About Flowers & Beasts (HIATOS)
8 Sansa
Notas iniciais
Sansa encarava o teto do quarto, completamente perdida em sensações. O corpo tremia e ela sentia que não conseguiria ficar em pé porque não tinha firmeza nas pernas. Ela continuava do mesmo jeito que o Willas a deixara minutos atrás, atirada na cama com o roupão de ninho entreaberto deixando o corpo alvo a vista. Ela podia sentir as partes de sua pele pegar fogo onde Willas lhe beijara tão carinhosamente e tão luxuriosamente.
Um som de batidas na porta a fez acordar do sonho e fechar o roupão com pressa. Sansa tentava em vão disfarçar a vermelhidão das bochechas, os lábios que pareciam pulsar e a batida acelerada do coração.
“Entre.” Disse passando os dedos pelos longos cabelos que ficavam cada dia mais vermelho.
“Senhora, Senhor Garlan perguntou se pode vim ter com a senhora um minuto.” Sansa encarou o rosto da aia que parecia ter corrido escadas acima.
“Claro, como está o vestido?” Perguntou se pondo em pé e andando até o grande roupeiro de madeira, pegando um vestido de lã rude e o vestindo de qualquer jeito sobre a cabeça. “Ajuda-me aqui.” Pediu Sansa tentando em vão fechar o espartilho atrás do vestido. Janet entrou no quarto e a ajudou tira após tira.
“O vestido está ficando lindo, senhora. Eu acho que vou trazer ele daqui alguns minutos, assim que o senhor Garlan e a mulher saírem daqui.” Os olhos verdes de Sansa se abriram de pavor, a mulher seria Nymeria ? Não poderia, ela não aguentaria enfrentar a megera de novo. Janet sorriu e trançou os cabelos de Sansa.
“Pode mandar ele entrar, Janet.” Sansa andou até a penteadeira e sentou-se encarando a porta do quarto pelo espelho. Garlan colocou a cabeça para dentro do quarto. Os cachos eram mais claros que de Willas, porem mais escuros que os de Loras. Na verdade, eles beiravam um tom de ouro velho. Ele procurou Sansa e sorriu ao entrar no quarto.
“Querida.” Ele andou até Sansa que educadamente se pôs em pé e fez uma mensura com a cabeça. “Que dia belo, para um belo casamento, Sansa.” Ele disse com um sorriso travesso nos lábios. Sansa estava acostumada com Garlan, ele era brincalhão e bem humorado, mas assim como Willas levava o dever a sério e quando tinha que ter postura e agir mais duramente ele agia.
Diferentemente de Loras que era duro o tempo inteiro e não sorria para nada, a não ser a irmã mais nova, Margaery.
Garlan pegou a sua mão e a puxou para a cama, onde a colocou sentada como se fosse uma criancinha.
“Eu trouxe um presente de casamento para você.” Sansa bateu palmas, animada com a perspectiva de um presente, pensou em uma joia, ou um vesito, mas foi surpreendida quando uma mulher que conseguia vestir menos tecido que Nymeria entrou no quarto com um sorriso sedutor. “Schana!”
“Schana?” Aquilo ainda não tinha se encaixado na cabeça de Sansa, como seu presente poderia ser uma mulher? Seria uma aia nova? Ela estava contente com Janet, e não queria uma aia com tanta pele a mostra perto de Willas.
“Uma concubina.” Garlan disse sorrindo ainda mais, puxando Schana com a mão e a girando na frente dos olhos de Sansa. A mulher tinha a pele tão branca quanto à neve, os ombros que estavam à mostra tinham pintinhas e seu cabelo reluzia como o sol. Os olhos eram de um tom escuro de azul e ela parecia bem à vontade praticamente nua. “Ela vai lhe ensinar algumas coisas durante a tarde. Espero que você faça bom proveito. Bom senhoras, eu vou indo, até mais.” E sem mais nenhuma explicação Willas se foi, deixando Sansa sozinha com seu presente de casamento.
A porta de fechou e Sansa encarou Schana sem saber o que dizer, abriu a boca para dispensar a mulher com alguma desculpa, mas fui surpreendia quanto os lábios rosados e firmes lhe esmagaram os lábios.
