A Luz dos Teus Olhos

14 Capítulo 14 - Aprendendo a respirar de novo...


Notas iniciais
Olá, como estão? Eu espero que gostem do capítulo e desculpem-me se houver algum erro. Boa leitura. =D

Elas entraram na casa dos Fabray aos tropeços. Rachel se deliciava com o pescoço de Quinn, aplicando beijos e sucções na pele macia, e a pressionou contra o corrimão da escada.

— Você realmente quer isso. — Quinn sorriu. Seu corpo estava ficando extremamente quente enquanto observava Rachel desatar o laço lateral do seu vestido. Não sabia discernir se a culpa era o álcool na sua corrente sanguínea ou a excitação. Provavelmente os dois.

— Você não sabe o quanto. — Rachel deixou o vestido de Quinn cair no chão. Sua atenção migrando para os seios descobertos.

Quinn suspirou quando ela raspou as unhas entre eles e desceu até infiltrar a mão dentro da sua cueca. Sua cabeça pendeu para trás, sentindo os movimentos contínuos e habilidosos no seu pênis semiereto.

— Nós... droga... — Quinn se esforçava para concluir a frase na própria cabeça. — Nós precisamos ir para o quarto.

— Eu poderia chupar você aqui mesmo. — Rachel voltou a sugar o ponto de pulso de Quinn. Seus dedos recolheram um pouco do pré-gozo que escapava da ponta do pênis e o espalharam por toda a circunferência. — E depois você poderia me foder nessa escada.

— Não... — Quinn empurrava inconscientemente o seu quadril contra a mão de Rachel. — Não é assim que eu quero foder você. — A fitou. Seus olhos estavam quase pretos, como na noite passada.

— Não?

— Não.

Rachel parou o que fazia quando Quinn segurou o seu rosto e traçou os seus lábios com o polegar. Ela colocou a própria mão sobre a dela, chupando cada um dos dedos em uma lentidão desesperadora para Quinn, que a observava hipnotizada. Por fim, percorreu com a língua todo o dedo indicador, mordendo-o sutilmente ao chegar no topo. Quinn conteve um gemido.

— Então me mostra. — Rachel pediu. — Mostra como quer me foder.

Elas sorriram e subiram a escada com pressa. Os sapatos ficando para trás nos degraus. Quinn ajudou Rachel a tirar o vestido e o jogou no chão do corredor. Antes de entrarem no quarto, ela inverteu as posições, pressionando as costas de Rachel na parede. As bocas se encontraram de novo. Quinn não estava mais tão constrangida. Suas mãos acariciavam Rachel sem qualquer pudor. Passavam dos seios para a cintura e paravam na bunda sem saber onde se concentrar, sentindo ela fazer o mesmo no seu corpo.

Rachel soltava baixos gemidos sempre que o volume de Quinn pressionava a sua virilha. Suas unhas cravaram nas costas dela, puxando-a para colar ainda mais o tronco no seu. Ambas ainda se beijavam quando caminharam desajeitadamente para o quarto e caíram na cama. Quinn afundou a mão nos cabelos de Rachel, espalhando mordidas do queixo até a mandíbula, e se afastou somente para tirar a última peça de roupa. O seu quadril encaixou no dela novamente após vê-la remover a própria calcinha. Rachel queria deixar Quinn continuar esfregando o pênis nas suas dobras molhadas e no seu clitóris túrgido, mas mais do que isso, queria fazer o que dissera no jantar que compartilharam momentos mais cedo. Ela agarrou os braços de Quinn e as trocou de lugar, beijando-a por alguns minutos enquanto se mexia no colo dela.

Quinn respirava pesadamente entre o beijo. Estava pronta para sentir Rachel pular sobre o seu pênis, mas se surpreendeu quando ela a segurou pela cintura e a puxou para a beirada da cama. Seus pés tocaram o chão. Não houve uma pausa para questionamentos ou qualquer diálogo. Rachel lambeu todo o pescoço de Quinn e desceu até os seios pequenos, mas suculentos. Sua língua passeando entre os mamilos como uma brincadeira erótica, e a sua mão fechada ao redor do pênis, sentindo-o pulsar cada vez mais.

