Notas iniciais
Olá amores! Como vocês estão???? Estão ansiosos para o capítulo??? Mas antes, queria agradecer duas pessoas: A Larissa Pierce Falcone pela sua linda recomendação! Nossa Lari, nem sei o que dizer! EU AMEI! Suas palavras foram incríveis! E eu quase chorei! E agradecer mais uma pessoa por ter feito essa CAPA LINDA! Obrigada Ju Mikaeltelli! EU AMEI A CAPA! Achei incrível! E quando eu tiver precisando de uma, já sei a quem pedir :P É isso! Vamos ao capítulo?????

O silêncio era gritante. Chegava até ser constrangedor.

Caroline ainda não acreditava que Matt estava ali. E tudo que se passava pela sua cabeça era:

“Como ele conseguiu achá-la?”

Não era uma pergunta só dela, claro.

– Matt eu… — Caroline começou a falar, mas foi interrompida.

– Eu suponho que vocês tem muito o que conversar… Vamos deixá-los a sós. — Klaus disse deixando Caroline por um breve momento surpresa. A loira assentiu em forma de agradecimento e em seguida, todos foram deixando os dois a sós. Rebekah lançou um último olhar para Matt, antes de ser puxada por Klaus.

– Vamos subir… Assim nós podemos conversar… Melhor. — Caroline murmurou lentamente e Matt assentiu sem nenhuma emoção. O que a deixava extremamente desesperada.

Não demorou muito para os dois subirem. Caroline o levou para seu quarto. Seu quarto com Klaus.

Os dois se encararam por alguns segundos, até que Caroline se manifestasse novamente.

– Matt eu… Eu não sei o que dizer. Como você veio parar aqui?

– Muito louco, não acha? — Matt começou a falar irônico. — Se eu te contasse que eu rastreie a nossa última ligação, você acreditaria?

– Não… Eu…

– Pois foi isso o que aconteceu, Caroline. Sabe? Eu não estava mais acreditando nessa sua história de Londres, curso de fotografia… Você já estava adotando essa desculpa a dois meses. — Matt disse indignado.

– Matt…

– Por que mentir Caroline? Eu achei que nós fossemos amigos o suficiente pra você me contar o que está acontecendo!

– Mas você é meu amigo! Meu melhor amigo! — Caroline gritou.

– Então por que não me contou? — Matt gritou também.

– Por… Por vergonha. — a loira sussurrou a última parte. — Eu não sabia o que dizer… O que eu ia dizer Matt? “Ah, desculpa, eu não vou voltar agora porque eu estou vivendo com Klaus e nós estamos lidando com muitas coisas agora, mas quem sabe qualquer dia eu faço uma visitinha pra vocês.” — gritou irônica.

– Pelo menos você seria sincera! — Matt gritou alto o suficiente pra assustar Caroline, que o encarou surpresa e… Sem palavras. Afinal, ele estava certo. — Então quer dizer que toda a sua “viajem pelo mundo” — ele fez aspas com o dedo. — Foi uma mentira? É isso?

– Não! — a loira disse de imediato. — Eu viajei sim! E Nova Orleans foi minha última parada. Matt, eu juro!

– Eu não sei se consigo acreditar em você… Você mentiu esse tempo todo! — Matt retrucou.

– Por isso que eu não contei! Olha a sua reação!

– Você acha que eu to bravo com você porque está com o Klaus? Caroline, quem sou eu pra julgar alguém? Se me conhecesse do jeito que você diz, saberia que eu não julgaria você de maneira alguma, pelo contrário! — Matt disse e surpreendeu Caroline mais uma vez. Mas dessa vez foi diferente. A maneira como ele falou, a deixou extremamente arrependida de não ter lhe contado tudo antes. Por um momento, ela se esqueceu quem era o Matt de verdade. O seu Matt.

– Matt, me perdoa. — Caroline disse chorosa. Era a única coisa que podia ela podia dizer, a altura daquele campeonato.

Matt encarou Caroline intensamente e suspirou. Depois de alguns segundos, correu para abraçá-la, como se não tivessem tido nenhuma discussão a alguns segundos atrás. Caroline retribuiu o abraço intensamente.

– Eu senti tanto a sua falta. — ela disse.

– Eu também… — Matt sussurrou enquanto acariciava os cabelos da loira. — Então, vai me contar como você veio parar aqui? — ele perguntou encarando Caroline, que suspirou derrotada. Sabia que tinha muita coisa pra contar.

Muita.

