Notas iniciais
Oie oie gente! Demorei, mas cheguei!!!!! Vamos ao capítulo??????

Uma semana havia se passado.

E as coisas estavam começando a se tornar assustadoras.

Mortes sem explicações.

Desaparecimentos misteriosos.

E dessa vez não tinha nada. Nenhum bilhete. Nada.

Caroline estava assustada com isso tudo, mas por outro lado, estava começando a lidar com essa história. Com a sua história com o Klaus. Depois daquela briga, e a incrível reconciliação no banheiro, os dois não brigaram desde então. Estavam em uma “relação saudável” ao pensar da vampira. No fundo, apesar desses problemas, dessas mortes inesperadas, ela estava feliz.

Hayley não falava direito com os Mikaelsons. A loba estava furiosa desde que Rebekah, Elijah e Klaus culparam a sua família de estar por trás dessas mortes sem explicações. A loba mal falava com Caroline também, depois de dar a entender que concordava com os Mikaelsons.

Rebekah estava entretida na investigarão que estava fazendo. A original estava doida pra descobrir quem estava por trás disso tudo. Durante a semana, não perdeu a oportunidade de provocar Marcel também, já que depois daquele episódio trágico, Camille tinha terminado com o vampiro e cortado qualquer tipo de relação com ele.

Elijah como sempre, estava preocupado com a família, analisando um pro um, incluindo seu novo interesse amoroso, Hayley. Apesar dos dois não se falarem durante essa semana, o vampiro dava todo o suporte preciso para que a loba ficasse a vontade consigo mesma. O original também estava um tanto que instigado a saber quem estava por trás dessas mortes. Queria descobrir para acabar com isso tudo de uma vez.

Kol, pelo contrário, parecia não estar nem um pouco abalado com essas mortes. O mais novo, com o seu jeito egocêntrico, curtia festas pela cidade, rodeado de mulheres, bebidas, diversão… O que era bem a sua cara.

E Klaus, para a surpresa de todos, viu certa vantagem nisso tudo. Marcel estava perdendo os seus recrutas. Alguns apareciam no Quarter com mordidas de lobisomens. E só um tipo de sangue poderia salvar eles. E então, o híbrido se pôs a colocar uma vantagem nisso. No começo, ele ajudava os recrutas do Marcel com seu sangue, mas depois o híbrido começou a se recusar a ajudar os recrutas do Marcel, levando alguns até a morte.

O que deixou Marcel bastante irritado.

– Eu não acredito que você esteja se recusando a curar os meus caras! — Marcel gritou a todo vapor enquanto Klaus estava sentado, com as pernas em cima da mesa, o encarando como se não se preocupasse com nada.

– Eu já disse. — Klaus disse tranquilamente.

– Qual é a sua condição Klaus? — Marcel perguntou de cara. Sabia que Klaus queria algo em troca.

– Meu querido e adorável Marcel. Você sabe que está perdendo muitos vampiros. Seu exército está diminuindo. Seus recrutas estão morrendo. E pelo o que eu vejo, eles estão perdendo a confiança em você. — Klaus disse lentamente fazendo cada um dos vampiros de Marcel, que estavam reunidos no Quarter, abaixarem a cabeça. Era um sinal que Klaus estava certo.

– O que está querendo dizer, Klaus? — Marcel perguntou irritado.

– Que você administrou muito bem essa cidade, e eu tenho o meu profundo agradecimento quanto a isso, mas está na hora do verdadeiro dono dessa cidade, recuperar seu trono novamente.

– Você está dizendo que… — Marcel começou a falar, mas foi interrompido por Klaus.

– Você perdeu o total controle da situação Marcel! Vampiros estão morrendo! Seus recrutas não saem mais na rua por medo de serem mordidos por lobisomens! Ah, lembrando que o meu sangue de híbrido original pode curá-los! — Klaus gritou para todos ouvirem. — O que vocês preferem? Se esconder pra vida inteira ou acabarem com esses lobisomens sem medo de morrer envenenados, porque obviamente vocês terão a cura em suas mãos. — Klaus gritou ainda mais alto chocando totalmente o Marcel.

