Notas iniciais
Oláaaaaaaaa! Como você estão? Eu estou feliz graças a Michelle Oliveira devido a sua linda e maravilhosa recomendação! Juro que quando entrei, não acreditei quando li "Michelle Oliveira recomendou sua história" SUA LINDA! Você não tem noção de como você me deixou feliz! Sério! O que eu posso dizer? Obrigada, obrigada e obrigada! A primeira recomendação ♥ Bom, vamos ao capítulo? Converso com vocês lá em baixo!

– Como assim sumiu? – Kol perguntou.

– Sumiu! Desde ontem á noite! Eu ligo para o celular dele, mas ele não atende. – Rebekah disse preocupada.

– A última vez que eu o vi, foi quando ele disse que iria conversar com o Kol. – Caroline disse encarando o Kol dessa vez.

– Sim... Ele foi até o meu quarto, ficou falando o quanto a nossa família é importante e blá blá blá. – Kol disse revirando os olhos. – Mas logo depois saiu. Espera vocês não estão desconfiados de mim, estão? – ele perguntou sério dessa vez.

– Não! – Rebekah respondeu de imediato. – Eu não acho que você teria motivos para sumir com Elijah, mas eu suponho que uma pessoa tenha... – ela disse pensativa e na mesma hora Klaus praticamente derrubou a porta da mansão, atravessando a sala totalmente furioso.

– Você não chegou nem faz um dia, e já me arruma confusão! – Klaus disse para Kol que encarou o irmão confuso.

– Do que estamos falando mesmo? – Kol perguntou sem interesse.

– Sobre quase você ter matado o Marcel no meio da rua! – Klaus gritou alto dessa vez. Caroline encarou o hibrido surpresa. Rebekah e Hayley encararam os dois confusas.

– Eu nem encostei um dedo nele! – Kol murmurou irritado. – Ele é louco! – disse.

– Não foi isso que ele me disse! – Klaus disse irritado.

– Espera... O que ele disse é mentira! – Caroline disse irritada se intrometendo na conversa dos dois irmãos. Klaus observou a loira surpreso. – Eu estive com Kol o tempo todo e posso afirmar que o Marcel quem o provocou. Nós estávamos voltando do mercado quando o próprio Marcel nos abordou na rua, ou melhor, dizendo, abordou o Kol. – Caroline disse apontando para Kol. – E vejo que ele já contar mentiras para o “papai”. – Caroline disse fazendo aspas com os dedos. – Não é atoa que eu não gosto desse cara. – disse. Klaus observou a reação de Caroline. Os dois se encararam alguns segundos enquanto os restantes presentes naquela cozinha observavam o clima pesado dos dois. Klaus apertou os olhos e mordeu os lábios, irritado.

– Tanto faz. – ele disse sério observando Kol dessa vez. – Não me traga mais problemas. – Klaus disse fazendo menção para sair de casa novamente, mas Rebekah foi mais rápida.

– Você por acaso sabe onde está Elijah? – Rebekah gritou. O hibrido parou de caminhar em direção à porta, e se virou para encarar Rebekah. Agora ele estava com um sorriso irônico no rosto.

– Eu não faço a mínima ideia, irmãzinha. – respondeu irônico. Rebekah encarou o irmão totalmente séria e irritada dessa vez. A original se aproximou do irmão ainda o encarando.

– Elijah não iria sumir assim do nada. Ele fez promessas que iria reunir a nossa família e ele nunca quebra uma promessa. Isso significa que você fez algo muito baixo. – Rebekah disse ainda encarando o irmão. Klaus sorriu.

– Por que não procura você mesmo? – ele abriu os dois braços mostrando a casa. – Você conhece essa casa melhor do que eu. – disse irônico.

– Eu vou procurar. E eu vou achá-lo. – Rebekah disse dando as costas para o irmão para vasculhar cada canto daquela casa. Klaus cruzou os braços e encarou Caroline, que encarava Klaus totalmente surpresa e triste. Aquele Klaus não era o mesmo que estava com ela naquele quarto de hotel. Não mesmo. Rapidamente a loira desviou seus olhos dos dele, dando as costas para o hibrido na esperança de poder ajudar Rebekah. Hayley lançou um olhar de desprezo na direção de Klaus e virou as costas também seguindo a Caroline.