A língua da mulher se serpenteou para dentro da boca e Sansa se sentiu sufocar, o corpo foi empurrado pelo peso da outra para a cama e com um engasgo sentiu as mãos que pareciam experientes lhe abrirem o espartilho e lhe afrouxar o aperto do vestido.
“O que...” Sansa tentou protestar, mas novamente foi sufoca pelo beijo, Schana lhe subia as saias como se fosse um homem e a Sansa começava a sentir uma pressão no estomago com o asco que se formava. Com um empurrão no peito da mulher, Sansa se viu livre da pressão sobre o corpo. Ela sentou-se na cama, sentindo os cabelos ficarem novamente rebeldes e a roupa desalinhada. Schana estava sentada no chão, com a cara franzida em dúvida e dor. “O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?”
“O que eu tenho que fazer, lhe ensinar as manhas do amor.” Schana respondeu simplesmente, se pondo em pé e começando a tirar o vestido.
“Não!” Sansa deu um salto e correu até o outro lado do cômodo, segurando firmemente uma escova de cabelos como arma. “Fica longe de mim! E fica vestida!”
“Mas eu fui contrata pelo senhor Garlan.” Schana parou de descer o tecido sedoso do vestido, deixando os seios de mamilos rosados a mostra. “Eu preciso lhe ensinar, ele vai perguntar para o irmão depois e eu vou passar por uma má professora!”
“Faça isso de outro jeito. E vestida!!!” Sansa sentiu-se corar e desviou o olhar para o outro lado do cômodo, seu futuro irmão deveria ter enlouquecido.
“Se é assim, tudo bem.” Com um suspiro de alívio Sansa viu Schana subir e fechar o vestido. Ela largou a escova apenas quando achou que era seguro, mas não se moveu.
“Como você vai fazer isso?” Perguntou Sansa curiosa, mas ainda ressabiada.
Schana deu um sorriso malicioso e andou até Sansa, lhe sentando novamente na cama.
“Eu vou lhe explicar como tudo funciona e o que fazer garota. Mesmo que você não me deixa fazer o meu trabalho, vamos garantir que seu marido nunca vá lhe trocar.” Schana sentou-se ao lado de Sansa e começou a falar.
Eram tantas coisas, posições e jeitos diferente de se amar que Sansa se perdeu no meio da explicação. Suas bochechas estavam tão quentes e coradas que ela achou que não voltaria à coloração normal nunca mais.
“Homens gostam de ser encarados, pequena garota.” Sansa não gostava de ser chamada de pequena, muito menos de garota, mas desistiu de mudar o modo de Schana. A mulher falava com a voz carregada do sotaque de Pentos. “Homens gostam de mulheres lisas. Como se fossem mais novas. Ser pequena ajuda nisso. Você ainda é carne fresca.”
“Eu não sou carne!” Sansa ficou em pé indignada, e bufou, tirando os cabelos da frente do rosto. “E Willas não é assim.”
“Nunca são.” Schana disse com deboche, mas puxou o corpo de Sansa para a cama e voltou a lhe sentar. “Olha isso.” Ela ergueu as saias até a altura da cintura e Sansa fechou os olhos, espremendo com tanta força que fez ruguinhas no rosto. “Olhe garota. Vê, não tem pelos. Homens gostam. Vamos tirar os seus.”
Mais tarde, sem pelos e muito mais experiente nas artes do amor, Sansa se vestia para o casamento. Janet, que havia ajudado na missão de prender Sansa na cama enquanto Schana lhe passava a gilete entre as pernas, lhe prendia o vestido de tecido leve ao redor da cintura. Sansa não lhe encarava, achando-a uma traidora por se juntar com aquela mulher vulgar para que, contra sua vontade, lhe tirassem todos os cachos vermelhos.
Mesmo a contragosto Sansa foi obrigada a admitir que sem os cachos o tecido do vestido lhe incomoda muito menos, e ela tinha a sensação de estar mais livre.
Depois do casamento e da cerimônia, Sansa foi abandonada por um Garlan quase bêbado em seu quarto, era como se todos os ensinamentos de Schana lhe tivessem escapado da mente, e agora ela tremia com a ansiedade do que viria a seguir.
