Alice A Maravilha
19 19. Um primeiro beijo um verdadeiro sentimento
Notas iniciais
POV: Alice
Indo rumo a fabrica lembrei-me do que Barnabas havia me falado sobre Willy, todas aquelas ameaças me pareciam ser reais, porem, eu não sabia se realmente consistia, já que Barnabas sabia fingir muito bem.
Ao chegar, apertei uma campainha enorme e os portões da fabrica se abriram, entrei e eles se fecharam novamente. Eu estava inteiramente perdida e indo rumo à porta principal eu avistei um homenzinho que parecia estar me esperando.
-Olá. Disse eu.
Ele simplesmente estendeu uma das mãos, no momento idealizei que ele tinha prazer em me conhecer (risos) quando estendi a minha mão para apertar a do mesmo, ele começou a me puxar para dentro da fabrica.
-Para onde estamos indo?
Ele não me respondia apenas andava, entramos e confesso ter perdido a fala com o que vi.
-Isto é inexplicável. Falei admirada.
Jamais em toda minha existência poderia imaginar uma fabrica como a de Willy Wonka, semelhava ser parte de uma ilusão do mundo imaginário do Doutor parnassus, estar ali me fazia sentir-se criança novamente.
POV: Willy
Em um dia normal de funcionamento de fabrica eu estava somente andando próximo meu magnífico rio de chocolate, quando vi um dos meus oompa-loompas com Alice. De repente fiquei sem jeito ao vê-la, minhas pernas perderam suas forças e meu corpo tremia como se estivesse sentindo frio.
-Alice, que bom vê-la aqui, bem vinda a minha fabrica.
Alice abriu um luminoso sorriso, e disse:
-Bom vê-lo também, sabia que eu viria?
-Não, por quê?
-Como esse homenzinho me trouxe aqui sem saber quem eu era então?
-Porque um dia eu disse a ele que sem demora viria à dona da beleza.
-Obrigada Willy.
Eu não sei por que eu articulei aquilo, simplesmente saiu de minha boca, meu coração batia fortemente e eu não sei a causa mais eu sentia vontade de falar coisas estremas a ela.
-Venha, irei mostrar a fabrica a você.
Eu e Alice iniciamos um verdadeiro tour pela fabrica, e nos gracejávamos muito, então a convidei para passarmos dentre os rios, estávamos sozinhos e ao entramos na canoa de cavalo marinho comecei a ficar constrangido e acanhado ao tê-la sentada do meu lado.
-Alice o que está achando?
-Estou amando essa fabrica Willy, isso é perfeito, único, é pura magia e emoção.
-Fico lisonjeado, depois iremos conhecer o Charlie.
-Charlie?
-Sim, ele é meu único herdeiro.
-Não sabia que já tinha filhos.
Contei a Alice tudo que me aconteceu nos últimos anos.
-Isso é lindo da sua parte Willy, dar a uma família que não tinha nada, tudo o que com muito esforço você conseguiu ter.
-Charlie merece, é um ótimo garoto. Enfim, como vai sua vida de casada?
-Willy na verdade, eu e Barnabas não estamos bem matrimoniados.
-Como não?
-Nosso casamento é uma farsa, somente para que nossos filhos possam ter uma vida normal, e nós nos vincularmos sem a cidade falar mal de mim e Barnabas.
Fiquei perplexo com o que ouvi, e surgiu um sentimento de alegria, senti estranhas vontades de fabricar chocolates diferentes, aquilo não me parecia normal.
-Sinto muito Alice.
-Tudo bem. Disse ela.
Nossa viagem prosseguia e depois que descemos caminhávamos conversando e rindo muito de certas coisas conosco ocorridas. Andávamos sobre a ponte quando fui degustar um dos meus chocolates e por brincadeira Alice me tomou e saiu correndo.
-Por que fez isso? Respondi.
-Venha pegar se o quer de volta.
Fui a sua direção e ao tentar apanhar novamente o chocolate acabamos desabando na grama. Não sei por que tentei resgatar aquele bombom já que estávamos em uma fabrica e lá havia muitos daqueles. Permanecemos um do lado do outro nos olhando e ela sorriu me devolvendo chocolate.
-Está aqui, você conseguiu. Ela abriu um sorriso.
-Poderia oferecer todos os meus chocolates em troca desse lindo e franco sorriso.
POV: Alice
Willy me disse aquilo e ficou quieto, levantou-se e ficou receado, fiquei de pé e muito próximos um do outro o empurrei para dentro do rio de chocolate. Ele me pareceu ter ficado zangado.
-Willy desculpa. Eu respondi sorrindo.
-Isso não teve graça, ajude-me a sair.
Willy estendeu sua mão para que eu o puxasse, então ao segurar sua mão completamente melada de chocolate ele me puxou para dentro e acabou-se em risos.
-Isso que não teve graça Willy.
