Notas iniciais
*-* aaaah me deixa ser feliz! Tentei fazer os nomes dos títulos combinando com o corpo do texto e formando uma frase. Ai a única que coube foi esta...

É.

Finalmente estávamos de férias; todos queriam ir à praia.

....ainda não vejo a menor graça.

Por sorte Xavier tinha uma casa que não usava há anos e todos concordam em limpa-la em troca de uma semana amais por lá.

O local estava ridiculamente destruído e demoramos (mesmo com os poderes) um dia completo para limpar tudo.

― Cara que roubada em... ― Meu irmão se joga sobre um dos sofás exausto; como era velocista sobrava para ele as coisas menos detalhadas como passar pano e varrer folhas. ― Este careca é um nazista.

― Pode crer. ― O gelado se senta a seu lado fadigado, quase adormecendo.

A casa era de fato muito grande; compunha de apenas dois andares porem o andar de cima era apenas quartos e saletas tendo o centro do chão aberto para se poder ver a sala de estar que ficava a baixo. A sala por sua vez compunha de três sofás e uma televisão, entre outros adornos que espalhados pela mesma dava um ar de glamour e conforto.

De tão grande dava ate mesmo para cada um ter seu próprio quarto, e isso já trazia idéias maliciosas a todos. De fato. Se não fosse pelos professores ali presentes eu poderia jurar que um ou dois casais já estariam trancados em algum quarto e desapareceriam o resto das férias.

― A onde estão todos? ― Aquele sotaque só podia vir junto de um arrepio cálido pela espinha; parecia fazer parte do som de sua voz. Se era para eu estar apaixonada por alguém com toda certeza seria pelo professor Gambit.

― Trepando. ― O Logan responde bronco e rude como sempre foi, ao entrar na sala abrindo uma lata de cerveja. Por incrível que pareça o sempre tão sedutor professor ri desta desfeita. ― O que foi? Você não acha que vai dar conta desta molecada vai? ― Ele se joga em outro dos sofás dominando tudo como se fosse seu território.

― Nem sonharia tão alto Logan. ― Ele corresponde indo ate o colega. Era incrível a discrepância. Um se tratava de um colírio para os olhos de qualquer um enquanto o outro... era um ogro. ― Vou pegar uma destas e deixar a vida seguir seu fluxo.

― Vocês não podem estar planejando curtir a praia e me deixar cuidando destes garotos sozinha? ― Não demora e a professora de cabelos patinados e pele morena se aproxima revoltada com a postura dos dois e eu rio. ― Vão acabar virando tudo pai e mãe.

― Viu... deixar a natureza seguir seu fluxo. ― A voz doce de um se mistura ao rosnado do seguindo em um uni-solo cômico.

― Eu não acredito nisso...

― Calma Ororo. Se podemos confiar o destino da terra a estes jovens acho que podemos confiar seus próprios corpos. ― O grande professor azulado se aproxima com o tom didático que sempre usava.

Então apenas deixamos os professores e Logan conversarem em paz, e meu irmão vai se deitar em seu quarto.
Apesar de ser engraçado eu estava apenas observando.

Sigo ate o andar superior a onde tinha vários quartos, me deparando com meu irmão e Domino que se agarravam fervorosamente nas escadas sem se importar com mais nada.


"Se eu fosse me incomodar com namoros naquela casa era melhor eu ir embora, e se eu fosse esquentar a cabeça com os namoros de meu irmão era melhor me matar."

Atravesso e saio.

Estava me perguntando qual daqueles era meu quarto e não queria entrar em uma porta errada, poderia ser uma coisa terrível!....

― Veeem! ― De repente sou seqüestrada por Tabitha que me arrasta ate seu quarto. ― Quero que você me ajude a escolher uns biquínis. A Marie é muito chata acha tudo vulgar e vive me boicotando.

― T-tudo bem. ― Afirmo sem saber o que me esperava e ela tranca a porta. De fato tinha que por razão em Marie, aquilo era muito... cavado.

Como estava a anoitecer logo vamos comer e ficamos a admirar o mar que batia abaixo de uma sacada linda.

― Melhor aproveitar antes que os casais descubram este canto e contaminem todo o lugar. ― Marie se aproxima em um tom maldoso e logo Kitty ri.

Era a primeira vês que me dava bem com a patricinha, acho que era por que conversávamos sobre seu namorado que era um amigo para mim. Ela me contava como era difícil lidar com as diferenças de pensamentos, por conta dele ser um acolito.

― Se bem que acho que só o seu irmão seria capaz de tal proeza o lugar é todo aberto. ― A morena de cabelos avermelhados volta a afirmar enquanto a patricinha apenas ri, e depois gargalha com a sena imaginada por ela mesma.

― Não vejo problemas... ele é tão rápido. ― A patricinha logo confessa demonstrando seus pensamentos e todas rimos juntas.

― Olha que safadinha! ― A loura é a ultima a chegar e abraça Kytty por trás soltando seu cabelo que sempre trazia em um rabo de cavalo. ― Já esta planejando algo com o ansioso, mas não rapidinho do Lance?

Atirada.

