Amor Proibido.
15 Susto.
Utau Pov's.
Depois de mais de duas aulas jogando queimada, Amu me disse que iria beber água e eu assenti, e eu voltei minha atenção para os meninos que continuavam a jogar, logo em seguida vi Amu entrando na escola com um papel nas mãos e fui em direção à professora.– Prof°, onde a Amu foi ? – Eu pedi para ela entregar um bilhete para o meu marido o professor de Ciências.– Atá... – Murmurei. Finalmente a aula tinha acabado e eu fui para o vestiário e quando sai os meus amigos estavam esperando e eu estranhei que a Amu não tivesse aparecido ainda, o primeiro a perguntar sobre ela foi Tadase.– Utau cadê a Amu ? – Bom, ela foi entregar um bilhete da professora de Ed. Física para o seu marido o Professor de Ciências, e ainda não voltou.– Ela deve não ter o achado ainda, por isso a demora. – Concluiu Nadhiko. – Vamos esperar por ela, aqui.– Tudo bem... – Dissemos e começamos a conversar, mais já havia se passado quase 20 minutos e nada.– Gente não é melhor procurarmos a Amu, ela esta demorando de mais. – Disse Rima impaciente. – Tem razão, ela não é de demorar muito. – Concordou Yaya.– Então vamos. – Disse Kukai, virando para entrar na escola e nos o acompanhando.Começamos a andar no 1° andar, olhando todas as salas, mais nada dela, então subimos para o 2° andar e não achamos nenhum vestígio dela.Eu juro que estava começando a sentir uma sensação estranha como se alguma coisa ruim estivesse a ponto de acontecer, e eu percebi que não era só eu porque Yaya e Rima, pareciam tenças como eu.Então subimos para o 3° andar, e a cada passo que eu dava meu coração batia mais rápido e eu ficava mais tença ainda, alguma coisa estava a acontecer e não era boa coisa não.– Rima, Yaya, vocês estão sentindo alguma coisa ? –Eu perguntei quase que em um sussurro, elas me olharam.– Sim, como se alguma coisa ruim estivesse acontecendo. – Yaya respondeu séria, e assustou a todo mundo, raramente viemos ela assim.– E eu acho que esse pressentimento envolve a Amu. – Disse séria também. – Mais espero que eu esteja errada. – Disse Rima.– Do que vocês estão falando ? – Disse os meninos.– Como vocês sabem, nossos pais eram grandes amigos um dos outros e quando nascemos fomos criadas praticamente juntas, por isso somos como ''irmãs''. – Disse Rima, sorrindo ao se lembrar do passado, mais logo voltando a ficar séria.–Desde pequenas tínhamos um laço de amizade tão forte que podíamos sentir quando uma de nós estava triste, alegre, entre outras coisa... – Disse Yaya sorrindo, mais logo voltando a ficar séria.– Por isso estamos sentindo que alguma coisa esta errada, como se alguma coisa ruim estivesse acontecendo. – Eu disse alarmada. – Conhecemos a Amu melhor do que ninguém, e sabemos que isso não é do feitio dela, demorar tanto assim.– Mais e se ela já foi embora ? – Supôs Tadase.– Não. – Neguei com a cabeça. – Ela não faria isso a conhecemos, mesmo se ela tivesse ido embora, ela teria ligado para uma de nos.Foi então que ouvimos um grito de socorro e então todos gelamos, não poderia ser, era a voz da....– Amu... – Todos falamos em um sussurro e saímos correndo.Rima Pov'sMeu coração batia a mil e eu rezava para que nada de ruim acontecesse a ela, foi então que virando o corredor batemos de frente com alguém e todos fomos ao chão, e quando olhei para ver que tínhamos nos esbarrado eu arregalei os olhos.– Sensei Ikuto. – Falei pausadamente, ele me olhou e olhou para todo mundo.– O que estão fazendo aqui ? O sinal já bateu faz tempo. – Ele questionou parecia nervoso.– Estávamos procurando a Amu, não a vimos desde que a professora a mandou entregar um bilhete para o professor de ciências que é marido dela, você sabe onde ela esta ? – Utau perguntou alarmada.