Aliados do Passado.

8 Capítulo 7 - Passado sombrio Parte II


Notas iniciais
Olá pessoas! Como eu prometi, aqui esta o outro capítulo! Esperem que gostem!

Escuto um barulho. — Parece pratos quebrando. E risos. — Irritada, saio do banheiro. — Finalmente consegui me alimentar. Ah, como sangue de garrafa é ruim! — Vou procurar aonde vem esse barulho chato.

Espera, consegui achar a aura do Antonio! — Ele parece… Bravo, chateado… A aura dele esta um pouco confusa. — Vou de encontro a ele. Só que começo a me irritar. As pessoas estão rindo muito. E como minha audição é um pouco mais aguçada do que a deles. — Tá, a minha audição é muito mais aguçada que qualquer humano. — Elas me incomodam. Parece que estão arrancando meus tímpanos fora. Qual é! Humanos chatos.

Vou observando as mesas. — Cheias de casais, amigos. E pessoas com criança. Mas qual é, que criança come peixe cru? — Antonio não esta perto da recepção. Aonde ele pode estar? Ah, claro. Como eu não pensei nisso? Perto da porta, pra pode fugir se algo acontecer.

Do nada, algo esbarra em mim. Olha estupefata. Era Antonio! São e salvo na minha frente!

– Antonio! – Falo nervosa. Eles esta cheio de comida. O que será que aconteceu?– Você esta bem? Se machucou? – Chego mais perto dele e pego na bochecha dele. – Ah, graças a Deus que não aconteceu nada.

– Para com isso Juliana! – Antonio cora. Sempre faz isso quando me comporto como uma mãe. Mas que culpa eu tenho? Ele vive se metendo em encrenca! – Bom Juh, essa é a Camille. – Antonio aponta pra uma menina. Ela é baixa, dos cabelos castanhos. – Camille, essa é a Juh.

– Prazer. – Diz a... Camila? Semicerro os olhos. Ela é familiar.

Espera. Eu conheço ela!

– Você. – Rosno. Ela fica assustada. Como se não me conhecesse. Até parece. — O que você esta fazendo aqui? — Ela me olha confusa. Depois sorri. Isso me deixa mais irritada. — Quem ela pensa que é? — Antonio não percebe.

– Juh. Qual é o seu problema? — Pergunta Antonio levemente irritado. Ele ainda tem a cara de pau de perguntar? Ele não enxerga que ela só esta usando?

– Nada, Padua. — Sorrio com meu melhor sorriso irônico. Antonio me olha em pânico. Só quando estou com raiva, chamo ele assim. — Só foi um lapso de memória. Achei que já tinha trombado com ela. Mas me enganei. — Sorrio de novo. Mas direciono pra Camille. Cheia de ódio.

O que ela pensa que vai fazer com meu amigo? Eu sei que eu matei o avô dela. Mas isso faz ano! — Tudo bem. Eu matei por prazer. Mas da um desconto! Eu estava bêbada! (Quando bebe sangue de um humano bêbado, o vampiro pode ficar também.) Ele mexeu comigo! Não ia deixar barato! — Mas ela não precisa usar ele. Tipo, eu sei que matei o avô dela… Mas que desconte em mim! E não no meu amigo. Vou descobrir o que essa garota quer logo.

Quando vou sugerir que Antonio vá se limpar. — Já que esta com a cara cheia de comida. — O celular dele toca. — Salva pelo gongo!

– Bom, vou ter que atender. — Antonio olha meio hesitado. Assinto com a cabeça pra dizer tudo bem. — É minha mãe.

– Tudo bem. Eu cuido da sua amiga. — Pisco pra Camille. — Manda beijo pra tia.

– Tá. — Antonio ainda fica um pouco hesitante. Só vai quando eu reviro os olhos. — Cuida bem, tá? — Assinto. — Estou falando sério. — Seu tom era ríspido. Eu sorrio debochada. Antonio revira os olhos e vai.

Quando vejo que Antonio já esta dentro do banheiro. E estamos num campo aonde nossa conversa pode ser segura. Me viro e encaro Camille séria.

– É por causa do seu avó que esta aqui? — Olho pra ela sério. Cruzando os braços. Tentando ser autoritária. Só que não sai certo. Sou mais baixa que ela.

– O que? — Ela me olha confusa no começo. Mas depois entende. — É simples Juliana. Eu quero vingança.

Notas finais
Aí esta a surpresa! Um capítulo em primeira pessoa! O que acharam? Comente o que acharam! Se gostaram mesmo, pretendo fazer mais capítulos assim. Bjs, até a próxima! :*