-Pelo contrario, achei muito engraçado.
Começamos uma verdadeira guerra de chocolate, e ficamos completamente cobertos.
-Estamos parecendo dois bombos recheados. Falei.
-Ótima colocação. Verdadeiros bombons para canibais.
Ficamos semelhantes a duas crianças bobas, e Willy retirou uma de suas luvas passou sua mão em meu rosto a fim de retirar o excesso de chocolate, seu toque era cheio de ternura e por meio de impulso do momento me aproximei dele e lhe roubei um beijo. Percebi os lábios de Willy fazia o possível para tentar acompanhar os meus, foi coisa rápida e ele parecia um pimentão de vermelho.
-Alice me desculpe por isso.
-Você não tem culpa, eu o beijei.
-E que eu jamais havia beijado antes.
-Serio? Você beija bem pra um veterano, até o seu beijo tem sabor de chocolate. (risos).
-Eu não sabia o que fazer. Ele disse.
Saimos do rio e sentamos na grama, e sendo descarada, o beijei novamente, mais dessa vez foi mais intenso e demorado.
POV: Charlie
Depois de tantas dificuldades, eu e minha família vivemos bem graças ao senhor Wonka, muitas coisas mudaram desde então, meus avós partiram para outra vida, sinto saudade deles mais sei que eles estão em um lugar bem melhor do que a terra. Todos os dias eu e o senhor Wonka inventávamos algo diferente, nos dávamos muito bem, éramos como irmãos e nunca o vi com nenhuma mulher.
E andando pela fabrica minha mãe e eu, vimos àquela cena entre Willy e uma moça, nós não conseguíamos acreditar naquilo que víamos, era inacreditável.
-O que? Disse a mamãe.
-Isso é uma ilusão? Ou é real? Perguntei a minha mãe que sorria muito daquilo que via.
-Me parece que ser muito real.
Eu e minha mãe saímos de lá, para que eles não os notassem porem olhávamos da janela de casa, realmente era real, pela primeira vez Willy Wonka parecia viver um romance. E quando ela foi embora, demorou pouco meu pai chegou à casa do serviço e quando íamos jantar Willy apareceu, ele sempre jantava conosco.
-Boa noite a todos. Disse Willy.
Minha mãe e eu começamos a rir como nunca.
-Aconteceu alguma coisa em minha ausência? Perguntou papai.
O Senhor Wonka se sentou e ficou um pouco desconfiado.
-Não. Falou mamãe respirando fundo.
POV: Alice
Indo rumo a fabrica lembrei-me do que Barnabas havia me falado sobre Willy, todas aquelas ameaças me pareciam ser reais, porem, eu não sabia se realmente consistia, já que Barnabas sabia fingir muito bem.
Ao chegar, apertei uma campainha enorme e os portões da fabrica se abriram, entrei e eles se fecharam novamente. Eu estava inteiramente perdida e indo rumo à porta principal eu avistei um homenzinho que parecia estar me esperando.
-Olá. Disse eu.
Ele simplesmente estendeu uma das mãos, no momento idealizei que ele tinha prazer em me conhecer (risos) quando estendi a minha mão para apertar a do mesmo, ele começou a me puxar para dentro da fabrica.
-Para onde estamos indo?
Ele não me respondia apenas andava, entramos e confesso ter perdido a fala com o que vi.
-Isto é inexplicável. Falei admirada.
Jamais em toda minha existência poderia imaginar uma fabrica como a de Willy Wonka, semelhava ser parte de uma ilusão do mundo imaginário do Doutor parnassus, estar ali me fazia sentir-se criança novamente.
POV: Willy
Em um dia normal de funcionamento de fabrica eu estava somente andando próximo meu magnífico rio de chocolate, quando vi um dos meus oompa-loompas com Alice. De repente fiquei sem jeito ao vê-la, minhas pernas perderam suas forças e meu corpo tremia como se estivesse sentindo frio.
-Alice, que bom vê-la aqui, bem vinda a minha fabrica.
Alice abriu um luminoso sorriso, e disse:
-Bom vê-lo também, sabia que eu viria?
-Não, por quê?
-Como esse homenzinho me trouxe aqui sem saber quem eu era então?
-Porque um dia eu disse a ele que sem demora viria à dona da beleza.
-Obrigada Willy.
Eu não sei por que eu articulei aquilo, simplesmente saiu de minha boca, meu coração batia fortemente e eu não sei a causa mais eu sentia vontade de falar coisas estremas a ela.
-Venha, irei mostrar a fabrica a você.
Eu e Alice iniciamos um verdadeiro tour pela fabrica, e nos gracejávamos muito, então a convidei para passarmos dentre os rios, estávamos sozinhos e ao entramos na canoa de cavalo marinho comecei a ficar constrangido e acanhado ao tê-la sentada do meu lado.