E um alvoroço tomou conta do Quarter. Alguns vampiros discutiam a ideia, que parecia muito boa por sinal, enquanto alguns não concordavam.

– O que você está fazendo? — Marcel gritou segurando o braço do híbrido.

– Deixando eles escolherem quem será o verdadeiro rei dessa cidade. — Klaus respondeu irônico, deixando um Marcel totalmente furioso.

– Eu juro Matt! — Caroline respondeu pela milésima vez a pergunta de Matt. Os dois estavam conversando por telefone a horas, depois da loira ter ligado para sua mãe e Elena, que estava muito estranha por sinal. A verdade é que Matt estava começando a ficar desconfiado dessa viajem um tanto que demorada de Caroline. A loira havia usado o mesmo método com Elena e sua mãe. “Que estava fazendo um curso de fotografia em Londres”. Sua mãe pareceu acreditar, afinal, a xerife estava um tanto que ocupada. E Elena pareceu não dar a mínima. O que era muito estranho.

“Você disse que estava fazendo esse curso há um mês. E agora, você me liga dizendo a mesma coisa. Muito estranho.”

– Digamos que o curso não tem um dia exato pra acabar… — Caroline respondeu nervosa.

“Tem certeza Caroline?”

– Claro que tenho Matt! Olhe, eu preciso desligar… Eu… Tenho que resolver umas coisas aqui. Te ligo em breve! Te amo! Se cuide! — Caroline respondeu ainda mais nervosa.

“Tudo bem. Estarei esperando. Se cuida você. Te amo também!”

Caroline desligou o telefone e suspirou.

– Está cada vez mais díficil manter essa mentira, não é mesmo? — Rebekah disse entrando no quarto de Caroline, assustando-a.

– Nem me fala. Matt não é bobo. Sabe que tem algo errado acontecendo. — Caroline respondeu triste.

– Sabe, ele me ligou… — Rebekah comentou atraindo toda a atenção de Caroline dessa vez.

– O que? Quando? O que ele falou? — Caroline perguntou curiosa.

– Ontem. Ele comentou que você estava viajando, e que achava essa sua viajem muito estranha e inesperada… Mas que se você estivesse feliz, ele estaria também. Fofo, não? — Rebekah comentou divertida.

– Droga… Eu odeio mentir, mas eu acho que ele não entenderia se… — Caroline começou a falar, mas foi interrompida.

– Eu acho que ele entenderia sim. Ou você esqueceu que nós passamos o verão inteiro juntos com ele ciente que a sua amiguinha Elena me odiava, e não concordava nem um pouco com isso. — Rebekah comentou. Caroline encarou a original pensativa.

– Isso faz sentido, mas a diferença é que você não é o Klaus. — Caroline comentou deixando a original pensativa dessa vez.

– Isso faz sentido. — Rebekah imitou a resposta anterior de Caroline e as duas caíram na risada.

– Fico feliz que as duas estejam rindo! — Kol comentou entrando no quarto de surpresa. Caroline revirou os olhos tediosa e Rebekah encarou o irmão curiosa.

– O que foi dessa vez? — Rebekah perguntou.

– Nik ligou. Disse pra todos arrumarem as malas. Nós estamos de mudança para o nosso antigo lar! — Kol respondeu chocando as duas.

– O que? — Caroline gritou.

– Isso significa que… — Rebekah começou a falar, mas interrompida.

– Que Niklaus conseguiu o seu reino de volta! — Kol comentou divertido

– Oh meu deus… — Caroline sussurrou.

– E não é que o desgraçado conseguiu? — Rebekah comentou pra si mesma.

Elijah adentrou o quarto de Hayley e encontrou a loba deitada na cama, encarando o teto. o vampiro suspirou antes de lhe dirigir a palavra.

– Hayley, arrume as suas coisas. Nós estamos de mudança. — a voz de Elijah ecoou pelo quarto. Hayley levantou, sentando na cama e se pôs a encarar o vampiro curiosa.

– Mudança? Pra onde? — ela perguntou curiosa.

– Quarter. Niklaus finalmente conseguiu o que queria. — Elijah respondeu e foi o suficiente para que Hayley pudesse entender.

– Bom, por que eu não estou surpresa? — Hayley comentou irônica.

