A queda do Muro
4 Capitulo 4. Lembranças e o ataque de Koch
Notas iniciais
Segui Jean, pela casa era possível perceber corpos ensangüentados, e na porta havia um soldado do reino de Koch com uma lamina encravada no crânio, a expressão em seu rosto era de surpresa, como se fosse atacado pelas costas. Ignorei isso, e fui direto ao arsenal, ele ficava atrás duma porta secreta que ficava atrás da estante. Vi que Evelyn estava lá dentro, aterrorizada, olhando para a parede, pensei em consola-la, mas não havia tempo para isso, vesti a minha armadura, peguei minha espada, e percebi que falta-va a braçadeira esquerda, logo comecei a procura-la e lembrei que não havia comprado pois na hora falta-va dinheiro.Pensei em ir assim mesmo, mas lembrei que tinha algo que iria servir.Subi correndo as escadas de volta para meu quarto, lá , por alguns instantes procurei por aquela caixa, achei ela embaixo da cama, no mesmo lugar aonde deixei na ultima vez.Dentro dela havia uma braçadeira com um tipo de lâmina ativada pelo movimento, quando jogava o braço bruscamente para frente, ela saia, quando movimentava o braço bruscamente para trás, ela se retraia.Enquanto colocava-a lembrei de como a consegui...
Era novembro, estava um frio congelante, tanto que estava preso com minha tripulação num mar de gelo, era uma missão de reconhecimento, e meu pai achava que eu já estava pronto para liderar um missão simples como essa, mas o inesperado atacou em forma do frio.Um dos tripulantes chegou até mim e disse:
–Capitão!-Sua voz estava rouca por causa do frio- Nossos suprimentos estão acabando, devemos descer até terra firme para caçar?
–Sim, mas faremos isso ao amanhecer, já está tarde e a temperatura só á de cair-Tentei falar isso com a voz mais firme que tinha, pois já estava ficando rouco também.
O dia amanhecia cinzento, todos no barco estavam com uma expressão de desanimo...inclusive eu.Nós continuávamos a dizer que estava tudo bem, que logo iríamos voltar pra casa...falavam isso por aparências, para mostrar aos outros como eram “fortes” “machos” e etc... O mundo era feito de aparências, e se a sua não é boa o suficiente, você é pisado pelo mundo. Estava pensando nisso quando alguém bateu na porta:
–Ande logo capitão! Os homens estão esperando á mais de 10 minutos!
Me apressei em me vestir e pegar a minha lâmina de socorro, na qual a guardo na bota.E logo depois sai com os outros homens...
Tudo que era possível ver era um mar de branco, com pedras e árvores mortas,após algumas horas de busca por mantimento decidimos voltar ao navio mas não tínhamos a minima idéia de como voltar, decidimos nos acampar em uma caverna próxima dali. Era realmente repugnante aquele lugar, havia fezes pelo chão e várias ossadas de animais que eu nuca sequer havia visto, montamos acampamento ali, e eu, logo depois de arrumar minhas coisas eu adormeci...
Fui acordado por alguém mexendo em minhas coisas, e pelas vestes não era da tripulação, pulei em cima das costas do sujeito e com uma força absurda, ele me jogou por cima de seu ombro fazendo muito barulho e acordando os outros.
O sujeito era basicamente do meu tamanho, usava uma capa totalmente branca, obviamente para se camuflar na neve, carregava uma espada longa na cintura,uma faca do mesmo lado, e seu olhar me intimidava.Vários dos tripulantes que antes dormiam, agora estavam acordados e se armando para combater o intruso.Assim que o sujeito tirou aquela capa vi que estava carregando uma arma de fogo (uma coisa que apenas generais de exércitos tinham o luxo de ter) e em sua armadura tinha pintado em um vermelho muito forte uma cruz. O que estava vendo era surreal eram cerca de 7 homens atacando o intruso e ele estava derrubando-os um-a-um, parecia que aquela armadura nem lhe pesava pois conseguia esquivar de ataques e seus ataques eram incrivelmente rápidos. Nem 30 segundos depois do primeiro homem ataca-lo, todos já estavam caídos ou mortos, acho que o único consiente ali era eu, eu sabia que tinha que levantar e enfrenta-lo, mas estava paralisado de medo.
