Notas iniciais
"O que quer dizer com 'não parece seguro'?"

—Isso lá é hora de voltar? — ralhou Nami ao atender a porta e deparar-se com seu invocador com as roupas em trapos — Você tem um pacto a cumprir, sabia?

—Primeiramente, bom dia para você também! — retrucou ele aborrecido com a calorosa recepção — Segundo, não posso voltar a um lugar onde nunca estive antes! E terceiro, estou muito ciente de minhas obrigações, obrigado!

—Então o que andou fazendo para não chegar antes do dia clarear? — perguntou a marai zangada.

—Digamos que eu fiquei com as mãos muito ocupadas... — respondeu ele entrando.

—Bom dia Pyrus! — cumprimentou-o Tálida — Como foi seu tour pela cidade?

—Explosivo! — respondeu ele com uma pitada de ironia — Desculpe-me deixá-la esperando...

—Fique tranqüilo! Já imaginava que não iria vir tão cedo (embora chegar logo após o raiar do sol seja bem cedo!). No entanto, acho que deveria pedir desculpas a sua campeã... Ela mal dormiu de nervosismo...

—Isso não é verdade! — apressou-se a negar a sereia.

—Como não? Olhe o tamanho dessas olheiras! — argumentou a meio-felina.

—Não estava preocupada com ele, mas com o tempo que perderia tentando arranjar um novo invocador! — explicou Nami ruborizada.

—Então as desculpas ficam para outra ocasião... — provocou-a Pyrus — Há algo para comer aí? Estou faminto!

—Estou colocando o café da manhã na mesa... — disse a felina retornado à cozinha.

—Maravilhoso! — comentou ele — Preciso comer alguma coisa e tomar um banho antes de ir à academia.

—Também precisará de roupas novas, do contrário jamais deixar-lhe-ão entrar. – alertou Tálida – Vou buscar a bolsa...

—Prometo pagar-lhe todas as despesas assim que receber. – falou ele visivelmente envergonhado.

—Acho bom mesmo! – disse ela de imediato apenas para fazê-lo sentir-se ainda mais inferiorizado – Mas não precisa ter pressa, afinal ainda estou em dívida com você, professor.

Ela sorriu, e ele também.

—Obrigado! – ele agradeceu ao aceitar o dinheiro.

...

Infinitamente mais apresentável após um bom banho e já vestido nas novas roupas, Pyrus rumou para a grande “Academia Yordle de Ciências Avançadas de Piltover” acompanhado por sua campeã.

—Explique-me novamente. O que é essa tal academia mesmo? – perguntou Nami pela milionésima vez.

—Em poucas palavras, é onde o conhecimento científico e mágico que há em Piltover é desenvolvido e ensinado à próxima geração. – explicou ele da maneira mais simples que pode pensar.

—Então é como se fosse um templo? – questionou a marai.

—Templos não ensinam nada útil para a sociedade! – respondeu o cético invocador.

—Tudo que aprendi foi ensinado a mim pelos sacerdotes de Iara! – retrucou ela – Sempre foi assim. As crianças passam a freqüentar o grande templo assim que atingem idade e lá aprendem nossas orações, nossos costumes, nossas lendas...

—Como disse, nada de útil! – interrompeu o invocador.

—Se meu povo está vivo hoje é porque eles transmitiram a sabedoria das eras antigas adiante! – argumentou a marai perceptivelmente alterada – Se hoje sou a Conjuradora de Marés é porque eles me prepararam para isso!

—Como? Eles lhe treinaram? Ensinaram-lhe magia? Ensinaram-lhe a lutar contra “os seres do abismo”? Contaram onde achar a pérola? – provocou Pyrus.

—Eles ensinaram-me os contos de minhas antecessoras e a coragem que tiveram ao aceitarem seus destinos! – irritou-se Nami ao ter as crenças contestadas.

