Agora mais Rápido, Ser Desprezível
8 Sêmen e Sangue, sangue, sangue, sangue, sang...
Notas iniciais
hoje o negócio vai pegar fogo!!!!!!!!! boa leitura
[/Frank POV]
Dirigi devagar até encontrar o que estava procurando, o carro de Tom. Ele estava de pé do lado de fora.
Parei e andei até lá.
_O que você quer, Tom? – perguntei grosso.
_Frank... – sua voz falhou e percebi que o garoto chorava muito – Por que você fez aquilo?
_Escuta! Mikey sempre foi seu melhor amigo. Você vai traí-lo?
_Você traiu todo mundo.
_NÃO! – ele tocou onde mais doía – Eu vi o que eu estava fazendo antes de fuder minha vida de vez. A MINHA VIDA!
_A última pessoa que eu magoaria no mundo é o Mikey. – Tom pareceu falar para si mesmo.
_Que bom. En...
_Você é a única pessoa que pode evitar toda a dor disso, Frank.
_Não posso magoar Gerard. – “Eu o amo muito”
_Esse menino não sabe nem onde está o próprio nariz. – riu.
_Não fale assim dele.
Tom era alguns 30 centímetros maior que eu. Ele me girou, prendendo-me entre seu corpo e o carro. Fiquei sem ação por um segundo, depois me soltei.
_Então vai ser do jeito mais difícil. – disse ele.
_Tom, por favor, não faz nada com o Gee. Faz... – suspirei – Faz comigo.
Ele riu e me puxou num beijo. Senti nojo. Mas era pelo Gerard, meu Gerd.
[/Frank POV]
Voltava pra casa quando um carro parou na minha frente.
_Quanto tá o programa, tia? – Mikey apareceu na janela.
_Duzentos o completo. – brinquei.
_Porra, só temos isso – Ray, coberto pelos cachos castanhos, levantou o Dookie do Green Day – O que dá pra fazer?
_Uma batidinha rápida. – entrei no carro. Lá estavam meu irmão e meu melhor amigo.
Passávamos por uma casa branca enorme, quando fui atingido por um déjà vu.
_VOLTA! – gritei fazendo Moik frear o carro imediatamente.
Estive ali quando quebrei o dente na festa. Aquela era a casa de Frank. Não sei o que ele fez após sair correndo do bosque, mas seu carro estava delicadamente encostado perto da entrada.
_Vamos chamar o Frank. – abaixei o som.
_Pensei que se odiassem, Gee. – Ray riu.
_Fizemos as pazes. – fiz biquinho para meu amigo antes de correr em direção à porta.
Toquei a campainha, ajeitando o cabelo.
A porta se abriu e uma menina sardenta apareceu.
_Gerard? – Gabrielle arregalou os olhos que já eram normalmente arregalados.
_Oi, tudo bem?
A garota vasculhou os cantos da sala.
_Melhor agora. – Ela deu um passo largo em minha direção e agarrou minha cintura.
Seus lábios estavam perto demais dos meus, quando senti alguém me puxar pelo pescoço.
_Tira as patas da minha irmã, Way. – o baixinho me olhou bravo, mas depois que Gabrielle saiu, ele soltou um sorriso.
_Vamos pra casa do Mikey?
A porta estava ainda aberta, a entrada era a recepção do consultório da mãe de Frank. A secretária sorriu pra mim antes de sairmos.
No caminho, Iero fingiu que eu não existia, ele era hábil nisso.
_Chegamos! – Mikey abriu a porta do apartamento pequeno e todos nós fomos direto ao quarto, exceto Ray que passou na cozinha antes.
_Cassete, esfriou rápido. – Frank fechou a janela que dava pro nada.
Nos deitamos na cama na seguinte ordem: Mikey, Frank, Ray, eu.
_Chega esse cabelo pra lá, Toro. – Frank reclamou.
_Você não dá nem altura pra reclamar do meu ombro, meu filho.
_Eu escolho o filme. – disse eu.
Mikey me passou um porta CDs.
_HIGH SCHOOL MUSICAL! – Ray arrancou um DVD de lá e saltou da cama para colocá-lo no player.
_Ah, não, Raymond! – Mikey jogou um travesseiro no garoto cabeludo.
_Eu sei cantar todas as músicas. – Ray pulou em cima de Moiks.
_QUEBROU! – ri ao ver meu irmão amassado, se debatendo.
_Sai de cima, filho da puta.
Ray rolou pro lado de Mikey, deixando Frank perto de mim.
_Living in my own world, didn't understand.... that anything can happen when you take a chance. – a voz fina encheu o quarto.
Senti alguma coisa quente apertando minhas bolas por debaixo do lençol. Olhei para o garoto sentado do meu lado, qual olhava atentamente a TV, mas corava. Sua mão começou a deslizar pelo meu membro num vai e vem. No mesmo momento em que joguei uma almofada sobre o “acontecimento”, Frank corrigiu sua postura e acelerou a ação. Era muito bom. Senti minha calça molhar quando o garoto a abaixou um pouco.
_This could be the start of something new, if feels so right to be here with you, oaoh!
_EU VOU EMBORA! QUE MERDA É ESSA, RAY? – Mikey gritava entre os risos.
_And now looking in your eyes, I feel in my heart… — Ray.
_Feeling in my heart – Mikey entrou na brincadeira.
_The start of something new – Ambos.