O que levou mais uma menos uma hora. Os dois conversam animadamente sobre tudo. Caroline contava sobre sua vida, acontecimentos em Nova Orleans, e Matt contava os famosos acontecimentos de Mystic Falls. Mas o que surpreendeu ainda mais a loira foi: Bonnie Bennett viva.

Sua melhor amiga estava viva e ela não sabia de nada.

No começo, Caroline ficou irritada, por Matt não ter contado, mas depois ela entendeu. Afinal, ela também estava mentindo. E Bonnie não sabia que ela estava em Nova Orleans, com Klaus.

– Não acredito que a Bonnie está viva! Pelo amor de deus! Como vocês não me contam uma coisa dessas? — Caroline disse inconformada.

– Desculpa, mas eu não queria estragar a sua viajem… Achei que precisava mesmo de um tempo sozinha e Bonnie pareceu concordar comigo quando eu estava pensando em lhe contar. — Matt respondeu a altura, o que fez a loira engolir seco. Será que Bonnie sabia de algo?

– Tudo bem… Eu vou perdoar dessa vez. Mas, que história é essa da Elena terminar com o Damon? — ela perguntou surpresa.

– Uma longa história… — Matt disse cansado.

– Ok, pode resumir? Eu realmente estou preocupada com a Elena!

– Damon discutiu com Elena por que seu “passado” estava sendo revelado. Terminaram. E quando ele quis se reconciliar com Elena, a própria não quis.

– Oh meu deus… — Caroline sussurrou. — Por isso a Elena estava estranha no telefone…

– Na verdade ela tá bem estranha… — Matt comentou.

– Ok, tudo bem. Você veio, o papo foi ótimo, mas agora você precisa ir embora. — Caroline disse surpreendendo Matt com a repentina mudança de assunto.

– O que?! — ele perguntou surpreso.

– Posso reservar uma passagem agora e… — Caroline começou a falar, mas foi interrompida.

– Eu não vou embora Caroline. Não agora.

– O que? Você pode pode ficar aqui! É perigoso! — Caroline gritou enlouquecida.

Sabia que teria que lutar muito pra convencer Matt a ir embora. O que não funcionou. Matt estava disposto a ficar alguns dias, e já tinha feito o check-in em um hotel no qual Caroline se hospedou quando veio para a cidade, mas é claro que a loira não deixou. Então, ela o convenceu pelo menos a ficar no Quarter.

A loira deu algumas instruções para Matt, dizendo em quem deveria confiar, ou não.

Logo em seguida, os dois desceram juntos pra sala. Onde estavam todos.

– Ora, ora! — Kol foi o primeiro a se pronunciar, claro.

– Kol. Pensei que estava morto. — Matt provocou.

– Ainda com ressentimento depois daquele soco, Donovan? — Kol perguntou também.

– Não costumo guardar rancor. — Matt recrutou.

– Bom. — Kol disse antes dos dois apertarem a mão.

– Seja bem vindo Matt. Espero que se sinta a vontade. — Elijah disse com o seu jeito educado de sempre.

– Obrigado. — Matt respondeu.

– Acho que nós não nos conhecemos ainda, mas eu sou Hayley. — disse se aproximando para apertar a mão de Matt, que encarou a barrigada da loba confuso. — Longa história. Acho que Caroline pode te contar depois. — Hayley respondeu antes que ele perguntasse. Matt sorriu sem graça e apertou a mão de Hayley.

Por último, sobrou Rebekah. Os dois se encararam e todos presente na sala puderem perceber isso, após se retirarem aos poucos.

Kol foi o último a sair, mas antes cochichou uma gracinha qualquer no ouvido de Matt antes de sair.

– Então… Você voltou. — Rebekah disse sem graça.

– Pois é… Eu sabia que Caroline estava escondendo algo. — Matt respondeu.

– Ela estava prestes a contar pra você, mas não julgue-a. Ela está feliz.

– Eu estou vendo…

– Então… Bem vindo de volta. — Rebekah sorriu sem graça.

Os dois se encararam sem graça mais uma vez, lenta e intensamente. Era como se não se conheciam. Como se não tivessem tido um verão bastante… Quente.

Caroline se jogou na cama exausta. De todas as maneiras.

Klaus adentrou o quarto e sorriu ao observar a loira jogada em cima da cama, com os braços abertos encarando o teto.

– Cansada? — o híbrido perguntou enquanto caminhava até ela.

– Fisicamente, emocionalmente e psicologicamente. — Caroline respondeu de imediato, o que fez Klaus sorrir divertido.

– Vai ficar tudo bem. — ele disse deitando-se ao lado dela, encarando-a.

– Não… Matt não deveria estar aqui. É perigoso. Olha essas mortes… Vampiros… Bruxas… Marcel… — Caroline disse virando-se de lado para encará-lo.

