um filhote? — Perguntou Igneel, fazendo o outro dragão se irritar. -O que faremos se você congelar ela?!

—O pior vai ser se você, o piromaníaco, queimar a princesa! — Exclamou Koorishiro retrucando Igneel, que ficou furioso.

—Repita isso, rabo de gelo! — Igneel já preparava um ataque contra o Rei Dragão do gelo, que se afastava, e se preparava para revidar.

—Cale a boca, piromaníaco idiota! — Koorishiro já ia atacar o outro, quando uma dragoa, filhote, com escamas de ferro apareceu ali olhando para eles.

—Tio Igneel? Tio Koori? — Ambos os dois olharam para uma Metalicana filhote. — O que vocês estão fazendo?

Igneel e Koorishiro logo a abraçaram, e olharam para a pequeno filhote, com um sorriso forçado.

—Y-yo Metalicana-hime! — Exclamou Igneel. — O que está fazendo por aqui?

—Eu estou vindo ver a princesa que nasceu — Respondeu a filhote, sorrindo.

—Certo, então vamos com você! — Exclamou Koorishiro.

—Certo! — Ela começou a voar, um tanto atrapalhada mente, porém conseguia se manter voando.

Igneel e Koorishiro voando um pouco atrás dela, mandando intenção assassina um ao outro. Quando a filhote olhava para trás, eles disfarçavam e sorriam, e quando ela desviava o olhar voltavam a repetir.

Passado algum tempo voando, logo eles chegaram em uma caverna, um tanto grande. Igneel olhou para Metalicana confuso.

—É aqui? — Perguntou.

—Sim, foi o que me disseram — Respondeu ela. — A princesa está aí dentro.

Igneel e Koorishiro se entreolharam mais uma vez naquele dia.

Para os dois estava tudo muito estranho. Não era nenhum pouco comum que dragões da realeza nascessem em cavernas. Tão pouco os dragões do céu, que costumavam ficar em altitudes mais altas que aquelas que a princesa supostamente estava.

—Espero, Metalicana — A pequena dragoa de ferro olhou para Koorishiro confusa. — Fique perto de nós.

A pequena assentiu, e voo animadamente para onde os dois estavam. Koorishiro não entendia o que estava acontecendo, tão pouco o motivo de estar em procurando por uma dragoa, a princípio, de extrema importância numa caverna.

Os três entraram, cautelosamente, mas logo perceberam que não foi precisa tanta cautela. A caverna era bem pequena, e já podiam ver um tipo de ninho, com uma pequena bola de pelos felpudos no meio do mesmo. Igneel se aproximou do ninho, e olhou para o mesmo, vendo uma pequena dragoa, dez vezes menor que Metalicana, dormir, enquanto respirava tranquila e lentamente. Igneel pegou a mesma com cuidado, para que a mesma não acordasse.

Koorishiro se aproximou quando viu uma carta, aproximou ao ninho. Pegou a mesma.

Igneel admirava a pequeno filhote dormir com um pequeno sorriso no rosto. Ele se sentia preso a aquele filhote de alguma forma. Metalicana se aproximou, querendo ver a pequena.

—Tio Igneel, me deixe ver a filhote! — Exclamou a de ferro, se esticando para ver a filhote. Igneel se abaixou para que ela visse a filhotinha mais de perto. — Ela é tão linda!

—Sim… Ela é… — Disse Igneel, admirando a pequena, que abriu sua boca, com vários dentinhos pequenos e pontiagudos. Ela abriu os olhos, azuis, e deu um sorriso para o dragão vermelho.

Koorishiro que apenas observava a cena de longe, deu um sorriso de lado. Ele sabia que dragões são destinados a seus companheiros desde seu nascimento. Não podia estar surpreso com aquilo.

Mas seu sorriso se tornou uma expressão séria, quando retornou sua atenção para a carta. Ele podia sentir que naquela carta estava o motivo daquela pequena dragoa estar naquela caverna sozinha.

