Notas iniciais
Aviso: Contém cenas inadequadas à alguns leitores. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Nyah! tá zoando minhas notas u-u Man, que vergonha que eu estou com esse hentai... e-e Mas ok. Quero dedicar o capítulo à Miss Di Angelo Taisho, dona da quarta recomendação da fanfic. Muito obrigada pelas lindas palavras, adorei sua comparação kkkkk' So... Boa leitura! PS: Capítulo não betado :v PSS: Meu primeiro hentai .-.

Juvia respirou fundo pela décima vez, enquanto via Levy preparar-lhe a água do banho. Aceitara a ajuda das amigas para se aprontar, afinal, era uma noite especial. Finalmente a noite de seu mizuage chegara.

Lucy calmamente tentava combinar um dos obis da azulada com o kimono vermelho e dourado que recebera de Polyushka. A velha Okaa-san disse que era uma tradição na Oki-ya a Maiko usar aquela peça durante a noite de abandono de seu último lacre.

A azulada mais baixa a chamou para de trás do biombo, onde uma banheira média borbulhava água morna. Levy a ajudou a tirar a roupa, e em seguida, Juvia afundou até os ombros ficarem submersos.

Logo Lucy apareceu para ajuda-las. A loira, utilizando água perfumada, começou uma massagem leve nos longos cabelos azuis da amiga, enquanto Levy esfregava suas costas pálidas, que ficara levemente vermelha pela temperatura da banheira.

Juvia relaxou os ombros e permitiu-se esquecer do que aconteceria em algumas horas, concentrando-se no rosto de seu comprador. Ainda era difícil de acostumar com a ideia de que aquele jovem viera de tão longe apenas para tirar-lhe a virgindade.

E então a imagem em sua mente mudou. O rosto bonito de sorriso superior deu lugar a outro, o homem que não deixava seus pensamentos desde que o acompanhara pela primeira vez...

Gray Fullbuster.

Ela o acompanhara mais algumas vezes em eventos diversos. Ele se apresentou sóbrio e pediu desculpas por seu comportamento nem um pouco cavalheiresco no primeiro encontro de ambos. Gray fora gentil com ela, elogiara sua beleza e até comprara um presente para ela: um lindíssimo (e caro) pente de rubis.

Suspirou, sentindo os pequenos dedos de Levy em seus ombros. Lucy já havia enxaguado seus cabelos e agora esfregava uma esponja macia no corpo da amiga.

Juvia parecia um pouco cansada depois de ter saído durante a manhã e parte da tarde.

Mirajane a levara para uma antiga senhora perto do rio, que havia checado se a jovem ainda mantinha-se intocada. Uma Maiko que perdesse sua pureza antes da noite de seu mizuage era desonrada e enviada aos Bairros do Prazer, onde levaria a vida de prostituta dali para frente.

Depois da confirmação, a velha dera um jeito (de forma dolorosa) nos pelos de algumas partes do corpo da azulada, deixando a pele da região macia e leitosa.

Agora era a vez das duas deixarem-na perfeita.

Ao terminarem de banhá-la, secaram seus cabelos e a colocaram de fronte ao espelho. Lucy a vestiu com o belo kimono vermelho, amarrando o obi dourado sob os seios.

Em seguida a sentaram no futon, onde Levy calmamente penteou os fios azulados da amiga. Não iria prendê-los, o comprador preferia assim.

Como dizia a tradição, não aplicaram pó em seu rosto, apenas contornaram os belos olhos de Juvia com preto, para depois pintarem os lábios dela com um rosa claro.

Depois de mais alguns enfeites, ela estava pronta.

Levantou-se do futon, analisando-se no espelho. Estava diferente, mais simples, sem toda aquela preparação que fazia toda vez que se vestia... Sem muita maquiagem, o kimono menos cheio...

Sorriu. Preferia mais aquela visão.

–Vamos, vamos! –Ultear adentrou o quarto, afobada. –O carro já está lhe esperando! Vai se atrasar e...

A mulher parou para observá-la, deixando-a levemente tímida.

–Oh, meu bem... Você está belíssima! Vai agradar ao Damiô, tenho certeza.

–Obrigada, Ultear-san.

O grupo deixou o quarto, descendo as escadas e indo até a porta. A carruagem esperava Juvia para leva-la até o local combinado.

Antes de embarcar, ela abraçou as amigas, que sussurraram palavras de conforto.

