Notas iniciais
Planejo fazer outra, do mesmo universo *-* ideias? Serio pode opinar que eu ponho rsrs Para fazer esta trama fiz inúmeras pesquisas afim de me aprofundar em cada personagem e saber mais em como trabalhar com cada um em matéria de personalidade e poderes ^_^

O sol nasce e ouço a brisa do mar tocar meu rosto.

Sorrio e olho pela janela, era um dia lindo e me sinto triste pois logo as férias iriam acabar.

Me levanto preguiçosa e logo me visto, estava com vontade de ir nadar no mar desta vez. E estava tão sedo que posso ver Lance sair de fininho do quarto de Kitty, eu não tinha de ser um gênio para saber o que tinha rolado aquela noite.

Volto a me lembrar de Marie com o professor.

Provavelmente aquele beijo que presenciei não era o nível mais alto que chegavam.

Afasto estes pensamentos pervertidos de minha cabeça, com um mergulho no mar. A água ainda estava gelada e muito gostosa.

Fico deitada deixando o mar me lavar pra lá e para cá, imaginando como seria ter alguém também; as mãos grandes sobre as minhas me segurando com firmeza, ter meus lábios tomados de mim. Conhecia estas idéias apenas por relatos de livros que li e conversas que presenciei, mas nunca me senti menos que ninguém por conta de algo tão trivial.

Abro meus olhos esperando ver o sol e no lugar deles encontro dois.

― Groxo? ― No susto acabo por afundar e logo me ergo, ele sorri. ― Então você só entra na água quando estão todos em casa?

― Vergonha sabe... ― Ele murmura pondo as mãos no calção de banho.

― E de mim... você não tem vergonha? ― Agora que estava de manha com o sol radiante sobre nós podia vê-lo perfeitamente.

O tórax largo e desenhado, mesmo magro possuía músculos marcados o que era engraçado de presenciar. Não disfarço nem um pouco que encarava os desenhos sobre seu corpo, coloridos e vibrantes estavam bem mais fortes que da ultima vez que os vi. Se estivessem desta forma nem no escuro se esconderiam; tinha amarelo vermelho e ate azul, muitas partes em preto. Vibrante.

― Mas você já me viu ate nu. ― Ele afiram em tom de brincadeira, mas eu não levo desta forma e coro. A pouco estava analisando seu físico e ele estava ali parado inocente? Estava me sentindo a vulgar da relação.

Relação?

― Estou piorando. ― Ele revela me tirando de meus pensamentos impuros.

― O que?

― Eu... Logo serei pior que isso. Da pra imaginar? ― Ele volta a afirmar olhando suas mãos que agora unia os dedos com membranas assim como os pés. Ele não podia mais usar as luvas como sempre fez.

― Pior? É por isso que seu corpo esta...

― Com estes desenhos? Sim... é venenoso. Por isso disse a Marie que também não podem me tocar. Passo um treco por cima como barragem para não ter... acidentes. Foi o que fui mostrar a ela aquele dia.

Por que ele estava se explicando?

― Não sou nazista. Só tenho problemas com... da onde eu vim. É melhor que eles achem que morri. ― Ele fala isso se virando para a praia e voltando a passos lentos. ― Problemas com meu pai. Acho que você entende bem.

― Tudo bem não vou me meter. ― O sigo ate a costa. Queria resolver logo tudo e uma vez. ― Mas... tenho uma duvida. Quantos anos você tem de verdade? Porque faz de conta que é baixinho?

― Fazer de conta que sou baixinho? ― Ele indaga e logo cai em uma gargalhada gostosa e zombeira. ― Sapos não são bípedes. É mais confortável ficar curvado. Não ligo de me chamarem de baixinho se sei que não sou. O mesmo vale para o burro entre outras coisas.

Tão maduro.

― Você também não faz o mesmo quando dizem que você é... lésbica? ― A pausa na afirmação foi de bom grado. Me enfureço em saber destes disparastes e não necessito verbalizar um grito para que ele sinta isso. ― Calma. Não disse que concordo. ― Ele afirma se afastando a poucos passos, e sorri tristonho. ― Sei que seu problema comigo é que carece de bom gosto.