– Sim, nós esbarramos no meio do caminho e ela estava me ajudando a levar os livros para a sala dos professores, mais depois quando cheguei à sala ela não estava atrás de mim, foi quando eu ouvi um grito e parecia ela e sai correndo. — Ele falou depressa, mais eu podia ver que ele estava preocupado.– Nos também ouvimos. – Disse Yaya. – Achamos que veio daquela direção, ela apontou, nos levantamos e começamos a correr, para a direção do grito que ouvíamos, foi então que quando viramos o corredor eu parei chocada.Havia uma blusa rasgada no chão junto com sangue e livros, eu sabia que era da Amu e meu coração se apertou mais ainda, e então ouvimos mais um grito de socorro e vinha mais a frente.– Rápido chamem a vice-diretora, eu vou mais a frente. – Disse Ikuto.– Não vou com você. – Contestou Tadase.Eu sabia não era hora para isso, Amu estava correndo perigo e a cada minuto ela corria mais perigo ainda.– Tadase, não é hora para fazer birra, Amu está em perigo. – Ele me olhou mais ficou assustado com o meu olhar assassino para ele. – O sensei Ikuto, sabe o que esta fazendo. – Eu o olhei e ele me encarava. – Por favor salve a minha amiga. – Implorei para ele que acenou e saiu correndo. – Agora vamos. – Eu disse correndo para a secretaria e sendo acompanhada de todos.
Antes que virássemos o corredor a vice-diretora apareceu assustada.Yaya Pov's– O que vocês estão.... – Eu a cortei.– Não a tempo para isso. – Eu a olhei. — Você precisa vim rápido com a gente, ouvimos um grito de socorro e temos certeza que é da nossa amiga. – Eu disse voltando a correr e a diretora junto com agente.Foi então que chegamos ao último corredor e parei olhando a seguinte cena : Ikuto ajoelhado do lado de alguém, e quando eu focalizei melhor era a Amu, um menino que parecia o... Carlos pronto para bater no Ikuto e então um vulto passou do meu lado e se jogou para cima do Carlos.– Meu Deus do céu ! – Disse ao ver que era o Tadase batendo com tudo em Carlos e sai junto com as meninas gritando o nome da Amu.Quando cheguei lá me espantei, Amu estava desmaiada sem a blusa, sua cara estava manchada pela maquiagem e uma das suas bochechas parecia inchada, me ajoelhei do lado dela e as meninas também e começamos a chorar, foi então que vimos aguem gritar.– Tadase chega, assim vai mata-lo. – Disse Kukai, tentando tirar ele de cima do garoto que parecia inconsciente. – Me larga Kukai, ele merece morrer por tentar estuprar a Amu ! – Eu me assustei, nunca tinha visto Tadase desse jeito, ele estava com raiva, parecia possuído. Kukai e Nadriko tentava tirar o menino de cima do Carlos mais estavam com sérias dificuldades.– Ikuto sensei. – Chamou a vice-diretora. – Ajude o os dois a tirar o Tadase de cima do Carlos que esta inconsciente. – Ordenou a vice.Ikuto olhou para Amu e depois para o dois que estavam com sérias dificuldades para tirar Tadase, pude perceber que Ikuto segurava a mão de Amu com força.E um pouco relutante soltou-a e foi para os dois, foi uma cena até que engraçada, mesmo nessa situação, não sabia se o Ikuto estava ajudando a tirar o Tadase de cima do garoto ou se o estava o ajudando a bater nele.– Já chamei a ambulância e a policia. – Informou a Diretora, e olhou para Amu com tristeza, logo a policia e a ambulância chegaram e levaram a Amu, Ikuto e o Carlos para o hospital.Eu e os outros não podíamos acompanhar a Amu, tínhamos que ficar e dar nosso testemunho sobre o que ocorrera há pouco. Despois que todos deram seus testemunhos a diretora nos levou para o hospital, quando chegamos corremos para a recepção.– Por favor, o quarto da paciente Hinamori Amu ! – Rima disse rápida, para a secretaria que levantou o olhar para ela e depois olhou para nos.