– O quarterback sabe se defender. E você deveria pensar mais em você do que nos outros, sweet.

– Por que está falando isso? — ela perguntou.

– Porque estamos aqui, deitados na cama, com uma mínima distância nos separando, e até agora você não me beijou. — Klaus respondeu e arrancou uma gargalhada de Caroline.

– Por que sempre tem que levar uma tensão sexual para as nossas conversas?

– Eu já disse, amor. É a melhor parte entre nós dois.

– Idiota. — Caroline disse antes de se aproximar, e selar seus lábios pra um beijo repleto de desejo e paixão.

Caroline’s pov.

Agarrei cabelo dele e só agora pude perceber o quanto era macio. Ele me colocou sentada no colo dele e eu abri minhas pernas para facilitar bem o encaixe. Ele acariciou as minhas coxas e começou a levantar o meu vestido aos poucos, logo as suas mãos foram para os meus glúteos, acariciando-os também. Gemi entre o beijo e pude perceber que ele sorriu. Ele parou o beijo e me olhou cuidadosamente e logo depois seus olhos vão para as minhas pernas descobertas, percebo que o motivo da demora dele ali é a minha calcinha á mostra.

Voltei a me inclinar sobre ele, colando nossas bocas novamente e deslizando minhas mãos por todo o seu tronco, só parando quando encontrei o que queria. Abri o botão e o zíper da calça sem demora, sentindo-o aumentar sua agressividade no beijo, e acariciei sua já considerável ereção por cima das boxers. Ele agarrou meus cabelos da nuca em sinal de aprovação, e colocou mais força em seus dedos quando eu passei a beijar seu pescoço, tentando compensar o desvio de minhas mãos para sua blusa. Dedilhei o caminho de volta, sentindo cada músculo de seu abdômen se contrair ao meu toque conforme eu subia, e segui para suas costas quando atingi a altura máxima possível. Ele puxou a camisa pela parte de trás, e eu me afastei, observando-o tirar a peça e jogá-la em qualquer lugar.

Não era a primeira vez que ele tirava a sua camisa pra mim, mas eu nunca ia deixar de observá-lo totalmente admirada.

Ele segurou minha cintura com firmeza, me tirando do transe e me inclinando um pouco para trás, e eu apoiei minhas costas na cabeceira da cama, me arrepiando por inteiro quando senti sua língua tocar a pele de minha barriga. Ele fez uma trilha de beijos enlouquecedores até alcançar meu pescoço, me trazendo de volta à minha posição ereta, e quando seus lábios voltaram a buscar os meus, uma de suas mãos se colocou por dentro de minha calcinha, me provocando com seus dedos. Fechei os olhos e soltei um gemido alto. Percebi que ele estava próximo quando senti sua respiração alterada no meu rosto, abri os olhos famintos e pude ter uma bela visão de seus olhos verdes. Ele me beijou ferozmente ainda com seus dedos por dentro da minha calcinha. Ensandecida, eu correspondi seu beijo com o triplo de ferocidade, fincando o que restava de minhas unhas em seus ombros tensos sem nem pensar se doeria.

Em questão de segundos, nós já estavámos sem roupa.

Eu sabia muito bem o que vinha depois. E eu mal podia esperar por isso.

Alguma coisa me dizia que aquela noite seria longa.

Muito longa.

Três dias se passaram. E por incrível que pareça, as coisas pareciam mais calmas.

Caroline não tirava os olhos de Matt. A loira zelava muito pela segurança do amigo, apesar de Klaus lhe afirmar que nada aconteceria com ele, mesmo assim ela mantinha seus olhos abertos.

Rebekah e Matt se falavam normalmente, mas de vez em quando trocavam olhares que diziam muito. E como diziam…

A relação de Klaus com Caroline estava nas nuvens. Os dois estavam se dando muito bem e Caroline estava bastante grata por aquela Camille ter sumido assim, do nada.

Elijah e Hayley estavam na mesma. Como se fosse alguma novidade.

Kol estava se sentindo estranho desde que Davina tinha se mudado pro Quarter de vez. A bruxa se isolava, e deixava bem claro que não queria falar com ninguém, Caroline até tentou uma aproximação, mas não deu muito certo.

O ódio do Marcel crescia cada vez mais. O vampiro tinha passado por uma humilhação e tanta após pedir permissão para Klaus pra poder morar no Quarter junto com Davina. Klaus deixou, apesar de Caroline e Kol não concordarem nada com isso.

– Não acredito que vocês vão me levar hoje! — Hayley disse histérica depois que Rebekah havia lhe dito que iria levá-la a Bayou.