—Se as “profecias” que previram o surgimento da conjuradora fossem verdadeiras, coragem não seria necessário, pois seria certo seu sucesso! – apontou o rapaz – Lendas coíbem e escravizam o povo sob o domínio dos “escolhidos” dos quais elas falam. Elas ensinam que se não formos um escolhido ou fizermos parte daqueles que os servem, devemos baixar a cabeça e obedecer em busca de salvação! E eu jamais abaixarei minha cabeça para ninguém! Não permitirei que outros controlem meu destino! Eu mesmo o escreverei com minhas pernas!... Olhe para esta cidade! Olhe para sua prosperidade e grandiosidade! Há outras nações em Valoram cujas profecias alegam estarem destinadas a um futuro de glória ou de domínio absoluto sobre as restantes, mas é Piltover a cidade que mais distante vê no horizonte do futuro! Sua gente não se deixa intimidar por histórias ancestrais sem fundamento criadas para explicar o que as mentes do passado não conseguiam compreender. E é nesse ponto que a Academia Yordle e seu templo se diferenciam. Um vive do passado e é servo dele, o outro segue em direção ao amanhã buscando novas verdades e um destino melhor!

—Não há futuro sem passado! – contradisse Nami – Não há conquista sem crença!

—Não há espaço para o novo enquanto se venerar o antigo! – retrucou ele.

—Por Iara, você é muito cabeça-dura, muito teimoso! – esbravejou ela.

E você muito ingênua! – falou ele.

Faíscas voaram quando eles se encararam. Seus olhos revelavam uma desaprovação mútua pela crença e pelo pensamento alheio. Por um instante o ar se tornou tenso e perigoso, como se algo estivesse prestes a acontecer, porém...

—Se é nisso que acredita, não tenho o direito de força-la a mudar. – comentou Pyrus enfiando as mãos nos bolsos e desviando o olhar – Só espero que não se decepcione no futuro...

Aquele respeito repentino pegou a marai de surpresa, deixando-a sem ação. Ela não conseguia entender como alguém com um pensamento tão diferente poderia simplesmente aceitar o dela.

—Vamos, estamos quase chegando! – prosseguiu ele – Quem sabe você entenda melhor meu ponto de vista quando estiver lá dentro.

—Quem sabe... – repetiu ela ao ver que talvez não houvesse problema seus pensamentos serem distintos desde que o respeito existisse.

...

—Como assim não posso entrar? – surpreendeu-se Pyrus.

—Apenas alunos, professores e cidadãos (há mais de dois anos e com autorização) podem acessar as dependências da academia... – falou a balconista do hall de entrada com sua voz fanhosa e irritantemente aguda.

—Pensei que a academia tivesse um acordo com o Instituto de Guerra, permitindo que todos os invocadores tenham direito ao acervo da biblioteca! – comentou o rapaz inconformado.

—Essa informação confere... – disse ela com seus óculos de meia-lua na ponta do fino nariz enquanto lixava as longas unhas.

—Então deixe-me entrar! – falou ele sentido o sangue esquentar.

—Preciso de um comprovante de sua posição no instituto assinado por um dos cinco mestres e pela xerife... – informou ela soprando o pó de queratina das pontas dos dedos.

—Isso é palhaçada, né? – indignou-se ele.

—Olha aqui moço, — disse ela afundando os óculos com o dedo médio e lançando-o um olhar intimidador – eu não tenho como saber quem você é ou o que você faz sem os devidos documentos! E sua palavra não vale nada aqui! Se quer entrar, prove que o que diz é verdade! No seu visto temporário diz que veio daquele covil de ratos chamado Sentina e não seria a primeira vez que um maldito pirata tenta roubar obras de nossa posse! Então, ou você traz os documentos, ou suma daqui antes que eu chame a polícia!

...

—Demônios! – urrou Pyrus no rumo de volta para a casa de Tálida, assustando os transeuntes próximos.

—Você tinha razão. Templos e academias são diferentes... Templos não negam a entrada de ninguém! – ela provocou.

—Faça piada o quanto quiser, mas saiba que pode haver informações a respeito da pedra da lua lá dentro! – retrucou ele mal-humorado – (E templos negam a entrada sim!).

