All I Need

17 Capítulo 17


Notas iniciais
Quem tá feliz? Quem? Quem?
Eeeeu!
Por quê?
Porque ganhei uma recomendação da fofa Miih Salvatore!
Isso pra mim é muito importante, já que ela foi uma das minhas inspirações para começar a escrever!
Obrigada Miih!
Ah e para as pervas de plantão [leia-se Josi] tenho uma surpresa no capítulo de hoje!
hot hot hot!

POV Elijah

Depois de quebrar boa parte da casa Klaus se enfiou dentro da biblioteca. Não me surpreendeu, afinal era lá onde ela passava a maior parte do temo e o cheiro dela estava em toda a parte.

Pelo menos ele parecia ter se acalmado.

- o que fazemos agora Elijah? Está na cara que os dois estão sofrendo.

- Não sei Rebeka, são dois teimosos. Não sei como ajudar.

Resolvi ir para o meu quarto, afinal eu também não sabia como ajudar.

***

POV Bella

Dirigi pela noite escura e silenciosa sem um rumo até que comecei a ouvir um barulho de telefone tocando, olhei pelo carro procurando de onde vinha e vi uma bolsa no banco de trás. Parei o carro e atendi o telefone.

- Bells?

- Alice?

- Seus pais estão viajando, então se quiser ir para casa ninguém vai te encher de perguntas, passo lá pela manhã para conversar.

Nessas horas eu ficava inteiramente grata por Alice conseguir ver as coisas.

- obrigada Lice!

- Só descanse e se acalme.

Depois de desligar olhei direito a bolsa. Provavelmente Rebeka deu um jeito de colocar ela ali quando viu o rumo que as coisas estavam tomando. Pude ver que tinha uma pequena malinha do lado da bolsa. A carteira que Klaus me deu com meus documentos e cartões novos estava ali também, e recheada de dinheiro vivo. Joguei tudo dentro da bolsa e dirigi para a casa do meu pai.

Como Alice tinha dito a casa estava vazia. Peguei a chave dentro da planta da varanda e entrei.

Era um sentimento estranho. Era familiar estar ali, mas não me sentia em casa como na casa de Klaus. Subi as escadas e encontrei meu quarto como tinha deixado, só que meu closet estava bem bagunçado e desfalcado, provavelmente culpa de Emma.

Tirei minha roupa e me enfiei embaixo do chuveiro.

Ah como eu queria que a água levasse embora a minha dor.

Depois de quase acabar com a água do planeta no meu banho eu vesti um pijama e me enrosquei na minha cama.

Acordei com a campainha tocando desesperadamente.

Desci tropeçando nos degraus – quem diria que uma vampira fosse ser estabanada assim? — e abri a porta encontrando uma Alice muito eufórica.

- finalmente! Pensei que iria passar a tarde toda dormindo também – ela disse enquanto entrava e me jogava uma sacola térmica com algumas bolsas de sangue – é melhor colocar isso na geladeira.

- Que horas são?

- Quase quatro da tarde.

- Nossa – foi a única coisa que consegui falar enquanto fechava a porta.

- Me dê isso aqui, vai tomar um banho você está toda amarrotada – ela tomou a sacola e foi para a cozinha.

Ainda estava meio abobalhada com tudo mas voltei para o quarto e me coloquei no banho.

Quando saí devidamente arrumada Alice já tinha arrumado minha cama e me esperava com uma panela de brigadeiro e um bolsa de sangue.

- pode ficar com o sangue e me dá a panela – disse fazendo piada pra ela tentando pegar a panela dela.

- Ah tá engraçadinha, depois do trabalho que eu tive pra conseguir isso você vai fazer essa desfeita?

- Claro que não amiga! Mas me conta, como você conseguiu isso?

- Edward.

- Você e ele?

- Mais ou menos, mas ele é um bom amigo e consegui que ele pedisse ao pai para me deixar estagiar no banco de sangue do hospital, então consigo ver quando posso 'desviar' e pronto, você tem seu jantar.

- Obrigada! — disse sincera enquanto bebia a bolsa.

- Agora, me conte o que houve.

Fiquei em silencio bebendo o sangue e fazendo de conta que não tinha ouvido nada. Mas era Alice afinal e resolvi contar tudo o que aconteceu.

- Isabella!

- Não me venha com Isabella não Alice! Eu tentei entender, tentei passar por cima do fato dele ter me prendido naquela casa, e o que ele fez?

- É o jeito dele Bells...

- e desde quando você é amiga dele? Você deveria estar me apoiando.

- Eu estou aqui não estou? Mas eu já tinha visto o futuro de vocês, mesmo com o jeito controlador dele, vocês eram felizes. Agora...

- agora? — perguntei incerta.