– Tem certeza que eu preciso ir? — Caroline perguntou tediosa.

– É claro! Acha que eu vou ficar nessa sozinha? — Rebekah respondeu. — E vamos logo, porque eu não pretendo demorar muito.

– Espera! Onde está Matt? — Caroline perguntou o que fez Rebekah revirar os olhos.

– Pelo amor de deus Caroline! Matt sabe se virar melhor do que você! Agora entra logo nesse carro antes que eu te leve a força. — Rebekah disse irritada.

– Ok! Calma! — Caroline disse levantando as duas mãos e logo em seguida entrou no carro.

Rebekah acelerou rapidamente fazendo os pneus cantarem.

Kol estava caminhando pelo corredor e percebeu que a porta do quarto de Davina estava aberta, o que raramente isso acontecia. Lentamente, o mais novo foi caminhando até a porta e encontrou uma Davina enrolada na toalha, se encarando no espelho enquanto secava as suas madeixas.

A bruxa observou pelo reflexo que Kol estava na porta e deu um grito que assustou até a si própria.

– Kol! Quem te deu permissão pra entrar aqui? — Davina gritou.

– Eu… A porta estava aberta! — Kol disse observando-a de cima abaixo.

– Ah! Seu idiota! — ela disse antes de bater a sua porta com apenas um movimento em sua mão.

Kol se assustou com a batida da parto e recuou. Passou a mão nos cabelos nervoso antes de resmungar pra si próprio.

– Garota insuportável.

Rebekah estacionou seu carro no meio da estrada e Hayley foi a primeira a descer do carro, totalmente animada.

– Que entusiasmo.– Caroline murmurou irônica.

– Achei que estivessem feliz. — Hayley murmurou.

– Feliz por enfrentar mais uma sessão de insetos nessa floresta imunda? Não. — Rebekah respondeu irônica, como sempre.

Caroline sorriu divertida e Hayley revirou os olhos tediosa. Logo, as três caminharam pela floresta.

Depois de muito caminhar, as três chegaram ao local desejado. Hayley observou tudo atentamente. A casa, as pessoas, a fogueira…

Três homens se aproximaram e Rebekah e Caroline já conheciam muito bem.

– Olha só Jason, o que temos aqui! — Oliver murmurou encarando Rebekah, que cruzou os braços.

– Eu adoro visitas, irmão. Principalmente visitas interessantes. — Jason murmurou divertido, encarando Caroline que bufou tediosa.

– Quem é a ruivinha?– Oliver perguntou apontando pra Hayley.

– Eu sou Hayley… Muito… Prazer. — Hayley disse estendendo a mão, em vão. Oliver a rodeou e paralisou ao observar uma marca muito conhecida nas costas dela.

– Jason… Ela é uma de nós.– Oliver sussurrou e Jason se imediatamente se pôs ao lado do irmão, para observar a marca também.

– JACKSON! — Oliver gritou.

Em questão de segundos, Jackson se aproximou e observou atentamente Hayley.

– Hayley? — Jackson perguntou.

– Sim… Mas de onde você me conhece? — Hayley perguntou confusa.

– Na verdade a gente se conhecia… Quando era criança. — Jackson respondeu sem graça. Hayley o encarou atentamente, na tentativa de reconhecê-lo, apesar de não se lembrar dele. Rebekah e Caroline trocaram olhares do tipo “Hum…”

Já faziam horas que Caroline, Rebekah e Hayley estavam em Bayou. Hayley não desgrudava de Jackson.

Caroline caminhava de um lado para o outro, entediada enquanto ouvia algumas indiretas de Jason.

A loira observou Rebekah do outro lado, conversando com Oliver animadamente.

Deu um jeito de escapar dali, voltando para a floresta novamente. Assim, ficaria livre por algum momento.

Enquanto caminhava, a loira observou alguns barulhos estranhos perto de si.

– Olá? — Caroline gritou. E dessa vez, os barulhos pareciam mais intensos agora. — Quem está aí? — Caroline gritou novamente.

Um vulto começou rodear em sua volta rapidamente. Caroline girou confusa, e quando percebeu, estava encostada no tronco da arvore por alguém cuja não conseguia enxergar o rosto. A mão se enterrou no peito da loira, onde conseguia facilmente tocar seu coração.

Caroline tentou abrir os olhos, mas só enxergou uma máscara preta perto de si.

– O que… — Caroline sussurrou sem ar.

