ACBAH - Academia de Belas Artes Hudson 2
7 Sorri pra mim.
Notas iniciais
– Ursinho – Kate murmurou mexendo no peito de Nathan que permanecia desacordado – amor, acorda.
O garoto não se manifestou, apenas respirou tão fundo quase roncando.
Kate levantou bocejando, colocou sua calçinha e seu sutiã e voltou a olhar para Nathan. Ele parecia um bebê dormindo, ai que vontade de morder!
O corpo nú, os cabelos descobertos e o cobertor na cintura deixavam aquela cena quase irresistível demais. Ela foi para o lado dele passando a mão por seus cabelos levemente, beijou-lhe a testa e puxou o cobertor até metade de sua barriga por estava um pouco frio. Nathan tinha muitos problemas de sono, sempre quando dormia com ele acordava e ele já estava acordado, e vê-lo dormir assim, tão pesadamente deixava Kate feliz porque estava descansando devidamente. Passou a mão de leve pela bochecha dele, às vezes ficava se perguntando se realmente aquele menino lindo, fofo, gentil e talentoso estava mesmo com ela há um ano e meio, parecia de certa forma até surreal. Eles já eram adultos bem formados agora, bem mais maduros do que com 20 e Kate torcia muito para não estar botando esperanças demais neles dois. Ela não conseguia se imaginar com outra pessoa, não achava que ninguém além dele se encaixava naqueles requisitos mentais, e só ele a atraiu de verdade, não apenas pela aparência ou pelo jeito que ele ficava muito sexy tocando violão, mas pelo jeito, pelo sorriso, pelo jeito educado e dócil e mesmo antes de namorarem sempre tão prestativo e amigável.
Ela realmente amava aquele garoto.
Ela riu de seus próprios pensamentos negando com a cabeça para parar de pensar naquilo, sempre se deprimia imaginando uma separação desastrosa como a que Emily e Charlie tiveram, ela realmente não queria isso.
Pegou suas roupas e as dele do chão e as dobrou colocando na estante ao lado da cama e sentou ao lado do namorado olhando no relógio da parede, já eram quase quatro da tarde.
Abriu o guarda roupa dele sentindo aquele cheiro gostoso que o impregnava e pegou uma camiseta larga do garoto e a colocou se sentindo confortável e pequena dentro daquele tecido gostoso e pelos deuses, muito cheiroso. Sentou na cama pegando a carteira dele vendo as várias fotos dos dois ali, inclusive dela sozinha, o imaginava mostrando aquelas fotos para seus amigos dizendo "é minha namorada" ou algo do gênero.
E realmente como não tinha nada de bom pra fazer ficou mexendo nas coisas dele, não xeretando, apenas vendo as coisas, não desconfiava dele, afinal, ele nunca deu motivos para ela desconfiar.
Adorava mexer na caixinha de coisas de quando ele era bebê, ver fotos dele pequenininho agarrado a ursinhos de pelúcia e interagindo com os bonecos do Batman e Coringa, ele era uma criança engraçada e muito elétrica, várias fotos ele estava com gessos, tanto nos braços quando nas pernas, faias na cabeça e curativos pelas pernas e cotovelos.
Ele era uma criança linda, sem dúvida. E agora era um homem lindo, sem dúvida.
Vendo que ele não acordaria tão cedo assim se deitou ao lado dele cobrindo seu corpo com o cobertor e olhou para o rosto adormecido de seu menino homem. Desde que ele e os garotos começaram a jogar basquete Kate viu grandes mudanças no corpo do namorado que sempre foi um definido magro, agora era realmente definido, e Kate não podia mentir que adorava aquele corpo.
Tocou o peito dele olhando seu rosto, sentindo sua respiração pesada. Ela se sentia extremamente bem perto daquela criatura, havia se tornado tão dependente dele que não sabia se isso era realmente algo bom ou ruim. Subiu a mão acariciando o rosto dele coberto por um extremamente sexy cavanhaque curto e bem desenhado.
– Adoro quando faz isso.
Ele abriu os olhos olhando para Kate que sorriu.
– Eu sei – ela voltou a acariciar o rosto dele – e eu adoro te ver dormir.
– Eu sei – ele repetiu e ela riu abraçando-o.
– Sem treinos hoje? – ela perguntou beijando o pescoço dele de leve.
– Sem treinos hoje, Cupcake.
– Hummm – ela suspirou no ouvido dele que sorriu enquanto ela subia em seu colo, oque foi o suficiente para ele ver que ela estava só de camiseta, e uma camiseta dele ainda.
