Aliados do Passado.
7 Capítulo 7 - Passado sombrio Parte I
Notas iniciais
Juh entra correndo no restaurante inquieta, com audição aguçada. Tentando encontrar Antonio. Mas nada. Estava exausta, estava muito tempo sem comer. Tinha que comer, só que não na frente deles. Tenta mais uma vez puxar... Nada.
Ela fica de frente à porta, em alerta. Naquele angulo ela tinha visão perfeita do restaurante. Tenta buscar Antonio pela aura, mas nada. Tenta mais uma vez. Só que com mais força… Nada… Assustada, vai correndo ao banheiro que fica ao lado da recepção.
Juh tentava correr, só que estava muito cansada. Forçou muito seu corpo. Ela só conseguia se arrastar, mas não pode chamar atenção.
Estava difícil pra ela correr. — Tinha muitas crianças correndo, garçons servindo às mesas. — Ela não deixaria o cansaço vencer. Da última vez que isso aconteceu. Uma vida fora colocada em risco.
Era quase meia noite. A rua esta mal iluminada. Pra piorar, era rua sem saída. Não tinha muitas casas. Estavam todas abandonadas. Juh se arrasta até um poste. Estava ofegante, sem forças. Lutara sério com Christopher até a morte do oponente.
Para piorar tudo. A sua visão esta turva. Tudo ao seu redor estava girando. Perdera Antonio enquanto fugia. Precisa encontrar ele. Precisa saber se Antonio está vivo. Preocupada, joga um pouco de poder pra achar a aura dele… Nada. Não conseguia jogar muito poder pra procura lo. Mas não conseguia senti lo. Tinha duas hipótese. 1) Estava inconsciente 2) ou morto.
Cansada de andar, Juh se escora num poste. Deixando o cansaço vencer. Quase desmaiando, sente um cheiro delicioso… era sangue! — Ainda O-! — Seu ofato esta um pouco confuso, mas consegue distinguir alguns cheiros. — Ela finge desmaio, para deixar a presa chegar mais perto.
A presa da passos pequenos, hesitando um pouco. Percebe Juh. — Afinal, Juh esta parecendo uma bêbada, que saiu de uma briga feia. — Mesmo hesitando, a presa chega perto. Quanto mais perto a presa chega, mais Juh sente o cheiro delicioso do sangue “O-”. “Sangue O negativo! Hoje é meu dia de sorte.” Pensa Juh feliz.
A presa fica de frente a ela. — Juh se prepara. — A presa se ajoelha. — As presas descem. — A presa se ajoelha.- Juh ataca!
Empurrando seu corpo contra a presa. Juh consegue imobilizá lo. — Colocando as mãos contra o corpo. Jogando seu peso todo encima da presa. — Já encima da presa, Juh não pensa duas vezes. Ataca! — A fome é grande, que Juh nem da bola pra quem é a presa. — De repente a presa para, não se debate. Fica quieto. Juh estranha. Mas a fome fala mais alto, não dando bola. Ataca o pescoço da presa. Fazendo a presa soltar um pigarro de surpresa. — Juh se delicia com o sangue. Faz séculos que ela não bebe um sangue tão bom.
Quando Juh estava quase matando a presa. Ela escuta um grito. — O grito foi tão alto, que deixou Juh tonta. — De repente ela sai daquela hipinose quando bebe sangue. E percebe quem é a presa. Fazendo Juh soltar um pigarro de surpresa.
– Você matou ele. — Juh consegue distinguir quem estava falando. Era Antonio. Ele estava olhando estupefato pra corpo da vítima. — Você matou ele. — Sussurra Antonio. — Você matou o Joab!
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