Notas iniciais
Amores, preciso muito da ajuda de vocês. Eu tenho duas opções: 1°: Eu posto mais 3 ou 5 capítulos e a fanfic acaba. 2º: Vocês me dizem nos comentários o que gostariam de ver na fic e eu continuo a escrever. Porque eu, realmente, não tenho mais idéias para essa fic. Mas se vocês me derem ideias dizendo o que gostariam de ler eu consigo escrever de boa. Espero a resposta de vocês.

Após alguns minutos a enfermeira levou Sofia de volta para o berçário e Cobra continuou fazendo companhia para Jade.

– Cobra? –Chamou a menina, acordando.

Ele rapidamente se levantou da cadeira em que estava aconchegado e se posicionou ao lado de Jade, segurando sua mão e lhe dando um selinho.

– Meu amor, como você está?

– Estou bem, só com um pouco de sono. O que aconteceu?

– Você sofreu uma parada durante o parto e por causa dos medicamentos você dormiu por três horas!

– Três horas? –Ela perguntou e o ele balançou a cabeça positivamente- E ai Sofia? Aconteceu alguma coisa com ela? Ela está bem? –perguntou nervosa.

– Fica calma, você não pode se estressar. Ela está ótima! Ela estava aqui comigo até pouco tempo, mas teve que voltar para o berçário.

– Eu quero vê-la. Ela deve estar morrendo de fome Cobra!

– Ela... Ela já foi alimentada. –Ela me olhou confusa e eu expliquei- Banco de leite. –disse e vi seus olhos se encherem de lágrima- Ei, o que foi?

– Eu não queria que ela fosse alimentada pelo leite de outra pessoa, eu queria fazer isso por ela. Mas nem isso eu consegui, não fui forte o suficiente.

– Olha pra mim. –Pedi e ela o fez- Nunca mais diga isso! Você é a mulher mais forte e corajosa que eu conheço. Olha só, você passou por tudo e agora está aqui. Ótima e pronta para cuidar da nossa filha. –Ela me olhou e sorriu fraco- Eu vou chamar o médico para examinar você e enquanto isso vou lá pegar a Sofia.

Sai da sala e fui ao encontro do médico, que estava a poucos metros dali. Depois fui até o berçário e fui avisado pela enfermeira que Sofia estava realizando uns exames e que se tudo ocorresse bem ela poderia ir para casa comigo. Fiquei muito feliz em saber disso, mas só de pensar que eu iria embora com ela e Jade ficaria no hospital fiquei desesperado. Em mais ou menos meia hora a trouxeram para mim e voltando para o quarto encontrei o médico saindo de lá.

– Como ela está doutor?

– Ótima, melhor do que esperava até. Desculpe-me, mas tenho outro paciente para atender agora. Com licença.

Suspirei aliviado e entrei no local. Jade já me esperava sentada na cama, impaciente. Ao ver Sofia ela começou a chorar, emocionada. Me aproximei, coloquei nossa filha em seu colo e Sofia, imediatamente, segurou um dedo de Jade.

– Ela é linda Cobra! –disse olhando para mim e depois voltou a atenção para Sofia- Oi meu amor, a mamãe esperou tanto tempo pra te ver. Me desculpe pela demora! Você é muito linda sabia? Eu te amo!

Fiquei impressionado pela forma que Sofia olhava para Jade. Sem se quer piscar os olhos, olhava para mãe como se estivesse entendendo tudo que ela estava falando. Ficamos um tempo apreciando a presença um do outro e o silêncio foi interrompido pelo choro de Sofia, que indicava que ela estava com fome.

– Eu acho que filha é só minha Cobra. Ela é a minha cara, não se parece em nada com você! –brincou enquanto amamentava a menina.

– Muito engraçada você! Olha só, o nariz é meu! –disse se defendendo.

– Estou brincando amor.

Foram interrompidos pela chegada do médico que avisou que Jade e Sofia estavam liberadas e podiam ir embora.

***

Jade

Cheguei em casa e fui surpreendida por uma mini festa organizada pela minha mãe e pelo Ed. Lá estavam Bianca, Karina, Duca, Pedro, Lírio, Joaquina, Sol e outros amigos mais chegados. Todos ansiosos para conhecer minha filha; depois de me cumprimentarem votaram a atenção para ela. Infelizmente, a festa não durou muito tempo. O dia tinha sido muito cansativo, por isso todos foram embora cedo.

– Amor, o que você acha da gente assistir um filme?

– Eu acho ótimo! Pega o carrinho da Sofia lá no quarto pra ela ficar dormindo pertinho da gente.

Ele saiu, em pouco tempo voltou com o carrinho, colocou Sofia nele para mim e aconchegou-se ao meu lado.

– A gente podia aproveitar que ela está dormindo... –disse beijando meu pescoço.

– Cobra! Você é louco? Você sabe que vai ficar de castigo por algum tempo, não é?

– Castigo? Ah não! Já tinha me esquecido disso!

– Mas a gente pode aproveitar de outro jeito!

– É?

Ele perguntou e eu me aproximei dele selando nossos lábios e logo depois aprofundei o beijo. Depois de namorar um pouco, deitei em seu ombro e acabei adormecendo.