A mulher do meu destino

80 And it's name it said on him was Death and Hell followed with him


Notas iniciais
* And it's name it said on him was Death and Hell followed with him = E o nome estampado nele era Morte e o inferno o seguia - Trecho da música "When The Man Comes Around" de Johnny Cash. Olá!! Peço mil perdões pela demora na postagem desse capítulo. Mas agora ando muito atarefada no meu trabalho e fazer duas fics ao mesmo tempo está me consumindo. Obrigada pelos comentários!! Amo o apoio que recebo de vocês!! Sobre o capítulo de hoje.. Brace yourselves.. The hell is coming.. PS: Ia esquecendo das curiosidades.. - Imagino a Aredhel sendo interpretada pela cantora Amy Lee, só que com olhos castanhos escuros. - Já sonhei com os filhos de Aredhel e Loki - Sonhei que o Loki aprovava a fic e mandava eu continuar escrevendo - Algumas cenas hots foram inspiradas em sonhos que tive com o Loki.. XD - A ideia de matar Aredhel foi dada por meu marido. Não gostei da ideia no incio, mas sonhei com o diálogo "pós ressurreição" entre James e Loki. No qual Jim exigia que Loki deixasse Aredhel partir se assim desejasse. - Sonho com vários diálogos da fic e quando acordo anoto tudo em um caderno de ideias. - Releio a fic inúmeras vezes antes de publicar e ainda assim saem com erros.. - Já reli a fic várias vezes.. E continuo relendo para evitar deixar furos.. - Não mudaria nada na história, talvez apenas alguns diálogos.. - Eu desejei várias vezes fazer um hot de Aredhel, Loki e Jim.. Menáge.. XD hauahuahau



Era muita informação para eu absorver de uma só vez. Odin tinha um outro irmão do qual ele nunca falou, Cul, ou como se apresentava, o Serpent. E para piorar a situação, este era o homem que “visitava” minha filha em sonhos. Aproximei-me de Aredhel e ela me abraçou forte.

– O que mais sabe sobre esse Martelo, Váli? — perguntei repentinamente.

– Na verdade eu só achei uma citação sobre ele em um dos quadrinhos. Que Sin teria usado o Martelo de Skadi para libertar o Cul. São muitos quadrinhos. Ainda não tive tempo de ler todos. — deu um suspiro de frustração.

– Precisamos de sua ajuda, Loki. — disse Thor — O Serpent criou um exército próprio, formado por oito agentes, sendo que a Sin é um deles.

– Os “Worthy”.. — murmurou Váli.

– O que sabe sobre eles? — disparei para Váli.

– Pelo que li, são um tipo de exército de elite, uma espécie de agentes da destruição. Eles teriam surgido quando oito seres foram capazes de erguer os oito Martelos dados por Cul. Esses Martelos possuem um grande poder e aqueles que os empunharem seriam possuídos por entidades malignas associadas ao Cul. — explicou Váli.

– Eles se espalharam pela Terra e estão espalhando medo e destruição. Os Avengers todos estão espalhados tentando alcançá-los e ajudar os exércitos dos humanos em várias partes de Midgard. Acredito que se localizarmos o Serpent poderemos parar com os ataques. Por isso vim atrás de sua ajuda. — contou Thor.

– Está tudo acontecendo como vi no meu sonho. — lamentou-se Aredhel – Loki, depois de destruir quase tudo na Terra ele virá até nós. Ele deseja o trono de Asgard. Acha que lhe pertence por direito. Precisamos pará-lo. — disse aflita.

Passei uma das mãos pelos cabelos. Eu realmente não me importava que Cul destruísse Midgard, mas sabia que se nada fizesse ele chegaria a Asgard. Mais uma vez, seria obrigado a interferir nos assuntos que não me diziam respeito. Mesmo contrariado, teria que ajudar Thor e os Avengers.

Olhei para Aredhel e ela me encarava com um olhar de súplica. Novamente haveria uma guerra. Isso poderia custar muitas vidas, inclusive a minha. Relutante, concordei em ajudá-los, mas me certificaria de proteger minha família dessa vez.

– Está bem, Thor. Irei ajudá-los. — afirmei – Váli, chame todos para uma reunião. Agora. — ordenei.



