Notas iniciais
Ola voltei,.... Espero que não se incomode com demora. O capitulo foi dividido em dois, pq ele ficou um pouco grande e eu estava. Espero que gostem!!!

Neal estava no escritório analisando alguns documentos e conversando amenidades com Lily. Desde a ameaça de Emma, a garota evitou ir ao quarto da loira, pois percebeu que no momento ela estava irritada e preocupada com o sumiço de Mary, sendo assim, e sem querer encontrar a irmã ela ficava mais tempo ao lado de Neal.

O sileêncio do cômodo e quebrado com o barulho de batidas na porta.

— Neal, quero alguns homens para me ajudar a procurar a Mary. – Diz Emma entrando acompanhada de Ruby depois de receber a ordem.

— Emma, eu acho que não é necessário deslocar os empregados de seus afazeres por isso. – diz Neal encarando a loira.

— Acontece que ela é minha amiga e não descansarei antes de encontra-la. – diz firme.

— Bem, se você já tomou sua decisão não sei por que está aqui falando comigo. – falou em um tom cansado.

Sem falar mais nada a loira sai acompanhada de Ruby. Neal respira fundo e larga em cima da mesa a caneta que estava em sua mão. Lily observa o ar de descontentamento do marido e resolve questioná-lo.

— Aconteceu algo? – pergunta ela.

— Estou começando a achar errei em contratar a Emma. – responde ele fitando a mulher.

— E por que isso agora? Você que sempre defendeu essa mulher.

— Eu tinha boas lembranças dela. De quando éramos mais jovens. Mas agora ela parece uma pessoa totalmente diferente.

— E porque diz isso?

— Ela não acata minhas ordens, sempre mandando e exigindo, como se fosse dona disso tudo aqui. – fala ele indo em direção ao sofá onde Lily estava.

[SQ]

Emma e Ruby andaram por toda parte em busca de Mary, mas não tiveram sinal do seu paradeiro. Continuaria procurando por todo o dia se não fosse Ruby dizendo que os homens estavam com fome e cansados. Já passava algumas horas do almoço e todos estavam sem sua refeição. Mesmo querendo continuar, a loira percebeu que teriam que voltar, só pedia aos céus que nada de ruim estivesse acontecido a Mary.

A loira chegou e foi direto para seu escritório, mesmo não tendo feito o dejejum ela não quis almoçar. Depois de um banho ela foi para seu escritório tentar formar uma estratégia para continuar as buscas.

Batidas na porta são ouvidas e a loira dar permissão para quem quer que seja entrar. Segundos depois Sofia para em frente a mesa de Emma.

— Podemos conversar? – pergunta Sofia.

— Claro, sente-se. — oferece Emma.

— Essa situação está incomoda para nos duas. –começou Sofia. – Então eu vim aqui te fazer uma proposta para que você vá embora. – concluiu Sofia fazendo Emma a olhar com desprezo.

— A senhora está querendo me comprar? É isso mesmo que estou ouvindo? – perguntou sarcástica.

— Não diria comprar. Só estou oferecendo a oportunidade de refazer sua vida.

— E se eu quiser refazer minha vida aqui? – perguntou Emma erguendo uma sobrancelha.

— Emma, por favor! Eu tenho dinheiro é só me dizer o quanto quer para partir e o negócio está feito. – falou Sofia convicta.

—A metade da fazenda! – Fala Emma erguendo o rosto.

— Você só pode estar louca?! – disse Sofia elevando a voz.

— Ou a metade da fazenda ou nada feito. – disse Emma decidida a irritar Sofia.

— Por favor Emma, sabe que isso eu não posso fazer. O que direi a meu filho?

— Tenho certeza que essa parte não será difícil para você.

— Deve ter outro jeito, você sabe que tenho muito dinheiro e posso te dar uma boa quantia para que você não precise trabalhar mais pelo resto da vida.

Depois dessas ultimas palavras de Sofia, Emma se calou. Estava cansada, preocupada com Mary e essa conversa já a estava tirando do sério. Para se ver livre de Sofia naquele momento a loira disse que iria pensar e depois lhe daria a resposta. Vendo que conseguiu algo, Sofia saiu satisfeita do escritório da loira.

