Aliados do Passado.

5 Capitulo 5 - Duvida Cruel


Notas iniciais
Ei, sei que sumi um pouco. Mas estou com alguns problemas pessoais. Mas vou continuar a postar. Os últimos dois capítulos foram meu amigo que escreveu. Mas vou a escrever de volta. Tomarem que vocês gostem desse capítulos.

Juh acorda estressada. Por ter acordado ás 8h. Mesmo acostumada ao horário humano, ela não deixava de ser irritar por acordar cedo.

Depois de resmungar um pouco. Ela levanta e vai em direção ao banheiro. Toma um banho rápido, para tentar relaxar. Faz dois dias que não fala com Antonio. Mas a conversa ainda fica ecoando na sua mente. ‘‘ Cara, eu quase a matei. ’’ Aquelas palavras davam calafrios na Juh.

Depois de tomar banho, e escovar os dentes. Ela coloca sua roupa favorita. – Blusa do anime Kuroshitsuji, calça Jeans e all star preto. — De preferência. – Com pressa, ela vai em direção à cozinha. Estava com fome, não comia á três dias. Juh abre a porta de geladeira, olha pensativa. Tinha esquecido que o estoque de sangue animal tinha só uma garrafa. Todo dia ela se arrependia de ter feito aquela maldita promessa.

Ela prometera para Antonio, que não beberia ou mataria um humano. — Por causa da morte de Joab. — Ela ainda acha que foi uma grande estupidez... Era da natureza dela beber e matar humano. Vampiro não beber sangue humano, é a mesma coisa que um humano não respirar. Mas vampiro consegue sobreviver mesmo tomando sangue animal. Fica mais fraco, é claro. — Juh suspira baixo. – Mas promessa é promessa, não?

Juh decide caçar. E vai aproveitar fazer seu estoque de sangues. Ela desconfiava que a Mel estivesse tomando seu sangue. – Vicky é uma aprendiza da Juh.

Juh encontrara Mel, jogada no meio da rua. Com a garganta cortada, com a pulsação fraca. Mal dava para ouvir. Ela sentiu pena da Vicky. Quis leva-la para casa. E transforma-la. ‘‘Era melhor que vê-la morrer. ’’ Pensou Juh, mordendo o lábio inferior. Mas era arriscado. Quantos anos ela tinha? Dez? Onze? Era impossível saber. Juh prestou atenção em todos os detalhes de Mel. – O longo cabelo ruivo. Pequenas sardas em volta de seu nariz. O jeito de boneca que a menina tinha. – Pessoas podiam ser transformadas em vampiros a partis dos doze anos. Se fosse antes disso, ela morreria. Mas também tinha outro detalhe, se a pessoa fosse transformada até os quinze anos, ela crescia normalmente, até os 21 anos. Depois dos quinze, ela continuara com a aparência de quando fora transformada. – Mesmo assim, ela estava nervosa. Com várias duvidas, e se ela não quiser se vampiro? Ou ela não resistir à transformação? Juh morria de medo. Juh chegara perto do corpo de Vicky, pequena e frágil, levantara a menina e colocara no seu colo. “Vou fazer o certo.”

A campainha tocou, tirando Juh de seus devaneios. Ela balança a cabeça, e corre em direção à porta. A pessoa que toca a campainha parecia nervosa. Porque não a largava. Juh resmunga um “já vai’’, e atende irritada a porta.

– Olha, não sei quem é. Mas pelo amor, pare de tocar essa merda! – Grita Juh enquanto abre a porta. – Qual é, nunca viu uma campai... – Juh olha assustada para figura a sua frente. Ela parecia nervosa, e ao mesmo tempo feliz.

– Como sempre, reclamando. – Antonio sorri. – Não vai me convidar para entrar? – Juh franzi o cenho. – Ei, tenho novidades.

– Tomara que seja boa. – Fala uma Juh irritada. – Tenho muita coisa para fazer.

– É maravilhosa. – Antonio sorri e entra.

