A Luz dos Teus Olhos

29 Capítulo 29 - Barreira de fogo...


Notas iniciais
Olá! Tem alguém aí? Foram quatro meses sem atualizar as histórias. Dentre quem me mandou mensagem perguntando sobre as histórias, eu acabei iniciando uma amizade, então, Red Queen, obrigada, e finalmente está tendo atualização! ♥ Sobretudo, obrigada para quem acompanhou e ainda acompanha os meus enredos. Eu também espero que gostem do capítulo e desculpem-me se houver algum erro. Boa leitura. =D

Quinn se sentou sobre a areia macia da praia e observou o sol quase tocando a borda do oceano. As ondas calmas se partindo e recuando transmitiam uma sensação de paz, embora o seu coração estivesse apertado.

Rachel tinha partido para Nova York há uma semana e não falara com ela desde a conversa no alto da montanha do MountainGate. Não deveria estar tão chateada, mas estava. Talvez fosse a tristeza disfarçada quando soube, de fato, que ela não iria voltar atrás com a decisão de se manter afastada. Que ela estava certa quanto as escolhas que teria de fazer. Quinn não queria ficar sem apoio financeiro para a faculdade, e Judy e Russel raramente se arrependiam de alguma coisa. Por outro lado, deixar que Rachel arcasse com os custos anuais era constrangedor. Mal tinham começado um relacionamento.

Quinn suspirou pesadamente. Ainda eram namoradas? Tinha medo da resposta, principalmente porque Rachel não havia ligado e nem enviado sequer uma mensagem de texto. Estava fazendo o que achava ser correto. Mas será que sentia a sua falta tanto quanto sentia a dela? Sentia saudade do seu abraço, do seu beijo e da sua voz? Sobretudo, sentia saudade da sua companhia? Por mais mordaz que pudesse parecer, Quinn agradecia as centenas de fotos tiradas de Rachel em Nova York recentemente por fotógrafos e fãs. Era a única forma de vê-la. De saber o que estava fazendo. Uma parte da sua cabeça estava aliviada por constatar que ela seguia com o divórcio e que ainda era o assunto principal dos tabloides. A outra a recriminava por não tê-la procurado. Era torturante estar tão longe de novo. Dessa vez, por uma rachadura na relação.

Ela se levantou e voltou para o apartamento de Frannie — e agora de Cassandra —, ouvindo a mensagem rotineira que elas deixavam na secretária eletrônica. Quinn já sabia o que era. Estavam em lua de mel na Suíça, mas também preocupadas por deixá-la sozinha após saberem parcialmente o que havia acontecido. Quinn apreciava o cuidado, apesar da solidão repentina ser um pouco vantajosa. Não tinha forças para ir para Lima ficar na casa dos pais. Nova York também não parecia confortável naquele momento. Sentia falta dos amigos. Eles continuavam comendo sobre mesas de centro e indo ao Central Park, mas pensar no seu apartamento a fazia pensar que as contas eram pagas com o dinheiro de Judy e Russel. Tudo girava em tordo deles.

Quinn se aproximou da lareira e tocou superficialmente os porta-retratos. Fotografias da família e amigos de Frannie e Cassandra. Ela não gostava da foto da sua formatura do ensino médio. Frannie sempre tentou convencê-la de que deveria se orgulhar por ter sido a oradora da turma, e Quinn ainda discordava. Santana e Brittany se assumiram no segundo ano, mas todos a esqueceram quando descobriram sobre a sua intersexualidade. Quando alguém a viu se trocando no vestiário e propagou os boatos. Quando dois jogadores do time de futebol a seguraram e a forçaram a admitir.