Era incrível como Sofia Nolan achava que poderia comprar tudo. Emma tinha raiva das pessoas que assim pensavam e agiam, sabia que Sofia, só pensava em seu bem estar e no dinheiro que o marido deixou. Se a loira já não gostava da digníssima senhora Sofia, agora ela a estava odiando. Tentou ficar em seu escritório, mas depois da visita de Sofia, Emma não conseguia mais se concentrar. Então ela levantou pegando seu punhal e saiu pela fazenda, precisava relaxar para voltar com as buscas.

Ela estava caminhando lentamente pelo jardim quando de longe avista a pessoa que vem atormentando seus pensamentos. Regina estava sentada em um banco de mármore lendo um de seus inúmeros livros. Estava tão entretida que não percebeu Emma chegar, quando a loira já estava a seu lado, Regina se sobressaltou pondo a mão no peito.

— Desculpa. Não foi minha intenção assustá-la. – disse Emma sorrindo.

— Você tem que parar com essa mania de sempre chegar de mansinho. – diz Regina sorrindo.

— E perder essa cara? Nunca. – brincou Emma para descontrair e Regina gargalhou. – posso me sentar? – perguntou Emma.

— Claro. – disse Regina se afastando um pouco para dar espaço a loira.

Emma sentou de frente a Regina que ficou inquieta com a proximidade. Elas ficaram por algum tempo se encarando e toda aquela tensão voltou entre elas. A loira percebendo que deixou Regina desconcertada decide quebrar o contato e olha para o livro que a morena tinha em suas mãos.

— O que está lendo? – perguntou a loira para puxar assunto.

— Um romance. – falou Regina envergonhada.

— É uma leitura agradável?

— Sim, é uma historia muito linda.

— Você poderia ler um trecho para mim? – perguntou a loira com um sorriso fácil.

— Cla...claro. – respondeu Regina e em seguida abriu na página estava lendo minutos antes.

E com sua voz doce e suave, a morena começou a ler cada linha com perfeição. A cada palavra dita seu coração acelerava. Talvez por está lendo para a loira ou por conta do trecho que descrevia momentos de amor dos personagens. Não haviam insinuações mais intimas nas linhas impressas, mas se tratava de carinhos e declarações das quais Regina sempre sonhara em ouvir de seu amado. Enquanto ela continuava com sua leitura, Emma a observava encantada. Pediu para que a morena lesse para ela, mas não estava prestando atenção no que saia de sua boca, para falar a verdade Emma estava acompanhando cada movimento que os lábios carnudos de Regina faziam e imaginava beijando-os, sentindo novamente a macies que eles possuem. Desejando cada vez mais prova-los com fervor, descobrir cada gosto que eles podiam lhe proporcionar. Ela estava tão perdida em Regina que não percebeu quando a morena terminou sua leitura.

— O que achou? – perguntou Regina tirando a loira de seus devaneios.

— É... Você acredita mesmo que... – pigarreou tentando retomar o foco. — ... que é possível alguém amar e ser amado dessa forma? – perguntou ela lembrando de um pequeno trecho, na verdade o único trecho que ela havia escutado.

— Sim, acredito que quando duas pessoas se amam e nasceram para compartilhar esse amor tudo fica bonito e tudo dá certo para eles. Você não acredita? – perguntou de cenho franzido.

— Digamos que eu nunca vivi esse amor de reciprocidade. – falou Emma enrijecendo o rosto lembrando das mentiras de Lily.

— É uma pena. Viver um amor pode nunca acontecer, mas desejar ter um amor igual ao da história é algo que todos sonhamos. – afirmou Regina encarando Emma.

A loira ficou sem palavras pela forma que Regina a olhava enquanto falava. Seria possível que a morena estava falando sobre ela ao dizer tal coisa? Seria possível que Regina estava sentindo algo por Emma? Sem querer criar falsas esperanças a loira decidiu se retirar.

— Você é uma pessoa incrível. – disse Emma segurando a mão da morena. — Nunca perca sua essência. – sorriu amavelmente. – Agora eu preciso ir. – Disse e depositou um beijo no rosto de Regina e saiu apressada.

