A carta imaginária
Uma carta.
Só uma.
Nada mais que uma carta, com "meia dúzia" de palavras sentidas, e... toda a verdade. Nua e crua.
Para ti, meu amor... que nunca me esqueças e que um dia sejas capaz de me perdoar, porque eu não vou conseguir perdoar-me a mim própria.
Com amor,
Anna.
(Em breve vou contar-vos como tudo aconteceu...)
Só uma.
Nada mais que uma carta, com "meia dúzia" de palavras sentidas, e... toda a verdade. Nua e crua.
Para ti, meu amor... que nunca me esqueças e que um dia sejas capaz de me perdoar, porque eu não vou conseguir perdoar-me a mim própria.
Com amor,
Anna.
(Em breve vou contar-vos como tudo aconteceu...)
Anónimo
Sinopse
Uma carta.
Só uma.
Nada mais que uma carta, com "meia dúzia" de palavras sentidas, e... toda a verdade. Nua e crua.
Para ti, meu amor... que nunca me esqueças e que um dia sejas capaz de me perdoar, porque eu não vou conseguir perdoar-me a mim própria.
Com amor,
Anna.
(Em breve vou contar-vos como tudo aconteceu...)
Só uma.
Nada mais que uma carta, com "meia dúzia" de palavras sentidas, e... toda a verdade. Nua e crua.
Para ti, meu amor... que nunca me esqueças e que um dia sejas capaz de me perdoar, porque eu não vou conseguir perdoar-me a mim própria.
Com amor,
Anna.
(Em breve vou contar-vos como tudo aconteceu...)
Notas adicionais
HISTÓRIA ORIGINAL.
PLÁGIO É CRIME.
PLÁGIO É CRIME.
Escrito por
Anónimo
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 29 de mar. de 2020 16:14
Atualizado em 3 de mai. de 2020 13:26
3008 palavras
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HISTÓRIA ORIGINAL.
PLÁGIO É CRIME.
PLÁGIO É CRIME.
Autor
Anónimo
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 29 de mar. de 2020 16:14
Atualizado em 3 de mai. de 2020 13:26
3008 palavras