—E o que faremos! – indagou Nami.

...

—Não há nada que eu possa fazer. – falou Caitlyn – Regras são regras e eu não posso abrir exceções.

—Mas Tálida já confirmou que sou um invocador! – lembrou o rapaz, suas mãos já trêmulas de nervosismo.

—Entenda senhor Igns, caso abra uma exceção para o senhor, terei que fazê-lo para outros também, — explicou ela sentada à sua mesa – e isso não vai acontecer! Além do mais, com um teleporte para ir e outro para voltar...

— Eu não sei teleportar! – admitiu ele envergonhado por entre os dentes cerrados.

Caitlyn calou-se surpresa. Aquilo era um tanto quanto inesperado...

—Pode mandar um mensageiro... – comentou ela.

—Enquanto não receber um pagamento por batalha, estarei totalmente quebrado, zerado, falido, — contou ele — sem falar no tempo perdido até a resposta voltar.

—Então iniciar a viagem para lá hoje mesmo, — aconselhou a xerife – pois não desobedeceria a lei em hipótese alguma!

—Mas... – tentou insistir ele.

Uma grande mão de metal fechou-se dolorosamente sobre o ombro dele.

—Não é não! – falou Vi, a qual acabara de chegar – Quer que eu explique melhor?

—Vi. – falou a xerife calmamente, e a mulher das manoplas mecânicas largou o ombro de Pyrus e foi para o lado de sua chefe.

Zangado e frustrado, o invocador rumou para a saída junto de sua campeã.

—Um momento senhor Igns! – pediu Caitlyn – Ontem houve outro ataque de nossa principal procurada, o que causou mais uma onda de destruição pela cidade. Testemunhas disseram terem visto um homem a perseguindo... Sabe de algo a respeito?

—Não tenho a mínima idéia do que se trata. – falou ele sem apresentar qualquer expressão a mais.

—Então deixe-me avisá-lo: esta cidade não tolerará vigilantes ou justiceiros! – alertou ela com um olhar perigoso.

—Imagino que não... Uma deve ser mais do que o suficiente... – comentou ele lançando um olhar provocador à Vi.

—O que está tentando dizer?! – avançou Vi.

Entretanto, o braço da xerife bloqueou seu caminho, deixando Pyrus e Nami partirem sem mais confusão.

—E agora? – perguntou Nami já do lado de fora da delegacia lançando um olhar gélido e desdenhoso a seu invocador por sua total ineficácia.

—Ainda há uma opção! – disse ele furioso.

...

—Tálida, precisamos de um favor! – chamou Pyrus entrando na moradia de sua amiga de infância.

—O-lá Py-rus! – cumprimentou-o Blitzcrank – Tá-li-da não es-tá!

—E onde ela foi? – indagou o rapaz.

—E-la a-ca-ba de te-le-por-tar com An-nie pa-ra De-má-cia pa-ra as au-las de ma-gi-a mi-nis-tra-das à ga-ro-ta por Lu-xan-na, a da-ma da luz! – contou o gólem.

—Então ela voltará ao anoitecer? – supôs o invocador.

—Tá-li-da dis-se que tem as-sun-tos a re-sol-ver na ci-da-de que de-man-da-rão tem-po e por is-so vol-ta-rá a-pe-nas da-qui há u-ma se-ma-na. – avisou a máquina consciente.

—Uma semana?! – repetiu Pyrus incrédulo.

—Pre-ci-as-men-te! – confirmou Blitzcrank – Po-rém e-la tam-bém pe-diu pa-ra eu in-for-má-lo que de-ve sen-tir-se em ca-sa em-quan-to e-la es-ti-ver fo-ra e que dei-xa-ra di-nhei-ro no po-te da co-zi-nha pa-ra e-mer-gên-ci-as. A-go-ra, com su-a li-cen-ça, te-nho re-pa-ros a fa-zer...

O gólem saiu pela porta da frente, deixando a cargo de Nami fechá-la. Pyrus permaneceu estático e inerte.

