All Things Go...

19 Come Alive in The Yesterday


Notas iniciais
*-* Robert voltou da França onde conheceu seu Padrinho Hugo, Adagio ou sei lá quais mil nomes ele usa, May esta comendo igual a uma semi-obesa, enquanto a jornada de Hugo e Franz começa para procurar Sylvain e obrigar ele a desfazer a maldição......... Migg'z da Iggy'z: Fire Meet The Gasoline............ Sia Barracuda............. Fergie Cool Kids.............. Echosmith Karma Chamaleon................... (Não Sei o Nome Da Banda mas tem um gay) Beg For It.............................. Iggy'z Iggy'z Feat MO* ( Estraga Live)

– Voltei para o sitio de vovó, foi quase impossível voltar pelo espelho, já que vovó havia colocado uma espécie de redoma de magia para que ninguém magico ou não magico se aproximar, só me restou pular na fonte e sair no pequeno riacho a alguns metros da casa de vovó, mas voltei dessa vez todo molhado, já eram entre cinco e seis da tarde, o sol estava querendo sumir, mas mesmo assim ainda iluminava o caminho de subida para a casa. Tudo havia sumido, as mesas que estavam aqui de manha e durante metade da tarde, agora não restava nada além de um grande tapete vermelho que estava estendido e alguns bancos que. estavam espalhados sobre o tapete. — As sombras estavam sendo acabadas por lampiões que estavam espalhados por todos os lados, tudo que era iluminado estava belo. — Ouvi um barulho vindo de um arbusto perto de onde eu estava, mas sai correndo, vai que poderia ser uma cobra. — Quando entrei encontrei May na cozinha comendo. — Cadê Maria? — Perguntei. — A comida da minha avó era realmente divina, May tentava para de comer pra poder falar, mas não conseguia. — Ela Foi pra casa depois que você saiu com Francine. — May falou de boca cheia. — Mas por que? — Perguntei sentado numa cadeira ao lado dela na mesa. — Foi se arrumar, todos foram, vovó e o vovô saíram, Títio e Tia Prya, Olívia, todos saíram prometendo estar aqui as oito da noite. — Olhei o prato de May, que tinha pedaços de Pato assado, puré de batatas, Carne vermelha frita, Batata frita, e molho que nosso avô fazia com tomate, mel e vinagre, era gostoso. — Sai da cadeira e deixei May comendo, fui para o quarto onde sempre dormia quando ia pra casa da minha avó, meu quarto era o clássico porão, mas reformado e não tão debaixo da terra. Peguei minha mala com shampoo, sabonete e um lampião, estava com preguiça de tomar banho no chuveiro, então o que resta é o riacho, a água deve estar morna e gostosa, já que o dia foi tão quente. — Passei novamente pela cozinha e May atacava um pequeno pote de doce de amêndoa com Gergelim. — Nossa May, você vai se tornar uma baleia assim, meus santos deuses, no fim do verão você não vai conseguir passar pelo portal. — May sorriu. — Você e suas piadas sobre Gordos, Robert, você não é o cúmulo da magreza okay. Aliás onde esta indo levando isso tudo? — Coloquei a toalha e a cestinha que carregava com minhas coisas encima da mesa. — Vou tomar banho no riacho, quero paz,sossego e tudo isso sem gastar tanta água assim. — May me olhou e passou alguns minutos em um estado de minutos em um estado de concentração. — Eu também vou, me espere, passei o dia inteiro querendo ir nadar, mas vovó e aquela Ravenna ficaram obrigando a gente a conhecer todas as bruxas de Cada família e ciclo, mas o que aconteceu quando você saiu com Francine? Espera vou correndo pegar minha toalha e você vai me contar. — May saiu correndo antes mesmo de que meu lábio mexesse. — Vamos May, você só ia pegar a toalha e não voltou ainda. — Gritei ouvindo apenas um " Calma, já estou indo." — Em alguns minutos depois May voltou com uma toalha, sabonete, shampoo e uma penca de outras coisas, alem de outro lampião.

