A Ultima Lagrima
3 Capitulo Três | Juras de Amor
Notas iniciais
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Era inevitável, Dentro de sete anos eu tive novamente ataque epilético. Ouvi passos irem até a minha direção e a dos agressores e eu apaguei. Quando eu me acordei só pude enxergar a mesma sensação da piscina, Me perdi nos olhos daquela garota loira que parecia com a Sav que abria seus lábios e falaria, chamando minha atenção. Girei meu globo ocular e vi que eu estava num tipo de quarto feminino. Observei ao relógio e eram 17h. Levantei-me correndo. E disse:
– Obrigado, Qual seu nome? – Falei olhando pra porta.
– Ah, Por nada fofo. Meu nome e Dianna. – Falou ela sorrindo.
Sai pela porta, confuso. E sim eu estava no condomínio. Era inevitável a Sav ter uma irmã gêmea. E eu acho que estou gostando das duas. Quando cheguei em casa lá pelas 17h e 30m , Meu pai não tinha chegado então eu fui acabar com a vida do vagabundo, do Renan. Ele vai cair no cu do mundo e eu vou assistir isso de perto. Postei o vídeo no site da escola. E era só esperar os leitores verem. Eu fiquei pensando como seria se eu ficasse com a Savanna. Foi quando eu peguei no sono, No sofá de sala, a tv já estava rangendo, Eu peguei no sono.
No outro dia, Eu acordei, fiz minha rotina como sempre e fui pra escola. Lá todos vendo o vídeo do Renan, Eu fui consolar a Savanna. Ela estava de cabeça baixa encostada na viga do Corredor do Banheiro Masculino. Ela socava-o e Chorava, Ele tentou agarrar ela. Foi quando eu me aproximei e dei um soco, Com toda a raiva que ali eu sentia. Ele desmaiou no chão. E eu falei com a Sav:
– Não chora, Ele não te merece! – Falei Abraçando ela.
– È mesmo, * Cof Cof * Quer namorar comigo – Falou ela acho que querendo esquecer aquele lixo do Renan.
– Ah... Quero, Quero sim. – Sorri e andamos até o corredor.
Depois da aula fomos ao penhasco olhar o pôr-do-sol, Quando eu olhei nos mares abertos de seus olhos e meu celular tocou, Um fundo romântico e sim, Nos beijamos. Eu tinha aquela garota em meus lábios e percebi que nunca queria tira-la de lá. Deitamos na grama, e olhamos o céu estrelado quando escureceu, Eu fiz uma jura romântica:
“Se um dia a gente acabar de tal forma, E o destino nos separar por estas estrelas, no fim de minha vida eu derramarei até minha última lágrima em seu nome e em seu pensamento. Você me aceita Sr.ª Gusmão?” Sorri a olhando.
Foi quando eu percebi que ela era a garota da minha vida. Voltamos pra casa juntos. Passamos por uma Macieira e com um canivete que ela tinha, Gravamos nosso amor naquela madeira forte e consistente.
“F&S’’
Ela tinha o poder de me deixar feliz quando eu estava sombrio. Eu deitei em minha cama e olhei para o relógio. E Pensei em entregar a pulseira dela. Mas eu achava que eu deveria fazer aquilo naquela mesma hora.
No outro dia, Eu sai bem cedo pra ir numa floricultura comprar um ramalhete de rosas vermelhas pra ela. Comprei e fui espera-la sair do Condomínio.
Mas ela não estava sozinha. Estava acompanhada da Dianna. Eu consegui identificar a Savanna pelo cabelo loiro. O da Dianna era castanho claro. Eu fui e entreguei o ramalhete de flores e cumprimentei elas:
– Oi amor, Tudo bem — Olhei pra Dianna e pra Savanna ao mesmo tempo.
– Awwn que fofo amor, Ah essa é a Dianna. Minha irmã.. Gêmula. — Elas sorriram.
– Prazer, — Apertei a mão de Dianna olhando em seus olhos.
– Prazer. — Ela me cumprimentou.
Assim fomos pra escola, Onde eu me separei delas e fui ao bebedouro. Estava com muita cede e o Renan chutou com fúria aquele bebedouro. Eu o encarei e ele falou:
– È seu esquisito você vai ver, Vou tornar a sua vida um inferno. — Ele falou
– Pois bem, Vamos ver. — Falei Olhando pra água que vazava do bebedouro.
Ele deu 2 passos e eu pus o pé pra ele cair. E Pressionei seu pescoço, Falei como um psicopata:
– Acho melhor você parar de mexer com a Savanna ou eu faço a sua vida um inferno. — Não sei o que deu em meu corpo e meu psicológico por isso.
Só sei que eu tinha uma sensação que algo ia acontecer que poderia acabar com a vida de alguém.
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