-Alice o que está achando?
-Estou amando essa fabrica Willy, isso é perfeito, único, é pura magia e emoção.
-Fico lisonjeado, depois iremos conhecer o Charlie.
-Charlie?
-Sim, ele é meu único herdeiro.
-Não sabia que já tinha filhos.
Contei a Alice tudo que me aconteceu nos últimos anos.
-Isso é lindo da sua parte Willy, dar a uma família que não tinha nada, tudo o que com muito esforço você conseguiu ter.
-Charlie merece, é um ótimo garoto. Enfim, como vai sua vida de casada?
-Willy na verdade, eu e Barnabas não estamos bem matrimoniados.
-Como não?
-Nosso casamento é uma farsa, somente para que nossos filhos possam ter uma vida normal, e nós nos vincularmos sem a cidade falar mal de mim e Barnabas.
Fiquei perplexo com o que ouvi, e surgiu um sentimento de alegria, senti estranhas vontades de fabricar chocolates diferentes, aquilo não me parecia normal.
-Sinto muito Alice.
-Tudo bem. Disse ela.
Nossa viagem prosseguia e depois que descemos caminhávamos conversando e rindo muito de certas coisas conosco ocorridas. Andávamos sobre a ponte quando fui degustar um dos meus chocolates e por brincadeira Alice me tomou e saiu correndo.
-Por que fez isso? Respondi.
-Venha pegar se o quer de volta.
Fui a sua direção e ao tentar apanhar novamente o chocolate acabamos desabando na grama. Não sei por que tentei resgatar aquele bombom já que estávamos em uma fabrica e lá havia muitos daqueles. Permanecemos um do lado do outro nos olhando e ela sorriu me devolvendo chocolate.
-Está aqui, você conseguiu. Ela abriu um sorriso.
-Poderia oferecer todos os meus chocolates em troca desse lindo e franco sorriso.
POV: Alice
Willy me disse aquilo e ficou quieto, levantou-se e ficou receado, fiquei de pé e muito próximos um do outro o empurrei para dentro do rio de chocolate. Ele me pareceu ter ficado zangado.
-Willy desculpa. Eu respondi sorrindo.
-Isso não teve graça, ajude-me a sair.
Willy estendeu sua mão para que eu o puxasse, então ao segurar sua mão completamente melada de chocolate ele me puxou para dentro e acabou-se em risos.
-Isso que não teve graça Willy.
-Pelo contrario, achei muito engraçado.
Começamos uma verdadeira guerra de chocolate, e ficamos completamente cobertos.
-Estamos parecendo dois bombos recheados. Falei.
-Ótima colocação. Verdadeiros bombons para canibais.
Ficamos semelhantes a duas crianças bobas, e Willy retirou uma de suas luvas passou sua mão em meu rosto a fim de retirar o excesso de chocolate, seu toque era cheio de ternura e por meio de impulso do momento me aproximei dele e lhe roubei um beijo. Percebi os lábios de Willy fazia o possível para tentar acompanhar os meus, foi coisa rápida e ele parecia um pimentão de vermelho.
-Alice me desculpe por isso.
-Você não tem culpa, eu o beijei.
-E que eu jamais havia beijado antes.
-Serio? Você beija bem pra um veterano, até o seu beijo tem sabor de chocolate. (risos).
-Eu não sabia o que fazer. Ele disse.
Saimos do rio e sentamos na grama, e sendo descarada, o beijei novamente, mais dessa vez foi mais intenso e demorado.
POV: Charlie
Depois de tantas dificuldades, eu e minha família vivemos bem graças ao senhor Wonka, muitas coisas mudaram desde então, meus avós partiram para outra vida, sinto saudade deles mais sei que eles estão em um lugar bem melhor do que a terra. Todos os dias eu e o senhor Wonka inventávamos algo diferente, nos dávamos muito bem, éramos como irmãos e nunca o vi com nenhuma mulher.
E andando pela fabrica minha mãe e eu, vimos àquela cena entre Willy e uma moça, nós não conseguíamos acreditar naquilo que víamos, era inacreditável.
-O que? Disse a mamãe.
-Isso é uma ilusão? Ou é real? Perguntei a minha mãe que sorria muito daquilo que via.
-Me parece que ser muito real.
Eu e minha mãe saímos de lá, para que eles não os notassem porem olhávamos da janela de casa, realmente era real, pela primeira vez Willy Wonka parecia viver um romance. E quando ela foi embora, demorou pouco meu pai chegou à casa do serviço e quando íamos jantar Willy apareceu, ele sempre jantava conosco.
-Boa noite a todos. Disse Willy.
Minha mãe e eu começamos a rir como nunca.
-Aconteceu alguma coisa em minha ausência? Perguntou papai.
O Senhor Wonka se sentou e ficou um pouco desconfiado.
-Não. Falou mamãe respirando fundo.
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