Sentou-se no banco do carro, finalmente deixando o nervosismo tomar conta de si. Respirou fundo, tentando fazer seus batimentos cardíacos voltarem ao ritmo normal, falhando miseravelmente.

E se fizesse algo errado? E se Lyon não gostasse?

Apertou o tecido do kimono entre os dedos gelados, sentindo dificuldades para respirar. O obi pareceu apertar mais do que deveria, a gola da roupa a estava sufocando.

E então o carro parou. Juntou toda coragem que ainda tinha e desceu, agradecendo o homem que a trouxera.

Os olhos foram imediatamente para a porta do pequeno hotel. Engoliu em seco ao passar pela porta, onde se podia ver um senhor detrás de um balcão. Ela se aproximou com um pequeno sorriso no rosto, contagiando-o a fazer o mesmo.

–Com licença... O senhor Vastia está esperando pela Juvia... – ela disse docemente, juntando as mãos.

–Senhor Vastia...? Oh, sim! Claro... Por favor, me acompanhe.

Ele saiu detrás do balcão e pediu para que ela o acompanhasse. Ainda hesitante, ela o fez, o nervosismo tomando conta de seu corpo novamente.

O senhor parou perto de uma porta, indicando-a com a cabeça para Juvia. A jovem agradeceu e, quando ele se retirou, ela engoliu em seco e a abriu. Abaixou a cabeça e entrou, ignorando momentaneamente o jovem que estava de joelhos ao lado do futon, fechando a porta lentamente e tentando ganhar coragem.

–V-Vastia-san, Juvia...

E então se interrompeu bruscamente ao levantar os olhos e perceber que não era Lyon quem a esperava.

Era Gray Fullbuster.

Ele levantou a cabeça e sorriu de canto, fazendo com que o coração da jovem se derretesse.

–M-mas... Juvia pensou que... –Ela gaguejou, ainda abismada pela surpresa.

–Achou que seria Lyon quem estaria aqui, não?

Juvia não respondeu, fazendo-o soltar uma gargalhada rouca. Ela corou. Kami, como ele era bonito...

–Ele a comprou para mim... Um presente.

Gray se levantou e se aproximou dela, que ainda estava atordoada pela situação. Delicadamente a segurou pelos ombros, levantando seu rosto com o polegar, até ajustar seus olhos aos dela. Juvia se encolheu sob o toque das mãos frias do homem, porém, não se afastou. Momentaneamente hipnotizada por aqueles belos olhos cinzentos, só percebeu a proximidade entre eles quando sentiu a respiração dele em seu rosto.

E então sentiu o sangue subir por seu rosto, acumulando-se nas bochechas. Ele sorriu quando a viu corar, apreciando a beleza dos brilhantes olhos azuis, que pareciam maiores pela maquiagem.

Gray acariciou sua face corada com leveza, apreciando a textura macia e a temperatura morna que ela possuía. Juvia fechou os olhos, sentindo as pernas amolecerem pelo delicioso carinho, o estômago embrulhado pela expectativa parecia pesar uma tonelada.

Finalmente, ele a beijou. Foi um toque inicialmente leve, um mero roçar de lábios, fazendo-o fechar os olhos. O choque térmico de temperaturas foi delicioso, e, não podendo mais aguentar, ele enlaçou a cintura esguia da jovem com força, colando os corpos ao máximo.

Juvia afundou as pontas dos dedos da mão esquerda nos fios escuros de Gray. Pousou a outra nos ombros largos do rapaz, apertando-o levemente. As línguas foram de encontro, enrolando-se uma na outra de forma quente e urgente.

Separaram-se apenas quando o ar se fez necessário. A jovem Maiko encontrava-se ofegante, o rosto ainda mais vermelho do que antes.

Gray a guiou calmamente até o futon, onde ela se deitou primeiro. As mãos ávidas do bushi foram de encontro ao laço do obi, desamarrando-o da cintura delgada da garota. Ele atirou a fita longe, parando por alguns instantes para admirá-la.

Sem a fita, a seda automaticamente escorregou pelas laterais do corpo bem feito da jovem. O vão dos seios e parte da barriga estavam à mostra. Ele se aproximou mais dela, levando as mãos as pontas do tecido, roçando-as na pele quente. Em um único puxão, ele terminou de abrir o kimono.

Era uma cena erótica demais para um homem aguentar. Ela automaticamente levou as mãos ao corpo, tentando esconder sua nudez. Gray as tirou do caminho delicadamente, admirando os belos seios, a barriga lisa... Ousou tocar as pernas delgadas da Maiko, que se arrepiou sob as mãos frias.