Em pouco tempo estavam todos reunidos no salão, Aredhel, James, Fandral, Volstagg, Sif, Leir, William, Váli, Thor e eu. Decidi que quem iria acompanhar Thor na jornada à Midgard seriam Fandral, Sif, Volstagg, Leir e eu. Os demais ficariam em Asgard para defendê-la de uma possível retaliação. Entretanto eu sabia que isso era uma desculpa. Na verdade queria garantir a segurança de Aredhel e meus filhos, conforme havia planejado com James.

A reunião acabou terminando em uma discussão. Leir não queria que Sif fosse conosco para Midgard. Váli saiu bufando do salão por eu não ter deixado ele nos acompanhar. Aredhel ficou furiosa e insistia em ir comigo. Olhei rapidamente para James e ele olhava meio aflito de mim para Aredhel. Ao final da reunião, ficou decidido que o grupo seguiria imediatamente com Thor e eu iria mais tarde. Eu tinha algumas coisas para resolver antes de partir. Thor foi se despedir de Jane e Rebecca. Depois que todos deixaram o salão, Aredhel ficou histérica e seguiu gritando comigo até chegarmos ao quarto.

– Basta, Aredhel! Eu já disse que você não vai e ponto final! — rosnei entrando no quarto.

– Loki, eu não vou deixar você ir para lá sozinho! — rebateu – E coloque de vez uma coisa em sua cabeça, você não manda em mim! — sibilou.

– Aredhel! — gritei – Toda vez é a mesma discussão! Você é teimosa demais! — agarrei o braço dela – Você. Não. Vai. — falei pausadamente entredentes.

– Vamos ver se eu não vou. — soltou-se de mim e sorriu cinicamente.

Ela saiu do quarto e bateu a porta com violência. Eu tremia de raiva. Não queria envolver minha família em mais uma guerra. Eu já havia imaginado que Aredhel teria uma reação semelhante, eu estava ciente de que, mais uma vez, sua tenacidade seria um problema. Fui à procura de James com urgência e o encontrei na biblioteca sentado à uma das mesas do local.

– Chegou a hora de você cumprir com o que me prometeu. — falei rapidamente puxando uma cadeira e sentando à sua frente.

James ergueu os olhos e encarou-me meio reticente. Ele fechou o livro que lia e exalou o ar lentamente.

– Loki, eu não sei se isso é uma boa ideia. — franziu o cenho preocupado.

– Você me deu sua palavra. — cobrei trancando os dentes.

– Mas.. Loki.. Entenda.. Aredhel vai me odiar pelo resto da vida. Principalmente se algo acontecer a você. — disse com aflição.

– Prefere vê-la morta novamente? — fui frio.

James me encarou seriamente e franziu os lábios formando uma linha.

– Eu venho treinando você todo esse tempo. Sei que conseguirá. — argumentei – Sabes que não é necessário utilizar muita energia, é só manter a concentração e isso será algo simples para você. Vocês estarão bem e seguros aqui, enquanto Thor e eu estivermos em nossa missão em Midgard. Não terá que se preocupar com nada. — falei despreocupadamente.

James mordeu os lábios inferiores e bufou.

– Está bem. — disse meio contrariado — Sabes que faria qualquer coisa por ela. — meneou a cabeça vencido.

– Lembre-se que provavelmente terá que fazer o mesmo com Váli. Ele também ficou muito inconformado com a minha decisão. — alertei e levantei-me da cadeira – Você demonstrou ter bastante habilidade, não terá problema em cuidar dos dois ou até mais ao mesmo tempo. Esteja preparado para utilizar também com Hela e Narfi se for preciso. Meus filhos são tão teimosos quanto a mãe. — resmunguei.

– Como o pai também.. São teimosos de pai e mãe. — James deu um sorriso cínico.

– Que seja.. — dei de ombros – Posso então contar com a sua colaboração? Cuidará de minha família? — indaguei ansioso.

– Claro, Loki. Farei o que acordamos. — balançou a cabeça afirmativamente – Sabes que sempre tratei sua família como se minha fosse. Cuidarei deles e os defenderei com a minha vida se for preciso. — falou seriamente.

– Disso não tenho a menor dúvida. — franzi o cenho – Você já morreu por Hela uma vez e arriscou-se tantas outras por Aredhel. — dei um suspiro – Você é a única pessoa a quem eu os confiaria. — confessei.