Juh o leva para sala. Aonde ele se senta ereto. Com um sorriso bobo no rosto. Era curioso, Antonio raramente agia dessa forma. Mas o sorriso some quando ele vê a camisa que a Juh estava usando. Simon tinha dado essa camisa para ela. Fora um presente de despedida, era grandes amigos. Até hoje, Juh não sabe aonde Simon se meteu.

– Bom qual é a novidade? – Juh tenta chamar a atenção do Antonio.

Juh escora numa parede.

– Sabe aquela menina que eu salvei? – Juh assenti. – Então... Eu a encontrei. – Antonio não a olhava nos olhos. Ele odiava aquela camisa. — Ela não conseguia evitar sorrir, quando ele fazia isso. — Juh usava de propósito. – Foi meio estranho... Ela me agarrou e...

– Espera... Ela te agarrou? – Juh não conseguia segurar a surpresa. – Uau! Conta-me tudo garanhão. — Antonio cora.

– Bom, eu estava saindo da faculdade. – Ele encara o teto. – A gente trombou. Eu pedi desculpa, e ajudei-a a juntar as coisas dela. – Antonio começou brincar com a bengala. Ele sempre fazia isso quando estava nervoso. – Do nada, ela me agarra.

– Nossa, as coisas esquentaram mesmo, hein? – Juh sorri ironicamente. E mais uma vez, Antonio cora.

Juh realmente ficou estupefata. Normalmente Antonio teria gaguejado, ou ficado igual ao um camarão. – Às vezes Juh ficava feliz, por não ter mais cor nas bochechas. – Ela achou estranho isso. Como uma garota do nada, veem e agarra um estranho? Juh deixou esse pensamento baixo, não queria estragar a felicidade do amigo.

– Então... Você retribuiu o beijo? – Antonio arregala os olhos. Juh entende isso como sim. – Ah, meu menino esta crescendo. – Diz ironicamente.

– Muito engraçado Juliana. – Juh faz uma careta, ela odeia quando ele a chama assim. Ele sorri, por ter irritado ela. – Fiquei surpreso. Mas depois correspondi. Não é todo dia que algo assim acontece.

– Ah, que orgulho do meu menininho. – Juh coloca a mão no peito esquerdo como estivesse orgulhosa. – Mas vem cá. Por que ela fez isso?

– Ah... – Antonio parecia mais nervoso do que o normal. – Ela falou que faz da minha recompensa. – Murmura ele. Juh olha confusa. – Por ter salvado ela.

Juh olha maliciosamente para Antonio. Ela estava realmente feliz pelo amigo. Já que ele tinha uma autoestima baixa. Ela lembra como era difícil Antonio chegar perto de garotas. Ela mesma já tentara fazer encontros para ele. Mas todos saíram errados.

Antonio levanta, começa a andar pela sala. Ele parecia realmente nervoso. Primeiro parou perto do piano da Juh. — Que fica num canto da sala. — Ela raramente tocava, mas gostava dessa peça. O piano era preto, com detalhes em dourado nas laterais. O banco era preto também, mas a superfície com vários desenhos, que geração em geração da família Lemos desenhava.

Depois ele foi em direção a estante. Aonde ela guardava todas as coisas que ela adquiriu nesses últimos 500 anos. Ele pega o objeto favorito dele: O broxe da família Lemos. — O símbolo da família dela era uma pena de escrever. — Por séculos a família dela foi mensageira da rainha. Tinham respeito, e honra. Até o dia que ela morreu.

– Ela também me convidou para sair. – E mais uma vez, Antonio tira Juh do devaneio.

– Legal. – Juh responde um pouco distante. – Ei, que tal, se toda vez que você salvar a vida de uma garota, ela te beija? O que você acha? – Juh sorri maliciosamente. – A gente podia fazer o seguinte. – Juh se afasta da parede, e vai em direção ao sofá. – Eu assusto uma menina, e você heroicamente a salva.

– Você só pode estar brincando? – Pergunta Antonio incrédulo. Quando Juh não fala nada, ele continua. – O que você tem na cabeça? Ah, quer saber, — Antonio a não deixa falar — deixa pra lá. Suas ideias são loucas... Você acha... – Antonio encara Juh. – Não, você não fez isso. – Juh olha confusa. – Você não manipulou a Camille, não é?