– Eu imagino que não. Bom, leve apenas o que precisar, já que a casa está mobiliada. — Elijah respondeu e quando estava prestes a sair do quarto, a loba lhe chamou, para a sua surpresa.

– Elijah!

– Sim?

– Você acredita mesmo que a minha família tem alguma coisa a ver com isso? — Hayley perguntou na esperança de que Elijah negasse, mas o suspiro e o silêncio do vampiro acabou totalmente com as esperanças da loba. — Não precisa responder.

– Hayley…

– Você pode por favor, sair? Preciso de privacidade para arrumar as minhas coisas. — a loba murmurou fria.

Elijah balançou a cabeça e deu o seu último suspiro antes de sair.

Caroline adentrou o Quarter e encontrou um Klaus totalmente sorridente. A loira caminhou até o híbrido totalmente surpresa.

– Ok, eu estou surpresa. Como você conseguiu isso? — Caroline perguntou arrancando um sorriso perverso de Klaus.

– Eu tenho as minhas táticas amor. — Klaus disse se aproximando ainda mais da vampira.

– Estou vendo. — Caroline murmurou e logo em seguida se pôs a encarar o lugar atentamente.

– Trouxe tudo o que precisa? — Klaus perguntou.

– Sim.

– Ótimo. Quero lhe mostrar o nosso quarto. — Klaus disse com um sorriso safado no rosto e logo em seguida capturou a mão de Caroline, a levando para o seu novo e luxuoso quarto.

Dentro de segundos, os dois já estavam no local. Caroline observou atentamente em volta, encantada com o luxo da decoração. A cama enorme de ferro dourada, chamava a sua atenção.

– É lindo Klaus… — Caroline sussurrou encantada.

Pegando a loira totalmente de surpresa, Klaus a agarrou pro trás, acariciando a sua cintura, depositando alguns beijos demorados em seu pescoço, fazendo-a fechar os olhos desejosa.

– Eu disse que você seria tratada como uma rainha… — Klaus sussurrou no ouvido de Caroline fazendo-a se arrepiar no mesmo instante. A loira virou-se para encarar aqueles olhos esverdeados que ela tanto amava, e selou seus lábios com os dele formando um beijo apaixonado.

– Você está tentando estrear a nossa cama, amor? — o híbrido perguntou entre o beijo divertido. Caroline sorriu entre o beijo antes de responder.

– Você que provocou. — ela disse. Klaus sorriu entre o beijo também antes de responder o que havia planejado.

– Te provocar virou uma das minhas atividades favoritas. — ele disse antes de Caroline jogá-lo em cima da cama com certa força. O híbrido apoiou seu corpo com as duas mãos de cada lado de seu corpo, inclinando-se para frente e num piscar de olhos, Caroline estava em cima dele, desabotoando sua camisa sedutoramente. — Hum… Uma Caroline dominadora…. Gosto disso. — ele comentou.

– Você ainda não viu nada. — a loira sussurrou no seu ouvido antes de jogá-lo na cama novamente, dessa vez o fazendo deitar. Klaus observou a loira tirando sua blusa lentamente com os olhos cheios de excitação e sorriu quando ela jogou sua camisa longe. O beijou mais uma vez, enquanto as mãos de Klaus passeavam pelas costas de Caroline, até chegar ao fecho do sutiã, afim de desabotoá-lo imediatamente, e de fato, estava prestes a fazer isso se os dois não ouvissem uma voz bastante conhecida ecoar pelo quarto.

– Niklaus. — Elijah disse friamente, apesar de esconder sua feição de divertimento, com a blusa de Caroline pendurada em sua mão. A loira pulou da cama totalmente constrangida, enquanto Klaus, permanecia na cama, com um olhar divertido para o irmão. — Acho que isso é seu. — disse estendendo a blusa na direção de Caroline.

– Obrigada. — ela disse corada. — Bom… Eu… Vou indo. — disse imediatamente saindo do quarto.

– Tinha que atrapalhar? — Klaus perguntou tedioso.

Caroline estava caminhando pelo corredor um pouco eufórica quando deu de cara com Rebekah digitando algo no celular.