- Agora não consigo ver vocês direito. Vocês somem e voltam. Mas sei que não é bom estarem separados.

- Eu só não sei Alice. Eu queria que ele pelo menos fosse sincero e falasse comigo. Ele é quem deveria ter vindo falar comigo e não Elijah.

- Não foi a melhor escolha Bells, mas ele não sabia como falar com você, e ficou com medo de brigarem de novo.

Fiquei em silencio refletindo o que ela falou.

Depois disso assistimos alguma coisa na TV e comemos brigadeiro até que a campainha tocou.

- é Rebeka, ela está preocupada – Alice disse.

- Porque você não usa seu dom para me contar os números da loteria? — disse debochando dela.

Era Rebeka e Elijah. Abri a porta e eles entraram e me pegaram em um abraço apertado. Eu senti a falta deles.

Elijah também trouxe algumas bolsas de sangue e Rebeka uma mala.

- sabe eu tenho roupas aqui também – disse divertida.

- Alice me disse que sua madrasta tinha assaltado seu closet e imaginei que iria precisar.

- De certa forma é verdade.

- Como você está? — Elijah parecia preocupado

- estou bem obrigada – disse enquanto pegava a sacola com sangue e caminhava para a cozinha.

- Ela ainda está em negação – Alice disse.

- Ok. se vocês vão ficar discutindo como se eu não estivesse aqui eu acho que vou sair.

- Não Isa! Desculpa – Rebeka falou.

- Isabella, só queremos saber se está bem, afinal você é uma vampira novata, e deve estar ainda confusa com muitas coisas e sentimentos, lembre-se do que eu disse, agora tudo é mais intenso. — Elijah me disse como se ensinasse a lição a uma criança.

- É eu sei disso – resmunguei de mal humor enquanto me jogava no sofá.

Todos se sentaram e Alice e Rebeka ficaram conversando sobre roupas. Elijah apenas ficava me observando. Eu queria saber como Klaus estava. Parecia ser estupidez, mas eu me preocupava com ele. Olhei para Elijah decidindo se perguntava ou não.

- ele está bem, na medida do possível – ele sussurrou entendendo minha dúvida interna.

- Obrigada – sussurrei de volta.

- Bem Bells, eu vou para casa, mas amanhã passo para te ver. Seus pais chegam em dois dias. Qualquer coisa se quiser ficar lá em casa...

- obrigada Lice, mas acho que vou ficar por aqui mesmo.

- Você quem sabe querida, mas me ligue a qualquer hora.

- Nós também já vamos certo Rebeka?!

- Sim, e me ligue também Isa. Ah! Quase me esqueci, preciso das chaves do meu carro – ela disse com uma cara de quem apronta.

- Claro – disse saindo para buscá-las no meu quarto já imaginando que precisaria arrumar outro.

- Quando voltei e coloquei as chaves na mão de Rebeka, ela segurou minha mão e colocou um molho de chaves nelas.

- É o seu carro, Klaus comprou ontem antes de brigarem e chegou essa manhã, mas como você não estava.

- Rebeka eu não...

- aceite Isabella, por favor – Elijah segurou as chaves na minha mão e me olhou suplicante.

- Certo...

Na minha porta estava um Peugeot 308 vermelho, era lindo.

Me despedi de todos e fiquei ali olhando eles irem embora. Depois que estava sozinha decidi dar uma volta no meu carro novo – ok me julguem por estar animada com o presente.

Assim que abri a porta tinha um envelope com uma letra bem escrita com meu nome.

“Isabella,

sei que começamos errado,

mas espero que possamos nos entender.

Te amo como nunca imaginei ser possível.

Klaus.”

Uma lágrima caiu pelo meu rosto.

Eu logo a enxuguei e dei partida no motor.

Como não chovia eu abri os vidros do carro e o vento fresco da noite soprava meus cabelos. Eu dirigi pela noite silenciosa distraidamente e acabei parando no meu lugar preferido da floresta para caminhar.

Mil lembranças vieram a mim.

Foi ali meu último momento como humana, depois que descobri que tinha um tumor e morreria.

Andei pela floresta escura, e agora com meus sentidos de vampira isso era fácil.

Encontrei uma arvore caída e me sentei nela, olhando para o nada, pensando no bilhete de Klaus.

Ele me amava. Pelo menos era o que ele falava com frequência. Mas eu o amo?

Bem, totalmente indiferente a ele eu não sou.

Sim Isabella você o ama.

Fiquei perdida em pensamentos depois de constatar isso e acabei perdendo a noção do perigo, quando alguém começa a caminhar em minha direção.

Era um homem, parecia bêbado e estava armado, provavelmente caçando. Ele deu um sorriso malicioso quando me viu.

- ei Brad! Venha ver o que eu encontrei! — ele disse para alguém.