Kol observou a cena divertido e logo depois deu dois tapinhas no ombro do irmão.

– Deve ser difícil controlar essas mulheres, Nik. – ele disse brincalhão. Klaus sorriu irônico para o irmão.

– Nada pra mim é impossível, Kol. – Klaus disse fingindo um divertimento enquanto dava alguns tapinhas no ombro de Kol. Logo em seguida, saiu da mansão novamente.

...

– Eu pretendo vascular cada pedaço dessa casa até descobrir o que o meu irmão malvado fez com o meu irmão bonzinho. – Rebekah disse quando percebeu que Caroline e Hayley estavam atrás delas. Caroline suspirou ao ouvir a amiga falar aquilo. E o pior: ela estava certa.

As três mulheres estavam descendo as escadas em direção ao sótão da casa.

– O governador tinha muitas salas secretas... – Rebekah começou a murmurar naturalmente.

– Governador? – Caroline perguntou.

– Sim. Lembre-se de quem construiu essa cidade, amor. – Rebekah disse. Logo as três chegaram a uma espécie de sótão, onde estava tudo escuro, sujo e repleto de teias de aranha.

– Eu acho que vocês precisam arrumar uma empregada para limpar isso aqui. – Caroline murmurou com nojo da sujeita.

– Chegamos à sala favorita de Klaus. – a loira murmurou com a lanterna em cima de dois caixões.

– Você acha que Klaus o matou? – Hayley perguntou chocada ao ver os caixões.

– Não podemos ser morta, bobinha. Mas isso não impede que Klaus nos torture de várias maneiras possíveis. – Rebekah murmurou para Hayley enquanto Caroline encarava os dois caixões com nojo. – Ele tem algumas adagas prateadas, que em contato com o nosso coração, nos fazem adormecer. E então, Klaus nos coloca nesses caixões nos deixando aqui durante séculos, até que ele possa retirar as adagas. Provavelmente ele deve ter feito isso com Elijah. Agora eu não entendo o porquê. – Rebekah disse e as duas mulheres a encararam surpresa dessa vez. – Esse aqui é o meu. – Rebekah apontou com a lanterna para um caixão.

– Ele deixa um caixão a sua espera? – Hayley perguntou mais surpresa ainda. Caroline ainda estava quieta por conta das revelações.

– Sim. Ele fica preparado caso um dos seus familiares o desapontem. – Rebekah murmurou naturalmente. – Elijah não está aqui. Vamos procurar em outro lugar. – disse saindo do sótão. Hayley e Caroline se encararam e logo depois seguiram a original.

As três vasculharam a casa inteira sem sucesso. Elijah não estava naquela mansão.

– Acho que irei recorrer a uma bruxa. – Rebekah murmurou enquanto estava sentada no sofá na sala com Caroline e Hayley.

– Feitiço de localização? – Caroline perguntou.

– Exato. E eu conheço uma vadia que possa me ajudar. – Rebekah murmurou pensativa.

Sophie Deveraux... – Hayley murmurou.

– Vou fazer uma visitinha a ela. Acho que ela está com saudades. – Rebekah disse levantando do sofá indo em direção à porta. – Care, você vem comigo? – perguntou. Caroline olhou para Hayley.

– E ela ficará sozinha? – Caroline perguntou.

– Tudo bem, Caroline. Pode ir. Rebekah precisará de você. – Hayley murmurou.

– Ok. – Caroline disse e logo em seguida saiu com Rebekah.

– Não se preocupe. Tem empregados na casa. – Rebekah disse sobre Hayley está sozinha na mansão. Caroline assentiu e logo depois as duas deram partida para o bar que Sophie trabalhava.

...

Sophie estava arrumando as coisas do bar, já que iria abri-lo de noite, quando ouviu a porta bater violentamente. A bruxa interrompeu os seus afazeres e observou o bar. Não havia ninguém ali. Logo em seguida, ouviu barulhos de vultos, em sua volta.

– Marcel! Isso não tem graça! Eu não fiz nada! Não tente me assustar! – a bruxa disse enquanto ia em direção a algumas facas, que havia em cima do balcão. Antes que ela pegasse uma, Rebekah segurou o braço de Sophie impedindo-a.