– Escondendo algo? — Caroline disse atrás de Rebekah que pulou assustada.

– Que susto Caroline! — a original suspirou assustada.

– Então está escondendo algo. — Caroline afirmou.

– Clar… Claro que não. — Rebekah disse gaguejando.

– A proposito, onde está indo toda arrumada? — Caroline disse de braços cruzados observando a roupa de amiga. Rebekah revirou os olhos desistindo de fingir.

– Está bem! Eu estou indo a Bayou! — ela confessou.

– O que você vai fazer lá? Está louca? — Caroline perguntou num sussurro.

– Não! Eu preciso saber quem está por trás disso! — Rebekah respondeu, o que fez Caroline repensar algumas coisas.

– O que acha que vai encontrar lá além de mais alguns corpos jogados? — Caroline perguntou irônica.

– Os lobos estão lá. — Rebekah disse assustando Caroline.

– O que? Você quer dizer… Os lobos que podem ser da família da Hayley? — Caroline perguntou num sussurro novamente.

– Sim. E eu vou lá perguntar o que eles querem de uma vez por todas! E se eles tentarem me morder, azar o deles porque eu não posso ser morta. — Rebekah disse fazendo Caroline repensar em algumas coisas.

– Tudo bem, eu irei com você. — Caroline respondeu assustando Rebekah dessa vez.

– Não! Você tá louca? Se Klaus descobrir que arrastei você comigo ele… — Rebekah começou a falar, mas foi interrompida.

– Ele não vai fazer nada! — Caroline respondeu. — Só me dê um segundo, eu vou pegar a minha jaqueta. — disse e logo em seguida saiu, sem esperar a resposta da original.

– Ok. — Rebekah respondeu.

Kol entrou na igreja do Padre Kieran após Klaus mandar o mais novo buscar Davina. Kol reclamou muito, mas no fim acabou aceitando, já que Marcel havia sumido e alguem tinha que tomar conta da “bruxinha poderosa”.

O mais nova estava caminhando até o sótão, quando deu de cara com o Padre nas escadarias.

– O que está fazendo aqui? Quem é você? — Kieran perguntou. Kol revirou os olhos tedioso antes de dizer as suas próximas palavras.

– Continue com o seu percurso, fingindo que eu não estou aqui. — Kol disse com a sua típica hipinose.

Sem relutar, o padre continuou o seu percurso, como se ninguém estivesse ali. Kol, por sua vez, continuou o seu caminho até o sótão, e encontrou uma imagem perfeita diante de si.

Davina estava de costas para ele, desenhando, totalmente distraída, o que a deixava mais charmosa, ao pensamento do original mais novo. Ele ficou ali parado, a observando, como se tivesse esquecido o que realmente foi fazer ali.

A bruxa, virou-se para encará-lo um tanto que… Confusa.

Ela sabia quem ele era. Mas muitas coisas se passavam pela sua cabeça. O que ele queria? E por que ele era tão… Misterioso e ao mesmo tempo encantador?

– O que você quer aqui? — Davina tomou a liberdade de se pronunciar primeiro. Kol demorou alguns segundos para respondê-la, encarando-a da mesma forma de antes.

– Eu… Eu não vou machucá-la. — foi o que saiu da boca de Kol. O que fez o original se martelar por dentro.

– É claro que não. Ou você esqueceu que eu sou forte o suficiente pra acabar com você? — Davina perguntou irônica, enquanto um sorriso se formava em seus lábios.

Ouch!

– Eu sei muito bem quem você é amoriznho. Eu só vim buscá-la. Sugiro que seja rápida. — Kol disse irritando-se com o comentário anterior da bruxa. Davina sorriu irônica mais uma vez e cruzou os braços, como se tivesse ouvido uma piada. Sem graça.

– Desculpe, mas eu acho que não entendi…

– Olha só garota, eu to começando a perder… — Kol começou a falar, mas foi interompido ao encarar Marcel em sua frente.

– Eu cuido disso. Saia! — Marcel disse nervoso. Kol encarou o vampiro com cara de poucos amigos.