A morena ficou sem reação com o beijo que Emma lhe deu e enquanto observava a loira se afastar abriu um tímido sorriso.

Depois que se acalmou, Regina voltou sua atenção para as paginas em suas mãos. Porém, não leu muito, pois, um barulho de algo caindo lhe chamou atenção. Imediatamente ela abandonou o livro no banco e foi verificar o que estava acontecendo, andou alguns metros até ver caída no chão uma mulher que parecia muito machucada. Regina se aproximou as pressas ajoelhando-se ao lado corpo, assim que tirou os fios desgrenhados do rosto da pessoa ficou assustada. Mary tinha o rosto machucado e estava desacordada.

Com a ajuda de dois trabalhadores que passam por perto a morena levou Mary a seu quarto. Assim que os rapazes colocam a moça desacordada na cama Cora chega assustada.

— Filha, o que está acontecendo?– pergunta Cora enquanto Regina senta-se ao lado de Mary.

— Ela está ardendo em febre mamãe. – afirma a morena.

— Quem é essa moça?

— É Mary, conheci no convento. – diz Regina pondo compressas frias na testa de Mary.

— Mary? Mas essa não é a mesma que te disse aquelas coisas sobre sua irmã?

— Sim. – respondeu Regina dando atenção aos cuidados com a moça.

— Regina, não é arriscado deixa-la aqui? E se ela falar algo para Sofia ou Neal? – falou Cora assustada.

— Ai mamãe, por favor! – disse Regina fiando a mãe. – Não vê que ela esta muito mal. Cuidaremos dela primeiro e depois resolvemos isso.

— Você tem razão. Vou pedir para que tragam alguma coisa para baixar a febre. – disse Cora levantando-se.

— Não! Fique aqui com ela. Vou atrás de Emma. – disse Regina e saiu correndo a procurar a loira.

Assim que Regina saiu do quarto Sofia chega para averiguar sobre a tal moça que foi encontrada desacordada na fazenda.

— O que está acontecendo aqui, Cora? – perguntou Sofia com desprezo ao ver que era uma moça de classe inferior a sua.

— Essa moça está muito doente Sofia. – falou Cora pondo compressa na testa de Mary.

— E era preciso trazê-la para dentro de minha casa? Vou mandar o Killian leva-la para os aposentos dos empregados.

E assim Sofia fez. Mandou Killian ir ao quarto de Regina e levar a garota para os aposentos dos empregados. Ele entrou no quarto e foi em direção a Mary.

— O que pensa que está fazendo rapaz? – perguntou Cora ficando de pé.

— Cumprindo as ordens da patroa senhora.

— Mas ela precisa de um médico e não que a levem ela para outro lugar. – disse Cora tentando impedir que o rapaz saísse dali com a moça.

— Mas senhora....

— Solta ela! – ordenou Emma entrando no quarto acompanhada de Regina e Sofia.

Killian olhou para a patroa que fez um sinal positivo para ele e deixou Mary na cama.

— Vá buscar um médico. Rápido. – ordenou a loira mais uma vez e Killian saiu em busca do doutor.

Sem se importar com as pessoas que estavam no quarto, Emma sentou ao lado de Mary e delicadamente abraçou o corpo da garota a trazendo um sua direção. Mesmo vendo o estado em que Mary se encontrava, Emma estava aliviada por ela estar viva. Emma estava muito preocupada por que sabe o que acontece com as garotas que caem nas mãos de homens sem escrúpulos como os que residem em Storybrooke. Enquanto Emma abraçava e acariciava os cabelos de Mary, a garota sussurrou seu nome o que fez Emma abrir um sorriso.

— Eu estou aqui Mary. Você está segura agora. – respondeu Emma que tinha os olhos marejados.

As três mulheres que observavam a cena tinham pensamentos diferentes. Sofia estava só esperando o momento certo para questionar a presença da moça naquele quarto, Cora estava imaginando que essa deveria ser mais uma garota inocente que Emma havia se aproveitado em algum momento da vida já que sua reputação com as mulheres era bem conhecida na cidade, por outro lado, Regina olhava encantada por todo carinho e proteção que Emma demonstrava para com a garota, ela conheceu Mary no convento e desde desse momento se afeiçoou a garota. E vendo Emma ali todo carinhosa e preocupada fez sua admiração pela loira aumentar ainda mais.