– Olá Sophie! Sentiu saudades? – Rebekah perguntou. Caroline estava ao lado da original, observando Sophie atentamente.

– Rebekah... – a bruxa murmurou deixando a faca cair no chão. – Não, eu não senti saudades. Nem um pouco. – disse irônica. Logo em seguida, ela começou a observar Caroline. – Vejo que trouxe companhia.

– Oh claro. Quero que conheça a minha amiga, Caroline. – disse. Caroline sorriu irônica para a bruxa.

– Olá. – Caroline disse.

A amada do Klaus. – Sophie disse irônica. – Prazer em conhecê-la. – disse por fim. Caroline encarou a bruxa um pouco surpresa, mas sem tirar o sorriso irônico do rosto.

– Não estamos aqui para falar da vida amorosa do Klaus. Estou aqui porque Elijah está com uma adaga enfiada no seu peito. E eu preciso que você faça um feitiço de localização para que eu possa acha-lo. Agora. – Rebekah disse arrancando uma risada irônica da bruxa, o que irritou ainda mais a original.

– Marcel não permite que nenhuma bruxa use magia. Se eu usar magia, serei punida de morte. Regras do Marcel. – Sophie disse.

– Marcel? – Rebekah gritou. – O que acha que eu irei fazer com você se não fizer o que eu quero? – perguntou.

– Nada. Eu estou ligada a mãe do seu sobrinho, não se lembra? – Sophie disse séria. Rebekah bufou irritada.

– Como Marcel ficou poderoso mesmo? Esse bastardo não era assim há 11 anos. – Rebekah murmurou pensativa.

– Marcel sabe quando uma bruxa está praticando magia. Como? Não importa. – Sophie disse.

– E o que vocês estão fazendo aqui mesmo? Quer dizer, vocês não podem praticar magia, então... – Caroline disse.

– Praticamos magia ancestral. Tem um cemitério aqui que é cheio de restos de nossas ancestrais. Sem ele, perdemos todos os poderes. Se fugirmos, deixamos o nosso legado. Nossa casa, nossa família... – Sophie explicou.

– Bom... Família é superestimada. – Rebekah completou dando as costas para a bruxa. Caroline encarou Sophie mais uma vez e logo em seguida seguiu a amiga.

– O que vamos fazer agora? – Caroline perguntou quando as duas já estavam fora do bar.

– Eu vou falar com aquele metido do Marcel. Ele deve saber onde Elijah está, já que é um baba ovo do Nik. – Rebekah disse.

...

Hayley atravessou a rua apressadamente na tentativa de entrar em uma loja de ervas, que já estava sendo fechada.

– Hey! – Hayley murmurou.

– Nós já estamos fechando, desculpe. – respondeu gentilmente uma moça negra.

– Eu só preciso de uma erva... Por favor. – Hayley pediu.

– Que erva? – perguntou a moça. A loba suspirou.

Uma flor de acônito amassada. – Hayley disse de uma vez.

– Wolfsbane? – a moça perguntou surpresa. – É um veneno! – disse. – Quer matar um lobisomem? – perguntou desconfiada.

– Eu só preciso de um pouco... – Hayley disse encarando a moça.

– Só um minuto. – a moça disse entrando na loja, não demorou muito para que ela voltasse com um frasco na mão. – Corte com a trombeta e coloque no chá. Isso deve dar. – disse. Hayley tirou algum dinheiro da sua bolsa, pagando-a.

– Aqui. – ofereceu o dinheiro, mas a moça não aceitou.

– É uma cidade ruim para lobisomens. Você está fazendo o certo. – ela disse. Hayley assentiu e rapidamente deu as costas para a mulher, atravessando a rua. A mulher observou Hayley se afastar e rapidamente pegou seu telefone discando alguns números. — Hey! Quer ganhar pontos? Diga para o Marcel que tem uma loba no Quarter. – disse sorrindo.

...

Caroline entrou na mansão dos Mikaelsons com a intenção de procurar Hayley. Tinha combinado com Rebekah de voltar para a mansão, já que a original iria conversar com Marcel, e Caroline não queria vê-lo nem pintado de ouro. A vampira caminhou pela sala a procura da loba, e quando estava prestes a gritar seu nome, Klaus a porta de seu escritório assustando-a.

Caroline. – ele disse com um sorriso irônico no rosto.

