All You Need Is Love
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Espero que gostem desse capítulo. Novamente, qualquer erro ou dúvida, é só falar.
Vamos ao capítulo!
– Pode começar! Sua parceira já está indo.
O local estava bem cheio, portanto Sam não conseguiu identificar quem cantaria com ele. Seguiu as ordens e começou a tocar o violão e a cantar. As pessoas batiam palmas no ritmo da música e Sam estava adorando aquilo, porém, ao ouvir uma voz feminina preencher o ambiente, seu coração disparou! Conhecia muito bem aquela voz angelical! Era ela!
Sam não conseguia acreditar que aquilo era real. Seu grande amor estava bem na sua frente! O momento que ele tanto sonhou, estava acontecendo! Será que era o destino mandando sinais?
Quando seus olhares se encontraram, um largo sorriso formou-se no rosto de ambos. Quinn piscou para Sam, o que o deixou nas nuvens! Estavam tímidos, mas aos pouco foram se soltando. Fizeram até uma coreografia.
Assim que o dueto terminou, o público aplaudiu encantado com os loiros. Sam olhou para Quinn, que sorria para a platéia e agradecia os aplausos.
Ela está ainda mais linda! Se é que isso é possível... Simpática, linda e, uau, muito sexy! Ok Sam, você não pode deixá-la escapar mais uma vez! – pensou o rapaz.
– Parabéns loirinhos! Vocês arrasaram! O pessoal adorou! Voltem sempre! Um talento assim não pode ser esquecido! – disse o dono do local, despertando Sam de seus pensamentos.
Ao descerem do palco, os dois foram rodeados por pessoas querendo tirar fotos. Após o momento fama, Quinn avistou Sam autografando o braço de algumas mulheres. Ela passou por eles e quando Sam a viu, a loira apontou para o andar de cima e seguiu em direção das escadas. O Trouty Mouth agradeceu o carinho das “fãs” e foi ao encontro de Quinn.
O andar de cima era um local mais calmo, havia um bar e algumas mesinhas. Quinn estava pedindo uma bebida.
– Um coquetel de frutas vermelhas, por favor.
– Dois, por favor.
– Sam!!! – disse Quinn abraçando o loiro.
O abraço era tão envolvente, que ambos podiam sentir os batimentos cardíacos um do outro. Ficaram se olhando por muito tempo. Eram olhares perdidos em lembranças.
Nossa! Como ele está atraente! E esse sorriso? Sam está lindo! – pensou Quinn
– Aqui está! Dois coquetéis de frutas vermelhas, certo? – disse o garçom, tirando os dois de seus devaneios.
– Obrigada/Obrigado – disseram juntos.
– Vamos nos sentar. – sugeriu Quinn.
– Claro! – disse Sam indo até uma mesa e puxando a cadeira para a loira sentar-se.
– Hum, cavalheiro! – brincou Quinn.
– Eu sei! – disse Sam rindo e entrando no “jogo”
– E convencido também!
– Tem razão! E aí? Como anda a vida? – perguntou Evans.
– Eu me formei em moda e estou trabalhando em uma boutique aqui em L.A! Estou economizando para montar meu atelier. E você?
– Uau! Que incrível! Ah, eu consegui uma bolsa, pelo futebol, para uma ótima universidade de dublagem. Hoje, eu trabalho no estúdio do Artie. É um trabalho incrível! O Abrams é um ótimo diretor, produz filmes maravilhosos e além de tudo, me oferece cursos para aprimorar a dublagem.
– Nossa! Que legal Sam! Fico feliz que as coisas tenham melhorado para você. Então o Artie tem um estúdio! Que notícia boa! E como está sua família?
– Pois é, com calma as coisas foram se ajeitando. É, o Abrams está muito feliz, afinal, muitos duvidaram da capacidade dele. Minha família está ótima! Meus irmãos estão enormes! Eles ainda lembram-se de você. Sempre que eu falo com a Stacey no telefone, ela pergunta se nós ainda mantemos contato.
– Ai que linda! Quero vê-la qualquer dia, hein!
– Vamos marcar sim! Ela vai adorar! Me dá seu número, eu passo pra ela depois, aí vocês podem fofocar bastante. – Uma ótima desculpa para conseguir o celular dela – pensou Sam.
– Ah! Claro, aqui está. – disse Quinn entregando um guardanapo.
– Valeu!
– Esse coquetel é maravilhoso, mas eles colocaram pouco álcool, vou ali pedir outro, você quer? – disse a loira, deixando Sam surpreso!
– Não obrigado, estou dirigindo.
Nunca imaginei que a Quinn fosse de beber, ela mudou bastante... – pensou o loiro.
– Prontinho! – disse Fabray, sentando-se com dois copos na mão.
– Eu não posso beber, Q.
– Eu sei, os dois são para mim! – respondeu a loira, bebendo o líquido de um dos copos em apenas um gole.
– Nossa! Calma! — disse Sam rindo
– Isso é muito bom! Tem certeza que não quer? Só um pouquinho, você não vai ficar bêbado!
– Tenho sim, obrigado.
Os loiros ficaram conversando por muito tempo. Quer dizer, Quinn estava mais entretida com os coquetéis... Sam já estava ficando preocupado.
– Já paguei a conta. Vamos? Onde você deixou seu carro?
– Obrigada! Eu vim andando, moro aqui perto.
– Então eu te levo para casa.
– Ok! Obrigada.
Sam e Quinn seguiram em direção ao apartamento da loira. No carro, Fabray ria sozinha, certamente, efeito das bebidas...
Quando chegaram ao prédio, Evans estacionou o carro, pois pelo estado de Quinn, era capaz de errar a porta de casa.
– Eu te levo até o portão.
– Você quer subir? – perguntou Quinn com um sorriso perverso no rosto.
– Está tarde e você precisa descansar. Nós podemos marcar outro dia, que tal?
– Oras Sam! Eu não estou te convidando para tomar chá! Você sabe muito bem o que vai acontecer! E aí topa? – sussurrou Quinn no ouvido do loiro.
Fale com o autor