Ele se virou para mim, como se tenta-se me decifrar, então ele rompeu aquele silêncio infernal;
–Você é o capitão deles?-Ele perguntou num tom de nojo.
Não consegui responder, ainda estava paralisado.
–Pois se for –ele continuou- eu tenho pena de você.
–P-Pena?-Eu disse, gaguejando
–Sim, PENA, pois você deixou seus homens me atacarem enquanto ficou ai, paralisado de medo, pessoas como você me dão pena de tão covardes que são!
Não conseguia responde-lo, pois sabia que era verdade, e quando vi ele vindo em minha direção com a espada empunhada consegui criar forças para me mexer, apesar de só ter conseguido rastejar para trás.
–Isso mesmo seu covarde, fuja! Salve sua vida! Vai ser uma pena ter de sujar minha espada com o sangue de um Mer...AARRGHH!!!
Ele havia dado vários passos para trás, quase cambaleando enquanto derrubava a espada no chão para por as duas mãos na barriga que estava vazando muito sangue.Eu não tenho o costume dormir de botas, o que quase me custou a vida, perdi muito tempo ali parado tentando lembrar onde estava a lâmina de emergência, mas isso me garantiu o elemento surpresa. Sem muito esforço ele a tirou da barriga e a lançou em mim, que consegui me esquivar, e o vi começar a sacar a arma de fogo. Tentei ataca-lo com socos e outros golpes corpo-a-corpo, mas nada adiantava ele conseguia preparar a arma e esquivar de mim ao mesmo tempo. Tentei mais uma vez acerta-lo no rosto, mas ele esquivou e ainda deu uma joelhada em meu nariz, o que fez subir um esguiço de sangue pelo ar, mesmo atordoado vi que a arma já estava apontada para mim, e tudo que eu podia fazer era esperar o meu fim, quando de repente ouço um som de estouro muito alto e já imaginando que tinha sido um tiro e eu estaria morto em momentos, decidi abrir os olhos, o intruso ainda estava lá, mas o tiro não veio de sua arma, subo meu olhar e vejo o que tinha sobrado de seu crânio, que fora estourado pelo tiro, Dalí jorrava muito sangue e os pedaços de seu crânio estavam caídos sobre mim, ele largou a arma, e ficou parado por um segundo que pareceu uma eternidade, até que caiu em cima de mim. Ai que vi que havia mais um intruso, este que carregava uma capa parecida com a do primeiro, e antes que ele pudesse se explicar vi mais um correndo em direção daquele que acabara de aparecer, ambos sacaram lâminas escondidas em seus pulsos e começaram a lutar, seus movimento eram mais rápidos que meus olhos que já estavam quase fechando e antes de desmaiar vi que um deles conseguirá acertar na barriga e o outro acertou-lhe o pescoço.Desmaiei...
Acordo com outros da tripulação sendo tratados por um homem encapuzado e antes que eu dissesse algo ele veio até mim e perguntou:
–Está tudo bem com você?-A voz dele era muito mansa, como a de um poeta ou um filosofo.
–Quem é você?-perguntei, ignorando a pergunta do homem.
–Meu nome...-Ele tinha tirado o capuz- ...é Luca.
Ele parecia ter menos de 20 anos, tinha o rosto jovial e um sorriso realmente confortador.Tinha uma cicatriz de queimadura no dedo anelar, e não parecia recente.Tinha o forte sotaque italiano, carregava um arsenal que daria para dividir para vários homens e ainda sobraria, tinha uma espada na cintura, uma faca ao lado da espada, cerca de 10 lâminas de arremesso no abdomem, duas braçadeiras onde era possível ver laminas escondidas, uma agulha (provavelmente com veneno) , um arco com flechas nas costas e ao lado um rifle.Sem contar que estava com uma armadura que cobria uma boa parte do corpo.Reparei que ele tinha manchado de sangue suas roupas, mas em especial na parte esquerda do abdomem.