Logo o tal Brad apareceu puxando uma carcaça de animal e segurando uma garrafa de bebida barata.

Os dois sorriram e começaram a andar em minha direção.

- olá doçura, o que faz aqui sozinha?

- Não precisa se preocupar, você vai se divertir com a gente não é Colin?

Então percebi que eles queriam se aproveitar de mim. Minha primeira reação foi ter um medo assombroso e choque.

- Ei vem cá gatinha, você vai gostar!

Eu estava tão chocada e enojada com isso tudo que não conseguia pensar ou me mover. Até que o tal Colin colocou suas mãos sujas em mim.

- Não me toque – disse num sussurro raivoso.

Eles apenas riram. Brad começou a andar em minha direção.

- Eu gosto delas nervosas – ele disse.

Minha visão ficou totalmente vermelha e senti meus olhos e rosto mudando para o da vampira. Olhei para Colin que ficou horrorizado e o empurrei até que ele atravessasse a clareira e batesse em uma arvore.

- mas o que diabos foi isso – o tal Brad gritou.

Eu comecei a caminhar em sua direção lentamente olhando malignamente para ele que começou a atirar em mim. Suas balas apenas me faziam cocegas. E então ele apareceu.

Klaus quebrou o pescoço de Brad e logo correu até Colin e o matou também. Antes mesmo que eu piscasse ele estava em minha frente.

- você está bem? Você está sangrando Isabella.

Ele parecia apavorado enquanto apalpava os ferimentos que já cicatrizavam. Logo ouvi barulhos e Elijah e Rebeka também estavam na floresta.

- Isa!

- O que aconteceu aqui Isabella?

- Ei! vocês estão me deixando tonta!

- Meu amor você está bem? — Klaus segurava meu rosto docemente com preocupação nos olhos.

- Klaus eu estou bem. Eu sou uma vampira, não uma humana frágil.

- Mas eu senti seu medo, seu choque...

- shiii, eu estou bem – disse segurando suas mãos que estavam no meu rosto tentando acalmá-lo.

Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa ele me envolveu em seus braços e me beijou.

Me pegou de surpresa mas eu me deixei ser beijada.

***

POV Klaus

Ela foi embora.

Eu fiz tudo errado. E agora ela tinha ido.

Desde que ela foi embora dessa casa ontem eu estava metido dentro dessa biblioteca. Tudo aqui tinha o seu cheiro. As almofadas do sofá, os livros que ela leu, o tapete que ela ficou deitada.

- Klaus, você vai ficar aqui até quando?

- Elijah me deixa em paz.

-Acabei de ver Isabella, ela voltou para a casa dos pais. Ela está bem, mas está preocupada com você.

Ouvir isso me animou um pouco. Ela se preocupava comigo. Isso significava que ela sentia alguma coisa não é?

E então um sentimento de medo me dominou, seguido por choque e nojo. Era muito urgente. Sem pensar me coloquei em pé e sai correndo seguindo meus instintos.

Corri pela floresta e logo ouvi barulhos de tiro e fiquei altamente irritado com o que vi.

Um caçador atirando em Isabella. Corri e quebrei seu pescoço e num impulso matei também o outro homem que estava jogado no chão.

Corri até ela e fiquei em pânico vendo sangue em sua roupa.

- você está bem? Você está sangrando Isabella.

Os ferimentos dela já se fechavam, mas eu ainda estava em panico vendo que alguém tinha tentado machucá-la.

- Isa! — Rebeka gritou apavorada.

- O que aconteceu aqui Isabella? — Elijah era todo preocupação.

- Ei! vocês estão me deixando tonta!

- Meu amor você está bem? — perguntei preocupado enquanto segurava seu rosto em minhas mãos.

- Klaus eu estou bem. Eu sou uma vampira, não uma humana frágil.

- Mas eu senti seu medo, seu choque... — eu estava tomado de confusão e preocupação

- shiii, eu estou bem.

E então eu a abracei como se minha vida dependesse disso e lhe beijei. Não tive medo que ela me rejeitasse ou se afastasse, eu só precisava tocar seus lábios.

Ela demorou mas correspondeu ao beijo e nesse momento eu rezei para que nada interrompesse aquilo.

***

POV Bella

Era tão bom estar nos braços de Klaus.

Nós nos beijávamos com urgência, era quente mas doce ao mesmo tempo. Eu simplesmente pedia para que aquele momento nunca acabasse.

Mas rápido demais, Klaus terminou o beijo.

Ele ainda me segurava em seus braços e de olhos fechados colou sua testa na minha.

- eu não saberia o que fazer se alguma coisa lhe acontecesse.

- Eu estou bem – eu sussurrei.

- Venha.

