Alice A Maravilha

20 20. Encontros, reencontros, medos.


Notas iniciais
meus amores, demorei mais voltei hehe, espero que gostem desse capitulo sei que nao foi criativo mais espero que gostem e obrigada por lerem, nao esqueçam de comentar

POV: Willy

Eu não entendia o que estava acontecendo, Charlie e sua mãe pareciam estranhos, mais isso não me preocupava, Alice era quem dominava minha mente, eu estava naqueles meus momentos em que ficava paralisado.

-Ela é linda Willy. Disse Charlie.

-Ela quem? Respondi voltando à realidade.

-A moça quem estava beijando.

Eu fiquei gelado como um picolé, e nenhuma palavra saia da minha boca, mais pareciam que minha língua havia embolado.

-O que perdi? Disse o pai de Charlie rindo.

-Que gosto tem um beijo? É muito nojento? Perguntou Charlie logo sendo interrompido pela mãe.

-Charlie esse tipo de pergunta à gente não faz.

-Tudo bem, se não se importam preciso resolver uns assuntos. Falei já saindo.

Fiquei absolutamente tímido e recatado, sentia muito calor e muito frio ao mesmo tempo, eu estava inteiramente bobo.

Depois de um passeio resolvi ir à casa de meu pai.

-Olá pai.

-Willy, entre meu filho.

Entrei naquela casa fria pela primeira vez sem Charlie.

-Como vão as coisas? Perguntou a mim.

-Bem, e aqui?

-Esta bem, eu acho que vou me aposentar.

-Mais sempre gostou de ser dentista.

-Mais uma hora a gente cansa. A sua mãe não esta comigo é apavorante estar sozinho e ficar com dor nos braços não tendo ninguém para cuidar de mim.

-A solidão já me escoltou por muito tempo.

Meu pai ficou calado, ele se sentia culpado por me proibir quando criança de experimentar as coisas da vida.

-Willy me desculpe.

-Tudo bem.

-Mais não existe ninguém alem de Charlie?

-Alguém como?

-Uma mulher.

-Não. Por que haveria de existir?

-Willy você fez o bem dando sua fabrica ao Charlie, mais precisa casar, ter filhos e ensinar coisas a eles.

-Não ambiciono.

Eu jamais havia pensando em casar e muito menos ter filhos, mais o que meu pai dizia realmente fazia sentido.

POV: Alice

Voltei para casa e Barnabas estava acordado, parecia estar me esperando, entrei fingindo que não o vi.

-Alice.

Olhei para ele e disse:

-Ainda aqui Barnabas?

-Onde estava? Ele dizia serio.

-Estava passeando.

-Ainda há essas horas?

-As crianças estão bem? Perguntei mudando de assunto.

-Estão eles estão brincando no quarto.

-Ótimo, irei subir para vê-los.

Nesse momento Barnabas segurou meu braço.

-Alice, eu sei o quanto é estranho isso. Queria poder amá-la, fazê-la mulher de verdade, mais não posso.

-Não tem problema. Não careço do seu amor. Sei que falando isso fui muito grossa, mais Barnabas era estranho, ele queria agir como um marido mais sempre falava que não gostava de mim.

-Sei disso.

-Então com licença. Retirei-me.

Subi ao quarto para ver nossos filhos e eles estavam no chão dormindo em cima dos brinquedos, então os coloquei na cama estava os arrumando e ouvi um barulho vindo do corredor, dei um beijo nas crianças e fechei a porta do quarto, as luzes estavam piscando.

-Barnabas? Você esta ai? Nada podia se ouvir, pois o silencio tomou conta de toda mansão, fui me aproximando da escada ate que Barnabas apareceu na minha frente.

-Ahh. Eu gritei.

-Shuu. Sussurrou Barnabas.

-O que esta acontecendo?

Barnabas me puxou para o fundo do corredor.

-Barnabas? O que esta havendo?

-Não sei.

-Para com isso Barnabas, esse tipo de brincadeira não tem a menor graça.

As luzes então se apagaram tornando aquela mansão um cenário aterrorizante. Tentando achar alguma coisa em minha bolsa que iluminasse acabei a derrubando.

-Ai meu Deus. Caiu tudo.

-Você é um desastre. Especulou Barnabas.

Então me agachei para procurar meu celular e então meio zonza por não estar enxergando definitivamente nada fiquei de joelhos e me apoie nas pernas de Barnabas, e para pior circunstância o mordomo acendeu a luzes e nos viu em uma posição nada afável aos olhos.

-Ah. Perdoe-me senhor e senhora, irei apagar as luzes novamente.

-Não. Eu gritei.

-Não ocorreu nada. Disse Barnabas.

-Mil desculpas senhor.

O mordomo havia ficado vermelho e se retirou.

-Isso foi constrangedor. Falei o olhando para Barnabas.

-Você é minha esposa, não precisa ficar assim.

Despedimos um do outro e fui ao meu quarto, deitei-me e adormeci. Aquela noite eu tive um pesadelo com uma mulher desconhecida, ela era uma mulher loira e sorria para mim, passava suas mãos com enormes unhas em meus cabelos e dizia em meu ouvido:

-Sangue do meu sangue é meu mais perfeito fruto, o fruto do meu ventre, eu brindarei a nossa volta.