Aquilo gerou a expulsão deles, mas não evitou que Quinn permanecesse trancada no próprio quarto durante semanas, chorando e sentindo vergonha de si mesma. As inseguranças cicatrizadas durante a sua infância se abriram novamente. Frannie, Santana e Brittany mal saíram do seu lado. Russel quase demoliu a escola com as próprias mãos. Mas quem limpou e fechou todas as suas feridas foi Judy. Ela pediu que a psicóloga a atendesse em casa e a abraçou todas as noites até que pegasse no sono. Fugindo de toda a norma hierárquica, Judy foi, muito tempo, mais a sua amiga do que a sua mãe. Quinn leu a carta de Columbia ao lado dela e de Russel, depois comemoraram em um restaurante e procuraram apartamentos em Nova York. A sua vida se reergueu quando saiu de Lima, e sabia que os dois a ajudaram nesse processo. Por isso era doloroso pensar que tinham agido de maneira tão injusta e insensível. Eles nunca foram exageradamente punitivos.

Quinn se sentou no sofá e respirou fundo. Estudava em Columbia há dois anos, morava em um apartamento invejável em SoHo e era vizinha dos seus melhores amigos. Tinha uma vida perfeita. A vida que sempre quis.

Ou era o que achava querer.

Ela pendeu a cabeça para trás, fitando o teto enquanto sentia as lágrimas correrem pelas laterais dos seus olhos. Dificilmente achava que amaria tanto alguém a ponto de sentir o corpo sucumbir à saudade. Tudo era difícil demais. Por que os seus pais não podiam aceitar o rumo que queria tomar? Nada mudaria. Ainda estudaria em Columbia. Ainda moraria em Nova York. Ainda os visitaria esporadicamente. Ainda comemorariam o Dia de Ação de Graças e o Natal. Mas isso não era o bastante para eles. Não poder tê-los se continuasse com Rachel a corroía. Não poder ter Rachel se escolhesse fazer o que eles queriam era um golpe letal.

Quinn se censurou por chorar novamente. Era a única coisa que tinha feito desde que Rachel se foi, mas era o que mais tinha vontade de fazer ao se lembrar dos pesos que tinha em mãos. Seu sonho realmente era ser médica? Será que não havia outra área que despertasse a sua curiosidade? Ser neurocirurgiã aquecia o seu coração há muito tempo. Todo o seu currículo escolar foi moldado para isso. Mas e se, no final, não fosse o seu sonho como sempre achou? Eram tantas perguntas sem respostas e tantas incertezas. As ramificações da sua vida aumentavam a cada vez que pensava e pensava sem parar. Nem mesmo um banho foi capaz de tranquilizá-la. Até mesmo o vazio do apartamento começou a irritá-la.

Após se secar e se vestir, ela saiu do apartamento outra vez. O silêncio dali impulsionava a voz na sua cabeça a gritar mais alto. O cheiro de massa doce e café fez o seu estômago embrulhar. Não tinha muitas pessoas na cafeteria perto da Spring Street. Quinn não precisou passar os olhos pelo cardápio preso atrás do balcão. Já conhecia o lugar. Ela se sentou depois de pedir um pedaço de torta de maçã e um café gelado com leite de coco, aproveitando o tempo de espera para ler as mensagens e ver as fotos que recebera de Santana.

Latas de refrigerante, embalagens de comida tailandesa e garrafas de cerveja escondiam a grande mesa de centro do apartamento de Adam. Quinn passou para a próxima foto e os viu juntos sentados sobre o carpete em frente ao sofá. Nas mensagens, não havia muito para responder, mas ela abriu um sorriso.

Sentimos sua falta.

Foi Adam quem escreveu essa mensagem. Não eu.

Mas ele tem razão. Sentimos sua falta, Quinn.

Quinn digitou uma resposta, mas ergueu o rosto quando sentiu alguém parar ao seu lado. Esperava ser o garçom e não a figura familiar que sorria segurando um copo de café e a bolsa sobre o ombro.

— Olá, Lucy. Lucy Quinn. — Lucy se sentou na outra cadeira vazia.

— Lucy Vaux. — Quinn abriu um sorriso espontâneo. — Eu não esperava encontrá-la aqui.