— Sei que você está feliz por ter encontrado sua... amiga, Emma. Mas não me parece correto que uma órfã fique alojada em minha casa, no quarto de uma moça de família como Regina. – falou e Emma a olhou com desprezo.

— Não tem problema, madrinha. E depois eu posso cuidar dela, ela era uma noviça do convento enquanto estive lá. – disse Regina não gostando do modo que Sofia falou de Mary.

— Mas não é correto. Ordenarei que a levem aos aposentos dos criados.

— Não! – disse Emma se levantando e chamando a atenção de todos. – Eu a levarei para meu quarto.

— Ao seu quarto? – perguntou Sofia com deboche.

— Qual é o problema? Afinal, é só uma órfã como eu. E como a senhora mesmo fala, somos do mesmo ‘tipo’. – falou a loira encarando Sofia.

— Não é certo deixa-la a sós com você em seu quarto.

— Ora, por que não? – perguntou e Sofia a olhou com desprezo e Emma sorriu ao entender o que Sofia queria insinuar. – Se a senhora está insinuando que eu posso me aproveitar dessa garota... fique despreocupada, lhe garanto que não costumo me aproveitar de moças indefesas.

Dito isso, Emma pegou Mary com cuidado e seguiu para seu quarto e Regina foi junto. Assim que chegaram, Emma colocou Mary na cama e Regina foi pegar uma bacia com água para continuar com as compressas até que o médico chegasse. Não demorou muito para o doutor adentrar os aposentos da loira. Ele fez os procedimentos necessários, medicou Mary e garantiu que a febre era por conta dos ferimentos que ele tinha pelo corpo, mas que com os medicamentos que ele administrou Mary ficaria bem, só precisaria de tempo para curar as feridas.

Assim que o medico terminou seu trabalho Emma o acompanhou até a porta, fez o pagamento pela visita e agradeceu por ele ter vindo rápido. Voltou para o quarto e ficou um tempo na porta observando Regina continuar com as compressas com todo cuidado e dedicação.

— Graças a Deus a febre está cessando. – disse Regina assim que sentiu a presença da loira.

— Se Mary está melhor não é por causa de Deus ou dos medicamentos. – afirmou Emma sentando-se em uma cadeira que tinha ao lado da cama.

— Não fale assim. – pediu Regina a olhando.

— Eu falo a verdade. Mary está melhorando graças a você. – disse a loira pegando uma das mãos de Regina. — e as essas mãos que são capazes de curar tudo o que toca. – concluiu e beijou a mão da morena que mais uma vez sentiu seu corpo se arrepiar com o toque e envergonhada desviou o olhar para baixo envergonhada.

[SQ]

Gold que ficou sabendo do ocorrido estava inquieto por ver Regina e Emma sempre juntas e principalmente agora que sabe que Regina ficou a tarde toda no quarto de Emma e ainda não havia saído de lá. Ele estava louco para conquistar Regina e desde que Emma chegou a fazendo o advogado estava vendo sua chance ir por agua a baixo.

— Neal. – chamou o amigo assim que o viu entrar. – Você tem que tomar uma atitude com essa Swan.

— O que aconteceu agora?

— Regina encontrou uma órfã desacordada na fazendo e trouxe para casa. Sua mãe iria leva-la para um dos quartos de criadas, mas Emma como sempre autoritária não quis fazê-lo e o pior a acomodou em seu próprio quarto. Emma se acha a dona do lugar, mandando e ordenando, não tem respeito perto das mulheres sempre com aquele linguajar vulgar. A Regina estava presente também e eu não gostei da forma que Swan falou na frente dela. – falou Gold tentando convencer ao amigo a mandar Emma embora.

— E o que Regina falou? – perguntou Neal descontente.

— Nada. Ela foi atrás de Swan e continua lá no quarto com ela.

— Estão sozinhas no quarto?

— Sim. Não podemos deixar Regina sozinha com aquela mulher. – disse Gold e Neal saiu rápido em direção ao quarto de Emma deixando Gold com um sorriso de satisfação no rosto.