Quase chorando com de desespero por não saber o que fazer, Sansa praticamente pulou no pescoço de Janet e Schana quando ambas entraram no quarto.
“Rápido.” Schana disse para a aia, que começou a tirar o vestido de Sansa. “Eu vim lhe ajudar, olhe para mim.” Sansa sentia o corpo tremer com o frio que lhe bateu na pele quando o primeiro vestido caiu no chão, deixando seu corpo coberto apenas pelo tecido de seda fino e prateado. “Você é linda. E ele parece estar muito encantado com você. Escute bem Sansa. Homens gostam de confiança, então não importa se você está com medo e com vergonha, esqueça isso hoje.” Schana passou a mão pelo rosto de Sansa, e começou lentamente a lhe soltar o cabelo. “Você é uma senhora agora. Senhora do Jardim de Cima e tem que agir como tal. Sem medo. Cabeça erguida.” Sansa foi sendo levada para a cama. Janet tinha os vestidos empilhados nas mãos e olhava o tempo inteiro para a porta. “Seja a mulher que o seu marido precisa. A única mulher que ele vai querer para sempre.”
A única que ele vai querer. As palavras martelaram na cabeça de Sansa e ela imaginou Willas a trocando por uma mulher como Nymeria, ou até mesmo como Schana. Ela respirou fundo completamente determinada a não dar esse gostinho para Nym. Willas não precisaria de nenhuma concubina, meretriz, ou até mesmo de amantes. Ela seria suficiente. Ela seria perfeita. Schana a empurrou para a cama e fechou o dossel ao seu redor a deixando a sozinha na escuridão. Apenas com o som de seu coração batendo acelerado e sua mais nova determinação.
A porta se abriu e se fechou e Sansa segurou o ar dentro dos pulmões. Ela ouviu alguns passos e depois apenas o silêncio.
“Sansa?” A voz dele era macia e suave e Sansa sentiu todos os pelos que ainda tinha se arrepiarem, ela se mexeu na cama, fazendo-a ranger e abriu o dossel, colocando o rosto para fora. “Oi.”
“Oi.” Sansa respondeu e esperou enquanto ele andava lentamente até a beirada da cama. Willas largou a bengala e parecia nervoso, porque se atrapalhou com o nó que prendia a calça. “Eu ajudo.” Sansa nem percebeu de onde a voz veio, era como se algo a tivesse dominado. Ela abriu o dossel e percebeu, com um rubor no rosto, que o marido estava paralisado admirando seu corpo. Ela tirou as mãos dele do nó e o puxou, fazendo as calças caírem no chão.
“O que houve com você?” Ele sussurrou e esticou a mão, tocando sua pele nua e fazendo-a a mesma se arrepiar.
“Garlan me deu de presente uma...meretriz.” Sansa ficou corada. “Ela me ensinou algumas coisas... E fez isso!” Com mais coragem do que ela achava que teria, Sansa pegou a mão do marido e direcionou para o interior de suas pernas. Ele encaixou a mão perfeitamente e Sansa soltou um suspiro. “Disse que as mulheres em Bravos e Pentos fazem isso. Que os homens gostam.”
Ela o viu fechar os olhos e delicadamente afastar as dobras que protegiam sua intimidade, passando o dedo lentamente por dentro dela. Sansa fechou os olhos e levou as mãos aos ombros largos e perfeitos do marido, apertando-os, podia ouvir que ele dizia alguma coisa, mas não conseguia prestar atenção enquanto ele escalava a cama e fechava o dossel, os deixando de novo na escuridão.
O corpo de Willas cobriu o seu e lábios exigentes e quentes lhe tomaram no mesmo instante. Esses lábios eram a perdição de Sansa, que só percebeu que os dedos de Willas tinham parado sua exploração em sua intimidade quando ambas lhe cobriram os seios, puxando dolorosamente os bicos túrgidos e rosados.
Seus dedos pequenos e inexperientes puxaram o cabelo castanho e suave do marido para mais perto. A boca de abriu e a língua macia dele lhe explorou com cuidado e devoção.
O corpo de Willas se afastou apenas o suficiente para puxar a camiseta de ninho e o colete pela cabeça, ficando nu em todo o seu físico. Sansa não conseguia ver, mas em compensação conseguia sentir cada músculo debaixo da pele dele se mover com perfeição contra o corpo dela.