Ele a sentou, levando as mãos aos ombros pequenos novamente. Escorregou-as pelos braços finos, arrastando o tecido do kimono consigo. Segundos mais tarde, ele jazia jogado de lado, juntamente com a fita.

Agora ela estava completamente nua. Gray subiu as mãos por suas costas, fazendo-a arquear o corpo. Os seios saltaram levemente, e então ele não aguentou mais.

Empurrou-a bruscamente sobre o colchão, beijando-a fervorosamente. Apesar de inexperiente, Juvia tentou acompanha-lo da melhor forma possível. Só não pôde mais se conter quando ele tocou-lhe os seios.

Afastou-se bruscamente, empurrando-o para trás. Ele a encarou confuso, mas percebeu o desconforto da jovem e sorriu calmamente.

Segurou as mãos dela gentilmente, levando-as para a fita da própria roupa. Entendendo o que ele queria, ela desamarrou-a de forma atrapalhada, fazendo-o rir. A Maiko ousou empurrar o kimono para trás, que deslizou pelos ombros fortes e as costas amplas. Com as pontas dos dedos, Juvia tocou o peito firme do bushi, descendo-os pela barriga definida, contornando cada músculo dela.

Ele apreciou o carinho, relaxando os ombros. Colocou-se entre as pernas dela, beijando-a novamente de forma faminta. Dessa vez, quando tocou os seios dela, Juvia não se retraiu e apenas concentrou-se na sensação de ter aquelas mãos frias em seu corpo.

Percebendo que ela não o afastaria, segurou um deles com pericia, descendo os beijos para o queixo, colo e finalmente aonde queria. Mantendo todo o peso de seu corpo no braço que se mantinha ao lado da cabeça dela, Gray tocou o mamilo entumecido com a língua.

Ela arquejou, soltando uma grande lufada de ar, enquanto estremecia. Ele rodeou a ponta dor seios dela, deixando um rastro de saliva. Finalmente abocanhou-o, mordendo e chupando aquela região com vontade.

–G-Gray-sama...! – ela gemeu quando ele apertou o outro seio com a mão livre, os dedos gelados puxando a ponta com força.

Apesar dos gemidos e suspiros, ela não estava se movendo muito. Gray a fitou fixamente, tirando o seio da boca. Pegou as mãos dela e as colocou nos próprios ombros, pedindo alguma reação. Entendendo o que ele queria, ela o apertou levemente e o encarou.

–J-Juvia... J-Juvia não sabe o que fazer...

Era óbvio que não. A Lockster era uma dama intocada, nunca tinha tido um contato íntimo com um homem na vida. Ele sorriu novamente, abaixando-se para colar a boca no ouvido da jovem.

–Faça o que tiver vontade... Libere seus desejos mais profundos.

Ela engoliu em seco, assentindo. Quando ele voltou sua atenção aso seios dela novamente, ela cravou as unhas em seus ombros. Ele gostou da sensação e mordiscou aquela região com mais vontade, fazendo a pressão em suas costas aumentar.

Desceu os lábios pela barriga lisa, finalmente chegando onde queria. Viu-a travar quando sentiu a respiração dele naquela região, fazendo-o sorriu.

Tocou a intimidade dela com as pontas dos dedos, levemente. Separou os lábios simétricos e perfeitos, levantando o rosto para fita-la nos olhos. E então Juvia viu seu sorriso sacana mais uma vez, similar aos que ele mantinha no rosto quando estava bêbado.

E de certa forma ele estava. Bêbado de desejo por aquela mulher.

Ela gritou quando ele afundou o rosto em sua intimidade, passando a língua vorazmente entre os lábios. As mãos automaticamente foram ao cabelo dele, onde começou a puxar os fios com força.

Ela foi ao delírio. Rebolava os quadris sem parar, tirando as mãos dos cabelos dele e as colocando nos seios, puxando e massageando-os. Gemidos altos reverberavam pelas paredes do quarto, enquanto ela esfregava os pés no colchão.

E então ele parou, ajoelhando-se e olhando para ela. Juvia entendeu que a hora havia chegado.

Ele a puxou pelos quadris, encaixando-se melhor entre as coxas firmes. Seu membro pulsava, querendo deflora-la logo. Mas deveria ter paciência agora.

Se surpreendeu quando ela se livrou do aperto em suas pernas e se sentou sobre os joelhos, evitando olhá-lo.