– Que? – Juh se irrita. – É claro que não! Eu nem a vi. – Antonio olha desconfiado. – Cara, eu não consigo manipular uma mosca. Acha que manipularia um humano?! – Antonio ia contra-atacar, percebeu Juh. Mas desistiu.

– É você tem razão. – Antonio fez uma careta. – Mas não vim aqui para discutir sobre isso. – Juh levanta uma sobrancelha. – É sobre o encontro... – Antonio começa andar de novo. – Tipo, algo pode acontecer... Como... Como... – Antonio parecia nervoso. Juh se divertiu com isso. – Como algo metálico grudar em mim.

Juh olha sério para Antonio. Ela balança a cabeça e ri.

– Sabia que era bom demais, para ser verdade. – Juh vai ate Antonio. – Você vai nesse encontro. Não quero mimimi. Entendeu?

– Mas... – Antonio segura bengala nervoso. – E se uma colher grudar em mim?

– Ué, vai num restaurante chinês. – Debocha Juh. – Lá não tem talheres.

– É sério. Juliana. – Antonio revira os olhos. – E se algo sair errado?

– Tipo? A menina descobre que você é um pé no saco? – Ela sorri. – Acho que não.

– Você quer parar? – Diz Antonio irritado. – É sério. Ela usa aparelho. – Juh ri. Antonio senta no sofá. – Você pode fazer o favor de me ajudar?

– Você esta paranoico. – Juh deita no sofá, colocando os pés no colo do dele. – Eu posso acompanhar você nesse encontro. Que tal?

– Não. – Agora Antonio parecia assustado. Juh se divertia com isso. – Não confio em você. Lembra-se dos últimos encontros que você foi junto?

– Não, não me lembro. – Mas Juh se lembrara. Ela pagou uma amiga dela, para sair com Antonio. Estava indo tudo bem, se não fosse à garota cobrando Juh no meio do jantar. – É passado Padua. – Juh mostra língua. Raramente chamava Antonio de “Padua” – Faz o seguinte, eu fico numa mesa longe. Só observando. E se qualquer coisa der errado, eu me meto. O.K? – Antonio assentiu. – Ótimo.

De repente Juh se sente fraca.

– Juh? – Antonio gritava. – Você esta bem?

– Estou... – Juh semicerra os olhos. – Quer parar de gritar? – Antonio solta um suspiro de alivio. — Só estou pouco fraca, faz um tempo que não bebo sangue.

– Mas... Mas, você não tem sangue aqui?

– Tenho... Mas é pouco.

– Aonde esta? – A voz do Antonio estava carregada de preocupação.

– Na geladeira.

Juh permitiu fechar os olhos por alguns minutos. Estava cansada, estava muito tempo sem sangue. Estava quase dormindo quando ouviu a voz do Antonio:

– Juh... – Sussurra Antonio. – Juliana, aqui esta o sangue.

– Já pedi para não chamar de Juliana. – Juh bebe o sangue fazendo careta. –Esta velho, preciso pegar mais.

– Agora? – Antonio olha pro relógio que esta encima do sofá. – Já são 23h.

Juh sorri, mas um sorriso fraco.

– Melhor horário. – Juh levanta limpando a boca. – Você se esqueceu, que vampiros só andam a noite?

– Mas você anda de dia. – Murmura Antonio.

– Bom, eu consegui isso. – Juh mostra a língua. – É difícil. Ou você acha que deixariam uma pirralha cuidar de um clã?

– Posso saber, como você conseguiu isso? – Juh olha confusa, Antonio revirou os olhos. – Aonde você conseguiu ‘a coisa’ que conseguiu fazer você andar no sol?

– Ah, isso. – Juh estrala a língua. – É secreto.

Notas finais
Ih, será que esse jantar vai ser um desastre total? Como Juh faz para andar no sol? E o que a morte do Joab, tem haver com a Juh? Tudo isso no próximo capítulo. Não percam!