Pronta pra morrer, queridinha?– uma voz feminina sussurrou pra Caroline enterrando ainda mais sua mão no peito da loira, que tentava a todo custo reconhecer a voz, mas não conseguia. Após ouvir algum barulho, a mascarada desenterrou a mão do peito de Caroline e se afastou. A loira respirou com dificuldade e se afastou imediatamente do local, mas antes que pudesse correr ainda mais, uma pessoa lhe agarrou por trás arrastando-a para um local deserto. Caroline tentou gritar, mas sua boca foi tampada.

– Shhhh… Sou eu. Jason. — ele sussurrou no ouvido da loira, que respirou aliviada. — Fiquei quieta, ainda estão aqui. — disse.

Os dois continuaram lá, escondidos, esperando que as coisas acalmassem. E depois de alguns minutos, não ouviram mais nenhum barulho.

Jason soltou Caroline que se virou rapidamente e o encarou assustada.

– Você está bem? — ele perguntou. Caroline confirmou com a cabeça ainda atordoada.

– Caroline! — Rebekah gritou se aproximando.

– O que houve? — Jackson perguntou.

– Que isso irmão! Mas você é rápido hein! — Oliver comentou divertido ao observar Caroline e Jason próximos.

– Caroline o que aconteceu? Fala comigo! — Rebekah disse colocando as duas mãos no ombro da amiga.

– Era uma mulher, mascarada. Tentou me matar… Eu… Eu não consegui reconhecer a voz.

– Uma mulher? — Rebekah perguntou.

– Eu… — Caroline começou a falar ainda atordoada.

– Não precisa dizer mais nada. Vamos. — Rebekah abraçou a Caroline.

– Nós acompanhamos vocês. — Jackson disse. Hayley sorriu em agradecimento.

Todos caminharam até a estrada, e quando chegaram, Rebekah notou que havia algo errado imediatamente.

Seu carro não estava ali.

– O que? Roubaram meu carro! — Rebekah gritou irritada.

– Deve ter sido ela! Foi ela! — Caroline disse apavorada.

– Vadia… Eu vou acabar com ela seja quem for! — Rebekah disse totalmente irritada agora.

– Não se preocupe, nós podemos levá-las. — Jackson ofereceu. Rebekah, Caroline e Hayley se encararam antes de responder.

– Não precisa… A gente pode pegar um táxi. — Hayley respondeu.

– Eu faço questão. — Jackson insistiu. — Eu vou pegar o carro. — disse.

Jackson voltou com o carro e todos entraram. Inclusive Oliver e Jason.

Todos ficaram em silêncio o caminho inteiro.

Jackson estacionou o carro em frente ao Quarter que estava vazio. Caroline, Rebekah e Hayley suspiraram aliviadas e desceram do carro e quando viraram…

Deram de cara com Klaus, Elijah e Matt.

– Alguém pode me explicar o que é isso? — Klaus perguntou.

Enquanto isso em um lugar qualquer…

– Não me diga que você a perdeu?

– Eu juro que eu a peguei! Eu estava quase a matando! Mas um lobo idiota apareceu e estragou tudo!

– Um lobo?

– Exatamente!

– Interessante… O que você acha que o rei Niklaus irá achar disso?

– Não sei… Que tal pagarmos pra vê?

– Não quero que erre da próxima vez, você entendeu?

– Claro que sim amor! Você sabe… Eu sou boa nisso.

– Espero que sim! Caso a contrário, sabe o que farei.

– O que pretende fazer agora?

– Vamos executar o plano B.

Notas finais
OPA! QUEM FINAL FOI ESSE GENTE??? HAHAHAHAHA :P Capítulo ficou meio longo né? Bom, eu disse que os lobos vieram pra ficar, então... Jason é irmão do Oliver sim! Achei que ficaria legal... O que acham? Tô louca pra saber como vai ficar essa situação! Klaus, Elijah e Matt cara a cara com essas lobos? MAS GENTE! Ok, talvez vocês não estejam entendendo porque o Matt está no meio, mas no próximo capítulo vocês vão entender :P Fãs de Mabekah, não me matem ok? Prometo que vocês vão gostar do próximo capítulo :P E fãs da Bekah com o Oliver, cadê? Gente, eu juro que eu tenho uma cisma de achar que eu só escrevo um hot bem na primeira pessoa. Ou seja, no pov da Caroline! Não sei porque, é doença! Só pode! kkkk Jason tá perdendo a noção sobre paquerar a Caroline, não acham???? The king Niklaus não vai gostar nadinha disso tsc tsc... Próxima postagem? DOMINGO! Acho que esse dia fica bem mais fácil pra eu postar... Enfim, amores, é isso! Espero que gostem e que COMENTEM! Super beijos pra vocês! Até breve!