― O que? Não. ― A morena exclama ao tentar recuperar o amariu de cabelos, perdendo a paciência a atravessando deu corpo para recuperá-lo. ― Que coisa. Você só pensa nisso?

― Gata. Se eu tivesse um gato como ele sendo o meu namorado e estivesse em uma casa destas a onde os nossos “olheiros” não estão nem ai, e só ficam bebendo e zuando. Aproveitava. ― A loura termina com o tom mais ousado que poderia dar, e a morena cora da cabeça aos pés aproveitando os cabelos soltos para cobrir o rosto.

― É..., mas fazer o que estamos solteiras... nós três. ― Marie afirma ao se apoiar sobre as hastes de madeira que serviam de barricada na sacada. ― Bem pelo menos vocês podem conseguir sair e beijar alguém. ― Ela sempre tinha sido cismada com tal coisa e parecia tristonha com a idéia.

― Mas a Wanda já tem. E o Groxo a onde fica? Aposto que com uma língua poderosa daquelas deve ser uma loucura. ― Não sei nem de onde veio isso. Tabitha estava travessa e um pouco alta depois de bebericar um ou dois copos do professor Gambit. Deve ter tentado animar a outra. Mas as minhas custas... travei.

― Ai meu deus... Você é fraca pra bebidas em. ― Marie se debruça quase se jogando sobre o beiral e se põe a rir sem parar, logo contagiando Kitty; a vergonha que ela sentia há poucos segundos passa para mim. Eu não sabia se ele beijava bem ou mal, muito menos o restante. ― Ele também deve ter força nas pernas não é? um molejo no quadril e taus... ― Ela pontua ainda entre risos soluçando a ponto de não conseguir falar direito; ao ver minha expressão de vergonha as piadas aumentavam e se atropelavam.

― Você também andou bebendo com o Gambit foi? ― Questiono irritada, não tinha nada que eu pudesse fazer para me proteger das zombarias ali feitas. Apenas rezava para nunca vir à tona as idéias que me rodeavam após o questionamento do professor Gambit.

Queria que tudo aquilo acabasse.

Desejava que elas calassem a boca.

[Creshi] Desejo atendido

A sacada era velha e estava abandonada há tempos, e uma simples limpeza não a faria aguentar uma sacudida. E com isso o peitoral a onde Marie se escorava, com vontade, sede a levando com sigo.

O mar estava pouco a baixo e ela some ente as ondas.

― Marieeeeeeee! ― Kurt e Kitty gritam em uníssono e o professor Logan os impede de pular.

Estava escuro as ondas estavam altas. Era suicídio.

—_-Ela vai morre! Vocês não vão fazer nada? –_-Não da para ir atrás dela olha o nível do mar. Só sendo um peixe. –_- Alguém faça algo, ela pode estar viva.-_-

Todos gritavam uns com os outros impedindo quem tentava ir atrás dela de tentar se matar.

Me culpava por ter desejado que a conversa acabasse. Daria mil zoeiras por minha amiga. Ate mesmo me confessaria estar cogitando a idéia de aceitar um beijo do sapo.
Pensava ate se fui eu quem fiz aquilo afinal meus poderes...

― Tolansky!!! ― Um professor grita, só vejo o vulto passar por mim e saltar pelo beiral. Ninguém julgava que o mais medroso dos acólitos faria algo.

― Meus deus. ― Ororo se aproxima da beirada tirando todos de lá.

― Chega eu vou lá. ― Gambit e Logam acabam se entendendo entre olhares.

― Não mesmo. ― McCoy se pronuncia empurrando todos para trás. ― Você é pesado de mais para conseguir nadar ali Logan. E mesmo sendo habilidoso creio ter seus limites.

― Sou a melhor chance deles. ― Os olhos escarlate vibram e ele empurra o azulado enorme da frente.

O mar parecia ter se agitado mais; uma tempestade se aproximava. Já tinha passado minutos, e seus corpos poderiam ter sido arrastados para muito longe. Aquilo tinha sido suicídio? Ele estava depressivo e tinha o segredo que somente Jean compartilhava, mas mesmo assim... Ele não tinha o direito de morrer sem que eu o dissesse o que sinto.
Sem que eu conseguisse entender o que sentia.

― Professor ali! ― A visão de Kurt era excepcional e somente com os olhos do professor Gambit ou um bom par de óculos de visão noturna se poderia ver para onde ele apontava. ― Estão vivos.

Groxo era capas de grudar nas paredes, e as roxas escorregadias não eram um empecilho tão grande assim. Logan era bruto, mas amoroso, e parte com sua moto para chegar ate à costa que só podia ser vista pela janela.

Nós chagamos logo depois.

Quase juntos.

Não gostei nada de Groxo a fazer respiração boca a boca. Por que Logan não o fez?

― Vocês estão bem? ― Ororo se aproxima cobrindo seus corpos com cobertores que trazia com sigo. Ela já havia forçado a tempestade a se afastar usado seus poderes, mas não parava de se sentir culpada; era nítido. ― Isso foi muito heróico Tolansky. ― Ela o elogia arrancado de seus lábios finos um sorriso sincero.