No sitio de vovó tinha energia elétrica, mas chegava apenas até metade do riacho e se quiséssemos voltar meio vivos era melhor ter luzes extras. — Então como foi seu dia com Francine? — May perguntou enquanto nós descíamos em direção ao riacho. — Foi bem, nos fomos pra França encontrar com Janio, que por muito acaso é irmão dela. — May ficou parada na minha frente. — Como assim? — Sim meu padrinho é bruxo e rico e tipo bem velho e troca de nome a cada década. — May ficou apreensiva, mas continuamos a descer pela estrada de terra e pedras alguns filetes de luz solar ainda teimavam em ficar aparecendo, mas o sol estava dando lugar a lua que depois das oito se tornaria vermelha como sangue. — Então vocês foram fazer o que? — May estava curiosa, chegamos ao fim da estrada e lá estava o Riacho, as mesmas pedras grandes, o mesmo trampolim ajé nós fizemos anos atrás com madeira e fios de metal, nosso balanço de pneu, tudo estava como se fosse a primeira vez. — Nossa Rob, tudo está tao como nós deixamos. — Eu sorri e fiquei olhando para tudo com o clima de nostalgia no ar, tirei minha roupa ficando apenas com o shorts que estava e May ficou de Maiô, agora havia entendido por que ela demorou tanto a pegar as coisas. — Uau Maninha, ficou ainda melhor que quando eu vi na loja.. — Ela sorri e nos pulamos dentro da água . — Queria que Maria estivesse aqui. — Falei e May balançou a cabeça concordando. — Ficou irmão, Fábricio foi muito generoso, ele parece ser uma boa pessoa. — Eu sorri e fiquei com vontade de mergulhar pro fundo e nunca mais subir. — Sim May, ele é incrível, maravilhoso, mas porém não consigo mais pensar em nós como um casal, essa maldição acabou com minha vida. — Ela ficou apreensiva e esfregou o rosto. — Mas Rob você não beijou ele antes da viagem? Como essa maldição funciona? — May tentava entender algo incompressível. — Não sei May, mas se der um beijo em Fábricio hoje eu acho que morro, ou sei lá algo ruim vai acontecer. — May ficou me olhando. — Deve ser Difícil se apaixonar por uma pessoa, passar quase dois anos escondendo tudo e depois que revela vem alguém e fode com seu romance. — Eu sorri, pensando no que May saberia sobre romances, já que ela só namorou duas vezes na vida. — É difícil, ainda mais quando vovó não sabe sobre mim, nem sei o que ela iria fazer se soubesse. — May sorriu. Terminamos de tomar banho, de cabelos lavados e tudo mais saímos e vestimos nossos roupões e colocamos as toalhas na cabeça fazendo um grande turbante....

– Vocês ainda estão de Toalha? — Vovó perguntava quando entramos pela cozinha. Tia Prya sorria com a situação e Olívia tentava se mostrar superior as piadas sobre irmãos de Roupão e toalha na cabeça que geralmente eram piadas meio gays. — Vão se vestir, deixei um presente no quarto de vocês. — May saiu em direção ao quarto de hóspedes, dessa vez ela não ficou no quarto das meninas que vovô havia construído com o resto do porão, que muito por acaso ( Só que nunca) era do lado do meu. — Tudo bem vovó, voltamos em alguns minutos, pelo menos eu, já que May passa horas para se arrumar. — May me olhou e fez uma careta. — "Blá blá blá eu sou o menino cinco segundos" — May fazia uma voz idiota, conseguindo arrancar minha tia e Olívia do sério. — Quando cheguei no quarto encontrei tudo arrumado, minhas malas desfeitas, tudo estava no seu lugar, Desde os enfeites que levei na minha mala, os porta retratos com fotos minhas e a mãe e uma que guardava uma foto secreta de Fábricio e minha. Encima da minha cama havia uma roupa que mais parecia um quimono japonês, ele era branco e dourado, algumas pequenas ricas vermelhas e nada mais, seda pura e frágil, aquele tipo que se puxar com um pouquinho mais de força rasga.

– Venham meninos, vocês estão no quarto a quase quarenta minutos. — Ouvi minha avó gritar. — coloquei as sapatilhas brancas que estavam ao lado do quimono. E subi correndo quando abri a porta tive uma das maiores surpresas do meu dia, minha família reunida na cozinha, todos de branco com os mesmos trajes que eu usava....

Notas finais
Gente Neyde estou Horrorizada como essa fiction e parada...................... Foda-si bjs pros viados e heteros fantasmas eu amo vocês até por isso meu coração é uma cidade fantasma................ hahahahahahaha Trocadilhos