Notas iniciais
Oii queridos leitores
Desculpa a demora '-' Não vou negar, tava com pouca imaginação mesmo...
Minhas próprias amigas estão trocando essa linda fic, pela tumblr :'( to magooada.
Esse capitulo esta mais equilibrado. E nada dramático. Mentira, ta um pouco, eu acho.
Vejo vocês lá embaixo, espero que gostem.

Ana B.

Ai a nossa bagunça estava ótima! Era sabão para cá, detergente para lá, água acolá! Estava uma beleza. A cozinha ficou um brinco, mas ainda tínhamos MUITA louça para lavar.

-Gente, eu sei que a bagunça ta muito boa mas... vamos lavar a louça logo para nos livrarmos das tarefas – eu disse

-Ah deixa de ser estraga prazeres Ana B – disse André

-Eu concordo quanto mais cedo melhor – Cacá disse

-Eu também – concordaram Duda, Sisi, Bia, Pietra e Isa

-Ah não! -discordaram os meninos

-Somos maioria – dissemos

-Ta né...

Começamos a lavar a louça, nos dividimos, alguns de nós lavávamos a louça, outros secavam e outros guardavam. Algum tempo depois acabamos e começamos a gritar para Quiron.

-QUIRON! Já acabamos! – gritamos juntos.

Ele abriu a porta e seu queixo caiu.

-UAU! Vocês além de lavarem a louça ainda lavaram a cozinha! Parabéns!

Nós nos entreolhamos e demos sorrisinhos.

-Mas... – todos reviramos os olhos. – Ainda têm outras coisas pra fazer se não se lembram...- ele tinha um sorrisinho falso no rosto.

-Aonde tem tinta? – perguntou Lucas com desdém.

-Venham comigo. – disse ele e saiu murmurando uns ‘’uau’s’’ enquanto trotava para fora.

Saímos andando atrás dele. Quiron andava por uns corredores, entrava em um lado, saia do outro, parecia um labirinto. Entrou em uma sala com porta de ferro, antiga e enferrujada. Na porta tinha uma plaquinha escrita em grego (como eu consegui ler, não faço a mínima idéia!): Sala de ferramentas. Ele botou um braço peludo na nossa frente, impedindo que passássemos. Entrou na sala e fechou a porta na nossa cara. Nos entreolhamos sem entender nada, e barulhos estranhos vinham da sala. Saiu um tempo depois, com umas cinco latas de tinta, e vários pincéis grandes. – Aqui.

Entregou tudo pra gente e saiu trotando. Seguimos ele, para não nos perder, e voltamos rapidinho.

-Mais uma tarefa... – disse alguém que não vi quem.

-E ainda tem a inspeção dos chalés amanhã né?

-Aham.

-Vamos pintar logo essa porcaria. – disse Duda

Cada um pegou um pincel e começou a pintar.

-Não sabe pintar direito não é? – perguntou Sisi para o irmão.

-O que estou pintando de errado? – perguntou ele

-TUDO! – disse ela irritada.

-Tudo o que? – disse ele irritado.

Que família irritada. (N/A: SEM QUERER OFENDER!)

-Aff! A gente pinta na mesma direção! Não na diagonal, depois horizontal, depois vertical! Senão vai ficar tudo torto, e vamos ter que pintar de novo!

-Então pinta você! – gritou ele jogando o pincel nela. A mesma, ficou com um borrão de tinta vermelha na blusa.

-Quem mandou você sair do chalé? Ficava lá que não ia ter que pintar! Mas não! Você preferiu sair! E fez besteira! Vai ter que pintar!

-Eu sai por que ti vi saindo! – gritou ele

-Sou bem grandinha pra me cuidar sozinha. – disse ela fazendo um risco azul na camisa dele.

-Ei! Isso é caro sabia? Não da em árvore! – disse ele

-Problema seu. – disse ela fazendo mais um risco azul ma camisa dele.

-É assim? – perguntou ele jogando tinta vermelha nela

-Ei! – gritou ela jogando tinta azul nele.

Mas essas tintas, começaram a cair em outras pessoas, que jogavam em outras pessoas, que... Já deu pra entender né? Começou mais uma guerra, de tinta dessa vez.

-Ovelha negra! – gritou Louise

-Água viva! – gritou Pedro

-Olha quem fala!

Eles começaram a dar língua um pro outro, e logo, estavam se estapeando.

-Ei! Vocês dois! Parem! – gritou um garoto, correndo em nossa direção

Se não me engano, é o garoto que foi com a Louise no baile.

