Adventures beyond Sylph
21 Capítulo 21: Nikko, Faby, Bonie e os presentes de Erick !
Notas iniciais
– Gente ? Alô ... ? Terra chamando Nikko e Bonie ?
– Lyar, desiste. Eles não querem admitir que estam com sono.
– Aaah ! Eu não to com sono !
– Hmm ... É ! É ! Nem eu ! Nem sei o que significa sonho !
– Vamos, vocês dois, hora de levantar.
– Hm ... Mas aqui tá tão " gostouso " ...
– Ah, então vou avisar ao Erick que vocês não querem seus presentes ...
– Presente ? Tenho que me arrumar !
– Aaaah ! Eu quero saber o que são esses presentes desde ontem ! Vamos nos arrumar, Nikko, e rápido !
Faby ia até o laboratório, onde o professor Erick dava os toques finais nos presentes de Nikko e Bonie. A dupla sonolenta foi tomar banho, vide que na casa havia dois banheiros, e depois voltaram, revigorados e arrumados.
– E finalmente chegou quem dorme mais que a cama.
– Mas eu pensei que eles não iam dormir ...
– Nós ?
– Nós não dormimos ! Apenas ... Apenas ... Descansamos os olhos.
– Sei, sei. Bem, sem mais delongas ...
– Bem, alguma pergunta antes ? Não ? Então ... Bem, pouco antes de começarem o transe na máquina, Faby me pediu que eu fizesse esses presentes para vocês, então ... Sem mais delongas, aqui está.
– Ah, meu Arceus ! Não pode ser ...
– Isso são ... são ...
– Exato. Super-sapatos. Quando vi o quanto ficaram animados com o prêmio, percebi que seria muito mais útil para vocês do que para mim. Achei que vocês iriam gostar disso.
– Oh, o meu é Rosa ! Eu amo rosa !
– O meu é verde ! Gostei.
– Lyar, também tem um azul para você.
– Ah ! Pra mim ? Então tá ...
– Bem, Lyar, agora tenho um pedido para você.
– Sim, professor ?
– Aproveitando que minha melhor aprendiz está aqui e tem todo o potencial para proteger qualquer um de qualquer coisa, eu acho que posso confiar em você para uma importante missão. Lembra da torre de areia que descobrimos ?
– Lembro sim, mas ... O que tem há ver ?
– Bem, descobri que aquela torre de areia não existia até pouco tempo, e aquela areia não é normal, ela está sendo manipulada. Temos que descobrir o que deixa aquela torre em pé e também pesquisar sobre ela.
– Mas professor ... E se eu me perder ? Só tenho o meu Porygon ! Eu corro perigo !
– Tudo bem, foi pra isso que eu reservei essa pokébola para você.
– Huh ? Mas o que ...
– Tem aí dentro ? Bem, abra — a quando você se sentir em muito perigo. Esse pokémon pode ajudá — lo.
– Er ... Professor ... Ah ... Controle — se, Lyar, está tudo bem ... Tudo bem, eu vou para o senhor.
– Ha-ha ! Sabia que você iria aceitar.
– Então ele vai com a gente ?
– Bem, vocês não são obrigados à ir ... Eu já tinha falado com o Erick sobre isso, vocês podem só seguir a jornada e ...
– Não ! Já perdemos o Pride, não podemos perder você também, Faby.
– Ah, Nikko. Tudo bem. Então eles vão com a gente.
– Bem, vou abastecer a mochila de vocês com tudo que possívelmente precisem.
Alguns minutos passam e Erick entrega a mochila de todos abastecida com barracas, água, comida e etc.
– Bem, agora é o momento da separação. Ainda vou fabricar mais alguma coisa, talvez, nesse meio tempo que estarão fora. Boa sorte, gente.
– Obrigado, professor !
– Até mais, Erick.
– Adeus, professor !
– Er ... Tchau, professor.
Eles foram andando em noroeste, onde o professor disse que era para seguir. O poké-nav de Nikko tocou, e era o professor.
– Alô, Erick ?
– Nikko ? Consegue me ouvir ?
– Sim ! Tudo bem aí ?
– Sim, sim. E com vocês ? Já chegaram aonde eu disse ?
– Bem, aqui está tudo bem com a gente ... Mas até agora não sabemos para aonde ir, só estamos caminhando na direção que você disse.