Ele mordeu o lábio sentindo-a beijar seu pescoço olhando por cima do ombro da menina vendo sua bunda empinada e suas pernas lindas descobertas uma de cada lado de seu corpo.
– Adorei a camiseta – ele disse e ela riu baixinho no ouvido dele – ainda mais vestida por você.
– Ela é confortável – Kate murmurou – e tem seu cheiro.
– Pode ficar com ela – ele disse – ela fica bem melhor em você mesmo.
– Eu discordo, mas aceito a camiseta – ela beijou o maxilar dele.
– Hã... você está fazendo isso no intuito de me excitar? Porque se estiver está dando muito certo.
– Não era o propósito, mas não é um mal resultado – ela beijou os lábios dela agora.
– Quer uma segunda rodada? – ele sussurrou no ouvido dela bem baixinho colocando a mão por baixo da camiseta larga acariciando com a ponta dos dedos as costas dela.
– Segunda, terceira, quarta... – eles riram – sou toda sua, Nate.
– Não tem coisa melhor de se ouvir – ele agarrou a cintura dela com força olhando os olhos dela daquele jeito pré-sexo.
– Seu pagamento pela camiseta – ela disse sorrindo.
– Ah, mas eu queria um sutiã – ela riu o beijando devagar.
– Te dou um depois.
Ele a girou na cama ficando por cima e mordeu o lábio olhando para ela e a beijou escorregando as mãos para baixo da camiseta tocando a pele quentinha da menina e a tirou rápido vendo o corpo tão lindo de sua namorada coberto apenas pela lingerie, ele era apaixonado por aquela mulher, de todos os modos possíveis.
– O Cupcake mais bonito de todos – ele sorriu para ela que sorriu de volta o puxando pela nuca, ainda bem que ele já estava nú, poupava o trabalho de tirar a roupa dele.
Se livrou do sutiã dela passando a língua por todo o seio esquerdo apalpando o direito com calma e carinho, trocou para o seio direito apalpando o esquerdo e mordiscou seu mamilo a fazendo soltar um gritinho que o fez rir ainda a acariciando.
– Eu agradeceria muito se você...
Ela parou de falar quando ele rasgou a calcinha dela rapidamente.
– Linda – ele lambeu os lábios tocando a intimidade da menina que mordeu a boca pra não gemer bem vergonhosamente alto.
– Nate...
Ele sorriu abertamente de um modo safado e mordeu a bochecha dela devagarzinho.
– Geme baixinho pra mim, só pra mim – ele sussurrou.
Ela apertou o ombro dele o olhando diretamente nos olhos e ele sorriu a beijando após ela soltar um gemidinho meio falho.
– Te amo tanto minha coisa pequena – ele a encheu de beijos na bochecha indo para os lábios.
– Não mais que eu, meu amor – ela o abraçou com força sentindo o membro do garoto tocar na intimidade dela.
Ele segurou o próprio membro o massageando enquanto a língua dele brincava com a de Kate. A mão pequena e com unhas compridas da menina se encontrou com a dele assumindo a massagem lenta e gostosa em seu membro. O garoto gemeu apertando a mão dela por cima de seu membro a estimulando a massageando mais forte e mais rápido.
De surpresa ele tirou a mão dela a colocando no travesseiro ao lado de sua cabeça e a entrelaçou com a sua a apertando forte, a respiração de ambos estava ofegante e os olhares conectados por algo maior que eles, bem maior. Olho mais profundamente antes de penetrá-la com força e sem, mas cuidado. Kate mordeu seu lábio tentando descontar seu prazer ali.
– Amor... – ela gemeu arranhando as costas dele sentindo seu membro entrar nela com força preenchendo-a por completo.
– Ah Kate – ele gemeu alto sugando a pele de seu pescoço.
Kate sentiu que ele estava quase Chegando lá. A testa dele estava franzida, ele entrava muito rápido e seus músculos estavam muito mais rígidos do que o normal.
E dito e feito logo ela o sentiu se derramar dentro dela deliciosamente. Nathan urrou de prazer apertando Kate conta ele. A respiração dele ficou ofegante e ele deitou ao lado dela.
– Já disse que te amo?
Kate sorriu deitando sua cabeça no peito dele.
– Eu também te amo.
Ele sorriu beijando a testa dela abraçando forte seu corpo.
– Que tal comermos alguma coisa?
– Claro – ela concordou, mas Nathan ficou parado.
– Certo, agora só espera uns cinco minutos pra eu me recuperar e já vamos.
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