Notas iniciais
Essa é minha primeira fanfic, então colaborem, por favor! Eu tive essa ideia há muito tempo, e finalmente resolvi escrevê-la. Espero que gostem! Qualquer erro de ortografia ou dúvida, é só falar! Vamos ao capítulo!

Havia se passado cinco anos desde a formatura de Quinn. Cursou artes cênicas no primeiro semestre, porém percebeu que não era o que realmente queria para sua vida. Amava teatro, mas perdeu seu interesse com as aulas. No segundo semestre, cursou dança. Fez balé dos 4 aos 15 anos e só saiu porque entrou nas Cheerios. Era uma das melhores alunas, porém não estava contente. Resolveu mudar sua especificação novamente... Qualquer um que conhecesse Quinn na faculdade, diria que era indecisa, mas não era verdade, ela só não havia encontrado seu caminho... A partir do terceiro semestre, cursou moda. Encantou-se pela magia dos tecidos!

Hoje, trabalha como vendedora em uma famosa boutique de Los Angeles. A jornada de trabalho é pesada, ficar horas em pé cansa, mas o salário compensa. Seu grande sonho é ter seu próprio atelier, mas para isso, é necessário batalhar muito!

Acabara de chegar em casa. Após um longo dia de trabalho, precisava relaxar! Ligou a torneira da banheira e, enquanto esta enchia, deitou-se na cama. Ouviu o toque de seu celular, no começo ignorou, mas depois de muita insistência dessa pessoa, resolveu atender.

– Alô! (quem quer que fosse, era melhor se preparar para uma Quinn Fabray bem estressada)

– Quinn, minha filha! (ok, esquece...)

– Mãe?! A senhora nunca me liga! Aconteceu alguma coisa? – perguntou preocupada.

– Querida, estou te ligando para te contar uma novidade e te indicar um local! Conheci um homem incrível! Faz pouco tempo, mas posso garantir que esse relacionamento tem futuro! Enfim... O irmão dele é dono de um bar karaokê novo aí em Los Angeles. Você poderia ir lá! Quem sabe conhece alguém? Na última vez que fui te visitar, você estava tão tristinha e cansada! Você precisa se divertir, minha filha! Você é jovem, viva!

– Mãe, você está bem?! Olha, eu agradeço a preocupação, mas eu estou ótima! Agora tenho que ir, a água da banheira vai esfriar...

– Só não quero que se arrependa depois! Eu quero te ver feliz, meu anjo! Qualquer dia venha me visitar! Te amo! Beijos!

– Obrigada mãe! Vou sim! Também te amo! Beijos!

Quinn despiu-se e entrou na banheira. Enquanto ensaboava-se, pensou no que a mãe havia dito. Realmente, a loira não se divertia há muito tempo!

– Um pouco de diversão não faz mal a ninguém! Além do mais, muitas pessoas estão comentando sobre esse bar novo, deve ser bom! Dizem que o banho é o melhor momento para pensar... Estão certos! – disse para si própria.

Fabray pesquisou o endereço e surpreendeu-se ao descobrir que o bar era próximo à sua casa, poderia ir andando. Gostava de caminhar, era relaxante. Arrumou-se rapidamente, não pretendia demorar muito, apesar de ser sexta feira, não queria chegar muito tarde em casa. Quinn entendia de moda, portanto pode-se dizer que ela estava deslumbrante!

A loira mandou uma mensagem para a mãe, agradecendo a recomendação e avisando que depois ligava para dizer se realmente é um ambiente agradável. Logo após, seguiu em direção ao bar.