– Já faz uns ... 30 minutos que vocês sairam. Já deve estar perto do pier.
– Pier ? Vamos de barco ?
– Aham. É só me ligar quando vocês conseguirem chegar ao pier, e ... Me liguem, que eu falo com o homem.
– Tudo bem. Obrigado Erick, até.
– Até.
– O que ele disse, Nikko ?
– Ele disse que vamos de barco, e temos que ligar para ele quando chegarmos no pier.
– De barco ? Wow !
– Barco ? E se eu ficar com enjoo ? Eu não fui feito para sair assim .... O professor está ficando maluco ... Eu não podia vir aqui e ...
– Controle — se, homem ! Você consegue.
– Tudo bem ... — Falava Lyar, enquanto hiper-ventilava.
– Chegamos ao pier !
– Finalmente !
– Ai ... Não me sinto seguro em relação à isso.
– Se é de barco, deve ser longe ...
[ Homem ] Huh ? Ah, vocês são os jovens que o Erick me pediu para levar ?
– Ah, somos sim. Sou Nikko.
– Sou Bonie.
– Sou Faby ...
– Er, sou Lyar.
[ Homem ] Bem, podem me chamar de Briney. Essa é Peeko.
[ Briney ] Ok. E aí ? Vamos ou não vamos ?
– Ah, desculpa, então vamos !
– Vamos.
– Ai, eu estou louca para chegar lá!
– Ainda com medo ...
Todos entraram no barco e iam no calmo balanço do mar até uma ilha deserte, com muita areia.
– Acho que deve ser aqui, né ?
– Parece.
[ Briney ] Gente, desculpa, mas esse é o máximo que eu posso levar vocês. Perto da areia tem muita pedra.
– Ah ... Vamos pulando entre as pedras então, né ?
– Talvez.
– Eu não quero pular. Vou voltar com Briney.
– Você tem que ir, Lyar.
– Por favor, Nikko, me deixe aqui.
– A missão é sua. Podemos ajudar, mas não cumprí — la.
– Tudo bem.
Depois de alguns saltos de pedra em pedra, todos conseguiram chegar na ilha, que estava deserta e com uma grande tempestade de areia. Um pouco inseguros sobre como voltar, eles pegaram uma corda e amarraram uma ponta no pier e outra em Lyar e começaram à andar. Depois de passarem por um caminho com muitas palmeiras, bananeiras e coqueiros e pegarem algumas frutas, eles seguiram em frente e acharam a torre de areia. Dentro dela, não tinha tempestade de areia, apesar de ter aberturas em suas laterais.
– Gente ... Que estranho, isso é realmente feito de areia ...
– Gente, e olha só.
Nikko empurrou um pouco da areia e formou um rombo na parede, que logo se fechou com mais areia.
– É como se algo ou alguém impedisse que a torre se quebrasse.
– E deve ser isso que o professor quer. Deve ter algo aqui que não está certo.
– Temos que achar ... E logo.
– Gente ... Olhem para o chão.
Um buraco se formava no chão. E, como uma ampulheta, a areia ia caindo e o chão ia se desfazendo. Havia uma escada nem tão curta, nem tão longa que ligava o primeiro piso à segunta parte da torre.
– Temos que ir para outro andar ! Faby, Bonie, vão na frente !
Com a pressa de Nikko, Bonie cai e se machuca.
– Ah. Faby, me ajuda, antes que eu caia !
Faby estendeu a mão para Bonie e a mesma subiu. Lyar sobe as escadas engatinhando, com medo de se machucar e cair, mas acaba que a escada se desintegra e Nikko é obrigado à pular. Eles pulam numa espécie de buraco, mas um monte de areia amortece a queda.
– Aaah ! Estamos presos ! Vamos morrer sem ar ! Sem comida, sem água, sem nada !
– Lyar, acalme-se, tenho um plano mas ...
– Nikko ! Nikko !
– Bonie ? Você está aí ?
– Estamos aqui em cima. Nikko, tudo bem ?
– Aham. Mas sigam em frente, damos um jeito de encontrar com vocês.
– Tudo bem.
– Bem, Lyar ... Precisamos dessa corda em você.
– Tá.
Nikko desamarrou a corda e segurou — a. Lyar se segurou em Nikko e ambos correram até uma parede da torre.
