Adventures beyond Sylph
22 Capítulo 22: Nikko, Bonie, Faby e o concurso pokémon !
Notas iniciais
Logo após uma longa viagem de barco, Nikko, Faby, Bonie e Lyar chegam ao porto, indo direto para a casa de Erick.
– Erick ? Voltamos.
– Mas já ? E o que descobriram ?
– Bem, professor, achamos essa orbe no meio de um ... castelo ... forte ... beeem ... uma construção mágica de areia.
– Castelo ? Forte ? Como assim ?
– Professor — Interrompeu Nikko — Naquela ilha, tinha tipo um troço enorme, um ... uma torre feita de areia. Não dava pra destruir ela, mas quando tiramos a orbe do lugar, ela literalmente se desmontou.
– Desmontou ? Então o que sustentava a torre era a ... a ...
– Professor ? Está tudo bem ?
Erick deu um risada orgulhosa.
– Sabia que vocês eram capazes. Preciso examinar essa orbe. Que tal passearem por aí ?
– Er ... Tudo bem.
– Até mais professor.
– Adeus, Erick.
– Tchau, professor.
Todos sairam da casa de Erick e sentaram num banco não muito longe dali, questionando-se sobre a orbe e o motivo da felicidade de Erick.
– O que será que ele acha ? Será que a orbe tem algo especial ?
– Bem, Lyar, talvez. Ainda não acredito que no momento exato que retiramos a orbe, a torre caiu por outro motivo. Acho que esses eventos estavam ligados. — Questionou Nikko.
– Quer dizer tipo, a orbe controlava a torre ?
– Talvez.
– Mas isso é quase impossível ... Não é ... Vai contra tudo que eu sei ! Isso não é ciência, não sei nem se isso é ... — Disse Lyar, sendo interrompido.
– Ora, ora, se não é a plebéia.
– Ugh, Miranda. — Disse Bonie, estridente.
– Miranda ? Huh ... O que faz aqui ?
– O que eu faço da minha vida não te interessa. Eu gosto só de ver esse projeto-de-plebéia ficar com raiva.
– Não chame Bonie assim, já avisei.
– Eu acho do jeito que eu bem entender, eu, hein !
– Ugh, eu odeio taaanto ela. – Sussurrou Nikko.
– Quem é ela ?
– É ... essa daí nem eu pequei. Quem é ela ?
– Lyar, Faby, essa é miranda, uma ... nariz-em-pé qualquer da vida que vive pertubando a Bonie.
– Nariz-em-pé uma ova. Se você não consegue brilhar, o problema não é meu.
– Viram ? Nariz-em-pé.
– Tá, Miranda. Agora deu pra me perseguir ? O que você quer ?
– Huh. Isso também não te interessa. Eu queria só ter te humilhado no concurso pokémon, mas você fez o favor de nem aparecer ...
– Ãhn ? Concurso pokémon ? Como assim ? Teve um concurso pokémon ... aqui ?!
– Além de lerda e plebéia, ainda é má-informada. Claro, né. E eu, a perfeita, venci.
– Eu adoraria estar lá pra ver jogar toda essa sua " perfeitisse " direto na lama.
– Digo o mesmo. — Disseram ambas, trocando olhares raivosos.
– Miranda ! Miraanda ! — Disse Oliver, se aproximando.
– Oliver ? Falei para não me seguir.
– Miranda ! Ah, eu sabia que quando você pediu um tempo sozinha era para fazer algo assim.
– Ah, isso também não interessa agora. Vamos, Oliver, tenho mais que fazer do que olhar para essa garota o dia inteiro. Se cara feia é fome, ela tem desnutrição.
– Escuta aqui, Miranda. Eu não admito que você fale assim de mim. Posso provar que sou muuuito melhor que você numa luta.
– Há ! É pra rir, né ? Até parece.
– Então eu te desafio !
– Eu nem devia perder meu tempo, mas já que você insiste ...
– Vai, Fennekin !
– Vai, Whimsicott !
– Whimsicott ? Movimentos tipo fada não são bons contra tipo fogo, e o tipo fogo é super efetivo contra o tipo grama ! Está no papo.
– Whimsicott, Esporos paralizantes.
– Brasas, Fennekin !