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Sam estava arrumando seu apartamento, tinha muita coisa desnecessária ali. O rapaz não era muito organizado, o que não ajudava em nada... Enquanto revirava seu guarda-roupa, encontrou uma caixa de porte pequeno, que ele conhecia muito bem, sabia que o que continha ali era algo que mexia com ele, mas não conseguiu controlar-se, abriu a caixinha e começou a recordar-se de bons momentos, e ruins também. O objeto era como um cofre, mas o que ele guardava ali, era muito mais valioso que dinheiro, relógio ou seja lá o que as pessoas guardam em um cofre, pois eram coisas do coração. Lá, ficavam escondidas fotos de seu primeiro amor, bilhetes que ele mesmo escrevia desabafando e uma carta, a qual nunca foi entregue ao destinatário.

Querida Quinn,

Nem sei se deveria estar te escrevendo... Talvez você nem se lembre de mim! Não nos vemos faz muito tempo! Conte-me sobre a sua vida! Ainda mantém contato com o pessoal do Glee Club? Gostaria de te encontrar, podemos marcar alguma coisa... Eu sinto tanto a sua falta! Você foi meu primeiro amor, digo, amor verdadeiro. Eu namorei outras garotas antes de você, mas NUNCA nenhuma delas despertou o sentimento que eu tinha quando você estava comigo... Eu quero que saiba, que apesar de como nosso namoro acabou, eu não guardo mágoas! Claro que dói relembrar tudo aquilo... Eu fico triste em pensar que ainda poderíamos estar juntos. Que eu ainda poderia te abraçar, te beijar, e principalmente, te fazer feliz! Escreva-me assim que puder!

Com muito amor,

Sam

E presa com a carta, estava uma foto dos dois com a seguinte mensagem:

Eu te amo minha loirinha! Cuide-se!

Ambas foram escritas há muito tempo, porém Sam nunca a as enviou. O motivo? Talvez, por falta de tempo ou, até mesmo, por medo. Medo que ela se assustasse e que dessa forma, afastasse-se dele. Nem ele mesmo sabe o porquê...

Sam chorava descontroladamente, estava colocando toda a tristeza para fora! Ele não guardava mágoas, mas saudade é um sentimento bipolar... Há momentos que a saudade é boa, é gostosa... Mas há outros que a saudade machuca... Sam lutou contra esse sentimento, mas ele é mais forte. O rapaz levantou-se e lavou o rosto. Precisava descontrair-se. Arrumou-se, pegou as chaves do carro, e saiu à procura de diversão. Avistou um estabelecimento iluminado por luzes neon. Era um bar karaokê. Já ouvira pessoas comentando sobre o bar, mas nunca deu muita atenção.

O loiro entrou no local e sentou-se em um banquinho do bar. Pediu um drink com pouco álcool, pois estava dirigindo.

Um tempo depois, um homem subiu ao palco e começou a falar no microfone:

– Boa noite! Sejam bem vindos ao Neon Bar – Karaokê! Normalmente, são vocês que se candidatam a cantar, porém, hoje, mudarei um pouco as regras. Irei chamá-los ao palco, e caso não aceitem cantar, irão levar um banho de tinta neon!

Uau! Que homem louco! – pensou Sam.

– Então vamos lá! Vamos ver... que tal você loirinho! Aceita o desafio?

– Eu? – perguntou o rapaz assustado.

– Você mesmo! Venha comigo!- disse o homem “louco” puxando Sam pelo braço.

– Escolha uma música enquanto eu te arranjo uma parceira. Temos alguns instrumentos ali, caso queira tocar.

– Ok, valeu!

Não seria tão ruim... Afinal, Sam tinha uma bela voz. Por algum motivo, o loiro escolheu “Lucky”. Todas aquelas fotos, mensagens e cartas mexeram bastante com ele. Pegou o violão e ajeitou- se no palco.

– Pode começar! Sua parceira já está indo.

O local estava bem cheio, portanto Sam não conseguiu identificar quem cantaria com ele. Seguiu as ordens e começou a tocar o violão e a cantar. As pessoas batiam palmas no ritmo da música e Sam estava adorando aquilo, porém, ao ouvir uma voz feminina preencher o ambiente, seu coração disparou! Conhecia muito bem aquela voz angelical! Era ela!

Notas finais
Até o próximo! :)