Ele tentou se meter no meio, e ganhou um tapa na cara, do idiota do Pedro. Louise começou a gritar e a bater no irmão, de raiva, por ele ter pintado errado,e por ter machucado seu, pelo visto, namoradinho. O garoto, Caio se não me engano, entrou de novo, no meio dos irmãos, e deu um tapa em Pedro. Uma garota veio correndo, a namorada do Pedro, e começou a bater em Caio, que batia, em Pedro, que batia em Louise, que batia em Pedro, que também batia em Caio, que batia na namorada do Pedro, que batia na Louise... uma pancadaria que só! Todo mundo se metia no meio, pra tentar separar, mas só funcionou, quando Thalia e Percy chegaram e deram um choque em Pedro, na namorada dele, em Louise e no namorado dela, Caio.

Todos levantaram, ainda com cara de bravos. Pedro e a namorada se beijaram rapidamente, assim como Caio e Louise, só interrompidos, por Percy que saiu arrastando os dois pela gola da camisa, pra algum lugar, o chalé deles eu acho. Thalia deu o fora rapidinho. Caio foi

-Como essas manchas vão sair da minha blusa? – perguntou Pietra histérica, enquanto voltávamos para os chalés, pra trocar de roupa.

No final das contas, tínhamos feito um ótimo trabalho, pintando os estábulos. Por causa da guerra, ficou tudo respingado, e super maneiro. Mas nossas roupas também... fazer o que? A farra foi boa mesmo! Depois limpamos tudo, e a única coisa do nosso castigo, que faltava, era as inspeções dos chalés, mas seria amanhã.

Entrei no chalé, morta de fome, sono e necessidade de um banho. Como fome teria que esperar e sono, só depois do banho, fiz que nem Isa. Fomos tomar banho direto.

-Vou dormir, quando estiver na hora do almoço me chama. – pedi pra Lucas

Ele assentiu sem tirar os olhos do computador.

Ditei na cama e dormi sem esforços.

Cacá

-Thalia? Esta ai? – perguntei pra minha mana.

-Oi. – disse ela

-Oi. Er...eu vou dormir, me acorda na hora do almoço?

-Não.

-Por que não?

-Você já dormiu muito, tem que treinar. Vamos logo, praia em cinco minutos.

-E o que acontecesse se eu não for?

-Ai você se arrepende, e vai se ver comigo.

-Quinze minutos?

-Cinco.

-Preciso tomar banho.

-Dez.

-Quinze?

-Dez.

-Quinze?

-Taaa quinze, e nem mais UM minuto. Vai logo.

Revirei os olhos e entrei no banheiro.

-Também te adoro! – gritei lá de dentro.

Ela riu e saiu.

-Thalia? Aonde você esta? – perguntei na praia.

-Aqui. – disse ela do meu lado

-Ah! – gritei assustada – Você me deu um susto.

-Conheça Nico pra descobrir o que é um susto de verdade, mas vamos começar logo.

-O que vamos treinar hoje?

-Correção: Agora. Você vai treinar o dia todo. Mas respondendo á pergunta, agora, poderes.

-O que mais eu vou treinar? – perguntei desconfiada

-Arco e flecha, esgrima, grego, estratégia de batalha, mais esgrima, um pouquinho de corrida, poderes de novo e vai subir na parede de escalada, SEM ajuda dos poderes.

-Ficou maluca? Eu não vou fazer tudo isso!

Um trovão riombou no céu.

-Até que não é tão ruim assim...

Thalia riu e disse:

-Que bom! Mas vamos começar logo.

-O que eu tenho q fazer?

-Primeiro temos que sair da areia.

-Então por que falou pra eu vir pra cá, maluca?

-É o que todo mundo fala. É mais legal falar ‘’te encontro na praia’’ do que ‘’te encontro em qualquer outro lugar ai’’!

-Você é maluca sabia?

-Já me falaram isso antes.

-Também já falaram que você é punk né?

-Nãão... falaram que eu sou patricinha. Claro que já falaram que eu sou punk porra!

-Não precisa se estressar!

-Vamos logo, antes que eu fique realmente estressada!

Revirei os olhos e comecei a rir. Ela mandou eu prestar atenção e jogou um raio ao meu lado. Pulei de susto e ela disse:

-Bem que eu avisei...

Comecei a rir, com sua expressão de adulta, ela me fulminou com os olhos (não, com os pés!) e lançou outro raio, na minha frente.

Pedro

-O que aconteceu com vocês? – perguntou Percy finalmente jogando a gente em um beliche.

-A gente brigou. Só isso. – eu disse

-Por que?

-Ele tava pintando tudo errado! Íamos ter que pintar tudo de novo! – gritou Louise

-1: Se acalma maninha. 2: Descansem um pouco, que depois temos almoço, e nossas irmãs chegam. 3:Peçam desculpas

-Eu vou direto pra 2, e durmo um pouco, boa noite Percy. – eu disse deitando no beliche e empurrando Louise pra fora.

Ela resmungou mas saiu.