Ele mesmo tocou na ferida?

Não acredito que ele tenha trazido este assunto assim.

Mas vejo que foi algo sem querer, pois logo em seguida ele se despede e literalmente salta para longe de mim caindo perto das escadas que levavam ate a casa. Fugiu de mim... encarou uma tempestade para salvar Marie, mas fugiu de mim.

Aquilo doeu.

Eu entendi bem seus motivos, mas não muda o fato de que doeu. E muito.

Era completamente minha culpa. Espurrinhei tanto e esnobei ate que ele acreditar que não tinha chances.

Respiro fundo olho para os céus como se orasse por algum tipo de auxilio e subo as escadas, sabia que todos ainda estariam dormindo e que ele apenas tinha saído da praia por ter me visto. Subo as escadas antes que a coragem deixasse meu corpo apenas para a sentir ser arrancada de mim.

― Mas ai você simplesmente saiu correndo assim? Que ridículo... ― A loura ria escorada dobre a janela do lado de fora as casa, conversavam abertamente e alegremente. ― Serio? Isso foi deprimente. Você é melhor que isso... merece coisa melhor. Não sei como ainda pode estar apaixonado por uma garota como ela. ― Ela reclina o corpo para traz e pega algo dentro da casa; vestia um biquíni minúsculo e estava ali toda insinuante a seu lado. E ele estava sentando sobre a janela e olha o que ela pega; sorrindo. ― Olha. Ela é sim minha amiga. Amo aquela maluquinha. Mas... não! ― Ela volta com o corpo trazendo com sigo um maço de cigarros. Provavelmente tinham sido largados ali por Logan. ― Não vale a pena sofrer por ela. Não vale apena você sofrer por ninguém. Afinal você também é meu amigo e quero te ver feliz. ― Ela puxa um cigarro aceso entre os dedos e põe na boca dele. Não sabia que ele fumava.

― Dizem que paixão tem prazo de validade. Então... Logo passa. ― Ele responde depois de uma tragada.

Não agüento ficar ouvindo aquilo e entro na casa.

OoOoOoOoOo

Finalmente as férias acabam.

Não agüentava mais todos aqueles casais felizes a minha volta.

Principalmente o modo que Thabita tratava ele.

Eu não sei se ela sempre o tinha tratado assim ou se havia começado naquela hora, nunca tinha dado a minha importância para a relação que ele tinha com as pessoas.

Ate descobrir meus sentimentos.

― Vamos ao shopping quer ir? ― A loura se aproxima de mim alegre e saltitante como sempre.

― Não com você. ― Respondo ríspida e abrupta, estava com muita raiva acumulada e nem sequer me dou conta.

― Nossa que mau humor o que deu em você? ― Ela muda o tom; não estava irritada, estava simplesmente curiosa e surpresa. ― Não me lembro de fazer nada pra você.

― Não? Sua falsa... ― Estava na sala de estudos, uma área com algumas mesas a onde muitos alunos iam para ficar em paz e não queria uma briga ali, por tanto saio.

Mas ela me segue pelo corredor e assim que passamos por uma das salas de aula, que neste horário estava vazia, ela me agarra e me leva para dentro de um deles.

― Eu falsa? Jura! Agora você me ofendeu.

― Nossa... agora sou eu quem te ofendeu?

― O que foi que eu te fiz afinal?

― Eu ouvi tudo. ― Paro olhando para a porta e a fecho. ― Na casa de paia você falando de mim para ele daquela forma.

― Ai jura? Por conta daquilo? Qual é...? O que eu fiz de errado? ― Ela desdenha de minha raiva, como se fosse a coisa mais ridícula do mundo. ― Você não quer ficar com ele não é? Eu só disse a verdade. Sou amiga de ambos e não gosto de ver ele sofrendo por você... Só quero ajudar. Os dois.

― Sofrendo por mim?