– Desculpe mais vocês são o que dela ? – Questionou a recepcionista.– Eu sou a diretora do colégio onde estuda, e eles são os amigos dela. – Informou a diretora. – Agora se possível quero falar com o medico que esta responsável em atendendo ela, e mais dois outros pacientes: Tsukiyomi Ikuto e Carlos Hiashi.– Desculpe informar, mais você não poderá falar com os médicos no momento, eles estão examinando os pacientes que você disse mais se quiserem a uma sala de espera no andar deles, e eu informaremos sobre vocês assim que os médicos terminarem os exames. – Terminou simpática.– Tudo bem, mais qual é o andar ? – Disse Tadase impaciente.– 4° Andar.Pegamos o elevador e quando chegamos ao andar deles, fomos para a sala de espera e ficamos por lá.– Diretora você informou os pais da Amu ? – Perguntou Yaya.– Sim, eles pegarão o primeiro voo de amanhã para vim aqui, também avisei os pais de Carlos e eles estão vindo.Utau Pov'sPassaram-se exatamente 20 minutos, mais para todos era uma eternidade.Eu estava sentada e um sofá sozinha, enquanto Rima estava abraçada com o namorado chorando, Kairin estava abraçado com Yaya no mesmo sofá que Rima e parecia tentar a reconfortar, a vice-diretora estava um pouco afastada conversando com os pais do Carlos sobre o que ocorrera e senti penas deles, não mereciam um filho assim.Kukai sentou do meu lado e me estendeu um pouco d'água.– Como você esta ? – Bem... – Menti, não gostava de preocupar os outros.– Não minta para mim Utau, eu te conheço se quiser desabafar eu estou aqui.Ficamos em total silencio até eu o quebrar.– Eu estou com medo. – Disse por fim começando a chorar.– Tudo bem... Tudo bem. – Ele me abraçou. – Você e as meninas conhecem a Amu melhor que qualquer um, ela vai ficar bem, você vai ver e depois vai rir dessa situação. – Eu ri com esse comentário, Kukai estava certo.Foi então que o medico chegou.– Por favor, os responsáveis pela paciente Hinamori Amu e Hizashi Carlos. – Disse se pronunciando.Todos se levantamos e fomos até ele.– Sou eu Doutor, a responsável pela Hinamori Amu. – Disse a vice. – Como ela esta ?– Bem... – Disse olhando a planilha. – Ela ficara bem.Nesse momento suspiramos aliviados.– Ela só torceu o pulso, e fraturou uma costela, o inchaço da bochecha já diminuiu mais ela ficara aqui por dois dias e depois poderá voltar para casa mais ficara de molho, depois poderá voltar à ativa. – Informou o medico.– Mais e o Sensei Ikuto ? – Perguntou Yaya.– Bom o Sr. Tsukiyomi fraturou duas costelas e terá também que ficar em observação por dois dias e terá que ficar de molho também ao voltar para a casa, ele terá que tomar analgésicos como a paciente Hinamori por causa das costelas fraturadas, mais depois poderá voltar à ativa.– E o Carlos ? – Perguntou a mãe dele.– Bom, seu filho sofreu vários hematomas pelo corpo, mais nada que alguns remédios não resolvam, teve uma fratura na cabeça mais a primeira vista não é algo sério, mas mesmo assim terá que fazer alguns exames para ver se a algum dano.– Podemos ver eles ? – Perguntou a diretora.– Lamento mais não, o horário de visita já acabou e também todos os pacientes estão inconscientes devido aos analgésicos que tivemos que dar para eles para amenizar a dor, vocês poderão vim amanhã cedo, é só pedir informações para a recepcionista.– Doutor. – Chamou uma enfermeira.– Sim já estou indo. – Disse para ela que voltou a entrar no corredor que dava acesso aos quartos. – Bom preciso ir. – Disse por fim se retirando.E assim tivemos que ir embora, mesmo querendo ficar.No hospital.Amu acabava de acordar, olhou em volta ainda meio tonta pra o quarto onde estava, e parou sua atenção para a janela onde mostrava que estava de noite, varias perguntas e imagens passavam por sua cabeça, mais foi desviada dos seus pensamentos pela luz que se acendera no quarto, piscou varias vezes até se acostumar e viu que um médio a olhava sorrindo.