-Eu tomo banho primeiro. – disse ela

-Pode tomar banho primeiro e se depender de mim, por último, não vou tomar banho agora, preciso é de uma soneca. Então boa noite, buenas notches, ou sei la como se fala isso, good nigth sei lá! Não conheço mais línguas, mas boa noite que eu vou indo. 5, 4, 3, 2, 1, fui. Boa noite. Pedro esta ausente e pode não responder, deixe sua mensagem após o ‘’bip’’ aviso, é provável, que o ‘’bip’’ só funcione comigo acordado, então SEM MENSAGENS, tenha uma boa noite. PI-pi-pi. – eu disse como se fosse um telefone

-Que nojento... – ouvi Louise dizer, mas cai no sono depois disso.

-Pedro?! Pedro! Acorda! Já esta na hora do almoço. – chamou Percy

-Anh? – perguntei tonto

-Almoço, comida... – disse ele

-Anh? – perguntei desligado

-Sam! – disse ele

-Anh? Cadê ela? Ela ta aqui? – perguntei me despertando rapidinho

-Não, mas se você for tomar um banho, se arrumar rápido, você vai ver ela.

Levantei em um pulo, da cama, e fui correndo para o banheiro.

Quando sai do banho, não tinha ninguém no chalé. Me vesti e fui correndo procurar Sam. Encontrei ela nos campos de morangos, cuidando de alguns.

-Oi. – eu disse abraçando ela por trás

Ela pulou de susto e rindo disse:

-Oie. Você quase me matou de susto.

-Que bom.

Ela me olhou com um olhar repreensivo, e rimos juntos. O trombone (N/A: Já disse que nunca lembro o que faz o barulho que chama eles pro almoço? Se alguém souber, me fala plis! *-* ) soou e fomos correndo para o refeitório.

Ela sentou na mesa de Demeter, com suas irmãs, e irmãos, e eu na de Poseidon, com Percy e a minha outra irmã, que prefiro não falar o nome.

-Quando as meninas chegam? – perguntou minha irmã, se servindo de um pouco de salada.

Ignorei ela e peguei uma carne bem sangrenta. Ela fez careta e pegou um suco.

-Logo depois do almoço. – disse Percy.

Levantamos e jogamos parte de nossa comida á papai. Comemos em silencio. Bom, quase.

-Eu estou tão animada! As meninas devem ser tão legais! – dizia Louise empolgada.

-Não entendo por que você esta tão feliz. – disse Percy sem tirar os olhos da comida – O que tem de bom em novos irmãos? Primeiro eu era o único filho do papai. Depois descobri Tyson, que ganhou muito mais atenção, depois vocês, agora mais duas? Primeiro eu tinha 100% de atenção, depois 50%, 25% e agora o que? Nem 20% de atenção é minha. A atenção vai só se dividindo... daqui a pouco, somos 1%, e depois? Depois nada. Somos esquecidos. Quando eu venci Annabeth, na minha primeira luta, eu era um herói. Quando recuperei o raio roubado de Zeus, também, quando salvei o Acampamento, quando salvei Artemis e Annabeth, quando salvei mais uma vez o Acampamento, fui no Labirinto, conheci Dédalo, quando salvei o mundo, quando recusei a imortalidade, em nome de outros semi-deuses, quando destruí Cronos... sempre fui, e fui tratado como herói. Mas depois que o espírito de Thalia saiu do pinheiro, e ela voltou...bem, desde ai, ELA é a heroína. Eu virei um nada, só mais um nada. Ou melhor só mais um meio-sangue, filho de Poseidon. Mantenho contato constante com papai, e peço atenção, mas... não é a mesma coisa. Agora tenho que dividir o chalé, que um dia já foi só meu, o banheiro, antes era a minha bagunça, agora não fica mais NADA bagunçado, se não ‘alguém’ tem um piripaque... TUDO mudou. Qual a graça de ter irmãos? Preferia quando era sozinho.

Eu fiquei meio...decepcionado, e Louise parecia que ia ter outro piripaque. Ou melhor, parecia que ela ia começar a chorar, se alguém dissesse mais uma palavra.

-Que saudades. – disse Percy.

Ai foi a gota d’água. Os olhos de Louise se encheram de lágrimas (não, de suco de laranja...), vi uma escorrer, e ela disse:

-Com licença. – e saiu correndo.

Todos no refeitório, pararam o que estavam falando ou fazendo, e olharam pra ela. Quiron mandou eles continuarem, e veio até nós.

-Ooops. – disse Percy

-Que vacilo. – eu disse

-O que houve com ela? – perguntou Quiron

-Percy disse o que não devia, ela ficou triste, e saiu correndo, chorando. – eu disse

Percy me fulminou com os olhos e se virou pra Quiron, o mesmo tinha uma cara reprovadora.