― Ah! Fala serio? O garoto esta apaixonado, maluquinho. ― Ela desenha um coração no ar enquanto enrola uma mecha dos curtos cabelos louros entre os dedos. ― Não é melhor que ele desencane logo de uma vez? Ele não precisa de mais uma coisa puxando ele pra baixo.

― Sim é verdade... ― Concordo em muxoxo e dou de ombros, sem notar a expressão pervertida que tomava o rosto da loura.

― E sair com alguém que realmente goste dele e queira ficar com ele.

― Claro. ― Respondo em automático, nem me dou conta da tonalidade maldosa que ela usava.

― Como a Escalpo. ― A loura afirma amigavelmente dando o assunto como encerrado. ---- Ela esta beeem afim dele.

― Quem é Escalpo!? ― Exclamo e me viro, me deparando com um largo sorriso maldoso e mais do que nunca queria ter os poderes de Jean para apagar a mente da loura. ― É que eu não a conheço e...

― Nanananão! Não tenta concertar não. Você estava toda puta comigo... e eu entendi por que. ― Ela levanta o dedo indicador próximo ao meu rosto e continua a sorrir maliciosamente. ― Então o feinho conseguiu? Quem diria! ― Ela se vira e se senta sobre uma das carteiras. ― Mês diz ai. O que foi que ele fez? ― Ela questiona empolgada com um tom de fofoca.

― O que? Para! Ok? Pode ir já parando com esta cara... Você entendeu tudo errado. ― Quanto mais eu tentava explicar pior a cara dela ficava. ― Ai... quer saber? Deixa pra lá! Pense o que quiser não vai fazer a menor diferença. ― Abro a porta e saio de lá antes que piorasse tudo.

― Ele esta indo embora você sabia!? ― Ela me arrasta de volta com apenas uma frase; eu já volto a fechar a porta e a encaro como se a ordena-se a explicar. ― Bem... Ele nos contou durante os dias na praia. Você saberia se não ficasse o evitando como se fosse tóxico.

― Pra onde ele vai?

― Algo com relação a família dele. ― Ela da de ombros, mas não disfarça o sorriso maroto. ― Desculpa gata, mas acho que ele nunca mais vai voltar pra cá.

― Como? Esta falando isso só para me provocar.

― Por que isso te provocaria? Você não esta afim dele. Ou esta?

― Claro que não estou. Olha do que esta me acusando! ― Saímos da sala de aula juntas e conversamos pelos corredores.

― Desculpa. Mas ele esta melhorando não notou? ― Ela continuava a tagarelar no meu ouvido. ― Esta a cada dia mais forte. Ele reclama por que esta no estagio que a mutação da um salto... Ele é do gênero que "ela" da aquele segundo salto sabe? Como a Jean, mas bloquearam. ― Me pergunto se ela não iria mais ao shopping, mas desisto vendo que se divertia muito mais ao me tirar a paz de espírito. ― Não notou? "Há va" vai dizer que não notou? Eu vi vocês conversando na praia uma vez... estava checando muito para dizer que não notou nada.

― Thabita.

― O que?

― Cala a boca.

Ela gargalha descontroladamente e eu a abandono para traz. Não queria mais ouvir nada daquele papo.

Sem me dar conta acabo indo ate seu quarto, mas paro antes de entrar. O que eu o diria?

― Ele foi ate a casa. ― Meu irmão surge como uma assombração terrível. De repente todos resolveram suspeitar de meus sentimentos? Espera você esta se precipitando. ― Quer se despedir? Ainda vai demorar um bom tempo para ele ir.

― Não é isso. Eu... ― Paro de falar assim que o vejo abrir a porta invadir o quarto. ― Ei. O que esta fazendo?

― Vim pegar uma coisa. Não posso?

― Claro. Vou indo. ― Não me importo com seus motivos, o abandono lá sem dar a menor atenção e saio.

Vou a ate a antiga casa da irmandade.

Fico algum tempo ali olhando para a casa e me recordando de como eram os dias ali.

Tão nostálgico.

A porta estava aberta e sigo ate as escadas, no andar de cima já avisto a porta de seu quarto. Me lembro de ver ela sempre trancada, mas desta vês estava aberta.