—Você é bem azarado... – comentou a sereia.

O rapaz não respondeu, apenas rumou para a porta.

—Onde vai? – indagou a marai.

—Esfriar a cabeça! Não consigo pensar direito parado no mesmo lugar! – respondeu ele saindo pela porta – Melhor me esperar aqui para evitar confusões.

Nami observou-o rumar sem destino e desaparecer depois de uma esquina.

—Eu é que não vou ficar parada aqui enquanto meu povo conta comigo! – falou a sereia para si mesma saindo também, mas votando apressada – Ops, quase esqueço de trancar a porta como Tálida ensinou!

...

—Porcaria. Porcaria! Por-ca-ri-a! – repetia Pyrus com a paciência toda esgotada enquanto cruzava um beco abarrotado de lixeiras cheias aguardando o veículo da coleta – Como vou resol...

—Búh!

—Uaaaaaah! – assustou-se ele saltando para o lado e conjurando uma barreira mágica para se proteger, tropeçando, porém, em um saco de lixo, escorregando em algumas folhas de jornal velho e desabando em meio a um monte de latas de lixo em um magnífico strike!

—Ha ha ha ha ha ha ha ha ha! Adorei sua reação! Foi melhor do que planejei! Ha ha ha ha ha ha ha ha!

Pyrus arrancou a caixa de papelão que caiu em sua cabeça e procurou a dona daquela inconfundível risada. A insana procurada de tranças azuis estava deitada de costas com as pernas balançando no ar sobre uma grande lixeira em uma bifurcação camuflada pelas sombras dos prédios ao redor.

—Sua doida, — falou ele se levantando e se aproximando dela – Por que es...

Com o dedo indicador sobre os lábios de Pyrus, ela o calou, e aprumando o ouvido esquerdo, aguardou.

Cabuuuuuuuuuuum!

—Isso! – falou ela levantando-se imediatamente para contemplar a bola de fogo que se elevava e fazendo um gesto de comemoração.

—O que foi que você explodiu? – perguntou Pyrus sem ter certeza se realmente queria uma resposta.

—Nada especial. Só o quartel de bombeiros dessa cidade chata. – sorriu ela enquanto contemplava a nuvem de fumaça subir – Então, está a fim de brincar um pouco?

—Quem precisa de motivos? – respondeu a maluca – Além do mais, a Zapper não funciona mais em você!

—Fala da arma de raios? – presumiu ele.

—O nome é Zapper! – disse ela séria antes de voltar ao seu tom insano – E aí? Vamos brincar? Você será o médico e eu, a paciente insana, e para eu melhorar você terá que fazer um tratamento intensivo de injeções doloridas em meu bumbum.

—Tentador... – falou ele estranhamente excitado só de imaginar – Porém, estou sem tempo para isso agora.

—Por quê? – questionou ela desapontada.

—Preciso pensar em um modo de conseguir uma permissão para entrar na Academia Yordle e ter acesso à sua biblioteca. – respondeu ele.

—Por quê? – repetiu ela.

—Para tentar encontrar alguma informação que me ajude a desvendar o que é e onde achar uma pedra da lua! – explicou ele.

—Por quê? – insistiu ela.

—Para poder cumprir meu pacto com minha outra campeã. – falou.

—Por quê? – prosseguiu ela.

—Porque eu jamais me perdoarei se ela falhar em sua missão de salvar seu povo por minha causa...

A louca não disse nada.

—Não vai me perguntar o porquê? – indagou ele.

—Se eu der um jeito de resolver o problema, podemos brincar? – questionou ela.

—Acho que sim, embora eu pretenda aproveitar o período normal de funcionamento para conseguir o máximo de informação possível. – respondeu ele com uma sinceridade além da necessária.

—Ótimo! Vamos acabar com isso agora mesmo! – afirmou ela com uma expressão preocupante.

—Destruir o lugar não é o mesmo que conseguir permissão! – apressou-se em dizer o rapaz.

