Notas iniciais
Olá leitores de ATY!!! Como vocês estão? Meu nome é Carol, mas vocês me conhecem mais como a garota que sempre atrasa as postagens quando a Clara me manda na data certa. Leia-se, eu sou a beta da Clara. Eu vim aqui hoje pedir um favor para vocês. Terça dia 05 de fevereiro é aniversário da Clara, e essa fanfic é a coisa mais importante que aconteceu nesses últimos meses pra ela. 2012 foi um ano muuuuuuuito difícil pra Clara, ela passou por muitos problemas - tanto pessoais, quanto familiares, quanto escolares... - e ela conseguiu se salvar com esse mundo que ela criou aqui, e isso é muito importante pra ela. Ok, o favor. Eu queria pedir pra vocês, realmente, comentarem o que estão achando da fic até agora, porque o mais importante pra ela é o feedback que vocês dão da fic, é o que mantém ela bem todos os dias, ver que tem alguém que lê o que ela escreve e que gosta do que lê, ou quer ajudar para que a fic melhore. Ela não sabe que eu estou escrevendo isso, ela acabou de terminar esse capítulo... Ela veio passar o fim de semana na minha casa, então pediu para eu postar enquanto ela está no banho. Ela se importa muito com ATY e com o que vocês estão achando, então eu, Carol, agradeço desde já quem vai deixar esse feedback pra ela. Muito obrigada e curtam o capítulo, porque eu gostei muito!!!
O que a Clara queria que eu escrevesse: Eu prometi que esse capítulo ia sair no sábado e cá estou eu postando no meio da madrugada de domingo xD! Esse capítulo foi muito difícil de escrever para mim, então, aproveitem bem ele, ok?

17

A praia estava vazia quando Quinn saiu da casa da velha, o que fez a loira ficar um pouco confusa, até que percebeu que dia era.

- É óbvio que está vazia! – riu. – É Natal! E eu aqui sozinha nessa porra – chutou a areia e sentou-se no chão, chorando.

De tudo o que tinha acontecido naquela noite, a maioria delas terminava em algo positivo, mas sempre tinha alguma coisa que atrapalhava tudo. O seu celular vibrando em seu bolso a fez acordar de seus pensamentos, e o nome mostrado no visor fez um sorriso nascer instantaneamente em seu rosto.

- Oi... – falou baixinho.

“Oi. Feliz Natal!”

Quinn conseguia praticamente ver Rachel sorrindo do outro lado da linha.

- Você não comemora o Natal, amor...

“Mas você comemora. E como não estamos juntas no Natal, eu queria dar um pedaço do meu presente agora para você.”

- Como, Rach? – a loira riu. – Você mesma acabou de dizer que não estamos juntas...

“Eu vou cantar uma música para você”, disse animada, fazendo a namorada rir.

- Vai, é?

Um tempo de silêncio do outro lado da linha. Depois de algum tempo, Quinn começou a ouvir uma melodia suave ao fundo, mas logo em seguida, foi encoberta pela doce voz da namorada.

“O Holy Night! The stars are brightly shining,

It is the night of the dear Saviour's birth.

Long lay the world in sin and error pining.

Till He appeared and the Spirit felt its worth.

A thrill of hope the weary world rejoices,

For yonder breaks a new and glorious morn.

Fall on your knees! Oh, hear the angel voices!

O night divine, the night when Christ was born;

O night, O Holy Night, O night divine!

O night, O Holy Night, O night divine!

Led by the light of faith serenely beaming,

With glowing hearts by His cradle we stand.

O'er the world a star is sweetly gleaming,

Now come the wisemen from out of the Orient land.

The King of kings lay thus lowly manger;

In all our trials born to be our friends.

He knows our need, our weakness is no stranger,

Behold your King! Before him lowly bend!

Behold your King! Before him lowly bend!

Truly He taught us to love one another,

His law is love and His gospel is peace.

Chains he shall break, for the slave is our brother.

And in his name all oppression shall cease.

Sweet hymns of joy in grateful chorus raise we,

With all our hearts we praise His holy name.

Christ is the Lord! Then ever, ever praise we,

His power and glory ever more proclaim!

His power and glory ever more proclaim!

Fall on your knees! Oh, hear the angel voices!