– Eu jamais imaginei que ouviria algo assim de você. — James abriu um largo sorriso.

Revirei os olhos. Detestava admitir, mas era feliz por ele ter escolhido viver conosco. Não sabia o que faria sem a ajuda de James.



Todos já havia finalmente partido para Midgard. Reuni-me com Heimdall, ele ficaria responsável por Asgard até meu retorno. Se ele visse algo estranho me avisaria através de Aredhel, James ou um de meus filhos. Já há alguns anos eles haviam aprendido a se comunicar através de projeções, como Frigga um dia havia me ensinado.

Depois de me despedir de Hela e Narfi, me encontrei com James, Aredhel, William e Váli na entrada da Bifrost. Váli estava visivelmente triste e Aredhel estava apática.

– Preciso que você cuide de seus irmãos e de sua mãe. — falei calmamente a Váli – Você entende, não é? — perguntei.

– Entendo sim, pai. — falou Váli baixando a cabeça — Desculpe-me ter sido rude. Eu vou cuidar deles e da mamãe. — olhou para Aredhel meio preocupado – Ela não parece nada bem. — disse baixinho em meu ouvido.

– Ela só está triste.. É isso.. — menti – Ela vai ficar bem. — afirmei.

Váli me deu um abraço forte e se afastou.

– Vou continuar procurando nos quadrinhos. Se achar algo eu lhe aviso, pai. — falou Váli.

– Não se preocupe, cunhadinho. Vou cuidar de meus sobrinhos e da minha maninha. Pode ir despreocupado. — disse William dando um sorriso leve.

William e Váli se retiraram. Quando eles já estavam distantes, me aproximei de Aredhel e dei um abraço forte nela. Ela me abraçou mecanicamente e deixei escapar um suspiro frustrado.

– Perdoe-me, meu amor.. — sussurrei em seu ouvido – Eu faço isso por você e por nossa família. — olhei em seus olhos – Eu te amo tanto. — beijei seus lábios.

– Ela nunca vai me perdoar.. — murmurou James com tristeza.

– Sabe que é o melhor para ela. — rebati.

– Isso não é certo. — ele meneava a cabeça confuso.

Olhei para Aredhel e vi seu olhar vazio. Era como se ela não estivesse lá. Fiquei apreensivo.

– Não acha que está exagerando? Ela está catatônica. — falei meio exasperado.

– Exagerando? — rosnou James entredentes — Eu só estou evitando que ela faça algo. Não vou forçá-la a fazer algo que não queira. Para mim já está sendo difícil controlá-la. Sinto-me um monstro! Eu posso ver claramente o que ela pensa! — alterou-se — Ela está com tanto ódio de mim. — disse com pesar.

– Certo. Acalme-se. — falei rapidamente – Se eu não retornar antes da noite, você fará ela tomar aquele chá de ervas que lhe expliquei. É o mesmo chá que dei a ela naquela ocasião em que fomos para a sua realidade. Ela permanecerá dormindo até que você dê o outro preparado. — expliquei – Mas não esqueça de dar o antídoto, ou ela nunca acordará. Ela pode morrer de fome. — alertei.

– Eu sei, Loki. Jamais deixaria que algo assim acontecesse a ela. — disse James impaciente.

– Estou confiando o que tenho de mais precioso a você, James. — murmurei.

Olhei mais uma vez para Aredhel e acariciei seu rosto. Odiava-me por obrigar James a fazer aquilo, mas precisava protegê-la. Aredhel era frágil demais, não podia arriscar que ela se envolvesse em outra luta. Não podia perdê-la. Depositei um beijo na fronte de Aredhel e fui em direção ao portal.



Cheguei à torre Stark, conforme tinha combinado com Thor. Ele e Stark me aguardavam. Thor estava visivelmente triste e Stark estava sério, parecia angustiado.

– Que bom que você veio, irmão. — disse Thor – Mais do que nunca precisamos de sua ajuda. — havia tristeza em sua voz.

– O que houve? — perguntei apreensivo.