Acordei atordoada, quem era aquela mulher, jamais havia visto, levantei-me e fui ao quarto acordar as crianças.

-Bom dia meus amores.

-Oi mãe. Já é hoje o dia?

-Dia de que?

-O grande dia que você nos falou ontem à noite.

-Ontem? Como assim?

-Mãe a senhora veio aqui ontem e me abraçou. Falou sobre o grande dia.

Eu não sabia o que eles estavam falando mais temi que fosse algo relacionado a alguém do passado de Barnabas, para não deixar as crianças com medo eu falei que realmente era eu.

-Ah ontem, eu estava falando de que irei levar vocês para passear, ver o tio Jack e depois em um lugar muito especial.

-Tio Jack? Que bom, mamãe.

Passei as mãos nos cabelos de Joshua e senti que já estava na hora de corta-lo novamente.

-Mas antes que tal irmos cortar seu cabelo?

-Tudo bem mamãe, mais eu quero cortar igual o do papai.

Joshua estava em uma idade em que tudo para ele tinha que ser como o de Barnabas, eu não tinha ciúmes disso, afinal Barnabas era um grande homem.

-Tudo bem meu amor.

As crianças levantaram e desceram para tomar café, todos os dias elas corriam para abraçar Barnabas.

-Meus amores, bom dia.

-Papai hoje eu vou cortar meu cabelo igual o seu, por que depois minha mãe vai levar a gente para ver o tio Jack. Disse Joshua todo feliz.

-Serio?

-Sim papai e depois ela vai nos levar a um lugar lindo, mais eu não sei onde é. Falou Naomi.

Barnabas na hora resmungou.

-Não pensa em levar as crianças aquela fabrica não é?

-Sim. Por quê?

-Alice, eu não quero isso.

-Willy permitiu a presença das crianças para conhecer a fabrica.

-Mais eu não permiti meus filhos...

-Nossos.

-Nossos filhos não irão aquela fabrica se empanturrar de doces.

-Ah pai deixa? As crianças falavam.

-Não.

-Por favor, papai. Eles imploravam.

-Tudo bem.

Arrumei as crianças e estávamos saindo quando Barnabas falou em meu ouvido.

-Alice, por favor, afasta-se daquele homem.

Fingi como se não houvesse ouvido e saímos. Fomos ao Edward e depois fomos à praia ver o Jack.

POV: Capitão Jack

Os dias em que passei fora somente arrumaram confusões, sabe? Mulheres e etc. De longe vi Alice e seus filhos, eu não curtia muito crianças mais gostava das pestinhas.

-Tio Jack. As crianças gritaram e me abraçaram.

-Ola. Oi amor. Disse a Alice.

-Oi Jack, vim somente vê-lo, passagem rápida.

-E como anda a vida com Barnabas?

-Bom, é daquele jeito que você Sabe.

-Alice eu não gosto de dar conselhos, admito sou péssimo nisso, mais por que não tenta conquista-lo?

-Conquista-lo? Eu não...

-Alice, vocês não se odeiam, ou se odeiam, não sei. Mas isso não da certo.

-Eu sei Jack você me dando conselho? Por favor, né?

-Eu acho que você deveria tentar.

-Não sei, estou saindo com uma pessoa, mais não ficando somente saindo.

-Quem?

-O Wonka.

-O homem chocolate? Eu ria constantemente como se tivesse caindo numa piscina de rum.

-Sim.

-Alice você é muito engraçada, não troque um homem por um doce.

-Essa piada foi imbecil e irônica.

-Foi engraçado. Respondi.

-Alice eu preciso de um favor.

-O que?

- Eu por ventura conheci um homem em Cingapura e por conhecidencia ele pegou um pertence meu. Será que você se incomodaria de pega-lo?

-Quem é a pessoa?

-Não sei muito bem, mais ele estava bêbado e disse que precisava de uma espada para cortar um milharal, me parece que ele é escritor, eu só sei disso.

-Você é péssimo de informações.

-Pode ir pegar para mim?

-Claro. Você fica com as crianças?

-Não sei, tenho mesmo que ficar?

-Sim.

-Esta tudo bem, amor.

-Tio Jack você ensina a gente a atirar?

--Claro.

-negativo Jack Sparrow.

-Capitão. Disse Naomi.

-Capitão eu não permito esse tipo de coisa.

-Sua chata. Disse Jack.

Alice e retirou deixando seus filhos no meu navio.

-Alguém quer rum? Perguntei a eles.

-Eu quero. Disseram eles.

-Hum! Então vamos marujo, mais não conte a sua mãe se não ela vai brigar.

POV: Alice

Jack havia me pedido para ir procurar sua espada, e pelas informações que ele me deu só podia ser Mort um escritor meio maluco que mora numa fazenda próxima, eu não sei o que me deu naquele momento, mais aceitei e fui. Andando no caminho de pedras avistei a humilde casa dele, mais parecia casa de filme de terror, bati na porta e ninguém apareceu.

-Alguém em casa?

De repente Mort pôs suas Mãos em meu ombro o que me causou um enorme susto.

-Olá. Disse ele.

-Oi, você é o Mort?

-Sim.

-Eu vim em nome do Capitão Jack Sparrow.

E essa foi a pior coisa que eu poderia ter dito.