O night divine, the night when Christ was born;

O night, O Holy Night, O night divine!

O night, O Holy Night, O night divine!”

- Amor… – falou Quinn após algum tempo. – Isso foi lindo.

“Você achou?”

- Sim. Mil vezes sim, Rachel.

“É parte do meu presente de Natal para você. Para agradecer por tudo que você por mim durante esse ano.”

- Eu te amo – as palavras saíram sozinhas da boca da mais velha.

“E-eu... Eu também te amo, Quinn. Por mil anos.”

- Por mil anos – a loira repetiu para si mesma. – Como está a cidade grande?

“Oh, Quinn! Ela é linda! Eu estou apaixonada por essa cidade! Nós temos que vir morar aqui depois que nos formarmos!”

- N-nós vamos morar juntas? – os olhos de Quinn já começavam a lacrimejar.

“Achei que era óbvio!” a mais nova soltou um riso leve. “Amor, meus pais estão esperando, preciso ir...”

- Sem problemas, Rach!

“Eu te amo, ok? Nos falamos depois! Beijos!”

A loira não teve tempo de responder, pois a namorada já havia desligado do outro lado da linha.

- Eu te amo mais, Rachel. Eu te amei por tantos anos, e eu vou te amar por mais... Bem, até minha hora chegar.

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A loira queria voltar o mais cedo possível para Lima. Cada segundo que passava a mais naquela cidade a deixava mais e mais triste. Finalmente dia dois chegou e ela pôde partir. De volta para Rachel. De volta para casa...

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Rachel estava triste em deixar New York, mas ao mesmo tempo estava feliz em voltar a Lima, pois assim poderia se reencontrar com a namorada. A manhã do dia três de janeiro foi difícil para a morena.

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A loira já esperava há alguns minutos no aeroporto quando viu a baixinha passar pelas portas de vidro. Não estava sorridente como de costume. Definitivamente havia algo de errado com a menina.

- Oi, amor – falou ao se aproximar da namorada.

- Também senti sua falta, Rach – ela riu de leve. – E seus pais?

- Eles vão depois. Queriam me deixar um tempo com você...

- Então, o que você quer fazer?

- Não sei... Acho que podemos ir para o seu apartamento, estou bem cansada da viagem.

- Sem problemas, o que você quiser.

Quinn pegou a mão da namorada e guiou-a até seu carro.

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Rachel tremia por dentro. Aquilo não poderia ser verdade, ela não poderia aceitar que uma coisa dessas estivesse acontecendo.

- Quinn, amor – falou, sentando-se no sofá. – Será que podemos conversar?

A morna pôde ver a namorada engolindo seco.

- Claro! O que foi?

- Sente-se aqui, por favor...

Quinn obedeceu a namorada. Aquilo tudo estava estranho demais.

- E-eu – a morena começou a falar. – Eu recebi uma coisa esses dias, e eu quero saber se realmente é verdade.

- Eu prometi sempre ser honesta com você, então, pode mandar!

A morena pegou o celular e abriu a mensagem que recebera no dia anterior. Nela, uma simples foto. Uma foto de Quinn e Santana se beijando.

- É verdadeira, Lucy? – disse, com os olhos cheios d’água.

- Sim, mas isso não é de agora, Rach e...

Mas a mais nova não ouviu nada depois do “sim”. Saiu correndo pela porta, tentando chegar em sua casa.

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Assim que Quinn percebeu que a namorada não estava mais no local com ela, saiu correndo pelas escadas para tentar alcançá-la.

- Rach, espere!

Foi então que ela viu. Foi tudo muito rápido. Dois faróis. Rachel tropeçando e caindo no chão... A loira não teve escolha. Pulou na frente da namorada e empurrou seu corpo para longe do veículo que se aproximava rapidamente.

“Que mal pode acontecer?”, perguntou para si mesma.

O último pensamento de Quinn antes do carro atropelá-la? As palavras de Mara:

“Você não é mais imortal, Lucy. Desde que ela reencarnou, a maldição foi quebrada. Você agora é uma humana normal.”

Notas finais
Obrigada desde já pela ajuda de todo!
O que a Clara queria que eu escrevesse: E então?? E agora? Haha, espero que tenham gostado e não deixem de comentar! Beijos!