– Nossos esforços têm se mostrado inúteis contra os agentes do Serpent. Estamos tentando alcançá-los, mas sempre chegamos atrasados. Os exércitos de vários países não estão conseguindo ter nenhum efeito sobre eles. Fiquei para trás para tentar mais uma vez localizá-los com a ajuda da água, mas eles bloqueiam a magia de localização. Stark tem tentado usar sua tecnologia para localizá-los. Com o fim da S.H.I.E.L.D, Nick e os demais não dispõem das habilidades de rastreio de outrora. — explicou Thor.

– Thor, se eles possuem armas e poderes especiais, sinceramente, os Midgardians não conseguirem combatê-los ou localizá-los não seria novidade para mim. — falei friamente.

– Mas conseguimos dar conta de você e dos extra-terrestres daquela vez. Como era o nome deles mesmo? Os chita-alguma-coisa.. — intrometeu-se Stark com sua notória ironia.

– Pode ser, Stark.. — falei meio contrariado – Mas havia apenas o Tesseract, os Chitauri e eu. Desse vez há oito relíquias, as quais não sabemos a dimensão de seus poderes. — lembrei — Sem contar que não temos ideia da dimensão dos poderes de Cul, ou como o chamam, Serpent. Sendo irmão de Odin, creio que possua poderes semelhantes ao dele. Em suma, mesmo com nossa ajuda a situação não será nada fácil de resolver. — fui sincero.

De repente soou uma espécie de alarme. Stark foi até uma bancada cheia de equipamentos e ficou observando por um tempo.

– Pelos indicadores, há sinal de atividade em Washington D.C. Thor temos que partir, parece que há um deles por lá. Vou avisar os outros e partiremos para lá. — falou Stark rapidamente.

Em seguida partimos para o tal local usando a água do lago para sermos mais rápidos. Quando chegamos o silêncio imperava no local. Havia várias estátuas de vários Midgardians espalhadas pelas ruas. Parecia que o local havia virado uma cidade abandonada. Stark e Thor olhavam tudo ao redor aturdidos. Barton surgiu correndo em meio aquele cenário fantasmagórico.

– O que é isso? Uma espécie de coleção macabra? — questionou Stark.

– São soldados. Pessoas. Ele transformou tudo em pedra. — disse Barton frustrado.

– Ele quem? — indagou Thor.

– Ele se auto intitula Mokk. — respondeu Barton rapidamente – Ele está avançando na direção oeste da cidade. Esta transformando todos que cruzam seu caminho em pedra. Minha flechas não tem efeito sobre ele. — falou vencido.

– Vamos ver qual é a causa dessa resistência. Jarvis. — disse Stark levantando voo e seguindo na direção oeste.

Thor empunhou o Mjölnir, o girou e levantou voo, partiu também. Conjurei a Gungnir e saí na direção deles, seguindo Barton.

Depois de alguma quadras, vi Stark lançar alguns raios e bombas, mas também não parecia causar nenhum efeito em Mokk. Thor conseguir atingi-lo com alguns raios do Mjölnir e finalmente surtiu algum efeito.

Para mim ficou claro que Mokk, e provavelmente também os demais agentes, só poderia ser combatido com magia ou armas mágicas. A situação era pior do que eu imaginava. Os Avengers não teriam a menor chance. Restaria apenas para mim, Thor e os guerreiros derrotá-los. Precisava achar outra alternativa para contornar a situação. Não teríamos como vencê-los sozinhos, infelizmente precisaríamos da ajuda dos Avengers. Não poderia deixar Cul chegar à Asgard.

Barton voltou a atacar Mokk com sua flechas. O ataque dele e de Thor estavam mantendo Mokk ocupado. Stark pousou ao meu lado e abriu seu capacete, parecia muito aflito.

– Loki, Jarvis acabou de detectar uma nova atividade. Há um outro ataque ocorrendo em Nova York neste momento. — olhou para Thor e Barton – Vamos ter que deixar que eles deem conta desse cara sozinhos. Teremos que nos dividir. Preciso que venha comigo. — falou seriamente.

Eu ainda estava tentando achar uma saída para a incapacidade deles de lutarem sozinhos contra os guerreiros de Cul, então demorei para dar-lhe uma resposta.

– Se você não nos ajudar a arrumar a nossa casa, o Serpent chegará ao seu castelo dourado, homem rena. — disse Stark me encarando.

– Eu sei disso, Stark. — bufei impaciente – Vamos.