—Deixe comigo! Quando acabar, nem a chapeleira vai poder lhe impedir! – falou ela com um brilho no olhar.

...

—Por que estamos invadindo essa casa pela janela do sótão? – perguntou Pyrus esforçando-se para jogar o corpo para dentro – Como isso vai nos ajudar?

—Ziiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiggs, cheguei! Trouxe visita! – gritou ela de pé já do lado de dentro.

—Ziggs?! – o rapaz arregalou os olhos – Aquele Ziggs?! O decano das demolições?! O especialista em hexplosivos?!

—Agora você passou dos limites, mocinha! – falou uma voz rouca e aguda além da porta.

E antes que a jovem mulher pudesse se aproximar, uma parte da parede explodiu, e da fumaça um yordle de pelos castanho-acinzentados surgiu usando um óculos-capacete de lentes verdes.

Os yordles são um povo e pequenas criaturas que vivem ao sul da Grande Barreira em uma cidade chamada Bandópolis, próxima às Terras Voodoo e a leste da Selva das Pragas. Suas estaturas variam entre oitenta centímetro e um metro de altura e são ágeis e rápidos, tendo facilidade em se esconderem. Embora tenha uma aparência peluda e fofa (machos mais peludos, fêmeas mais fofas) já se provaram combatentes excepcionais tanto dentro quanto fora dos Campos da Justiça.

—Desta vez você está realmente encrencada! – prosseguiu Ziggs – Destruir a caixa forte... Aquele é o centro comercial de Piltover!

—Era. – sorriu ela orgulhosa – Foi divertido!

—Caitlyn e Vi vão por sua cabeça a prêmio! – apontou o yordle.

—E que graça teria se elas não o fizessem? – perguntou a insana.

—De qualquer modo, é a caixa forte a principal financiadora da academia! – lembrou Ziggs.

—E daí? – perguntou a doida despreocupadamente.

—É aquele lugar que patrocina minhas pesquisas! – informou Ziggs.

—Ops! – fez ela entendendo o ponto do yordle.

—Espere! Quem é ele? – perguntou o pequeno ser peludo reparando apenas então na terceira presença ali.

—Ah! Ele? Meu invocador. – falou ela em um tom sem importância.

—É o quê? Você seqüestrou um membro do instituto! – surpreendeu-se Ziggs.

—Foi ele quem me seguiu! – defendeu-se ela.

—E então você o forçou a fazer um pacto? – questionou o yordle.

—Novamente idéia dele. – respondeu ela.

—Espero que você não tenha feito nada com ele para isso... – comentou Ziggs.

—Eu só iria deixá-lo chocado com a Zapper! – falou ela com uma falta de preocupação preocupante.

—Ah, então tudo bem! – falou o yordle (para o desespero de Pyrus) dando-nos as costas – Chegaram bem no hora. Estou começando a preparar o almoço...

—Além do mais, — sussurrou a maluca no pé do ouvido de seu invocador – acho que ele gostou daquilo que fiz com ele!

—Heim? Disse algo? – perguntou Ziggs.

—Deixa comigo! – falou ela erguendo uma das mãos como um aluno com dúvidas, abraçando o yordle assim como Annie abraça Tibbers e desatando a correr escadas abaixo a seguir – Hoje o almoço é por minha conta!

Ainda ruborizado com aquelas palavras, Pyrus engoliu em seco imaginando o quão “caliente” uma comida preparada por uma piromaníaca poderia ser.

Continua...

Notas finais
Finalmente! Uhuuuul! É isso aí galera, eu consegui! Não é fácil arranjar tempo para escreve quando se faz um curso de exatas de período integral, principalmente se tiver prova toda semana, porém enfim um novo capítulo fresquinho para vocês. Acho que conseguirei voltar a posta pelo menos um por mês, mas lembrem-se, estamos em Novembro, o que significa provas finais, subs, recs etc. De qualquer modo, espero que gostem! Vejo vocês (assim espero) ainda esse mês. Beijunda (beijo na bunda) e até a próxima! Crazy.