All Things Go...

35 D∆N in The Sky With The Beatles.


Notas iniciais
Sylvain e Robert resolvem ter uma briguinha, Dan arrasa no palco, tudo que o mundo quer é ver Robert e Fabricio juntos novamente...... All This Bad Blood Cd 1 e 2

Sylvain havia sumido em meio a multidão que havia se aglomerado pensando que o show havia começado, As meninas estavam cuidando da Ana e Danny e Aaron e estavam comigo, procurando alguém pra nos ajudar a levar a Ana pra descansar no Lounge. — Moço, me ajuda. — Gritei pro garçom que passava. — O que vocês precisam? — O garçom perguntou. — Nossa amiga se machucou e precisamos levar ela pro Lounge, ela precisa descansar e não conseguimos carregar ela sozinhos. O cara correu e chamou um amigo e conseguiram passar no meio da multidão e salvar a Ana. Na mesma hora que subimos pro Lounge, Pâmela parou e me olhou. — Ainda vamos conversar sobre isso. Viu vinhado. — Balancei a cabeça e sai correndo pra pequena rede onde Ana descansava. — Hey, Hey, Hey New Yorkers, Cidade onde os sonhos são feitos. — Daniel Smith Gritava, Bastille havia acabado de entrar no palco. Enquanto as meninas se emaranhavam no meio da multidão eu tentava acordar a Ana. — Migga, Wake up, Dan já esta tocando, acorda. — Mas eram tentativas em vão. — Acorda, Vadia. — "Plaft" o barulho do tapa foi surdo e certeiro, tão certeiro que Ana abriu os olhos mais que depressa, foi uma das Cenas mais estranhas que já tive com minhas amigas... — O que aconteceu? — Ana parecia ter saído de uma espécie de transe. — Minha amiga, você levou uma porrada e levantou vôo, um bruxo maldito fez isso. — Para com isso Rob, conte a verdade! — Ana Falou. — Se essa não fosse a verdade, por que iria falar isso? — Ana pensou um pouco, me olhou e finalmente riu da minha cara. — Não sei Robz, mas você é meio maluco...

– Agora fique ai e descanse, vou ver o Dan e você pode assistir pelo telão. — Sai correndo e deixei Ana lá sozinha, enfiei a mão dentro dos bolsos e olhei em volta, ninguém me olhava então de lá tirei uma daquelas pequenas garrafas pratas onde pessoas escondem bebidas alcoólicas, eu lhe dava o mesmo uso, esconder uma Vodka Russa que papai ganhou no "amigo indiscreto" do serviço dele. — pequena, mas discreta — Pensei enquanto virei a garrafa. — Nossa quem diria, que eu teria uma companhia pra beber... — Aaron sorriu atrás de mim, apenas percebi quando virei e vi ele ali, tao divino, a camisa estava com as mangas arregaçadas mostrando a tatuagem dele, linhas bem traçadas, negras como se serpentes estivessem agarrando seu braço, ele era tão bonito meus deuses, minha doce divindade era dele. — As Moléculas do Álcool começavam a adentrar meu sangue alterando meu estado de ser, ainda mais pelo fato da Vodka ser russa era quase uma bomba alcoólica. — Venha aqui, Robert Solarium, o menino bruxo, meu ex atual amor, quem diria que eu amaria tanto o que eu detesto tanto... — Eu sorri, fiquei vermelho dos pés a cabeça, isso é uma certeza mais que absoluta... — Ele me abraçou. — Faz tanto tempo que queria fazer isso, mas nunca tive coragem o bastante... — O que? — Antes mesmo de ter uma chance de perguntar ou de obter uma resposta. — Agora vamos. — Ele me puxou pro meio da multidão, o Interlude das músicas havia acabado e o Dan gritava algo sobre as dores de corações alheios. — And Now, I sing one Music for The Broken Hearts. Dan Gritou e as mãos foram levantadas e ele começou a cantar No Angels em um Link direto com a Ella.- Enquanto paloma gritava como uma louca a letra da música, pessoas estranhas se encostavam nela, querendo cantar juntos, Aaron não largava minha cintura, ele e eu balancavamos como candelabros ao ritmo da música, ele me beijava, não sei como esse sentimento despertou, nem muito menos aqui nessa hora, sei apenas que esta acordado e grandemente quente como uma supernova. — Sabe Robert, sinto como se isso já houvesse acontecido antes entre nós, mas não era essa música, nem esse show... Era num barco... — Ele me olhou e me beijou quando virei a cabeça, aqueles beijos, foi o que eu desejei durante metade da minha vida, agora não sei, mas sinto como se eu fosse de outra pessoa, como se eu nunca tivesse sido de Aaron, mas de outra pessoa, tipo Fábricio. Não sei se era a Vodka que estava falando isso, se era a voz do Dan, se era isso que realmente deveria ter acontecido antes entre nós, se isso era a bênção divina que eu deveria ter recebido a muito tempo, não sei, mas ahhhh....

Seguindo a playlist do Dan:

– Interlude.

– No Angels.

– Flaws

– Icarus.

– Diamonds/Tintanium.

– Poet.

– Bad_News.

– Things Lost Fire.

– The Driver.

– Bite Down Feat HAIM.

– Of The Night Feat Corona.

– Pompeii.

– The Mix Final Other People Heartache...

– Uma coisa é verdade... — Aaron falou. — O que A? — Eles são a melhor banda desde os Beatles... Lembro muito dos LPs deles, mas o Bastille é mais distinto. — Como pode Aaron ter lembrado dos LPs dos Beatles? Ele não é mais velho que eu e os LPs não existem mais, nem mesmo nos sebos e talz.- Bons tempos, aqueles. — Resolvi jogar uma verde... — Sim, maravilhosos, pena que não voltam e eu não tinha você, bem que eu queria, mas não tive....