[SQ]

— Eu não concordo com você. – disse Regina continuando sua tarefa de cuidar de Mary. – Não há nada nesse mundo que não aconteça sem que Deus permita.

— Acha isso mesmo?

— Sim.

— Então eu deveria estar muito zangada com ele.

— Ai, não diga isso. Todos temos que agradecer a ele.

— Agradecer o que? – disse Emma se aproximando de Regina. – Por ser filha de um adultério? De não saber o que é um calor de um lar? O amor de pais e irmãos? Nem se quer poder querer o amor de uma mulher decente para ter minha própria família?

— Não vejo por que não pode ter tudo isso. – disse Regina encarando os olhos da loira que já estava muito perto de si.

— Por que não tenho um sobrenome para oferecer. Nesse mundo em que vivemos se não se tem um sobrenome você não é nada. – falou e ficaram por um tempo se encarando profundamente. – Como pode ver, não tenho muito a agradecer a Deus. – Concluiu quase em um sussurro e foi aproximando seus rostos, porém, recuaram assim que escutaram batidas na porta.

— Emma! – chamou Neal e a loira saiu ao seu encontro.

— Neal. – disse Emma assim que chegou a seu escritório.

— Regina está aqui?

— Sim, no quarto cuidando da moça.

— Sua atitude é louvável, porem, inconveniente. – falou Neal sério.

— E por quê? – perguntou Emma sem entender onde o rapaz queria chegar.

— Não é certo uma moça decente ficar sozinha no quarto de um homem ou de mulheres que tem os mesmos gostos de você. – concluiu Neal e Emma sorriu sem acreditar nas besteiras que aquela gente falava sobre ela.

— Se tua mãe não tivesse mandado tirar a Mary do quarto da Regina...

— Está me procurando Neal? – disse Regina saindo do quarto e cortando a fala de Emma.

— Sim, entendo sua bondade em ajudar ao próximo, mas ficar aqui sozinha com Emma não é certo.

— Por quê? – perguntou Emma encarando o rapaz. – Por quê?! Ela não estava aqui em um encontro amoroso e sim cuidando de uma doente. – falou Emma irritada.

— Por favor não discutam. – pediu Regina.

— Há outras pessoas nessa casa que podem atender essa garota. – insistiu Neal.

— Mas eu quis Neal. Ela é uma moça que conheci no convento. – falou Regina tentando evitar que Emma falasse alguma coisa sobre Lily.

— Eu te entendo, mas não é certo você estar aqui Regina.

— O que vocês acham que eu sou? Só porque gosto de mulheres tenho que me aproveitar delas sempre que estão por perto? – Emma já estava mais que irritada com essa conversa.

— Não fale assim perto de uma dama! Talvez você está acostumada a lidar com mulheres de outra classe....

— Não seja ingênuo Neal. Uma mulher é sempre uma mulher. Não importa se nasceu em um estábulo ou em um palácio. – falou Emma elevando a voz o que deixou Regina nervosa. – E se queres falar sobre a reputação de senhoritas decentes, deixe falar de...

— Não! – pediu Regina alterada. – Cometi um erro Neal. Não voltarei mais aqui e o problema está resolvido. – pediu Regina implorando com o olhar para que Emma não falasse nada e a loira se calou. – Vamos embora Neal. – pediu Regina.

— Vamos. Mas amanhã quero falar com você. – disse Neal para Emma e saiu do quarto sendo seguido por Regina.

Neal saiu com Regina em direção ao escritório, precisava falar sério com a morena. Assim que entraram ele pediu para que ela se sentasse e em seguida sentou-se a sua frente.

Eu sei que você só queria ajudar aquela moça. — começou ele com cuidado para não ser duro em suas palavras.

Regina nada disse estava esperando Neal concluir suas palavras. O rapaz sabia da. Decência de Regina, mas não estava tão confiante em Emma. Ele sabia que Regina era um alvo fácil para Emma e não podia deixar a morena cair na lábia de loira.



Notas finais
Espero que tenham gostado. Comentem... Boa leitura A segunda parte sai amanha Xeru. Fui