Notas iniciais
Bem, desculpem pela demora!!!!! Desculpem mesmo, mas tive um bloqueio enorme e agora estou tentando voltar aos poucos... Sei que o tamanho do capítulo não compensa a demora, mas espero que gostem!

Durante o concilium primarium Reyna decidiu não dar nenhuma opinião. É claro que ela gostaria muito de fazer isso, no entanto não queria mais atenção. Fora o bastante para um dia.

Confessou em seus pensamentos estar preocupada com a conversa que teria com o general mais tarde. Será que ela fizera a coisa errada?

Aquela pergunta a afligia. Durante a luta, sentiu-se culpada, pois sabia que a benção de Belona a estava ajudando. Quando venceu, ela sabia que não teria conseguido por si só. Além do mais, não achava que o general merecia a “humilhação” de perder para um novato.

Num impulso, ela decidiu empate. Não sabia se se arrependia ou não.

Ela poderia ter ganhado, provado de vez para todos ali que era capaz de ser boa. Poderia provar (apenas para si mesma, por enquanto) que poderia ser melhor ou igual a qualquer pessoa do sexo oposto.

Ou ela poderia ter perdido. Poderia ter caído em batalha. Não seria difícil aceitar que teria perdido para Jason Grace, o melhor espadachim do acampamento. Não precisava ter virado o jogo, agora tudo estaria bem. Ela não teria que falar com ele.

Reyna fez qualquer coisa antes do jantar. Ela não ficou com os outros, seus novos amigos, achou melhor apenas se distanciar. Queria um pouco de paz.

Ficou próxima ao riacho que repousou no dia anterior. Lembrou-se de tudo o que passou. Foi apenas um dia, mas parecia tanto tempo.

Aproveitou aquele tempo para se lavar. Tirou sua armadura, a qual escondia todos os “vestígios” de mulher nela. Sentiu a água fria e corrente passar pela sua pele com suavidade e tremeu ao sentir o toque de algum peixinho. Passou a mão pelos seus cabelos, agora curtos (teria que se acostumar a isso), massageando-os.

Foi relaxante o suficiente.

Viu a carruagem de Apolo começar a desaparecer, quando saiu finalmente da água e começou a colocar novamente sua armadura. Era extremamente chato fazê-lo quando se estava molhada.

Em alguns minutos chegou ao jantar, que ainda não havia sido servido, graças aos deuses.

As estratégias novas passadas não obtiveram grandes mudanças. Continuavam com falha na defesa.

Sentou-se em uma mesa aleatória, onde, por coincidência, sentavam-se, entre outros soldados, Percy, Nico e Frank.

— Por onde andou, Rômulo? Cara, você foi incrível hoje!

— Pensando, por aí. Nenhum lugar específico. É, obrigado. Acho que foi sorte de principiante.

— Você está todo molhado — Percy disse, desistindo de falar sobre a luta. — Estava no córrego, não é?

— Talvez. Eu precisava relaxar.

— Ah…

Eles comeram em silêncio. Rômulo (que na verdade se chamava Reyna) dirigiu-se a cabine do general, para que eles finalmente tivessem a conversa que foi temida por ela desde o momento que foi mencionada.

Notas finais
Não aconteceu nada, vedadeiramente, mas eu precisava intermediar a luta da conversa. Senão o tempo passaria muito rapidamente.