—Igneel, Metalicana-hime — Os dois olharam para o dragão alvo — Vou ler essa carta, pois ela deve ter o motivo dessa pequena estar aqui.

Ambos os dois se aproximaram do dragão branco, porém Metalicana não entendia bem o que estava acontecendo ali.

Koorishiro começou a ler:

Aos reis dragões, Igneel e Koorishiro, nós os pais da pequena princesa do céu, pedimos que cuidem de nossa pequena e amada filhote, já que não poderemos fazer isso. Infelizmente aconteceram vários eventos e não poderemos estar junto a ela por sua vida. A altura que em que leem esta carta, devemos estar mortos, e nossa filha, de nome Grandeeney deve ser a Rainha do céu.

Vocês foram escolhidos, pois, são os únicos a quem podemos confiar nosso bem mais valioso. Cuidem bem dela.

Igneel e Koorishiro estavam estarrecidos com todo esse acontecimento. Não esperavam que algo assim fosse ocorrer. Metalicana brincava com Grandeeney, que sorria para a dragoa de ferro. Ela, por ter pouca idade, e ainda ser um filhote, não estava prestando atenção na conversa dos dois adultos.

—O que aconteceu com eles? — Perguntou Igneel ainda desconcertado. — Acontecer isso desse jeito.

—Como, e porquê? — Questionou Koorishiro olhando do para a carta, que ele havia amarrotado ao aperta-la fortemente em sua mão.

Igneel olhou para Grandeeney, que sorria olhando para ele. Ele deu um sorriso, e disse:

—Eles confiaram a filha deles a nós. Agora devemos cuidar dela. Só que não podemos voltar aos nossos habitats naturais.

—Você está certo — Disse Koorishiro. — Nem o frio intenso nem aquele inferno quente que você mora podem fazer bem a ela.

Igneel ficou com uma veia saltada.

—Eu não vou te xingar por que quero preservar a inocência dela por um bom tempo. — Disse Igneel, com o olho esquerdo piscando freneticamente. Grandeeney deu uma risada.

Ambos olham para ela, e não conseguem evitar um sorriso.

Cinquenta anos tinham se passado desde que foram pegar Grandeeney ainda filhote na caverna. No momento, a mesma, uma pré-adolescente, olhava para o céu fixamente, para depois dar um suspiro.

—Aconteceu algo, hime? — Ela se virou rapidamente, e sorriu quando viu Igneel, parado diante dela. Ambos estavam usando uma forma humana, já que viviam em paz entre os humanos.

—Não sei, Igneel-kun — Respondeu ela, voltando a olhar para o céu. — Estava apenas pensando aqui comigo. Nunca vi um dragão do céu. Queria saber se sou realmente a última.

Igneel deu um suspiro. Mesmo após discutir e brigar feio com Koorishiro, o dragão de gelo o proibiu de contar o que aconteceu com os pais dela para ela.

Pouco tempo depois eles descobriram que ambos foram realmente assassinados. E o assassino, era um Dragon Slayer, chamado Acnologia.

—Eles devem estar por aí em algum lugar, Grandeeney-hime — Disse Igneel, gentilmente.

—É, talvez você esteja certo. — Respondeu ela, ainda distraída, olhando para o céu.

De longe, Koorishiro observava os dois junto com Metalicana, esta já adolescente. Ela bufou.

—Eu ia sair com o Skiadrum e o Weissologia, e você me arrastou para cá — Resmungou ela, nervosa. — Para quê? Ela está bem, está com o Igneel.

—O problema não é esse — Respondeu Koorishiro — É que eu temo que ela descubra sobre Acnologia.

Nisso Metalicana sentiu um cala frio ao ouvir o nome.

—Nós estamos seguros com esse lunático solto matando mais e mais dragões? — Questionou ela, preocupada.

—Não posso afirmar nada. — Disse Koorishiro. — Estamos à beira de uma guerra contra esse maldito desgraçado.