– Ah, você está aí. – Caroline murmurou com uma cara de poucos amigos. Klaus sorriu.

– Fico feliz que esteja feliz em me ver. – o hibrido murmurou irônico e Caroline bufou.

– Só pra esclarecer... – a loira começou a falar ignorando o comentário irônico do hibrido, atraindo toda a sua atenção agora. – Eu prometi a Rebekah que iria ajudá-la a achar o Elijah, e assim que nós o achamos, eu vou embora daqui antes que você arranja uma forma de me torturar igual aos seus irmãos! – Caroline disse fazendo Klaus fechar a cara dessa vez. O hibrido encarou a vampira totalmente irritado agora.

– Você sabe que eu nunca a machucaria. – ele disse calmo, apesar de irritado.

– Você já fez uma vez. Então por que não faria de novo? – a loira perguntou séria. – Eu não confio em você. – disse por fim. Klaus encarou Caroline sério e depois de alguns segundos, um sorriso irônico voltou a se brotar em seus lábios.

– Você não me engana, Caroline. – ele disse divertido e Caroline o encarou confusa.

– O que? – a loira perguntou confusa.

– Você está aí tentando provar pra mim o quão me odeia e que não confia em mim, mas eu vejo claramente que tudo isso não passa de um fingimento barato. – ele disse e Caroline engoliu seco.

– Por favor! – Caroline bufou nervosa.

– E eu consigo sentir daqui o calor do seu corpo quando eu estou por perto, seu sangue pulsando por atenção... Pela minha atenção. – ele disse dessa vez se aproximando dela, mas a cada passo que ele dava, Caroline recuava.

– Você está alucinando! – ela disse recuando.

– Estou? – Klaus perguntou divertido. – Então me responda, por que a cada passo que eu dou você recua? – perguntou. Caroline parou de recuar na mesma hora e encarou o hibrido assustada. Sua respiração já estava descompensada.

– Eu não estou recuando... – ela sussurrou nervosa. Num piscar de olhos, Klaus já em sua frente, próximo o suficiente. Caroline ofegou com o susto enquanto ele lhe encarava totalmente sedutor.

– Toda vez em que a vejo nesse estado eu me pergunto: por que resistir Caroline? – Klaus começou falar enquanto seu dedo indicador passeava pelo busto da Caroline agora. A vampira fechou os olhos respirando fundo ao sentir o seu toque. O hibrido começou a caminhar em volta dela, ainda com o dedo em seu busto, que agora estava em seu ombro. Ele parou de caminhar quando estava atrás dela, colado em seu corpo. – Mas eu confesso que... – ele sussurrou provocador no ouvido dela, afastando-os cabelos loiros de seu pescoço. – Que esse seu jeito arisca me excita. – disse. Sem aguentar mais um minuto, Caroline virou girou seu corpo de forma que a ficava de frente para Klaus e o beijo violentamente. Os braços da loira agora estavam em volta do pescoço do hibrido, e suas mãos passeavam descontroladamente pelo cabelo dele, pescoço, cabelo de novo... Os dois praticamente brigavam durante o beijo, com uma mistura de desejo e até mesmo paixão, em uma batalha de línguas. Quando ambos estavam se ar, se afastaram enquanto respiravam descontroladamente.

– Você é um idiota. – Caroline murmurou deixando que um sorriso escapasse dos seus lábios enquanto seus braços estavam em volta do pescoço de Klaus. O hibrido sorriu pervertidamente e quando pode Caroline perceber, já estava sentada em cima da mesa com Klaus entre suas pernas. Os dois voltaram se beijar descontroladamente novamente enquanto Caroline puxava a camisa de Klaus ferozmente. Ele afastou seu rosto do dela, para puxar a sua camisa e aproveitou o momento para puxar a blusa dela também, que se rasgou facilmente, revelando o sutiã preto que a loira usava. Ele voltou a beijá-la e logo seus beijos desceram para o pescoço de Caroline, que fechava os olhos sentindo o prazer tomar conta do seu corpo enquanto suas mãos passeavam pelos cabelos do hibrido. Klaus estava prestes a desabotoar o sutiã dela quando uma voz ecoou pela sala.

– Sexo selvagem ao vivo? Ainda melhor! – Kol murmurou sentado no sofá com um sorriso irônico no rosto. Caroline praticamente pulou da mesa assustada.