E ele me pegou nos seus braços e começou a correr. Eu simplesmente fechei os olhos e escondi meu rosto em seu peito, sentindo seu perfume. Não passou muito tempo e me senti sendo colocada em algo macio. Eu estava sentada na minha cama no meu quarto, ou melhor, no meu quarto na casa de Klaus.

Quando ele ia me deixando eu segurei a sua mão.

- não vá — eu consegui dizer num sussurro rouco.

Klaus me olhou com seus olhos famintos, e foi se aproximando, seu peso fazendo com que eu cedesse sobre o colchão macio da cama. Seus dedos tiraram algumas mechas do meu cabelo que estavam caídas sobre o meu rosto, tocando gentilmente. Por onde seus dedos passavam minha pele ardia de desejo por seu toque.

Eu mal pude me conter e avancei com minhas mãos em seus cabelos trazendo seu rosto para mim e iniciando um beijo desesperado.

Nossas mãos começaram a percorrer o corpo um do outro. Eu deixava rastros com minhas unhas em seus braços.

Ele era doce e intenso, e na minha ânsia de ter mais inverti nossas posições na cama sentando por cima dele.

- oh sweet...

- shii, não fale... — disse enquanto colocava um dedo em seus lábios.

Comecei a desabotoar a camisa dele, enquanto ele sentava comigo ainda em seu colo. enquanto terminava de despi-lo ele começou a distribuir beijos por meu pescoço me fazendo perder totalmente o controle.

Num gesto rápido eu estava novamente deitada na cama e incrivelmente eu já não usava mais o meu vestido, estando somente de lingerie preta.

- tão linda...

Seus lábios eram vorazes e beijavam cada parte de meu corpo, em um instante ele se livrou do resto de suas roupas e eu arfei com a magnitude de seu corpo. Eu mal podia respirar direito tamanha a excitação em que estava.

Klaus afastou minha calcinha e me penetrou com seus dedos hábeis me fazendo arquejar de prazer. Com os dentes ele arrebentou as alças do meu sutiã expondo meus seios que já estavam intumescidos de prazer.

- tão apertada sweet... — ele disse antes de abocanhar meu seio e começar a beliscar o outro mamilo.

A unica coisa que eu podia fazer era gemer debilmente enquanto cravava minhas unhas nas suas costas musculosas.
- Klaus...

- tão molhada querida, isso se entregue.

Pude sentir meu corpo se retesando devido ao orgasmo iminente. Klaus pareceu perceber pois aumentou a velocidade de seus dedos me levando a loucura.

- Klaus eu vou...

- goze Isabella, goze meu amor!

Um rosnado de luxuria saiu de Klaus enquanto eu arqueava minhas costas me entregando ao meu clímax. Ele manteve seus dedos dentro de mim enquanto me beijava ardentemente.

Foi algo magicamente incrível. Tomada pelo êxtase joguei Klaus na cama ficando por cima dele enquanto o beijava desde sua boca, descendo beijos por seu tórax abdome e chegando até seu membro enorme e duro o abocanhando com gula.

- Isabella ...

Eu comecei a chupar seu membro com voracidade, acariciando o que não cabia em minha boca com minhas mãos. Agora era Klaus quem gemia descontroladamente enquanto me segurava pelos cabelos ditando a velocidade dos movimentos.

- eu preciso ter você agora!

E num movimento rápido ele me imprensou de quatro contra a cabeceira acolchoada da cama, rasgando minha calcinha enquanto me segurava cativa pelos cabelos.

- você é tão bela, tem um corpo tão lindo — ele dizia com sua voz rouca e carregada em meu ouvido me fazendo arrepiar.

- eu quero você dentro de mim — rosnei selvagemente.

Ele sem prolongar mais a tortura me penetrou com uma destreza prima. Um arrepio de prazer atravessou meu corpo enquanto ele se movia para dentro de mim. Nossos corpos se fundiam em um só buscando saciar o desejo um pelo outro.

Klaus se desfez de toda a sua fachada aristocrática, ele era apenas um homem bruto e insaciável.

Eu podia sentir meus músculos começarem a se contrair anunciando um novo orgasmo.

- eu quero gozar junto com você sweet, venha comigo — ele dizia com seu sotaque pesado em meu ouvido, uma mão me segurando pelo cabelo e outra afagando meu seio.

Um grito de prazer escapou por meus lábios enquanto várias ondas de prazer me atravessavam. Pude sentir o membro de Klaus começar a pulsar dentro de mim assim que senti seus dentes se afundarem na pele suada do meu pescoço.

Ele soltou meu seio e me estendeu seu pulso que eu mordi prontamente abafando meus gemidos descontrolados.

Não havia o que negar.

Eu amava Klaus e nós eramos um só.


Notas finais
Ok quero saber o que acharam.
kiss kiss!