— Parece que o destino está pedindo para que nos encontremos em cafés. — Lucy deixou o copo sobre a mesa. — E não deveria estar tão surpresa. Eu disse que morava na Califórnia.

— Em Santa Bárbara. — Quinn a corrigiu. — Estamos a mais de uma hora de lá.

— Eu cheguei de Nova York há algumas horas e decidi parar nessa cafeteria para relaxar um pouco antes de ir para Long Beach. Tenho alguns estudos para fazer sobre a água do Aquário do Pacífico.

Quinn assentiu, agradecendo ao garçom quando ele se aproximou com o seu pedido.

— Café gelado de novo? — Lucy observou.

— É a minha bebida favorita. — Quinn tomou um gole longo. — Você disse que veio de Nova York. Ocorreu tudo bem com o Finn? Não nos falamos depois disso. Eu soube que o teste de DNA deu positivo.

— Nós passamos alguns dias juntos até eu precisar voltar. Eu não quis mudar nada na minha certidão de nascimento. Ele parece ser uma boa pessoa, mas está devastado pelo divórcio. Eu não quis me aprofundar muito na vida dele. Pelo menos pude conhecer o Adam. Ele é maravilhoso.

— Ele é. — Quinn continuou sorrindo. — É o meu melhor amigo e uma pessoa incrível. É estranho como temos tantas pessoas em comum na nossa vida agora?

— Vejamos. — Lucy pareceu pensar. — Eu sou filha do pai do seu melhor amigo, que também é filho de Rachel Berry, sua amiga. Realmente é um pouco estranho.

As duas riram. Quinn comeu um pedaço de torta antes de voltar a falar.

— E a Rachel, como ela está?

— Vocês não conversaram ultimamente? Eu soube que ela esteve em Los Angeles.

— Ela foi ao casamento da minha irmã, mas não nos falamos há alguns dias. Eu... eu não quis ser invasiva com a questão do divórcio. — Quinn mentiu.

— Nós não conversamos muito. Ela foi extremamente gentil, e eu apreciei isso, mas não alongamos o assunto. Ela também não parecia bem.

— Eu entendo. — Quinn se absteve de responder algo mais incisivo e comeu mais um pouco de torta. Falar de Rachel a fazia se lembrar de tudo. A fazia se sentir terrivelmente triste.

Ela encarou Lucy, que a analisava em silêncio. Diferente da primeira conversa, Quinn aparentava estar apática. O sorriso dela não chegava aos olhos.

— É ela, não é?

— O quê?

— Rachel Berry. A sua pessoa que já tinha uma pessoa antes de conhecê-la.

— Não. — Quinn respondeu rapidamente. — Eu só estou preocupada com ela e...

— Eu consigo ver a quilômetros de distância o quanto você está triste, Quinn, e percebi que uma chama de ciúme explodiu em Rachel no dia em que ela nos viu juntas. Foi nítido. Não era um ciúme de amiga. E depois aquela foto vazou. A única pessoa naquela viagem que poderia ter se envolvido com ela era você.

Quinn comprimiu os lábios e desviou os olhos, fitando as tranças da borda da torta. De repente a sua fome havia ido embora. Não conseguia mais engolir nada, como se houvesse cola na sua garganta.

— Essa é a hora em que você fala o quanto isso é constrangedor? Ou que eu estou interessada no dinheiro dela?

— O quê? Claro que não. Eu não estou aqui para acusá-la. Você não escolheu se apaixonar por ela, mas aparentemente ela também está apaixonada. Vocês deveriam estar juntas e felizes. Por que você está sozinha enquanto ela está em Nova York?

Quinn se manteve calada. Os ombros caídos e os olhos melancólicos fizeram Lucy se sentir angustiada.

— Eu sei que não nos conhecemos direito, Quinn. — Ela continuou. — Mas se me permitir, eu gostaria de ser sua amiga. Eu jamais arriscaria jogar fora a oportunidade de me tornar próxima de alguém que adorei conhecer. Você me ajudou sem hesitar. Pode não parecer muito, mas foi muito para mim.