― Cof Obrigada. Cof ― Marie se ergue e logo é ajudada a entrar no carro. Já ele parecia bem, sendo logo cercado e forrado de elogios pela atitude. Cora levemente, suas bochechas rosadas me trazem um sorriso aos lábios que tento esconder.

Mas os olhos aguçados do professor Gambit tudo via.

OoOoOoOoOo

Estas férias estavam perfeitas e eu não queria que acabace nunca a não ser pelo fato de Groxo ter ficado muito popular depois de ter salvo Marie.

― Ai ai... ― Ela suspira ao admirar o mar. Assim como eu Marie não gostava muito do sol ou de ir à água e ficávamos na casa a fazer outros tipos de coisa. ― Aquilo foi um susto e tanto. ― Ela finalmente entra no assunto depois de negar por dias. ― Se não fosse ele eu teria morrido você sabe. ― Ela fala enquanto tirava três copos do armário e cortava algumas frutas. ― Só ele conseguia nadar ali e grudar na parede. ― Cassava na geladeira um punhado de leite condensado e punha sobre. Parecia muito gostoso. ― Mas eu não entendi...

― O que...? ― Ela vem ate mim e me entrega um copo pondo uma colher depois.

― Como ele pode me fazer um boca a boca? ― Jurava que ela estivesse inconsciente, mas pelo jeito tinha certa noção, descobriu depois que acordou. Ou estava se aproveitando? ― Ele pode me tocar. ― Ela sorri de um modo que me desgostou, saindo da cozinha.

Logo ela chega à sala a onde pés jogados de ponta cabeça no sofá nos aguardavam.

― Groxo posso falar com você? ― Ela pergunta se sentando ao lado dele e o entregando o ultimo copo se pondo a comer o dela.

Ele estava largado com os pés sobre o recosto e a cabeça para baixo como se tivesse caído ali sem querer.

― Não tem que agradecer. Nado bem... sabe. Sou um sapo. Sei nadar muito bem, aquilo era fácil seria mancada não fazer nada. ― Ele afirma como se não gostasse da idéia, pegando o copo e comendo de ponta cabeça mesmo. Ela ri ao ver ele se lambuzar um pouco e limpar o rosto com a própria língua.

― Não é isso. ― Ela respira fundo. ― Quem fez minha ressurreição foi você não? Me contaram... (Uffa) Como pode me tocar sem morrer?

Ele engole seco e gira o corpo ficando sentado do modo correto. Era um contorcionista? (já perguntei isso antes...?) Veio de algum circo?

― Por que eu também não posso tocar... ― Ele responde me olhando e olhando em volta como se escondesse um segredo e nós não pudéssemos contar a ninguém. Mas para de falar indo levar o copo de volta a cozinha.

― Por favor. ― Ela o segura, ele para e depois a encara por sobre ombros. ― Por favor. É serio. ― Ela entende que ele tinha seus segredos e ele por sua vês faz sinal com a cabeça para segui-lo ate um local mais reservado. Me sinto invisível e ignorada.

Mas não os sigo.

Era um assunto somente deles e eu não queria me envolver, me sento no sofá segurando meus ciúmes no pâncreas. Termino meu doce e olho o caderno que ele havia esquecido ali. Pego; Estava em alemão; solto.

― Eles estão demorando muito.

Vou ate o quarto dela.

Nada.

Tento imaginar a onde seria o quarto dele e sigo meus instintos. Abro a porta sem mais rodeios como se o local fosse meu.

― Wanda...! ― Ele me repreende como se não deve-se fazer aquilo. Arrumava a blusa de volta como se estivesse sem ela, e eu saio de lá as pressas.

― Wanda? ― Ouço a vos de minha amiga me chamando, mas ignoro. Eu definitivamente não queria saber.

Vago pelas beiras da praia pensativa. – “Vadia só ficou interessada depois de ele bancar o herói”- Era mentira. Diferente de mim ela sempre o tratou bem, na verdade todas pareciam ter um carinho por ele. Fui só eu que havia o escrachado tantas vezes. Que mal faria se eles ficassem juntos? Eu não tinha o menor direito de sentir ciúmes.

Demoro para voltar, na verdade só retorno quando o frio da noite me obriga. Eu não queria ver ninguém.

― Jura que não tem problemas? ― Aquela vós que roubava a atenção do mundo com seu sotaque indescritível corta a noite mesmo sendo apenas um sussurro entre as arvores. ― Sou seu professor.

― Pare de ser tão chato profes.... ― A voz dela entoa um pouco mais forte como uma ordem. E eu posso vê-los, entrelaçados em um beijo feroz e faminto.

Uma aluna com um professor?

Uma parte de mim queria repreende-los, mas estava tão aliviada de ela estar com o lindo e gostoso do professor Gambit. Pois assim teria certeza de que nunca olharia para o meu Groxo.

Meu?

Notas finais
Eiiita que agora ela assume logo de uma vez! rsrsr Ri! Chipei de mais estes dois o/ não esperava esta reação (numero de leitores) ate me assustei! deu vontade de fazer uma continuação *-* Bjs quando fizer posto rapidinho! já deve ter um 3 cap de rascunho aqui.