– Kol! – Klaus disse irritado.

– Adorei o sutiã, cunhadinha. – Kol disse encarando Caroline divertido. A loira abriu a boca várias vezes e se mostrou totalmente irritada agora.

– Você é um idiota! – ela gritou pegando a sua blusa totalmente destruída no chão. Rapidamente subiu as escadas sem ao menos olhar pra trás. Klaus bufou totalmente irritado agora.

– Você tinha que atrapalhar? – disse para Kol irritado.

– Desculpe! Mas eu estou entediado! Já rodei essa cidade inteira e não tem nada de bom pra fazer! Você pode estar se divertindo, mas eu não! – Kol murmurou com cara de tédio.

– O que está esperando para acabar com o estoque de bebida da cidade? – Klaus perguntou ao irmão divertido. Pareceu até esquecer que ele havia interrompido um momento muito interessante com Caroline.

– Não é divertido beber sozinho! Vem comigo Nik! – Kol pediu. Os dois irmãos se encararam e Klaus assentiu.

– Tudo bem... Vamos lá. – Klaus disse e Kol abriu um sorriso perfeito. Logo em seguida, os dois irmãos saíram da mansão totalmente divertidos.

...

Rebekah adentrou o Frech Quarter na esperança de encontrar o Marcel o mais rápido possível. E não demorou muito para encontrá-lo. Ele estava na vila, conversando com mais alguns vampiros quando avistou a original se aproximando dele.

– Eu preciso falar com você. – Rebekah disse séria. Marcel pediu para que os vampiros os deixassem a sós, e na mesma hora eles o obedeceram.

– Rebekah Mikaelson... A que devo a honra? – Marcel perguntou se aproximando dela.

Elijah sumiu. E alguma coisa me diz que você sabe onde ele está. – Rebekah disse direta.

– Hum... Direta. Essa é uma coisa que eu admiro em você. Vai sempre vai direto ao ponto. – Marcel murmurou se aproximando ainda mais da original. Rebekah encarou o vampiro séria e um sorrisinho cínico se formou em seus lábios.

– Eu sei que você gosta amor. – disse docemente. – Agora me diz onde está o Elijah! – disse voltando a ficar série novamente. Marcel suspirou.

– Eu lamento muito, mas eu não sei onde ele está. – Marcel murmurou sério também. Rebekah observou a reação do vampiro.

– Por que algo me diz que está mentindo? Sei que você sabe que o Nik fez uma coisa baixa... – antes que ela pudesse completar a frase, Marcel a interrompeu.

– Para, para... Pode parando. Se tem uma coisa que eu aprendi com vocês Mikaelsons, é não se meter na briga dessa família. Não acaba bem. – Marcel murmurou sério para Rebekah, que a fez se recordar dos velhos tempos...

– Eu vou achá-lo de qualquer maneira Marcel. E se eu descobrir que você sabe de algo, se prepare. – Rebekah ameaçou.

...

Caroline finalmente tinha se acalmado depois de um bom banho frio. Colocou uma calça skinny preta, com uma blusa estampada, uma jaqueta preta que combinavam perfeitamente com suas botas. Seus cabelos estavam mais ondulados que o normal agora.

Com o silêncio, percebeu que Klaus e Kol tinham saído.

Saiu do seu quarto com a intenção de procurar Hayley, mas depois de procura-la pela casa inteira, e gritar seu nome, a vampira percebeu que a loba não estava em casa.

Pegou seu celular e discou alguns números.

– Rebekah? Temos um problema.

Notas finais
Eu não sei porque, mas eu tô com aquela sensação de que o capítulo ficou enorme! Eu sei gente, eu ainda tive que bolar umas coisas e tal... E prevejo que os próximos capítulos serão grandes também. Espero que não se incomodem! Se tiver chato e cansativo, por favor, digam! Kol como sempre causando... Hahahahaha Eu prometi momento Klaroline e cumpri! Espero que não me matem pela intromissão! Eu não tive culpa! :X E então? Me digam o que acharam por favor! Preciso muito da opinião de vocês! Então por favor, comentem. COMENTEM. SÉRIO :( PS: Hoje tem the originals. Quem vai ver? *-* É isso amores! Beijos e até a próxima!