–J-Juvia quer... Dar um pouco de prazer à Gray-sama antes... Mostre-me o que devo fazer...

Ele sorriu, desleixado. Puxou-a para perto de si, inclinando o troco um pouco para trás. A azulada focou o membro do homem e corou mais se ainda fosse possível. Era grande e estava totalmente ereto... Não havia como aquilo caber nela!

Curiosa, ela se aproximou mais. Levou uma das mãos até ele, olhando para o Fullbuster, esperando alguma instrução. Ele a fitou marotamente, como se dissesse: Vá em frente.

Ela o pegou firme, mas delicadamente. Não sabia muito o que fazer, mas forçou a memória em busca de alguma informação. Qualquer uma!

Lembrou-se de uma situação com Minerva e um desconhecido na casa de banho. Apesar daquilo lhe causar náuseas, moveu a mão para cima e para baixo, masturbando-o lentamente.

O homem jogou a cabeça para trás, soltando um suspiro. Juvia aumentou a velocidade dos movimentos, observando cada reação dele. Hesitou, mas por fim tomou coragem... Ainda sem parar a mão, abocanhou-o de uma vez.

Gray arregalou os olhos e a olhou. A visão que teve foi erótica de mais, novamente. Encurvada, os seios balançando deliciosamente, a boca subindo e descendo em seu membro... E os olhos, oh... Não transmitiam mais a pureza de quando ela chegara ali. Estavam selvagens e maliciosos.

–Nada mal... Para uma Maiko virgem... – ele gemeu entre suspiros.

Não poderia mais aguentar. A puxou pelos cabelos e a deitou novamente, colocando-se entre suas pernas, subindo a direita e a apoiando em seu ombro.

Ela respirou fundo e fechou os olhos. Segurou o lençol firmemente e esperou.

Gray a invadiu de uma vez.

E Juvia se viu com a pior sensação de sua vida. Gritou novamente, mas não de prazer dessa vez, travando os joelhos para que ele não se movesse.

Lágrimas brotaram dos cantos de seus olhos, a dor era insuportável demais.

Pacientemente, o bushi esperou. Curvou-se e beijou-lhe o colo, os seios, o queixo e, por fim, os lábios, tentando fazê-la relaxar.

Minutos mais tarde, ela diminuiu a pressão de seus joelhos. A dor começava a diminuir.

Deu o sinal para que ele prosseguisse. Gray saiu completamente dela e, com a mesma velocidade, voltou a penetrá-la. A dor ainda se fazia presente, porém, sumia aos poucos.

O bushi moveu os quadris lentamente, enquanto beijava a parte interior do joelho da perna que estava em seu ombro. Ficou assim por algum tempo, até que percebeu que o desconforto dava vez ao prazer.

O sorriso sacana mais uma vez pintou seus lábios, enquanto ele aumentava a velocidade. Juvia gemeu, sentindo o corpo começar a pegar fogo novamente. Quanto mais rápido ele ia, melhor era a sensação que se instalara entre suas pernas.

Gemidos deram lugar a gritos e urros de posse, a Maiko rebolava os quadris fervorosamente a cada estocada, levando o Fullbuster à loucura. Ele a pegou pela cintura e se sentou, puxando-a consigo, fazendo-a circundar o pescoço dele com os braços.

A azulada movia o corpo para cima e para baixo em um cavalgar frenético sobre o membro do moreno, que mordia seus seios e urrava, o choque entre as intimidades era prazeroso demais. As mãos dele mantinham-se firmemente na cintura da jovem, marcando a pele pálida.

Por fim, ela começou a rebolar mais rápido quando atingiu o orgasmo, soltando um grito extremamente sexy. Gray, por sua vez, tomou a frente dos movimentos, até que o ápice chegasse para ele também, que gozou ainda dentro dela.

Ele tombou para trás, levando-a junto consigo. Juvia arfava, o corpo ainda mole. Gray saiu de dentro dela e se acomodou no futon, cansado. Circundou a cintura da Maiko, mantendo-a aconchegada em seu peito.

A azulada sabia que deveria ir, que aquilo era contra as tradições... Mas estava tão bom que não quis sair dali.

Ele alcançou um cobertor que estava ao lado do colchão e cobriu a ambos, voltando as mãos à cintura dela logo depois.

A última coisa que a Maiko ouviu antes de apagar foi a voz divertida do moreno, que lhe sussurrou baixinho:

–E então? Preferia mesmo que Lyon estivesse aqui?

Notas finais
E aí? Mereço reviews?