– Você tem meia hora. E se tentar dar um de espertinho, sabe o que o meu irmão irá fazer com você, não sabe? — Kol provocou. Marcel apenas o encarou sério. — Só pra você saber quem é o rei dessa cidade agora. — o original acrescentou e Davina encarou Marcel totalmente horrorizada. Kol lançou um olhar para a bruxa e foi embora sem dizer mais nada.

Marcel encarou Davina e constatou que teria que se explicar. E muito.

Caroline e Rebekah já estavam em Bayou. As duas estavam caminhando pela floresta na tentativa de encontrar algo, e encontraram, claro, mais corpos sem vida. Mas as duas loiras não pareceram se importar com isso, pelo contrário, as duas estavam focadas em achar quem estava por atrás daqueles assassinatos.

– Espere… — Caroline parou de caminhar, após ouvir alguns barulhos.

– O que? — Rebekah perguntou curiosa. E antes que Caroline pudesse responder, dois caras musculosos, apareceram na frente das duas. Rebekah encarou os dois homens e logo em seguida encarou Caroline, que pareceu entender o olhar da amiga.

– Bom… — Rebekah começou a falar. — Suponho que vocês seja um dos lobos que estão matando vampiros por… — a original fez uma careta irônica. — Diversão?

Os dois homens sem encararam e sorriram logo em seguida. Logo depois, deram mais alguns passos após ficar próximos o suficiente de Caroline e Rebekah, que não recuaram.

– Não… Nós estamos tentando esclarecer algumas coisas. — o homem de cabelos claros e olhos cor de mel respondeu.

– Que coisas? — Caroline perguntou agressiva.

– Calma! Nós viemos em paz! — o loiro respondeu encarando Caroline intensamente.

– Mas antes, precisamos nos apresentar, eu suponho.

Rebekah e Caroline se encararam e logo em seguida se apresentaram.

– Eu sou Caroline.

– Rebekah.

– Muito prazer Caroline. Eu sou Jason. — o loiro respondeu galanteador, o que fez Caroline suspirar tediosa.

– Eu sou Jackson. E eu gostaria que vocês me acompanhassem.

– Sem essa. Como vamos saber se não é uma cilada? — Caroline protestou.

– Antes de mais nada, não somos nós que estamos matando vampiros por diversão. — Jackson responde irônico encarando Rebekah.

– E se nós quiséssemos pegar vocês, acredite, nós já teríamos feito. — Jason respondeu.

Caroline e Rebekah se encararam mais uma vez antes de concordar.

E sem dizer mais nada, as duas acompanharam os dois homens pela floresta afim de uma explicação esclarecedora sobre esse assunto.

– Eu não acredito que você deixou ele tomar a nossa cidade! — Davina protestou pela centésima vez. Marcel suspirou derrotado.

– Eu não tive escolha! Muitos vampiros no Quarter está morrendo por mordida de lobisomens! Klaus se recusou a curar os meus recrutas se eu não chegasse a um acordo com ele! — Marcel se explicou.

– E o acordo era ser rei de Nova Orleans? — Davina perguntou irônica.

– Eu te prometo que isso será provisório! Eu vou tomar a cidade dele novamente! E finalmente vou expulsá-los daqui! Mas enquanto isso não acontece, eu te peço paciência. — Marcel disse e Davina bufou tediosa.

– Nós temos mesmo que ir pra lá? — a bruxa perguntou esperando que a resposta fosse não.

– Sim. Mas eu ficarei do seu lado. Eu jamais irei te abandonar. Eu prometo. — Marcel disse e na mesma hora recebeu um abraço de Davina.

Klaus desceu as escadas que dava acesso para o terreno principal do Quarter, e encontrou Kol pelo caminho.

– Onde está a bruxa? — o híbrido perguntou.

– Eu estava lá tentando convencê-la de vir comigo, mas o super homem apareceu e me botou pra fora. Mas ele vai aparecer com a nossa bruxinha. Dei apenas meia hora. — Kol disse. Klaus sorriu vitorioso para o irmão.

– Mais alguma coisa? — Kol perguntou irônico.

– Onde está Caroline?

– Eu não sei! Provavelmente está com Rebekah, mas a namorada é sua, não minha. Então, vá cuidar disso irmão. — Kol disse dando alguns tapinhas no ombro de Klaus e antes que fosse embora, algo lhe chamou atenção.