Metalicana engoliu em seco. Ela não queria guerrear. Queria apenas viver em paz com Igneel, Koorishiro e, por mais que tivesse criado alguma rivalidade com ela, Grandeeney. Ela sabia que uma guerra a essa altura poderia destruir os humanos e os dragões.

—O jeito vai ser nos esconder — Disse Koorishiro. — Não podemos iniciar uma guerra contra Acnologia, que já reuniu bastante poder ao se banhar com o sangue de tantos dragões pode ser prejudicial ao mundo.

—Desse jeito estamos cercados. — Eles olharam e viram Igneel, com uma Grandeeney, sendo carregada em suas costas.

—Ela ficou a noite procurando por dragões do céu de novo? — Perguntou Koorishiro. Igneel assentiu.

—Como nunca contamos a ela, ela não sabe o que aconteceu a esses dragões. Assim como os do fogo, gelo e ferro. — Disse ele. — Apesar que ainda existem dragões do gelo, escondidos nos polos frios do planeta.

Metalicana olhou para Grandeeney. Esta era pequena, tinha longo cabelo branco, e usava um vestido azul claro, com enfeites de laços.

—O que será que ela vai fazer caso descubra um dia? — Perguntou a de ferro.

Os outros dois ficaram quietos.

—Não sabemos.

Mais cinquenta anos se passaram. Dessa vez, Grandeeney estava mais velha, e parecia zangada. Estavam reunidos, e o clima no local parecia estar pesado.

—Vocês têm certeza disso? — Perguntou Koorishiro, sério. — Cuidar de famílias humanas não vai ser fácil.

—Bom, sabemos da responsabilidade. — Disse Weissologia, sério. — Convivo já faz algum tempo com os Eucliffe para saber disso.

—O mesmo digo eu — Concordou Skiadrum, olhando para o teto, como se não quisesse estar ali. — Nossas famílias não são tão próximas quanto a deles, porém os Cheney sabem se virar sozinhos. Gosto deles.

Koorishiro deu um suspiro, vendo que não poderia mudar a decisão daqueles dois. Ele temia, que na verdade, não pudesse mudar a decisão de ninguém ali.

—Então vocês três vão seguir com isso. — Disse ele sério — Cada um vai cuidar de duas famílias humanas.

Igneel, Grandeeney e Metalicana assentiram. Ele suspirou, e olhou para os dois primeiros.

—Tomem cuidado, Igneel e Grandeeney — Disse ele — Vocês dois tem a ligação verdadeira. Sabem o que acontecerá se forem tocados por outros seres.

—Sabemos disso, Koorishiro-Oniisama — Disse Grandeeney — Não pretendemos nos separar tanto assim.

Koorishiro se virou para Metalicana.

—Eu senti que aqueles Heartphilia tinham desejos impuros em suas almas. — Disse ele. — Você deve tomar muito cuidado.

—Não se preocupe, Koorishiro-Niisama.

Vendo que não poderia fazer nada, Koorishiro apenas disse:

—Tomem cuidado com Acnologia. — Disse ele. — Ele já não é mais um humano. -Sabem disso.

Todos assentiram.

Igneel e Grandeeney andavam em um campo aberto.

—Igneel-kun esse Acnologia… Ele não pode ser mudado?

Igneel olhou para ela com curiosidade.

—Mudado? Como assim?

—Ele não pode voltar a ser um Dragon Slayer protegido por nós?

Igneel suspirou.

—Nem todos os humanos são bons, hime. — Disse Igneel, tristemente. — Sempre existe os ruins e os maus. Infelizmente Acnologia se embrenhou tanto nas trevas que não há salvação para ele.

Grandeeney olhou para o homem ao seu lado. Eles agora buscavam ficar usando a aparência humana para conviver entre os humanos.

—Então vamos proteger essas famílias — Disse ela sorrindo abraçando o ruivo. — Não vamos deixa-lo entrar nas forças das trevas.
Igneel sorriu, e beijou sua amada.