Whimsicott usou seus esporos que paralizaram Fennekin, deixando-a imóvel e sem capacidade de usar seu movimento.
– Ah, Fennekin !
– Explosão de Lua, Whimsicott.
Whimsicott criou uma esfera rosa e lançou contra Fennekin, que mesmo não sendo tão efetivo, deixou — a fragilizada.
– Fennekin, Carga de Chamas !
– Whimsicott, finalize com o Furacão !
Quando Fennekin finalmente consegue atacar, seu ataque é interceptado pelo Furacão, que leva Fennekin ao nocaute.
– F — Fennekin ... Retorne.
– Eu disse, não disse ? Perdi meu tempo. Whimsicott, retorne.
– Vamos, Oliver.
– Er ... Tá ok, mas antes eu preciso ir no banheiro, vai na frente.
– Não demore.
Miranda seguiu em frente, sumindo em alguns minutos. Ao ver que ela tinha saído de vista, Oliver deu seu telefone à todos, se apresentou e correu atrás de Miranda, sumindo também.
A poké-nav de Lyar começa à tocar. Quando atende, é seu pai.
– Alô ? Oi pai.
– Oi, filho. Tudo bem ?
– Ah, umas aventuras e tudo mais, mas fora isso está tudo bem.
– Que bom ... Filho, preciso de sua ajuda. Você que entende esses negócios tecnológicos ...
– Er ... O que houve ?
– Simplesmente aqui acabou a luz e eu não sei como. Como até as portas são tecnológicas, estou preso aqui dentro e a bateria da poké-nav já vai acabar. Venha mais rápido o possível, por favor.
– Tudo bem, pai. Estou à caminho.
– O que foi, Lyar ? — Perguntou Bonie.
– Meu pai ... Ele está preso porque acabou a luz ... Que droga. Tenho que ir lá ajudar ele.
– Onde ele mora ?
– Em Icycle ... Mas eu não posso sair daqui. O professor precisa de mim para as pesquisas e ...
– Ah, tudo bem. Ele está liberado e pode sair sim. Era só isso ?
– Sim, professor.
– Então tudo bem. Até logo.
– Satisfeito, Lyar ? — Disse Nikko, desligando sua poké-nav.
– O que ... foi isso ?
– Fiz o mais simples e lógico: Liguei para o professor para ver se ele deixava você sair. E aí ? Vamos para Icycle ?
– Er, acho que temos que ir, né ?
Bonie, Faby, Nikko e Lyar seguem até o metrô, onde esperam o metrô por alguns minutos. Logo, chega um, e eles adentram e vão até Icycle. No meio da viagem, um brusco barulho foi ouvido, como um " Irrrrc ", como um atrito entre metais. O trem parou e todas as luzes desligaram.
– O que ... houve ?
– Faltou luz aqui também ? Awn, não ...
– E agora ?
– Temos que esperar aqui dentro até a luz voltar ...
– Precisamos ir o mais rápido que pudermos, meu pai não pode esperar !
– Talvez sejamos procurados, mas ... Precisamos quebrar a janela.
– O quê ?! Nikko, você está maluco ? Não posso fazer isso ! Até porque ...
Creeec. Quando perceberam, Nikko havia quebrado a janela.
– Vamos logo, antes que nos achem.
Eles começam à andar pelos trilhos, mas chegam numa parte em que não dá para ver nada.
– E agora ? Não dá nem pra pegar a pokébola do Chimchar, eu não sei nem qual é !
– É só ... seguir em frente ... Eu acho.
Eles seguiram em frente de trilho em trilho, até verem uma luz, onde correram para achá-la. Quando chegam na estação de Icycle, eles começam à correr, mas logo que chegam na porta ...
– Polícia, parados !
– Ãhn ? Polícial Jenny ?
– Isso mesmo ! Nós vimos o que vocês fizeram, e vocês vêm comigo.
– Nikko, eu avisei ! Eu falei para esperar !
– Não dava, Lyar.
– Espera, moça, por favor, eu posso explicar !
– Poupe-se. Explique tudo para o juiz.
Jenny colocou todos na parte de tráz de seu carro, levando-os para a delegacia mais próxima e prendendo — os em uma cela. Preocupados com seu destino e o destino do pai de Lyar, todos trocavam olhares aflitos.
Continua no próximo capítulo.
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