Quinn apoiou os cotovelos na cama para observá-la, sentindo os braços tremerem um pouco. Ela quase tombou para trás. Seu estômago se revirava. Sua virilha formigava. Sua boca estava entreaberta. Procurava ar e expulsava os gemidos na mesma proporção. Rachel largou os seus seios e trilhou a sua barriga com os lábios. Com uma das mãos, Quinn segurou os cabelos dela em um rabo de cavalo, tentando ver o instante em que as suas pernas foram abertas lentamente e Rachel se ajoelhou entre elas sobre o carpete em frente à cama.

A barriga de Quinn subia e descia rapidamente. Talvez não houvesse como ter ar suficiente nos pulmões quando Rachel segurou o seu pênis pela base e fechou a boca ao redor dele. Se existisse um paraíso pessoal, Quinn estava nele. O calor úmido da boca de Rachel preencheu todos os seus sentidos e a fez morder o lábio inferior com tanta força que temeu machucá-lo. Ela chupava o seu pênis como se estivesse saboreando a melhor sobremesa do mundo. As mãos agora apoiadas firmemente nas suas coxas para dar impulso nos movimentos de vaivém da própria cabeça criavam uma imagem tão obscena quanto o barulho de sucção que ressoava pelo quarto.

Aquilo poderia ser o bastante para fazê-la gozar tamanha lascívia, mas Quinn mudou a sua afirmação ao sentir o nariz de Rachel tocar a sua virilha. O seu pênis enterrado na garganta dela. Os seus olhos encontraram as íris escuras e dilatadas. Rachel a olhava com uma falsa inocência. Dessa vez, Quinn caiu com as costas na cama. Não conseguia mais sustentar o peso do corpo somente com um braço, especialmente quando Rachel largou o seu pau para engolir as suas bolas. Ela chupava e sugava cada uma individualmente enquanto arranhava os músculos da sua barriga e o seu osso pélvico. Depois, as contornava com a ponta da língua. Quinn gemia initerruptamente. Rachel lambeu toda a extensão do pênis avermelhado antes de falar:

— Você não precisa só segurar o meu cabelo. Eu não tenho reflexo de vômito. — Ela beijou a parte interna das coxas de Quinn. — Então pode foder a minha boca, se quiser.

Quinn a olhou. Ela demorou um pouco para responder. Sua cabeça tentando formar as palavras corretamente para não focar nos lábios inchados de Rachel formando um sorriso travesso.

— Você não... não se importa?

— Eu pareço alguém que se importa? — Rachel não esperou uma resposta e voltou a engolir o pênis de Quinn.

Quinn deixou a sua cabeça cair sobre o colchão. Sua mão apertou os cabelos de Rachel, ouvindo-a gemer e enviar as vibrações por todo o seu pau. Ela empurrou a cabeça dela discretamente para baixo. Estava ciente de que poderia fazê-la engasgar, mas isso não aconteceu, então fez de novo.

Rachel já não se mexia tanto quanto antes. Ela apertava as pernas para tentar aliviar a pressão que Quinn causava na sua vagina sempre que empurrava e puxava a sua cabeça com uma firmeza provocativa. Seus dedos massageando os testículos dela lentamente e sentindo-os se contraírem.

— Rachel... eu vou... — Quinn tentou afastá-la para que não a recebesse na boca, mas Rachel não se moveu e a segurou pelo quadril, recebendo os jatos de sêmen no fundo da garganta.

Quinn fechou os olhos, sussurrando o nome de Rachel e esperando os espasmos passarem para olhá-la escalar o seu corpo com um sorriso. Um pouco de sêmen escorria nos cantos da boca e no queixo dela. Quinn prendeu a respiração quando ela se limpou com os dedos e os lambeu. Seu pênis acordando pela segunda vez.

— Oh, merda... — Quinn umedeceu os lábios com a ponta da língua e tentou normalizar a respiração. Rachel a fazia perder qualquer tipo de racionalidade.