—Sim, vamos fazer isso.


Koorishiro explicou sobre as famílias, conforme foi explicado aos Dragon Slayer. Gray ficou atento a história, mas logo surgiu uma dúvida em sua mente.

—Koorishiro-sama — Disse ele. — Você disse que o Igneel-sama e a Grandeeney-sama não poderiam tocar outros seres senão forem eles mesmos, não é? E como nasceram Natsu, Wendy, Katsu e Mavis? Quer dizer que...

—Sim, eu disse isso. — Disse ele — Na verdade, esse é o segredo mais escuro de Igneel e Grandeeney. Eles não são irmãos apenas pelos instintos dragonicos. São irmãos de sangue. Todos filhos de Grandeeney e Igneel.

Juvia e Gray ficaram espantados.

—Então eles cometeram incesto? — Perguntou Juvia, estarrecida.

—Sim — Confirmou Koorishiro. — Porém um dos sentimentos mais fortes que dragões podem sentir é o amor. Portanto quando a ligação verdadeira vem, não tem como evitar, a não ser a morte. Até mesmo séculos atrás, era comum ver Dragões que cometiam incesto entre irmão e irmã. Quando isso acontece, eles deixam os laços sanguíneos de lado.

—Mas espera, como então, foram definidos entre a famílias? — Perguntou Gray.

—Nós dragões podemos manipular a mente humana muito facilmente. — Disse Koorishiro. — Eles fizeram os humanos das famílias que estavam “casados” pensarem que as crianças eram dos casais. Por exemplo: Igneel fez a mãe de Natsu achar que ela teve seu filho, assim com a mãe de Mavis. E Grandeeney fez com que seu marido achasse que ela teve apenas a Wendy. Assim como o “pai” de Katsu. Como eles acabaram juntando as famílias foi fácil. Depois só tiverem que colocar os sobrenomes para que as famílias não morressem.

Nisso Gray comentou:

—Tem como essa história acabar bem? — Perguntou ele — Se eles mexerem… Podem acabar descobrindo mais que o necessário.

Koorishiro olhou para a nevasca do lado de fora. Deu um suspiro.

—Não. Isso não cai acabar bem.

Notas finais
Tenho duas coisas a dizer: Primeiro, terminei o anime de Fairy Tail. Terminei Tártaros, e quando vi o que aconteceu com os dragões xinguei até a alma do Hiro. Ele precisava matar o Igneel daquele jeito? E que despedida do Metalicana (sinceramente, fica estranho falando dele como homem), ele só falou aquilo pro Gajeel depois de anos? Tá bom, o caso da Wendy e da Grandeeney até que vai. Foi uma despedida bonita. Quanto ao Weissologia e Skiadrum também gostei um pouco. Agora fazer o Natsu sofrer daquele jeito... E ainda mostrar quando ele era criança e estava sendo criado pelo Igneel... Desceu suor masculino do meu olho. Enfim... Não vo nem comentar o drama da Lucy. Pobre Aquarius. E a segunda coisa é que: Como vou viajar o mês que vem inteiro, vai ficar difícil de postar. Não vou ter tanto tempo para descrever, mas vou tentar deixar alguns cpautulos prontos, para caso consiga oportunidade de entrar no site. Bom, é só isso por enquanto. E ai, ficaram surpresos ao saberem sobre os quatro? Imaginavam isso? Desculpem se eu exagerei, mas pensem, se a ligação e forte os suficiente para matar os dois caso fiquem longe um do outro por tempo demais (lembrem do treinamento do Katsu, que ele é a Mavis sofreram com a distância um do outro.) Como poderia a Grandeeney ter sido tocada para outro homem, e Igneel por outra mulher? Vi que não ia fazer sentido algum desse jeito. ("Bom mesmo" ouço Grandeeney dizer ameaçadoramente . Quando olho para ela, ela está assobiando num canto, olhando para o teto.) Até os comentários.