A História De Metalics
1 Prólogo
Notas iniciais
Quatro garotos corriam por uma floresta, todos encapuzados, com livros encadernados a couro em sua mão, eles estavam sorrindo, os garotos abriram seus livros, que fizeram um som semelhante ao de uma porta de madeira muito velha ao ser aberta, um rangido oco, junto com uma leve brisa suave de primavera, o que secou um pouco do suor da caminhada, eles estendiam suas mãos ao que parecia ser o horizonte, e, num passe de mágica, as palmas de suas mãos começaram a brilhar, duas em verde-água, uma num azul-gelo e outra em um laranja vivo, não era um simples gesto, era um desafio, pois havia alguém parado na penumbra das arvores, observando os jovens, num gesto pacificador ele abaixa seu capuz, era um rapaz loiro, de cabelos praticamente brancos, um tanto grandes para o padrão da época, caídos até seus ombros, seus olhos eram verdes como esmeraldas, e reluziam de uma forma estranha diante das luzes das mãos dos garotos, o rapaz vestia uma roupa escura, com um cachecol dourado, que voava com o vento, formando uma nuvem misteriosa de tecido ao redor do corpo do jovem.
— Q-quem é você? — Gaguejou um dos garotos, fingindo coragem, mas sua voz tremula e sua gagueira o faziam falhar miseravelmente
— Eu sou R... — Diz o rapaz, com um ar de soberania na voz, a última palavra saiu com um som impronunciável.
— Prazer...R, eu sou William B. Kenway, um explorador formado pelo Círculo Mágico de Britannia
— Eu não ligo – Diz R, desembainhando sua espada, que retiniu metalicamente, fazendo um som metálico, na mesma hora, os rapazes apontaram suas mãos brilhosas para o garoto, que aponto a espada em direção a eles e disse calmamente “Abaixem-se”, liberando uma pressão absurda, proveniente de sua mana, seus olhos verdes cravados nos corpos deles, fitando além deles, no mesmo instante todos obedeceram e num gesto displicente, como uma cozinheira cortando cenouras, R matou um demônio.
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