– Pronto ? 3 ... 2 ... 1 ... ... ... Super sapatos, alpinismo !
O sapato de ambos ficaram com espetos na sola, e com o impacto, fincaram na parede.
– Arrá ! Funcionou ! Ok, conseguimos, não corremos mais perigo, agora ... Faby ! — Gritou Nikko
– Nikko ? É você ?
– Sou sim ! Segure essa corda com a maior força que puder. Vamos lá!
Nikko lançou a corda em Faby que agarrou de primeira e amarrou a mesma em uma pedra. Lyar e Nikko escalaram a corda e se reuniram com as amigas de novo.
– Nikko !
– Ah, Bonie !
– Lyar.
– Faby.
Nikko e Bonie se abraçaram por alguns segundos, e, ao perceberem que Faby e Lyar olhavam e sussurravam frenéticamente, se soltaram.
Eles andavam em círculos. O segundo andar não tinha saída, entrada, escada para subir nem escada para descer. E eles apenas andavam em círculos tentando descobrir como sair dali.
– Ai, que calor ... Eu estou ficando com sede ... Mas minha água acabou ...
– Como assim acabou ? Estava cheia !
– Eu ... Eu não sei ... Eu abri e estava cheia de areia ...
– Ãhn ? Espera ... E as nossas ?
Nikko abriu a sua garrafa de água para tomar um gole e cospiu areia. Assim como a de Bonie, a garrafa de Nikko estava com areia, e não água.
– Bem ... A minha também está.
– E a minha.
– A minha também.
– Só tem um jeito de conseguir água ... Mas vai demorar um pouco. Se ela conseguir ... Vamos torcer. Saia, Goo !
– Goommmy !
– Goomy, use o Dança da Chuva !
Goomy criou pequenas nuvens cinzentas que começaram à chover. Das gotinhas, eles beberam água. As gotinhas fizeram o chão de areia se desfazer de novo, e eles cairam até a mesma parte que tinha um monte de areia, perto da porta. Mas logo, isso desceu mais e cada vez mais fundo. O monte de areia ia se espalhando pelo chão até se formar um piso fino e plano. Eles foram andando pelo piso e acharam uma escadaria de pedra. Ao subirem, encontraram uma orbe. Era a orbe vermelha, que Faby falava.
– É ... Não pode ser ... É a orbe vermelha !
– A orbe vermelha ... do ... Do Groudon ?
– Exato ! Precisamos levar isso para o professor !
– Ok, sua vez, Lyar.
– Eu ?
– É ! A missão é sua, você pega !
– Vai Lyar !
– Lyar ! Lyar !
– Vai, cara ! Você consegue !
– Tudo bem.
Lyar pegou a orbe.
– Eu pegueeeei ! Eu consegui, gente, eu consegui !
O templo todo começou à balançar e algumas pedras criam do teto. Logo, pedregulhos maiores surgiam. O templo estava desabando e uma pedra bloqueou a saída para Lyar, mas os outros ainda estavam livres.
– Lyar !
– Gente ... Olhem pra cima ! Cuidado !
– Huh ?
Após o aviso de Lyar, Nikko olhou para cima e viu um pedregulho em sua direção. Goomy criou uma barreira que os protegeu da pedra. Pedras começaram à bloquear a visão de Lyar.
– Lyar, tome cuidad ...
E Lyar ficou preso em uma parte do templo, não podendo ver nada. Ele percebeu que tinha uma pedra deslizando em sua direção, quando usou a pokébola que o professor lhe deu. Algo repeliu as pedras que estavam cobrindo Lyar.
– Conseguimos ... Conseguimos !
– Que pokémon é esse ?
– Beeeeldum !
– Você tem um Beldum ?
– Não. Ele estava na pokébola que o professor me deu. Ele me ajudou à sair das pedras !
– Mas está tudo bem com você ?
– Bem, com alguns arranhões, mas fora isso, tá ok.
– Ah, alguém está ligando.
[ Ligação de Sr Briney ] Alô ? Nikko ?
– Sim. É o Sr Briney ?
[ Briney ] Estam prontos para voltarem ?
– Estamos. Já estamos indo para o Pier.
E, para finalizar o dia depois dessa longa aventura, nossos heróis pegaram o barco com Peeko e Senhor Briney de novo.
Continua no próximo capítulo.
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