– Klaus. Achamos esse cara pedindo informações sobre você e Caroline. — Diego disse com um homem muito conhecido ao seu lado. Kol gargalhou divertido ao reconhecer quem era e Klaus encarou o homem totalmente surpreso e divertido.

– Isso está ficando melhor do que eu pensava… — Kol murmurou.

Rebekah e Caroline estavam voltando pro Quarter depois dos dois lobos lhe explicaram e provarem que eles não estavam por trás daqueles assassinatos repentinos.

– Não acredito que quase briguei com Hayley por pensar que a família dela estava metida nisso. — Caroline murmurou enquanto mexia no som do carro de Rebekah, que dirigia.

– Eu briguei com ela convicta de que aqueles lobos xexelentos tinham alguma coisa a ver com isso. — Rebekah respondeu.

– Eu só acreditei por causa da maldição. — Caroline respondeu.

– Claro!

– E aquele lobo ridículo dando em cima de mim? — Caroline comentou com cara de nojo.

– Vai dizer que ele não era bontiinho? — Rebekah comentou divertida.

– Musculoso. Mas pelo visto você gostou muito do… — Caroline disse tentando se lembrar do nome.

– Oliver. — Rebekah disse e Caroline gargalhou.

– Acho que devemos um pedido de desculpas pra Hayley. — Caroline murmurou.

– E como uma prova de que estamos arrependidas, deveríamos trazê-la até aqui. — Rebekah propôs.

– Ótima ideia! — Caroline concordou sorridente.

Não demorou muito para que as duas chegasse no Quarter.

– Hora, hora, hora… Esse mundo é realmente muito pequeno, não? — Klaus comentou divertido.

No mesmo instante Caroline e Rebekah adentraram o Quarter prontas para contar o que haviam descobrido.

– Cunhadinha! Irmãzinha! Chegaram em boa hora! — Kol comentou divertido.

– Que recepção é essa? — Caroline perguntou estranhando.

– Nada demais. Eu só queria ver a sua cara quando você visse… — Kol disse se afastando, mas logo em seguida voltou com uma pessoa que jamais Caroline achou que fosse ver. Ali. Em Nova Orleans.

– Oh meu deus… — Rebekah comentou colocando as duas mãos na boca. Já Caroline, estava com boquiaberta. Apenas boquiaberta.

– MATT???????

Notas finais
UFAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! FINALMENTE! NOSSA! Desculpa a demora mesmo gente! Consegui terminar de escrever AGORA! Acreditam??? Sobre o capítulo: QUE ISSO HEIN???? Hahahaha que mistério! Não foi a família da Hayley e agora???????? Ah! O que acharam da Davina com o Kol??? Eu fiquei meia insegura sobre isso, portanto preciso da opinião de vocês! OBS: Os lobos da família da Hayley chegaram PRA FICAR! Ou seja........ O que acharam????????? SOBRE A PRÓXIMA POSTAGEM: DIA 13 DE ABRIL EU VOU POSTAR O PRÓXIMO CAPÍTULO! Calma, eu posso explicar! Primeiro: Eu to super, mega atolada de coisas pra fazer e eu não sei se eu vou conseguir escrever o capítulo em um tempo curto, então preferi não arriscar! Segundo: Acho que uma semana e pouca dá pra eu escrever o capítulo, incluindo dois fins de semana né? E eu não quero vir de novo com um "aviso" porque é chato né gente? Por mais que vocês sejam compreensivos, é chato sim! Imagina, você doida pra ler o capítulo e daí vê um aviso no qual diz que não vai poder postar hoje e sim outro dia é tão ZzZzZ E não foi a primeira vez que aconteceu isso! Portanto, eu quero ser pontual com vocês ao máximo! Outra coisinha: tô postando agora, madrugada, to morta de sono, posso responder os comentários quando eu chegar do trabalho??????? EU JURO QUE EU NÃO TO FAZENDO CASO! Eu amei DEMAIS os comentários desse último capítulo. Vocês são demais e eu amo vocês! ENFIM! É isso amores! Espero que gostem e QUE COMENTEM! Um beijo enorme e até breve!