Ela abriu os lábios, esperando que ele voltasse a lhe explorar com a língua, porém quando a boca de Willas fechou-se no seu pescoço, puxando a pele entre os dentes e lhe sugando, Sansa apenas curvou o corpo em direção a ele, como se ele pudesse pegar mais. Ter mais dela. Ela era dele.
As mãos de Willas afastaram as pernas de Sansa e se encaixaram entre elas. Ela sentiu quando o corpo dele pressionou o seu, e algo que parecia pulsar estava pousado em seu estomago. Sansa sabia o que era aquela parte do corpo dele. Schana havia lhe explicado como aquilo funcionava.
Lembrando-se das aulas da tarde, ela empurrou o corpo dele levemente, apenas para pegar a parte pulsante na mão e apertar. Willas soltou aquele som obsceno e Sansa percebeu que gostava demais dele. Apertou-o novamente e dessa vez, Willas lhe puxou os cabelos, fazendo-a repetir o mesmo som, com uma mistura de dor.
“Sansa.” Willas gemeu o nome dela no seu ouvido, e ela sentiu como se fosse explodir, enquanto seu corpo entrava em um estado de estupor e queimação.
Willas pegou a mão dela, e subiu e desceu em sua extensão. Sansa abriu os olhos e na escuridão tentou encarar o rosto do marido. Ele soltou a mão dela, e Sansa entendeu que sozinha deveria continuar. Ela desceu a mão novamente, até o fim de Willas e voltou lentamente até o topo. Willas chiava no ouvido dela, enquanto seus dedos ainda massacravam seus seios. Sansa estava tão perdida em sensações, que achou que fosse desmaiar. Ele parou de lhe apertar os mamilos, e apoiou as mãos, cada uma de um lado de sua cabeça. Apenas gemendo baixo e respirando no rosto de Sansa. Ela segurou com firmeza a ponta da ereção de Willas e deu um aperto, ele afundou a cabeça no pescoço dela. Ela alisou ele com a ponta do dedo, e sentiu algo quente se espalhar.
Willas desceu a mão pelo corpo dela e se embrenhou novamente em suas dobras, acariciando com o polegar aquele pontinho mais sensível. Sansa fez mais força no seu aperto e voltou a subir e a descer.
“Sua mão está fazendo com meu pau exatamente o que eu vou fazer dentro de você.” Ele respirou no ouvido dela e gemeu. O corpo de Sansa se inclinou para frente com aquelas palavras, e ela sentiu uma fisgada e aquela sensação de incômodo no meio das pernas.
As mãos de Willas largaram seu cabelo e foram até sua cintura, apertando-a com força e girando o corpo dos dois. Sansa agora estava sentada na barriga dele, e podia sentir a ereção dele embaixo de si. Com um empurrão Willas mexeu a cintura dela, fazendo o quadril de Sansa dançar sobre seu membro. Ela fechou os olhos e gemeu quando a fricção aliviou aquela sensação de queimação.
“Eu sei que eu deveria...” Sansa foi erguida e sentiu a ponta de Willas na entrada de sua intimidade. “Fazer isso de um jeito mais calmo e lhe amar lentamente.” Sansa apoiou as mãos no peito de Willas enquanto ele lhe abaixava lentamente, sua pele sendo esticada enquanto a ereção pulsante dele lhe preenchia. “Perdoe-me por isso, mas eu preciso estar dentro de você agora. Ah, Sansa, eu preciso estar bem fundo em você.” Então Sansa mordeu os lábios quando ele a preencheu, sentindo a dor passar por todo o seu corpo.
A cabeça dela pendeu para trás com um grito mudo. Completamente imóvel dentro dele, com a sensação que estavam apertando algo dentro dela. Willas levou o polegar até o pontinho sensível dela e acariciou lentamente, Sansa podia sentir o dedo dele pressionando e puxando enquanto as lágrimas se acumulavam em seus olhos.
“Você fica linda assim.” Ele sussurrou, e ela sentiu ele se sentar. O membro dele pulsava no interior dela e Sansa queria que ele parasse. Ela o abraçou forte e ficou quieta, apenas respirando e tentando se concentrar no polegar dele que ainda apertava com força o ponto escondido.