Nesse momento, meu irmão saiu da cama, levando consigo o lençol que cobria-nos. Os garotos que cantavam, agora estavam estáticos observando Frank Iero segurar meu pênis com as duas mãos.
Minha cara esquentou.
_Que porra é esta? – Mikey arregalou-se.
_Estava tocando uma... Qual o problema? – Frank puxou o lençol, me cobriu e lambeu o sêmen das mãos.
_Gerard Way, você estragou minha música preferida com suas viadagens! – Ray apertou os olhos.
_Vocês são gays? – indagou Mikey.
_Dã! – Frank riu.
_Sim. – disse, preocupado com a reação dele.
Miks abriu uma gaveta, alcançou umas velas e as ascendeu por todo o quarto. Jogou umas camisinhas na cama e apagou as luzes.
_Eu só peço uma coisa. – os dois garotos de dirigiram a porta – Queimem o lençol, joguem as cinzas na água, reguem a terra com ela e passem cimento por cima, ok?
_Ok. – Frank e eu dissemos em uníssono.
_Divirtam-se, garotos! – Ray cantou
A porta se fechou e pudemos ouvir “Cara, vamos comer umas menininhas?” “Pra já!” Estava tudo normal.
Frank saltou da cama e pegou o porta CDs, trocando o filme.
_Me faça um favor, sim?
_Pode falar. — disse eu.
_Passa pro episódio 2.
Peguei o controle e apertei NEXT.
A cena era de um casal fazendo sexo anal numa cozinha. A mulher estava de cabeça pra baixo, o homem segurava suas pernas e penetrava nela.
_Você acha que dá pra fazer? – Frank se apoiou no guarda roupas, podia observá-lo sorrir sem jeito através das luzes das velas.
_Pula aqui agora! – fiquei em pé em cima da cama, já arrancando a roupa e abrindo um pacotinho com a boca, tudo ao mesmo tempo.
Frank pareceu criança, roubando a camisinha de minhas mãos e se agachando pra colocá-la em mim.
O garoto desceu da cama, dando certa distância e se preparou pra saltar em minha direção.
_Posso ir? – olhou-me.
Fiz que sim e abri os braços. O menino veio correndo pra mim, me empurrando pra trás.
Nós dois deitados na cama. Frank deslizando sobre mim. Frank sentado sobre mim. Eu pegando Frank com força. Eu prendendo Frank na parede. Eu penetrando em Frank, fazendo-o socar a cabeça no concreto, gritar e gemer de prazer. Frank choramingando “Para! Tá doendo!”, eu sorrindo. Estoquei, estoquei e gozei. Soltei Frank, vendo-o cair no chão como se fosse feito de pano. Deitei sobre ele, o esticando e apresentando meu rosto ao seu membro. “EU TÔ MANCO, SEU FILHO DA PUTA, JÁ CHEGA!” Frank tentou se levantar, mas eu o segurei, coloquei tudo que ele tinha na boca e comecei a sugar, sugar. Senti seu gosto.
Estava cansado e satisfeito, reprimi um grito de prazer e me deitei ao lado de meu pequeno.
_Como você está? – perguntei.
Frank virou a cabeça pro meu lado.
_Arrombado.
Ri. Levantei-me, pegando Frank no colo, depositando-o na cama com cuidado e deitando ao seu lado, fazendo leves carinhos por seu corpo nu.
_Te amo, Gerard. Te amo muito.
Deitei minha cabeça em se ombro e cantei o que veio em minha mente, até cairmos no sono.
_I'm trying, I'm trying to let you know just how much you mean to me. And after all the things we put each other through…
_NÃO ENCOSTA AS MÃOS NELE! – ouvi gritos e acordei assustado. Estava sozinho na cama.
Quis chamar por Frank, mas minha boca estava dormente. Passei a mão pelos lábios e vi minha pele mudar de branco-pálido para vermelho-vivo.
Sangue.
Procurei desesperadamente por um espelho no quarto, não vi nenhum. No caminho para o banheiro, deixei um rastro de sangue pelo piso e mal pude acreditar que tudo aquilo vinha de mim.
Dentro da moldura, um rosto cheio de marcas rochas e um rastro vermelho que saia da boca e percorria por todo o corpo. "Aquele era eu?"
_GERD! – me virei pra banheira. Lá, um corpo miúdo evidentemente quebrado, pela posição em que se encontrava, gritava pra mim.
_Frank, o que fizeram com você? – me ajoelhei perto dele, formando uma poça de sangue ao meu redor — Quem?
Fiz o máximo de esforço que pude, mas as palavras saíram fracas demais. A minha voz acabava aos poucos.
Frank soltava gritos desesperados, e eu não sabia o que fazer pra salvá-lo.
“Eu nunca disse a ele que o amo, nunca.”
Abri a boca em vão. Não havia mais voz, só sangue.
_GERD, GERD, CORRE! NÃO ENCOSTA NELE, POR FAVOR. NÃO ENCOSTA NO GERARD, POR FAVOR! – ele gritava sem parar pra respirar.
Senti alguém puxar meu cabelo pra trás e colocar na minha algo na minha mão.
_Seja bonzinho sim, Gerard? Por mim.
Tom.
Ele puxou meus braços e atingiu Frank com a faca que colocara em minhas mãos.
Aqueles olhos verdes ficaram estáticos, sem vida, imóveis.
“Eu matei Frank”
Notas finais
ele matou o frank???????????
vou pras colinas
Fale com o autor