–Tu carregas um arsenal inteiro contigo amigo, mas mesmo assim luta como um demônio.O que diabos você é?
–Eu sou da Irmandade dos Assassinos.-Ele respondeu apontando para uma parte da armadura que continha o símbolo deles.
–E o que diabos seria isso?
– Nós os assassinos combatemos a tirania dos templários, eles querem controlar as pessoas na base do medo, e não do respeito.
–Entendo, e acho que aqueles dois que estavam aqui antes eram “Templarios”?
–Exato, eles estavam a minha procura, e acharam que eu estaria aqui, e acabaram encontrando vocês achando que estariam me ajudando.mil perdões por isso.-Sua expressão mudou para um tipo de vergonha com arrependimento.
–Tudo bem, mas porque eles estavam atrás de você?
–Por causa disto aqui-Ele pegara um manuscrito.
– E o que tem de tão importante nesse manuscrito?
–A vida de Ezio Auditore está escrita aqui, juntamente com informações importantíssimas para a vitória contra os templários.
–Quem é Ezio Auditore?
–Se prapare meu amigo, pois tenho muita história para contar.-Ele disse com um sorriso no rosto.-Á muito tempo, eu era um garoto que não aceitava a supremacia da família Borgia, e uma vez os borgias descobriram onde eu estava e contrataram mercenários para me matar, eles me acharam e quando estava para morrer, apareceu um homem encapuzado que não só me defendeu, mas matou aqueles mercenários e depois se virou para mim e disse:
–A liberação de Roma começou, deseja se juntar a revolução contra os Borgia’s?
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–Espere um momento, então esse Ezio invadiu o Castelo de Santo Angelo sozinho?Incrivel! -Eu perguntei, estávamos á horas caçando e ele contando histórias sobre as ações de Ezio Auditore.
Ao fim da tarde já tínhamos mantimento suficiente para voltar para casa, e a tempestade de neve já havia parado, estava na hora de seguirmos nossos caminhos.
–Eu te desejo uma ótima viagem de volta á casa, Bryan Walker, foi um prazer conhece-lo –Disse Luca, fazendo uma reverencia.
–Digo o mesmo, Luca, espero que vocês possam vencer a tirania dos Templários.-Disse eu, enquanto ele me ajudava a colocar os mantimentos no navio.
–Á, já ia me esquecendo...- Luca antes de terminar a frase foi interrompido por cerca de 15 tripulantes que estavam conosco.
–Sr. Walker, nós...Queremos ir com Luca e ajudar a irmandade!-Disse um deles, mas falando por todos.
–Oh! Eu... nem sei o que dizer...-Disse Luca, cheio de orgulho.
–A liberdade é de todos.-Eu disse.-Tem permissão para ir, mas não voltem até que tenham ganhado a guerra.
Aquele que tinha dito isso fez a mesma reverencia que Luca tinha feito á mim.E foi para o lado de Luca.
–Nunca me esquecerei de ti e do que você fez por nós, Luca.
–Eu também nunca vou me esquecer de você, Bryan Walker, você ajudou a irmandade permitindo que alguns de seus homens á ajudem. Ah! E já ia esquecendo-Pegou uma caixa e me deu- Isso é para você.
–O que é isso?-Disse ao pegar a caixa
–Meu mestre disse que era para eu dar isso para um viajante caso ele fosse digno, e acho que você se encaixa nesse papel.Nem eu sei o que tem ai, e você tem de prometer que só vai abrir daqui á exatas 24 horas.
–Eu prometo.
Nós nos despedimos mais uma vez, e eu subi no navio e ele continuou sua jornada, agora com discípulos.