Lucy parecia estar sendo sincera. O tom de voz afável abriu um sorriso pequeno nos lábios finos de Quinn. Ela tinha dispensado a estadia dos amigos em Los Angeles para que pudesse ficar sozinha e pensar, mas estava feliz por não se sentir mais solitária.

— Se depender de mim, já somos amigas.

Lucy sorriu e estendeu o braço em cima da mesa para segurar e afagar a mão de Quinn. Seus dedos brincaram com os dela distraidamente, e ambas permaneceram com as mãos unidas. Quinn agradecia silenciosamente a onda de conforto que recebeu.

— Eu entendo você, Quinn. — Lucy disse. — Eu entendo a carga que deve estar sentindo por ter se apaixonado por ela e respeito o seu tempo e a sua vontade de me contar qualquer coisa sempre que se sentir confortável, mas tudo o que eu quero agora é levá-la comigo para Long Beach para que possamos conversar por um dia inteiro. O que acha?

Quinn balançou a cabeça em um gesto afirmativo.

— Eu adoraria ir com você.

•••

Rachel jogou os papéis que segurava no chão quando errou novamente uma das músicas de Wicked. Música que conhecia melhor do que a si mesma. Ela espalmou as mãos em cima do piado e apoiou a cabeça entre elas, respirando fundo.

— Rachel, o que está acontecendo? — O diretor perguntou preocupado. — Você nunca erraria a letra dessa música.

Rachel não disse nada e continuou inspirando e expirando com força e com raiva, sentindo uma mão acariciar as suas costas gentilmente.

— Rachel está passando por um divórcio conturbado, a mídia está louca e foi um casamento de vinte anos, Richard. Ela precisa de um tempo. — Jesse respondeu.

— Não. — Rachel ajustou a postura. — Eu não preciso de tempo. Eu preciso ocupar a minha cabeça com alguma coisa. A obra finalmente acabou, e vamos voltar hoje. Não podemos adiar isso.

— Kelly pode substituir você. Ela já sabe todas as falas. Você precisa de um descanso. — Amy aconselhou.

— Isso só vai me fazer ficar em casa pensando em tudo o que está acontecendo. Não ajudaria em nada. — Rachel suspirou. — Eu vou cantar a música perfeitamente, como sempre fiz. Não vai ser dessa vez que vou cometer um erro depois de anos nos palcos da Broadway.

— Está bem. — Richard concordou. — Uma pausa de quinze minutos e já retornamos. Preciso fazer um telefonema.

A menção da ligação fez Rachel ir até a sua bolsa instintivamente, fisgando o próprio celular. Ligações de Kurt, Ellie, mensagens dos seus pais e notificações de redes sociais. Nada de importante. Nada do que esperava ver. Quinn não havia entrado em contato. Talvez ter jogado tudo sobre ela no dia do casamento de Frannie e Cassandra tenha sido errado. Rachel sabia como o peso do mundo parecia ser maior do que realmente era aos 20 anos. Ter errado a letra da música nada tinha a ver com o seu divórcio. Apesar de Finn continuar não aceitando, não era sobre isso. Não era sobre ele e o seu casamento aniquilado. Era sobre Quinn e o fato de não ter parado de pensar nela por um minuto sequer. Rachel tinha medo de que ela desistisse do que sentia, mesmo que fosse impossível alterar o desfecho. Lamentavelmente, a decisão final não era sua. A última nota, dessa vez, não a pertencia. Viver distante de Quinn — fisicamente e emocionalmente — era a pior coisa que já tinha sentido. Pior do que as discussões que travara com Finn por anos. Pior do que o descaso dele. Não havia nada que pudesse fazer para parar de ser tão suscetível a ela. Por décadas, achou que estava blindada. Que a experiência adquirida com o casamento conturbado a deixaria imune aos sentimentos mais torturantes. Estava errada. Se sentia estúpida por checar o celular de cinco em cinco minutos. Por implorar por um contato. A sua saudade se acumulava em forma de lágrimas nos seus olhos todos os dias.

