All Things Go...
20 New York Fever....
Notas iniciais
– Hugo você tem certeza que esse tal de Sylvain mora aqui? — Eu olhava prédio acima, era um desses novos arranha céus que tinha perto da JFK, tudo era feito em vidro, aço polido e coisas bem para classe alta. — Tenho Franz, quando perguntei a alguns informantes donos de Coven eles me deram esse endereço e além disso, ele promete usar magia para ajudar qualquer um a chegar o sonho mais insano. — Eu não consegui pensar em um bruxo realizando desejos insanos, era contra as normas da constituição lítica da Magia antiga. — Eu sei irmã, esse cara parece ser louco. — Hugo tinha esse hábito medonho de ficar lendo pensamentos alheios, mas por sorte desde criança sei bloquear o que ele não pode saber. — Então que tipo de desejos insanos são esses? — Hugo sorriu. — Um desses desejos estranhos tipo comer uma virgem ou fazer sexo com um cadáver. — Geralmente necromantes amavam necrofilia, transar com cadáveres, pocas de sangue e essas coisas. — Nossa então ele é realmente um gênio pervertido, perverso e idiota. — Hugo abriu uma das grandes portas de vidro, mostrando o piso de entrada para os elevadores do arranha céu. — Nossa quantos trouxas moram, trabalham e passam por aqui todos os dias? — Ele me perguntou. — Eu dei de ombros, não sabia, já que haviam muita trouxas e seres não mágicos por ali. — Meus deuses. — Exclamei. — Entramos e fomos até um pequeno balcão de madeira. — Olá, Boa noite. — O senhor com a cabeça quase completamente calva falou. — Oi boa noite, Charles. — Eu falei lendo uma pequena plaquinha pendurada na parte da frente do bolso da camisa azul, já eram quase hora de voltarmos, mas Hugo insistia em ver esse cara ainda hoje. — O que procuram aqui a essa hora? — Ele perguntou sendo direto e meio grosso. — Queremos falar com nosso velho amigo, Sylvain Aberthane. — O porteiro sorriu. — Aqui na lista não consta nada sobre visita de amigos hoje, mas quais são seus nomes? — Eu olhei para a cara do senhor. — Somos Francine e Hugo da Flórida, viemos de lá até aqui apenas para falar com ele. — O velho olhou para Hugo que piscou o olho para ele. — Não, não, não, aqui não consta nada sobre amigos da Flórida. — Hugo já sem paciência estalou os dedos de uma forma estranha e ensurdecedora. — Estamos na lista e o senhor vai nos deixar entrar. — Ele falou enquanto o cara estava em um profundo estado de hipnose eu apenas observava Hugo influenciando uma pessoa, nós fazíamos isso direto quando crianças, mas usávamos animais, pássaros e coelhos por que tínhamos medo de controlar coiotes ou bichos maiores e acabar nós machucando, mas quando fomos pra África e usamos em um elefante não aconteceu nada. — Tudo bem, vou liberar a passagem de vocês, venham comigo. — Ele saiu detrás do balcão e nos guiou até um elevador, o acolchoado vermelho vinho e os detalhes em ouro, não mentiam ali era um lugar de pessoas bem ricas. — Qual é o andar de Sylvain? Numero do apartamento? — Hugo continuava a brincar com a mente do Velho. — Ele mora no septuagésimo quarto andar, apartamento trezentos e seis. — Hugo sorriu e apertou um botão que fez o elevador se fechar. — Quando chegamos ao andar o elevador abriu e nos deu a visão de um enorme corredor branco com milhares de portas duplas de vidro e alumínio, os números eram dourados, tudo era belo, limpo e extremamente branco. — Venha minha irmã, vamos encontrar esse cara e voltar antes da lua vermelha. — Caminhamos seguido o faro de Hugo, que assim como um cão de caça era maravilhoso, o cheiro de magia negra no prédio também não negava nada. — Aqui Franz, mas não vou bater na porta. — Hugo falou olhando para a porta. — Deixe que eu bato. — Ele me olhou empurrou para trás e com dois dedos fez a porta voar apartamento a dentro, sobrando apenas as dobradiças no buraco onde se encontrava a porta a segundos atrás. — Quem foi o idiota que arrombou minha porta? — Uma criatura vestida em um roupão de seda saiu de um dos cômodos do apartamento ate a sala de estar onde Hugo já estava. — Eu ousei, assim como você ousou jogar uma maldição em uma pessoa inocente. — Hugo berrou para o... Cara? Não a mulher, bem ele era um invertido usando peruca preta e unhas enormes em um esmalte vermelho terrivelmente feio. — Mas quem e tu bruxo sem fama e essa velha usando a cara de uma menina? — O Invertido estava meio nervoso. — Eu sou Francine Von Hyon e sou a conselheira Mor da Flórida. — Ele olhou pra mim sem nem mesmo a consideração de fazer um comprimento cortes. — Grande coisa uma mestra na minha casa, entre, sente se e relaxe. — Ele sorria da minha cara. — Viemos aqui para saber por que você esta usando magia negra sem permissão e ainda levando trouxas a acreditar e saber a verdade sobre a magia. — Hugo falou bufando de raiva. — Algo me diz que eu já vi você em algum lugar belo moço, mas sobre a magia negra, não tenho nada a declarar, não respondo a nem um bruxo que ache que manda em alguém ou em algum lugar. — Das Sombras Ravenna surgiu, eu estava despeça pela decoração do apartamento, muitos artefatos antigos, coisas egípcias, Romanas e Célticas de culturas sul americanas. — Estamos aqui para prender você contra um atentado a vida e exposição incorreta de magia. — Ravenna estava com aquela cara de boneca de porcelana. — Que legal, mais uma velha invadindo meu apartamento, que tal fazermos uma festinha? Vou pegar o champanhe. — O Ele/Ela se virou fazendo o vestido que ele trajava girar. — Não vai sair não. — Hugo o puxou com a mão. — Venha conosco agora, você vai contar tudo sobre o feitiço que usou em Robert Solarium, vai acabar com tudo isso antes da lua vermelha. — Ele sorriu, Ravenna ficou lado a lado comigo. — Lembrei de você, Lucian, agora é Hugo, nossa como você mudou, nossas noites quentes? Você lembra? — Hugo foi pego de surpresa, aliás eu também, apenas Ravenna ficou normal. — Não quero saber do nosso passado, você amaldiçoou uma pessoa apenas por perder seu namorado pra ela. — Ravenna sorriu. — Então é por isso que o garoto foi amaldiçoado? Ele é um invertido, Meus deuses e deusas, se Aphodis souber ele esta morto.
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