― Weber? ― Não olho dentro do quarto, não sei por que mas algo me dizia para não o fazer; também não sei o por que estava lá e começava me tocar de que realmente não tinha por que estar fazendo aquilo.

― Wanda? O que faz aqui? ― Ele rapidamente surge na porta assim que ouve o nome verdadeiro. Não sei por que o chamei assim ao invés do costumeiro Groxo. Ultimamente não ando sabendo muita coisa sobre minhas ações.

― Soube que ia embora. E que estava aqui... ― Tento disfarçar e sigo em direção de meu antigo quarto. ― Resolvi vim ver se tinha esquecido algo. Foi um corre-corre naquela época. E depois ate me esqueci... Mas também queria saber se era verdade esta sua súbita partida.

― Sim. É verdade. ― Ele afirma duramente sem o mínimo de sentimentos e volta a fechar a porta.

Desisto e vou ate o meu quarto encontrando e separando algumas coisas esquecidas. Não tinha sido uma total perda de tempo afinal; estava tentando esquecer esta idéia de estar apaixonada. Era ridículo. Eu só estava me apegando à idéia de estar gostando de alguém, não era real não poria ser.

Logo ele iria embora. Desapareceria para sempre da minha vida e estaria tudo acabado.

Pequenas gotas caem sobre a roupa que dobrava e me dou conta de que...

― Por que esta chorando? ― Ele estava parado bem a minha porta, mas não fazia questão de entrar. Trazia com sigo uma grande mochila de viagem a qual parecia muito pesada.

Seco minhas lagrimas e me viro. Pelo menos acho que seco, elas não queriam parar de cair e cada vez aumentavam ate que me encontro em prantos, sem nem ao menos entender o motivo.

― Eu não sei... droga. Devo estar maluca. ― Me sento sobre a cama e o vejo abandonar a mochila na porta e entrar sentando ao meu lado.

― Deixe estas coisas aqui. Você não deveria ter voltado aqui... ― A voz ranheta e áspera vem aos meus ouvidos em forma didática. ― As vezes nossa mente deleta coisas, memórias e ate mesmo sentimentos para nos poupar de algo. E este lugar... Quando você chegou aqui estava assustada e irritada. Não é um bom lugar pra você.

Ele era mesmo impossibilitado de ver.

Ele não conseguia atravessar a barreira que impus com tanto afinco e por tanto tempo; se eu quisesse... eu que teria de derrubá-la.

― Groxo... ― Murmuro sem graça ainda a tentar me acalmar, no fundo ele tinha razão esta casa não me fazia bem. ― Posso te perguntar uma coisa? Ou duas... ?

― Ann... pode... ― Ele corresponde temeroso e se afasta um pouco de mim virando-se de frete para mim. ― Sobre o que é?

― Eu não sabia que você ia embora. Estão dizendo que você nunca mais vai voltar... É verdade?

― Bem... Eu não sei. Não sei o que pode acontecer. ― Ele fita o chão de madeira suja contando os grãos de poeira. ― Tenho que terminar estes assuntos e... dar logo um fim nisso. Cansei de fugir.

― Parece serio. Não quer ajuda? Digo... Você tem muitos amigos e eu tenho certeza de que iriam adorar te ajudar. ― Ele vira o rosto e fita a janela que estava fechada, claramente estava evitando me olhar. ― É que do jeito que você fala... parece perigoso.

― Não sou tão fraco. ― Ele me encara por dois segundos e volta a fugir com o olhar, e se levanta. ― Não mais... estou piorando e você sabe.

― Não é isso. Eu... Deixa pra lá. O assunto é pessoal, você tem todo o direito de não querer envolver ninguém. ― Me levanto e o impeço de deixar o quarto segurando em sua mão. ― Antes de ir... eu quero saber apenas uma coisa. ― Ele não se vira, acho ate bom pois se o fizesse eu provavelmente teria perdido a coragem novamente. ― Por que gostou de mim? O que viu em mim afinal? É só por que sou bonita ou... Eu não sei. ― Respiro fundo e assumo. ― Só conheço estas historias por livros ou relatos. Eu quero entender...