Elas grudaram as bocas em um beijo faminto. Quinn ainda conseguiu sentir o próprio gosto. Ela trocou as posições e se instalou entre as pernas de Rachel. Seus dedos encontraram as dobras quentes e lúbricas e estimularam o clitóris inundado de excitação.

Rachel gemeu e apertou o braço de Quinn. Estava sensível demais. Ter levado Quinn até o ápice quase a levou também. Ela se contorceu quando Quinn a beijou e desceu para tê-la na boca. Suas mãos apertaram os próprios seios, e suas pernas estavam posicionadas entre os ombros de Quinn, que agora forçava os dedos na sua entrada e provocava o seu clitóris.

Seu corpo parecia se derreter. Nunca estivera tão suscetível somente por ter tocado outra pessoa, mas quanto mais sentia e via Quinn chupá-la, mais a sua pele queimava. Suas coxas pressionavam a cabeça dela, antecipando o que estava vindo. Seus hormônios estavam mais agitados do que o normal. Não foi preciso mais do que os dedos curvados de Quinn no fundo da sua vagina e a língua dela trabalhando incontrolavelmente para que explodisse em um orgasmo, apertando os dedos do pé e arqueando as costas.

Quinn degustou da pele salgada do torso e dos seios de Rachel antes de beijá-la. Os braços dela enlaçaram o seu pescoço.

— Um orgasmo não vai me saciar de você. — Rachel mordeu o lábio de Quinn.

— Que bom, porque eu tenho algumas coisas em mente.

Rachel a deu um selinho, sorrindo quando Quinn se afastou e a virou de bruços. O corpo dela cobriu o seu. Os seios pressionados nas suas costas, e o pênis ereto descansando entre as suas nádegas.

Quinn beijou e mordeu os ombros de Rachel, subindo até a orelha.

— Você é linda.

Você é linda.

Rachel suspirou e fechou os olhos, aproveitando os beijos libidinosos que desceram pelas suas costas e chegaram no final da sua coluna. Ela soltou um gemido manhoso e apertou as mãos no lençol ao sentir leves mordidas na sua bunda.

— Quinn... — Ela gemeu outra vez quando Quinn abriu a sua bunda e lambeu todo o caminho interno que levava até a sua vagina. Os dedos dela se mexiam sobre o feixe de nervos.

Rachel enterrou o rosto no travesseiro e grunhiu. Quinn continuou provocando-a, hipnotizada com as reações que estava vendo. Queria passar horas tocando-a e observando como reagiria, mas também queria sentir o seu pênis dentro dela. Ela pegou um pouco da umidade que escorria, espalhando no seu pênis para deixá-lo lubrificado — o que fez Rachel ficar frustrada por não sentir mais nenhum contato —, e então voltou a se deitar sobre ela, aspirando o aroma do pescoço parcialmente à mostra.

— Eu já disse o quanto você é gostosa?

Rachel virou o rosto e a encarou.

— Você acha?

— Eu tenho certeza. Você é a mulher mais gostosa que eu já vi. — Quinn pincelou o seu nariz no dela.

Rachel sorriu e levantou o braço para segurar a parte de trás da cabeça de Quinn.

— Não. Você é mais gostosa. E se não me foder agora, eu vou montar em você.

— Você vai?

— Vou.

— Isso não seria uma má ideia. — Quinn a beijou.

Rachel reprimiu um gemido ao sentir a ponta do pênis escovar nas suas dobras e ergueu a parte inferior do tronco, mas voltou a ficar frustrada quando Quinn parou de beijá-la e se afastou.

— Quinn. — Ela falhou em soar repreensiva. Quinn beijava e mordia a sua nuca.

— Sim, Rach?

— Eu quero você... dentro...

Quinn sorriu. Queria provocá-la um pouco mais, mas também não aguentaria por muito tempo, então segurou a base do seu pênis e o empurrou na vagina de Rachel, sentindo-a se alargar para recebê-la.