“Willas...” Sansa resmungou, escondendo o rosto no peito do marido, que alisava com a outra mão as costas dela. Ela não sabe quanto tempo ficou quieta ali, apenas se acostumando com o corpo intruso dentro do seu, até que a dor deu espaço para um pequeno incomodo.
“Eu preciso...” Sansa tirou o rosto do peito dele, enquanto ele erguia a cintura dela, aliviando o aperto e a puxava delicadamente para baixo, a preenchendo de novo. Ela nem prestou atenção na dor que voltou quando Willas tremeu e chamou o nome dela em um gemido. Ele fez de novo o movimento, e dessa vez Sansa gemeu com ele. Willas voltou a se deitar e colocou ambas as mãos na cintura da garota, controlando a velocidade com que ela subia e descia em cima dele. “Gosta de andar a cavalos?” Ele perguntou e Sansa podia sentir que a cada descida ele estava mais escorregadio do que antes. Ela gemeu uma resposta e ele apertou com mais força, aumentando a velocidade. “Então eu quero que você pule como se tivesse galopando em um cavalo Sansa.” Ela gemeu e inclinou o corpo para frente, subiu novamente e na descida Willas a puxou com força, ela podia ouvir o som da pele se chocando enquanto seus seios balançavam para cima e para baixo e seu corpo ia ficando mais suado. A mão de Willas apertava com força seu traseiro enquanto a outra puxava seu cabelo com força.
Ela não sabe como e nem quando ele ficou sentado e tomou o seio nos lábios, podia sentir que ele ia de encontro ao corpo dela em cada movimento com uma brusquidão e ferocidade animal, lhe tomando, lhe marcando como sua.
Sansa tinha as unhas enfiadas nas costas de Willas enquanto pulava com tanta força e rapidez que tinha a impressão que suas coxas não aguentariam mais. Seus corpos suados dançavam um no outro e ela sentia que ambos os seios latejam depois que Willas finalmente os largou para brincar com seu pescoço.
Ele mordeu o lábio dela e puxou para si, e Sansa sentiu seus músculos se apertarem ao redor do membro de Willas. Ele soltou os lábios dela e soltou um gemido rouco, enquanto Sansa ronronava que nem uma gata no topo dele.
“Você sabe o que você fez?” Ele perguntou parando o quadril dela de descer e subir, um braço dele passou ao redor da cintura dela e manteve suspensa, enquanto ele ia de encontro dela com encontros tão fortes de quadris que Sansa teve que se segurar para não ser impulsionada para cima. “Você não pode faze isso Sansa...“ Ele desceu a boca pelo pescoço dela, sugando a pele dela.
“Isso... Isso o que?” Ela perguntou em um gemido, tentando não perder a linha de raciocino.
“Apertar meu pau assim.” Ele voltou a encontrar ela, com força e lentamente. “Eu quero que você aproveite também, mas me apertar assim não vai ajudar.”
Sansa soltou um gemido alto e rouco, sentindo o corpo ser preenchido pelos tremores que ela conheceu naquela tarde. Willas gemia embaixo dela, largando a cintura dela e deixando a garota ter a liberdade dos movimentos, ela continuou impulsionando as pernas para cima e voltando para baixo, cada vez mais rápido, cada vez mais forte, até que tudo se explodiu ao seu redor e Sansa, sem perceber, engolia mais e mais de Willas para dentro dela. Ele não chegou não durou nada depois disso e abafando o gemido na boca dela, derrabou sua semente fundo em Sansa, puxando ambos os corpos para o colchão de penas.
Sansa tinha os olhos fechados e tentava respirar. Schana estava certa, quando disse naquela tarde que amar um homem deveria ser bom para uma mulher também.
Os braços de Willas envolveram seu corpo suado e molengo e ela se deixou embalar como um bebê. O cheiro dele dominava seus sentidos e corpo dela vibrava embaixo do dela. Sansa tinha medo durante a tarde, da dor e do desconhecido. E, graças aos Sete, descobriu que tudo podia ser maravilho. Como Willas era maravilhoso.
Fale com o autor