Adventures beyond Sylph
19 Capítulo 19: Nikko, Bonie, Faby e a máquina dos sonhos Parte II
Notas iniciais
Faby e Lyar conversavam na sala, procurando se enturmarem e saberem mais um do outro, enquanto o professor Erick tentava descobrir o que fez a máquina parar de enviar sonhos para o computador.
– Fabyyy ! — Ouviu — se um grito, de longe.
– Erick ? É você ?
– Siiiim ! Veja se a tela de sonhos do computador vai voltar, ok ?
– Tudo bem !
Faby e Lyar sentaram — se e ficaram encarando a tela do computador, enquanto na sala onde Munna estava, Erick ajeitava porcas, apertava parafusos, até que descobriu que o capacete cuja Munna captava os sonhos havia descolocado. Depois de ajeitar, Faby gritou, avisando que a tela de sonhos havia voltado, então Erick voltou para a saleta, onde sentou — se novamente e esperou alguns minutos para receber os sonhos novamente.
– Deve demorar um pouco ...
– Professor, desculpe, mas até agora não entendi porque precisamos dessa máquina ... Qual a graça de ver o sonho das pessoas ?
– Bem, Lyar, na verdade, a máquina serve para transmitir sons e imagens para os sonhos. Só quero, por enquanto, testar se ela capta os sonhos corretamente.
– Ah, legal.
Alguns minutos depois, o computador finalmente captar as ondas de sonho, transmitidas por Munna. Mais alguns minutos foram necessários para captarem novamente os sonhos de Nikko, onde começaram à ver o que o mesmo sonhava.
No sonho ...
– Vamos, gente, temos que encontrar os outros !
– Goomy !
– Grovyle !
– Buneary !
– Monferno !
Nikko corria por uma estrada longa e sem nada, além da estrada ... Nem árvores, nem moitas, apenas a estrada e um grade espaço em branco, ao redor. ao longo que Nikko ia andando, suas memórias passavam como um filme ... A primeira memória ...
– Treecko ! Não ! Você pode ser machucar !
– Treecko !
– Treecko, não precisa lutar com esses Mankeys por mim !
Nikko ignorava as memórias, como se não as visse, ele apenas corria pela estrada, enquanto as memórias pareciam vê — lo, pois Nikko e Treecko, ambos da memória, pararam a cena para olhar seus eus atuais correndo.
– Vamos gente, não podemos parar !
Depois de mais uma corrida, a próxima memória:
– Quem é você ?
– Sou Pride ... E essa é minha Audino.
– E que pokémon é esse ? É seu ?
Novamente, os personagens da memória voltaram — se para Nikko e seus pokémons correndo.
– Estamos chegando ...
Logo, aparecia mais uma memória:
– Aaaah !
– Nikko ! Você está bem ?
– Estou ... Espera, cadê minha pokédex ?
– Bunny bun !
E Nikko apenas corria eternamente, como se a estrada não tivesse fim, mais uma memória:
– Um Goomy !
– Um Bulbasaur !
– Que legal, meninos. Pokémons novos !
Mais uma memória chegava ...
– Nikko, não posso mais ficar com vocês, desculpe — me ...
– Porque, Pride ?
– Tenho que ir para a minha avaliação como aspirante à enfermeiro ... Eu vou para a esquerda e vocês seguem em frente ...
– Podemos ir com você !
– Não creio que queiram. Não tem ginásio, não tem concurso, nem shopping, nem nada ... Só coisas chatas ...
– Mas Pride ... Acho que ...
Neste momento, Nikko pareceu interagir com a memória, onde parou para observá — la. Ficou quieto enquanto via a cena, mas quando o próprio ( na memória ) falou " Acho que ", uma lágrima caiu de seu rosto, ele começou a correr e seus pokémons, que estavam atrás, pararam e observaram ele correr. Ele corria tão rápido que não dava nem para perceber as memórias ao redor dele. Em uma questão de segundos, ele mudou suas roupas, ficando com um chachecol e uma touca que cobriam seus olhos ... Seus pokémons sumiram entre a corrida, e as memórias pararam de aparecer ... Ele só correu até sua memória mais recente: Onde Faby falava com Erick sobre algo. As suas roupas casuais e os pokémons voltaram, onde ele completa seu sonho com uma simples frase:
– Gente, não podemos parar, estamos quase lá !