Rachel abriu a boca. A penetração estava consideravelmente mais apertada por causa da posição. Quinn estava grudada nas suas costas. A respiração dela no seu ouvindo a deixava ainda mais excitada. Um gemido longo escapou da sua boca. Estava tão extasiada quanto Quinn. Havia partes do seu corpo que nem sabia que conseguia atingir. Os arrepios a cortavam. Nunca tivera tanto prazer quanto nos dois dias que passou com Quinn. O pênis perfeitamente acomodado nos pontos mais profundos da sua vagina.

Ela continuou gemendo, inebriada, aumentando gradativamente a voz sempre que Quinn mexia o quadril para penetrá-la com força. Sua mão segurou a dela, entrelaçando os dedos ao lado da sua cabeça. Rachel sorriu em um misto de paixão e satisfação. Nem nos seus melhores sonhos ela se imaginaria sendo alvo de tantas sensações. Quinn acertava todos os lugares certos. Ela se esforçava para suprir qualquer necessidade que pudesse ter, embora não fosse necessário. A sua única necessidade era estar por perto o tempo todo.

Elas continuaram com as carícias. Quinn ainda se movimentava devagar, forçando o seu pênis até a base e beijando a têmpora e a bochecha de Rachel. Sua mão apertava a dela. A outra segurava o seu corpo para não colocar todo o seu peso sobre ela.

— Mais forte... — Rachel pediu enquanto gemia, mas resmungou quando Quinn tirou o pênis da sua vagina. — Quinn...

— Você quer forte, não quer? — Quinn a segurou pela cintura e a puxou para que ficasse de quatro, apoiada sobre os próprios joelhos e antebraços. — Então quero que aproveite.

Rachel sorriu. Estava adorando sentir Quinn colada ao seu corpo, mas também queria extravasar toda a ânsia que tinha. Se sentia como uma adolescente. Sua libido estava incontrolável. Ela quase gritou quando Quinn a acertou com mais força. Estava tão profunda quanto podia estar. A posição a deixava completamente exposta.

Quinn olhou maravilhada a sua virilha encostar na bunda de Rachel e continuou segurando-a, iniciando golpes rápidos e certeiros enquanto se deliciava com os gemidos altos de Rachel, que puxava o lençol e empinava mais e mais o próprio quadril.

— Isso... sim! — Rachel deixou que um grito escapasse. Seus braços estavam enfraquecendo à medida em que o seu corpo suava e alguns fios grudavam na sua testa e ombros. Seus seios balançavam freneticamente, e a cabeceira da cama se chocava na parede. O ruído se misturava ao som da pele de Quinn batendo na sua.

Quinn respirava com dificuldade, mas não parava de se movimentar. Ela passou uma das mãos pelas costas de Rachel até segurar o ombro dela, procurando apoio para ir cada vez mais fundo. As paredes internas de Rachel apertavam tanto o seu pênis que mal conseguiria se mexer como gostaria se ela não estivesse tão úmida. O quarto inteiro estava abafado pela temperatura elevada, como se não houvesse espaço para o ar circular.

Em certo momento, Rachel não sabia mais como colocar para fora o próprio prazer. Gemer não adiantava mais, tampouco puxar o lençol a ponto de quase rasgar o tecido. Seu corpo todo ardia internamente. A segurança de Quinn no que fazia trazia a necessidade de tentar manifestar o prazer que também estava sentindo, mas parecia impossível. Poderiam entrar em combustão ali mesmo e incendiarem toda a cidade. Ela perdeu o resto das forças e caiu com o rosto no travesseiro, deixando apenas o quadril levantado. Estava totalmente tomada de satisfação. Sua boca aberta, e os olhos apertados.

Quinn se deleitava com a imagem de Rachel tão entregue. Ela mesma estava fascinada dentro daquela bolha que dividiam. Seu braço a rodeou pela cintura, fazendo-a se ajoelhar e colar as costas no seu torso, mas continuou segurando-a. A mão espalmada no seio dela, sentindo-a descansar a cabeça no seu ombro e descer a mão para segurar a sua bunda. Seus lábios grudaram na pele brilhante do pescoço, plantando beijos e chupões.