Depois de exatas 24 horas, eu, ainda no navio voltando para casa, ordenei ao capitão reserva para comandar por enquanto que iria fazer uma coisa em meu aposento.Abri a caixa, nela tinha uma braçadeira com uma daquelas lâminas escondidas, Luca até que tinha me ensinado como manusear aquilo, e também havia um bilhete.Nele estava escrito:Essas são as ultimas palavras de nosso mestre.
“Quando eu era jovem, tinha liberdade, mas não a via; tinha tempo, mas não o conhecia; e tinha amor, mas não o sentia. Muitas décadas se passariam até eu entender o verdadeiro significado dos três.E agora, no crepúsculo de minha vida, esse entendimento passou a ser satisfatório.Amor, liberdade e tempo, outrora bastante a minha disposição, são os combustíveis que me impulsionam para a frente.Amor, mais especificamente, minha querida, por você, nossos filhos, nossos filhos, nossos irmãos e irmãs...e pelo vasto e maravilhoso mundo que nos deu vida e nos mantém pensando.Com infinito afeto, minha Sofia, sou eternamente seu”
–Ezio Auditore.
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Estava lembrando disso quando Jean puxou meu ombro de novo gritando:
–Bryan!!! O que diabos você está fazendo?Rápido, venha!!!
Despertei do meu sonho acordado, coloquei a braçadeira e segui Jean até fora da casa. Na rua estava o inferno, dezenas de pessoas lutando, e centenas mortas no chão.um dos soldados inimigos veio até mim usando um machado num golpe vertical, o que não foi difícil de esquivar (graças á Luca, que me ensinou com fazer isso), e perfurei seu pescoço com minha espada, seu sangue espirrou em meu olho o que me deixou vulnerável por alguns segundos, tempo suficiente para outro soldado arrancar a espada de mim e me atacar com uma faca.Ele tentou me acertar com um corte na barriga, esquivei, tentou com um na perna, tropecei e ele me fez um corte na coxa esquerda, e ele tentou uma punhalada no meu pescoço, agarrei a mão dele, mas ele consegui me derrubar, ele ainda estava em cima de mim tentando furar meu pescoço, e ele era mais forte que eu, lembrei da lâmina escondida, distrai ele cuspindo na sua face e logo depois usei a lâmina para furar seu olho, a lâmina atravessou seu crânio e fez cair muito mais sangue em cima de mim, ai que fui levantado por outros soldado e sem pensar duas vezes atravessei sua garganta com a Lâmina, e antes de fazer qualquer outra coisa fui arremessado ao chão por outro soldado e vi que estava cercado.Eles me amarraram e me colocaram lado a lado com outras pessoas, lá vi que estava O pai, a mãe, Jean, Evelyn, Manson e Sasha Skystov.
Foi ai que apareceu o Rei Koch, ele que, poucos tinham o DIREITO de vê-lo em pessoa estava na nossa frente.Ele era com toda certeza mais novo que Jean, deveria ter uns 13 anos, era loiro, e estava acompanhado por dois Guardas com quase 2 metros cada um.Ele disse:
–Então esse é o verdadeiro “poder’’ dos Skystov e dos Walker’s?Estou decepcionado.
Pensei que Sasha falaria alguma coisa até que vi que ele estava chorando, e logo depois percebi que Anisim estava caído á pelo menos 5 metros de onde estávamos com várias flechas nas costas.Meu pai berrou:
–Vai pro inferno! Estávamos em período de paz! Você não pode nos atacar!
O Rei Koch parou, e foi até meu pai, e disse:
–Eu faço que eu quiser.
Meu pai cuspiu na cara dele.
–Seu príncipe de inútil! Duvido que teria essa coragem se agisse sozinho!
Koch parou, limpou o sangue da sua face e disse:
–Se agisse sozinho ?