― Wanda... ― Ele se retrai por alguns segundos. ― Por que quer saber uma coisa destas? Assim do nada... ― Eu evitava com toda as forças olhar para ele e mesmo o soltando podia saber que este tinha se virado e estava a me encarar. Podia senti aquele par de sóis me encarando. ― Eu não sei... ― Ele suspira e por fim me responde. ― Sim você é bonita, mas... não foi isso, não foi nada disso. Gosto do modo com que você lida com... as coisas ruins. Você tem coragem. Ataca e revida. Não consigo fazer isso... eu apenas corro.

― É por isso que você quer resolver tudo de uma vez? ― Acabo sorrindo.

― Resolver...? Resolvido já esta. Para o mundo sim, mas não para mim. ― A voz rouca ecoa seria como nunca ouvi antes, parecia menos ranheta e mais suave e eu tomo coragem para encará-lo de volta. Queria muito poder entender o que ele estava querendo me dizer mesmo sendo nas entre linhas. ― E respondendo a sua pergunta inicial. Bem... não posso pedir ajuda nisso por que é algo pessoal. Só eu posso resolver. Não posso continuar sem terminar isso. É algo que esta só na minha cabeça.

― Entendo. Boa sorte então. ― Murmuro em um muxoxo e me dou conta que estava fazendo bico, e o vejo sorrir para mim como não fazia a meses; e se vira indo pegar a bolsa que ainda estava fora do meu quarto.

Aqueles olhos que imitavam a cor do sol me traziam muita alegria, e me dei conta de que estavam indo embora.

― Eu gosto dos seus olhos. ― Comento por fim antes que ele saísse, o vejo se virar espantado com a afirmação. ― Parecem o sol amarelo que eu admirava pela janela todos os dias.

Tinha aberto meu coração e ele não diz uma única palavra.

Ficou ali me encarando claramente pasmado, com a idéia de haver algo que qualquer pessoa poderia dizer que é bonito.

Pois ate uma das mãos sobre o rosto como se não tivesse entendido minha ultima afirmação.

Me inspirando em varias senas românticas dou um passo a frente e deposito corajosamente os meus lábios com um leve toque em seus lábios finos, os sinto tremer por baixo dos meus. Estava esperando que ele me agarrasse pelos cabelos e prolongasse o beijo como sempre li, mas ele simplesmente se afasta.

― P-por que? ― Ele gagueja e me questiona cobrindo o próprio rosto, me encara com olhos de horror e seus olhos voltavam a tomar um tom avermelhado. ― Por que você fez isso? ― Ele volta a me questionar, e eu não tenho forças para responder. Não estava pronta para aquela reação. O que estava havendo ali? Os papeis estavam invertidos. ― Por que agora...? O que você ganha brincando assim? Isso... isso não esta certo isso... ― Sua voz emboça novamente como no dia que ele conversava com Domino. ― Por que esta fazendo isso? É uma aposta? Brincadeira de mal gosto...!

― N-não você entendeu tudo errado eu...

― Fica longe de mim. ― Ele ordena me cortando com a voz emboçada e me calo, não consigo decifrar a expressão em seus olhos. ― Você não pode fazer isso. Não tem este direito. ― Sentia que ele queria gritar, mas mantém o tom serio o tempo todo. ― Esperança... é um veneno.

Dizendo isso ele se vira pega a mochila e sai.

Ainda não consigo entender, o que ouve ali. O que eu fiz de errado?

Notas finais
Draminha... Claro este não é o Toad é o meu Frog. mas fiz sim uma pesquisa sobre o original; você sabia que ele era serio? Mas depois que não rendeu mudaram para esta versão cômica. A historia de vida dele da vontade de chorar! serio... Sem falar da distancia que este cara salta O_O fraco é o #$%*& se é que você me entende? Leva um chute destes pra ver como ele é fraquinho... Ps: Escalpo é uma x-men existente. ^_^