– Vejo que já acordou Sr. Hinamori, como se sente ? – Perguntou ao chegar perto.– Estou bem, só com umas dorzinhas pelo corpo, onde estou ?– Esta no hospital.– Como cheguei aqui, que eu me lembrei, estava na escola sendo salva pelo Ikuto. – Sua voz falhou ao pronunciar o nome dele e voltou a sua atenção para o medico. – Como ele esta ? Ele esta bem ? Esta aqui também no hospital ? – Perguntou tropeçando nas perguntas que saiam uma em cima da outra.– Se acalme ! – Ordenou o medico, e prossegui-o quando viu que ela havia ficado quieta. – O Sr. Tsukiyomi está bem, ele só fraturou duas costelas, mais ficara novo em folha eu prometo. – Disse ao ver o olhar alarmado dela. – Ele foi trazido junto com você e o outro paciente Carlo. – Ela estremeceu de leve ao ouvir esse nome foi então que sentiu alguma coisa em seu pulso e o olhou.– Você no incidente acabou torcendo o pulso e fraturando uma costela, então por isso eu peço para que não se mexa muito, mesmo que você esta sobe efeito de analgésicos para não sentir dor. – Que horas são ? – Perguntou.– 03:30 da madrugada. – Respondeu.– Hm... – Mordeu o lábio inferior. – Será que eu posso ver ele ?– Sinto muito mais não agora, descanse e quando acorda, eu o aviso que você quer ver ele.–Tudo bem. – Disse a contra gosto, voltando a dormi.Já haviam se passado 3 horas e meia, desde que Amu havia falado com o médico e já era, 6:30.No quarto do Ikuto, ele acordava meio atordoado olhando de um lado para o outro até ver o medico na porta indo a sua direção.– Como está se sentindo ? – Perguntou.– Com um pouco de dor. – Informou. – Vou pedi para a enfermeira para de darem um remédio para dor.– Obrigada, mais o que aconteceu ?– Você foi levado ao hospital junto com os pacientes Hinamori Amu e Hiashi Carlos.– Como ela está ? – Perguntou desesperado.
– Ela fez a mesma pergunta sobre você, quando acordou. – Riu o médico e Ikuto corou. – Mais como ela está doutor ?– Bem... Ela fraturou uma costela e torceu o pulso.Ikuto arregalou os olhos com isso.– Mais ela ficara bem, não é !?– Sim, eu garanto que ela ficara bem, ela terá que ficar dois dias aqui como você.– E como eu estou ? – Perguntou.– Bem... – Disse olhando na prancheta. – Você fraturou duas costelas, mais logo vai ficar novo em folha.– Menos mal.... – Murmurou.– Tudo bem se a paciente Hinamori, viesse aqui ?– Não, mais por quê ? – Perguntou confuso.– Ela me pediu. – Explicou. — Ela quer falar com você, tem algum problema se eu a deixar ?– Nenhum.– Tudo bem vou trazê-la aqui. – Disse se retirando.No quarto da Amu, ela já estava acordada, e ouviu alguém batendo na porta e logo após o abrindo.– Oi, doutor. – Disse sorrindo.– Oi, como está se sentindo ?– Bem, as dores melhoraram.– Fico feliz em saber isso. – Disse se aproximando. – O paciente Tsukiyomi, acabou de acordar, e eu pergunte se você poderia ir até lá e ele concordou.– Verdade ? – Sim. – Concordou. — Bom levante com cuidado. – Disse a ajudando a se sentar na cama, enquanto uma enfermeira entrava no quanto com uma cadeira de rodas, onde Amu se sentou. – Vamos ?– Vamos !Assim foram passando pelos corredores, até chegarem ao quarto 326, onde o médico bateu algumas vezes e ouviram um entre, prosseguiu abrindo a porta e adentrando junto com a menina, que quando seus olhos se encontraram com os safiras a sua frente era como se o tempo tivesse parado, as pessoas tivessem sumido e seu coração como quisesse-se sair pela boca.– I-Ikuto..O médico vendo que viu que estava sobrando, saiu da sala fechando a porta em seguida.
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