E seu olhar malicioso se dirigiu até Evelyn. Meu pai entendeu o que ele queria dizer com aquilo e começou a berrar:
–NÃO TOQUE NELA SEU MONTE DE LIXO!!! VOCÊ NÃO TEM O DIREITO!!!
–Opa, não estou gostando do seu tom, TALVEZ se você pedir com educação-Ele colocou uma faca no pescoço de Evelyn- eu não á machuque.
–SEU... Me desculpe, mas por favor não toque nela, se vai fazer algo á alguém, faça comigo, mas não toque na minha família.
–Beije meu pé.
–É o que?
–Beije e talvez eu não a machuque.
Meu pai mesmo que obrigado beijou o pé dele.
–Otimo, agora docinho, onde estávamos?-Ele baixou as calças.
–QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO?! VOCÊ DISSE QUE NÃO IRIA MACHUCA-LOS!
–Eu disse TALVEZ.
–VAI PRO INFERNO!!! NÃO TOQUE NE...
Um dos soldados bateu com uma marreta em meu pai, o que o deixou inconsiente.Depois disso Koch abusou de Evelyn na nossa frente, quando terminou ele disse aos seus soldados:
–Façam o que quiserem com ela.
Isso me deixou irado, mas não podia fazer nada, estava amarrado.Eles fizeram uma fila e um-a-um eles abusaram dela.Desviei o olhar, e vi Sasha chorando descontrolavelmente.Quando terminaram um deles disse:
–Senhor, podemos mata-la?-Aquele soldado estava com uma cara de quem tinha feito uma pergunta normal.
–Não, ela vai me servir mais tarde-ele disse com um sorriso malicioso no rosto, enquanto passava a mão pelo rosto de Evelyn que estava debruçada em lagrimas.
–JÁ CHEGA!!!-Manson berrou, ele estava com uma faca na mão, o que deve ter usado para se soltar das amarras.Ele avançou contra Koch, que caiu no chão.mas antes de Manson ataca-lo, ele foi derrubado por um dos guardas, Koch Berrou:
–QUEM VOCÊ PENSA QUE É??!! AMARREM ELE NO CHÃO E CORTEM ELE EM PEDAÇOS, E DEPOIS QUERO AS TRIPAS DELE NA MINHA SOPA!-Ele se dirigiu até Evelyn e disse colocando uma faca no seu pescoço:
–Você já me causou aborrecimento de mais.-Dito isso ele a degolou.Sua cabeça caiu bem na minha frente enquanto um esguiço de sangue saia de seu pescoço, dos dois lados.Jean começará a vomitar e mamãe chorava sem parar, eu estava em parado, sem conseguir me mexer, sem conseguir acreditar naquilo.Conseguia ouvir Manson berrando de dor enquanto era mutilado até uma hora que os seus berros pararam, mas os cortes não.Quando o açogueiro terminou com Manson, cortou suas tripas e colocou num saco.O Rei Koch se limpou do sangue da Evelyn (que não parava de vazar) e meu pai ainda caído no chão e chorando muito disse:
–E-Eu vou te matar...
Koch se dirigiu até ele e disse com um sorriso no rosto:
–Eu vou estar te esperando para matar mais alguns entes queridos seus.-Dito isso ele tirou uma faca da cintura jogou no chão e disse:
–Podem se soltar com isso ai, viram, eu não sou tão mau.-Começou a rir e foi embora com seu exercito.
Todos que estavam ali ficaram em silêncio por um bom tempo e ainda sem dizer nada meu pai pegou a faca do chão, se soltou, nos soltou e foi pegar o que sobrou de Evelyn e Manson para crema-los.
Sasha ainda ficou caído ao lado de Anisim chorando, a mãe foi ajudar o pai para cremar Evelyn e Manson, Jean ficou caído no chão chorando, e as outras pessoas que não estavam chorando no chão foram para casa se preparar.
Ninguém sabia o que fazer agora, mas todos sabiam o que iriam fazer amanhã, CONTRA-ATACAR.
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