Notas iniciais
Este nada mais é do que um desafio pessoal (e um capricho, sim, porque queria explorar mais certos acontecimentos). Espero que apreciem a leitura!

Testemunho a sua busca: uma palavra soprada por uma multidão de almas, a visão de uma echarpe azul, o vislumbre de uma fisionomia semelhante à de quem não mais habita o mundo dos vivos.

Não houve uma luz, nunca houve. Tampouco posso acreditar estar perdida: estou livre como nunca. Não vago pois conheço minhas direções: gravito ao seu redor, como um fiel satélite.

Um satélite que não se vê, exceto nas ocasiões em que o denso véu se abre: quando você tem os vislumbres de feições conhecidas, quando você vê alguém com a echarpe azul, quando você toca a viola.

Notas finais
Meus agradecimentos a quem chegou até aqui!