E no final da estrada, via — se apenas uma luz branca, Como uma espécie de portal, mas era só uma luz branca, e não dava para ver o que tinha do outro lado, apenas o feixe de luz branca.
Na realidade ...
– O que houve ? Porque o sonho parou, Erick ?
– Ah, não ! Não, não, não, não, não ! A máquina pifou ! O que eu faço ?
– Calma professor, não tem perigo nenhum ... ... ... Né ?
– Errado ... Se eles ficarem com a máquina pifada, eles podem entrarn um transe eterno e nunca mais acordarem ... Seria como morrer, só que eles estariam vivos, apenas sonhando ...
– O quê ?!
– Ah, meu Arceus ! — Falou Faby, preocupada, que começou à bater no vidro enquanto gritava — Bonie !!! Nikko ! Acordem !
– Não adianta, Faby ... A névoa rosa é muito forte para ser acordada por outras pessoas ... Eles só acordam normalmente, ou se a Musharna liberar a névoa rosa de novo, mas não funcionaria já que estão ligados à máquina !
– O que acontece se acordarmos ele ligados à máquina, Erick ?
– Bem ... Eles não veriam, ouviriam, falariam ou sentiram nada na realidade ... Seriam como zumbis ...
– Aaah ! Meus amigos ... Precisamos salvá — los ...
– Mas ... Como ? Eu não pensei que algo assim poderia acontecer ! Fizemos muitos testes com vários cientistas renomados, aí decidimos testar em humanos ...
– Espera, você está chamando cientista de alienígena ?
– Não, mas não testamos a máquina, digamos que checamos tudo antes de usá — la ...
– Ah ... Bonie ! Nikko ! Temos que tirá — los ... Mas ... Como ?
– Professor ... Eu quero ir.
– Lyar ...
– Lyar, simplesmente não dá ... Você ficaria preso no sonho deles ...
– Não ! Meu Porygon tem poderes cibernéticos ! Ele pode hackear a máquina e fazê — la desligar ... Mas eu preciso convencê — los a sairem de lá comigo ... Preciso de sua ajuda, Erick, por favor, deixe — me salvá — los !
– Lyar é muito arriscado, eu não posso deixar você ir ... Eu já estou correndo o risco de perder duas pessoas ... Não posso correr o risco de perder mais você, Lyar.
– Professor, é nossa única opção, e você sabe disso ... Precisamos de medidas drásticas ... Vamos para a sala mestra ! A sala-placa-mãe.
– Sala mestra, como assim ? O que é uma sala-placa-mãe, Erick ?
– Bem, Faby, essa casa é totalmente eletrônica e há uma sala nela, onde dá pra controlar tudo manualmente. Se conseguirmos hackear a sala, conseguimos usá — la como um controle para desligar a máquina, mas no caso, ele entraria nos sonhos, o que poderia ser muito arriscado, sabendo que ele pode ficar preso e ...
– Professor, depois o senhor explica ! Temos que poupar o máximo de tempo ! Eles correm perigo de vida !
– Tudo bem, vamos !
Eles correram até a sala mestra, onde a mesma estava trancada e precisava de uma senha para abrí — la.
– Tudo bem, professor, qual a senha ?
– Eu ... Eu ... Eu esqueci.
– Então a senha é Eu es ... Espera ... Esqueceu ? COMO ASSIM VOCÊ ESQUECEU ?
– Eu esqueci a senha ...
– Precisamos de uma ferramenta.
– A caixa de ferramentas está dentro da sala do sonho ... E ela trancou automáticamente.
– Erick, tá brincando né ?
– Professor, por favor, não temos tempo temos que ... Quer saber ?