Os movimentos ficaram mais lentos, mas igualmente prazerosos. Quinn beliscou levemente o mamilo de Rachel. A outra mão se perdeu no clitóris dela. As unhas de Rachel estavam fincadas em Quinn, forçando-a contra a sua bunda. Ela não sabia para onde levar a própria mente. Quinn estava incitando diferentes partes do seu corpo de uma só vez e gemia no seu ouvido. Não aguentaria por mais tempo. Nem mesmo sabia como estava conseguindo ficar ajoelhada. Se ela a soltasse, despencaria na cama.

— Quinn... eu...

— Goza, Rach... — Quinn mordeu a sua orelha. — Goza comigo.

Rachel não respondeu e não precisou ouvir aquilo duas vezes. Com mais alguns golpes, ela se desmanchou em um orgasmo poderoso e exaustivo. Seu corpo tremeu, sua mão se perdeu nos fios molhados dos cabelos de Quinn e pontos luminosos piscaram atrás dos seus olhos. Seu estômago fervia. Ela sentiu quando o pênis de Quinn pulsou e a encheu. As substâncias se misturando com ele ainda enfiado na sua vagina.

Quinn apoiou a cabeça no ombro de Rachel, aguardando os tremores diminuírem. Seu coração martelava, ecoando zunidos no seu ouvido. Estava aprendendo a respirar de novo enquanto soltava Rachel gradativamente, vendo-a se deitar na cama bruscamente.

Elas não falaram nada por alguns minutos. Apenas inspiravam a expiravam. Quinn se acomodou ao lado dela, de barriga para cima, e observou o teto de gesso.

Ela sorriu quando Rachel arrastou o corpo para perto do seu e afagou o seu rosto.

— Isso foi... nossa. — Elas riram.

— Você gostou?

— É claro que eu gostei. Eu amei. — Rachel a deu um selinho. — Você foi maravilhosa.

Você é maravilhosa, Rach. — Quinn a beijou na ponta do nariz.

Um silêncio confortável caiu sobre elas. Rachel desenhava círculos imaginários na barriga de Quinn, e a mão dela acariciava os seus cabelos.

— Eu disse que estava feliz ontem, mas hoje... hoje eu estou ainda mais feliz.

Quinn sorriu. Seu coração pulou novamente, e seus olhos se iluminaram.

— Eu também estou feliz. Eu estou muito feliz.

Rachel a segurou pela mão. Por alguns segundos, não disse nada. Parecia estar criando coragem para alguma coisa.

— Você...

Quinn franziu o cenho.

— Sim?

Rachel a encarou. O quarto estava coberto apenas pela luz do banheiro, mas conseguiam ver os olhos uma da outra.

— Você ficaria comigo? Se eu pedisse para você ficar comigo, você aceitaria?

— Mas e o seu casamento?

— Esqueça o meu casamento. Agora, se eu pedisse isso, o que você diria?

Quinn continuou olhando o rosto de Rachel. Depois olhou as mãos entrelaçadas sobre o seu peito.

— Quando você sugeriu que fôssemos para qualquer outro lugar depois de Lima, eu não estava mentindo. Eu iria com você para qualquer lugar do mundo. Eu ficaria com você em qualquer lugar do mundo.

Rachel aproximou o rosto e a beijou. Era um beijo calmo e sentimental. Quinn quebrou a taciturnidade quando se separaram.

— E você? Você quer ficar comigo?

Rachel pensou na conversa que tivera com Hiram no Museu Allen County. A resposta era mais do que óbvia, mas verbalizá-la foi melhor do que esperava.

— Eu quero. Eu quero ficar com você.

Em qualquer sentido que essa frase pudesse ser interpretada, Rachel não a mudaria. Aquela certeza bateu na sua cabeça como a realização de que uma das suas inseguranças estava desaparecendo. Que tinha algumas respostas para os dilemas que vinha enfrentando.

Não podia continuar casada com Finn, porque estava se apaixonando por outra pessoa.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Me deem o feedback. Favoritem também. É sempre importante. Boa quinta-feira para todos vocês. =D twitter.com/yasagron