A noite chegava e partimos mais uma vez. Ao chegarmos em Nova York, caímos dentro d'água. Todas as ruas próximas, ou até onde podíamos ver, estavam cobertas pelas águas salgadas. Era como se o mar tivesse invadido a cidade. Havia algumas pessoas perdidas agarradas à postes, outras sendo levadas pela correnteza e vários corpos boiando sobre aquelas águas. Stark parecia perdido diante daquele cenário. Ele pairou no ar tentando decidir o que faria. Uma mulher que se afogava, agarrada a uma placa. Stark voou na direção dela para socorrê-la, eu o segui nadando. As correntezas não eram forte o suficiente para me arrastar, afinal eu era bem mais forte que os humanos.

– Minha filha! Ela foi levada pela correnteza! Ajudem-me! — gritava a mulher ao ser resgatada.

Várias outras pessoas pediam por socorro. Olhei na direção para onde a mulher apontava. Vi uma garotinha de cabelos pretos sendo levada pelas águas. Lembrei-me apenas de Hela. Deixei-me ser levado pela correnteza e nadei na direção da menina. Rapidamente consegui alcançá-la. Ainda estava viva. Nadei com a menina e a levei até o local mais alto onde Stark estava deixando as pessoas que ele resgatava. A mulher correu na direção da menina e depois veio me agradecer. Fiquei sem reação.

Stark pousou ao meu lado e deu-me um tapinha nas costas.

– Segundo um dos sobreviventes a inundação foi causada por ondas gigantes. Essas ondas foram causadas por um homem que se apresentou como Nerkkod e exigiu que eles se rendessem ao novo rei e soberano dos nove reinos, o Serpent. — contou Stark – Por que vocês asgardianos sempre têm a mania de querer reinar sobre a Terra? — indagou impaciente.

Antes que eu pudesse dizer algo, um ser surgiu fazendo as águas recuarem por onde ele passava. Não precisava ser muito esperto para perceber de que se tratava de Nerkkod. Stark tentou atacá-lo em vão. Como eu havia imaginado seus ataques eram inúteis contra ele. Minha teoria estava confirmada, somente magia poderia combatê-lo.

Afastei-me do local e fui em direção a Nerkkod. Conjurei novamente a Gungnir e o atingi com um raio. Ele foi arremessado para longe. Nerkkod estava se levantando quando novamente Stark o atacou. Nada aconteceu. Nerkkod fez surgir uma enorme onda. Ela veio em nossa direção e atingiu Stark e eu. Mesmo com minha força não consegui lutar contra a potência da onda e fui arrastado por alguns quarteirões. Consegui me reerguer e encontrei Stark caído a uma certa distância de mim.

– Não vamos conseguir desse jeito. — disse entredentes ajudando Stark a se levantar – Thor, os guerreiros e eu não seremos o suficiente para combater esses soldados de Cul. — bufei com raiva — Precisamos encontrar uma forma de tornar o ataque de vocês mais efetivos. Vocês precisam usar magia e acho que sei o que faremos. Sei de um encantamento que pode ser feito sobre suas armas. Mas preciso que vocês, Avengers, me entreguem suas armas. — falei contrariado.

– Estou chocado. Você irá encantar nossas armas, feito uma fada madrinha? Pensei que isso só existisse em contos infantis. — foi sarcástico.

– Sim. Existe magias que podem ser aplicadas em suas armas. — falei impaciente – Reúna os seus amiguinhos, preciso das armas deles, com urgência. — fui seco.



Stark estava contatando os outros Avengers quando vi Váli se materializar diante de mim. Era uma projeção dele. Ele estava com os olhos vermelhos.

– Pai.. Cul veio até Asgard acompanhado de dois agentes e nos atacaram. — Váli disse com lágrimas nos olhos – O tio Jimmy havia nos dado um chá para dormirmos e nem Narfi ou eu pudemos fazer nada para evitar o que aconteceu. Foi uma tragédia. — deixou escapar um soluço e começou a chorar.

– O que houve, Váli? — falei com o desespero palpável em minha voz.

– Tio William, tia Jane e Greta estão mortos... E.. Cul levou Hela com ele. — disse em meio às lágrimas.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Comentem. Por favor... Confiem em mim... Mas não deixem de opinar.. Estou aberta a sugestões..