Lyar, já com raiva, deu um chute no painel, que soltou, revelando uma placa verde, cheia de fios. Um alarme soou, e alguns robôs-segurança ( aproximadamente 5 de cada lado ) chegaram.
– Ah, meus robôs segurança ... Era o que faltava.
– Eu preciso de um tempo pra abrir isso aqui ! Vocês conseguem segurar eles ?
– Acho que dá sim.
– É possível.
– Vai, Slurpuff !
– Vai, Porygon-Z !
– Ok, tudo bem ... Acho que é esse fio que eu tenho que cortar ...
– Porygon-Z, use o Ataque Trio !
Porygon-Z lançou algumas esferas no chão, uma delas fez uma barreira de gelo, onde Porygon-Z foi tentando fortalecer essa barreira.
– Slurpuff, Soco drenador !
Slurpuff atingia e quebrava os robôs com vários Socos Drenador. Mais uma frota de Robôs surgia.
– Er ... Lyar, vai rápido, acho que não vai dar para segurar por muito tempo ...
– Só mais um pouquinho ... E ... Voilá ! Terminei !
Todos entraram na sala, e os robôs pararam de perseguí — los, como se a sala-placa-mãe tivesse um campo de força anti-robô.
– Incrível ... Mas como eles pararam de nos perseguir, Erick ?
– Bem, eles foram programados para, não importa a circunstância, nunca entrar aqui, e eles seguem as ordens à risca.
– Mas e se eles se ... " Rebelarem ", ou sei lá ?
– Bem ... É, bom, dá para hackear eles, apesar de terem muitos programas anti-hacker. Mas mesmo assim, eu sou precavido. Eu fiz uma barreira elétrica aqui, mas funciona apenas em robôs. Se um robô passar dessa porta, ele é eletrocutado, sofre um curto-circuito e reinicia, voltando à ser um robô bom.
– Legal ...
– Menos papo, mais ação. Cadê o trage especial, Erick ?
– Espere ... Ativar sala-placa-mãe.
[ Voz da Sala-Placa-Mãe ] Bem vindo ... Erick. Como posso ajudá — lo ?
– Ativar traje digital !
[ Voz da Sala-Placa-Mãe ] Traje digital está sendo ativado ... Traje digital ativado.
A sala era feita do mesmo material dos circuitos da placa de segurança. Uma das partes se contraiu e empurrou o traje, protegido por uma cápsula, para frente.
– Tudo bem ... Vamos lá. Aaah ! Meu dedo !
[ Voz da Sala-placa-mãe ] Atenção, intruso detectado ... Repetindo, intruso detectado. Comando de voz solicitado para desbloqueamento do traje.
– Desbloquear traje.
[ Voz da Sala-placa-mãe ] Comando de voz aceito. Desbloqueamento do traje em andamento ... Traje desbloqueado com sucesso.
– Agora vai.
Lyar pegou o trage e vestiu. Era uma roupa que cobria tudo, com exceção dos pés de das mãos. Acompanhado, vinha um capacete com uma viseira na frente, e também um tubo, que o conectava à sala-placa-mãe.
[ Voz da Sala-placa-mãe ] ... Erick. Qual cômodo deseja modificar ?
– Sala-placa-mãe, comando de voz hackeamento de máquina.
[ Voz da sala-placa-mãe ] Comando de voz solicitado novamente.
– BronzeBronzong.
– Sério ? A senha é essa ?
– Aham.
[ Voz da sala-placa-mãe ] Senha aceita. Hackeamento de máquina. Qual máquina quer hackear ... Erick ?
– Máquina dos sonhos.
[ Voz da sala-placa-mãe ] Hackeamento de ... máquina dos sonhos ... em andamento ... Hackeamento da máquina dos sonhos foi concluído.
– Agora é só ligar esse capacete e você será ligado à máquina ... Tem certeza disso, Lyar ?
– Não podemos perder tempo, liga isso logo !
Erick liga o traje de Lyar, que é conectado à máquina, junto com Porygon.
Continua no próximo capítulo.
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