Ela soltou outra respiração pesada ao ver o próprio rosto estampado nos sites pela terceira semana consecutiva. Era tão midiática. Atraía mídia como açúcar no formigueiro. Entendia que Quinn poderia não querer aquilo. Era exposição demais. Rachel tinha batalhado para alcançar o estrelato, mas Quinn não. E, principalmente, entendia Judy e Russel, mesmo que ainda nutrisse rancor pelos dois. No fundo, tudo o que queriam era proteger a filha de se machucar. Confiar que uma mulher mundialmente conhecida nunca quebraria o coração de uma garota vinte anos mais nova era como passar por uma barreira de fogo. Não havia uma forma de provar que não quebraria Quinn. Não há como provar os próprios sentimentos sem confiar no tempo, mas eles nem mesmo queriam ser condescendentes. Rachel passava pela sua própria barreira de fogo por ter de ficar longe de Quinn. Em alguns momentos, ela pensava em recuar e tirar o pêndulo que colocou no pescoço dela, mas não podia. Quinn precisava escolher. Quanto mais cedo passassem por isso, melhor.

O celular vibrou na sua mão, despertando-a dos seus pensamentos. Rachel pensou em recusar, mas acabou atendendo.

— Finn, eu não quero conversar sobre o...

— Alô. Estou falando com Rachel Berry?

— Sim, aqui é ela. Quem é você?

— Meu nome é Adrian Rodriguez. Eu encontrei o celular de Finn Hudson caído próximo ao veículo dele, e o seu nome é listado como contato de emergência.

— O que... o que exatamente aconteceu?

— Houve um acidente grave perto do estádio MetLife. Finn Hudson é um dos envolvidos. A ambulância já chegou, mas achei que seria correto informá-la sobre isso.

— Eu... — Rachel não conseguiu dizer mais nada. As palavras sumiram da sua cabeça.

— Alô? Tem alguém aí?

— Rachel? — Jesse chegou perto dela. — Está tudo bem?

— Eu... Finn sofreu um acidente...

— Pode me passar o celular?

Rachel assentiu e o entregou. Precisava falar com Adam, Carole, Kurt, Burt e ir para o hospital. Para qual hospital iriam levá-lo? Não sabia. Não sabia nem mesmo o que fazer primeiro. Queria se sentar no palco e ficar ali até apagarem as luzes. Já não bastava tudo o que enfrentava. A vida parecia apostar em quanto tempo desmoronaria definitivamente.

— Certo. Obrigado. Estamos indo até lá. — Jesse encerrou a ligação. — Rach? — Ele a segurou pelos ombros delicadamente. — Finn está sendo levado para o Mount Sinai. Nós vamos juntos, tudo bem?

— Sim... sim. Tudo bem. — Ela tentou não chorar pela triste notícia que recebera e se trocou apressadamente após comunicar o que houve para os colegas e para o diretor, encontrando Jesse do lado de fora do Gershwin.

— Vai ficar tudo bem, Rach. — Ele tentou tranquilizá-la quando entraram no carro.

Rachel encostou a cabeça no banco do carona, tentando acreditar naquelas palavras. Estava se divorciando de Finn, mas ele ainda era o pai do seu filho. Não queria pensar no pior. Não era essa a conclusão que queria para o seu casamento. Finn não merecia isso. Rachel não sabia se ajudava pensar que um dia todos poderiam ser amigos. Que um dia, Finn se casaria de novo e ficaria feliz por vê-la ao lado de Quinn. Que Quinn a escolheria. Que Quinn as escolheria.

Mas foi o bastante para amenizar temporariamente o incêndio que se alastrava na sua cabeça.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Me deem o feedback. Favoritem também. É sempre importante. Bom final de quarta-feira e boa semana para todos vocês. =D https://twitter.com/yasagron