Fudeu. Pensei

-Mas mais cedo eles também brigaram! – disse Percy

-Vão os dois se desculpar com ela. – disse Quiron

-Não obrigado, estou bem aqui. – eu disse

-E eu estou com fome, mais tarde a gente vai. – disse Percy

-Eu não pedi pra vocês irem, eu MANDEI vocês irem. Agora vão antes que eu fale com o pai de vocês. –disse Quiron

Estava prestes a ignorar, o que papai ia fazer com a gente? Nada, eu creio. Mas Percy, não sei por que, levantou e foi atrás dela. Eu fiquei pra trás, e Quiron me arrastou peã fora do refeitório. Fui andando pro chalé.

-Louise? – perguntava Percy batendo na porta

-Me deixem sozinha! Se vocês não me querem aqui, vou tentar viver com papai! – gritou ela lá de dentro.

-Esse chalé também é nosso! – lembrei ela

Ela abriu a porta, e encontrei, nosso chalé em uma bagunça total. Tinham roupas espalhadas, pelo quarto todo, a cama revirada, sapatos jogados, e a espada dela em uma mesinha. E o mais incrível. Uma mala em cima da cama.

-O que pensa que esta fazendo? – perguntou Percy

-Arrumando minhas coisas, para ir embora. – disse ela dando de ombros, e pegando uma blusa e botando com cuidado na mala.

-Você esta de brincadeira né? – perguntou Percy

Peguei a espada dela, pra ver, era parecida com a minha. Ela pegou da minha mão com um olhar bravo, guardou na mala e disse:

-Não.

Ela parecia estar decidida.

-Você não vai embora. – disse Percy segurando ela pelo braço.

-Você já disse que eu não sou bem vinda. – disse ela se soltando e guardando mais coisas na mala.

-Por favor. – disse Percy – Não vai.

Ela pensou por um instante.

-Só se aquele idiota, me pedir desculpas, e pedir pra eu ficar.

Os dois olharam pra mim. Percy com cara de ‘’anda logo, quero acabar com essa merda’’ e Louise com desgosto.

-Só se ela pedir! – disse, gritando

-Pede primeiro.

-Primeiro as damas.

-Eu sou educada, pode ir.

-Não, as damas primeiro.

-Vai você.

-Vai logo Pedro! Porra! – gritou Percy irritado

-Ta, ta, ta, ta. Desculpa Louise. – eu disse

-E...? – perguntou ela

-Você pode por favor ficar? – perguntei

Com nosso pai. Pensei

-Agora sim. Ta! Me convenceram, eu fico! – disse ela e começou a jogar as roupas pra cima.

-Mas também arruma isso. – eu disse – E me pede desculpa.

-Desculpa. – disse ela e começou a arrumar as coisas.

-Não agora, as meninas, nossas irmãs. Praia os dois, em cinco minutos. – disse Percy e sai andando.

-Cadê elas? Já deveriam ter chegado. – disse Percy impaciente olhando para o relógio.

-Esperando pela gente? – perguntou alguém, com a voz vinda do mar.

Olhamos naquela direção. E vi duas meninas. Cada uma segurava uma mala azul clara, com um tridente. Uma alta, de cabelos castanhos, meio ondulados (parecidos com os da Bia), compridos, e olhos castanhos escuros. E a outra, mais baixa e mais nova, de cabelo cor de mel,extremamente liso e mais ou menos comprido, olho verde, e um sorriso, parecido com o da Louise.

-Sou Carol. – disse a mais baixa

-Kiara. – disse a mais velha

-Pedro. – me apresentei

-Louise.

-Percy.

-Onze anos.

-Quatorze.

-Não eram treze? Mas onze.

-Onze.

-Dezesseis.

-Papai disse que eram treze? Ele esqueceu que eu fiz quatorze em maio. Papai anda muito esquecido.

-Vem, me da essa mala. – disse Percy pegando a da Kiara, que tinha dificuldade pra empurrar a mala.

Ela bufou e deu a mala. Percy indicou que eu pegasse a da Carol, peguei e fomos mostrando tudo, até o chalé.

Kiara

Depois que Percy pegou minha mala, eles foram nos guiando e mostrando todo o Acampamento. Estava com uma leve impressão de ter esquecido de falar alguma coisa pra eles, mas o que? O lugar até que era bonito. Cheio de árvores, pessoas...bem diferente do palácio do papai. Mas eu ainda gostava do palácio. O fundo do mar, era tão bonito. O palácio de papai também.. Enorme, com muitos quartos, jardins... Lá eu tinha meu próprio quartinho. Era todo lilás, com muitos posters nas paredes. Tinha um TV enorme, uma cama de casal, uma escrivaninha, muitos livros e um computador. Além de uma janela e um closet cheio de roupas de marca.

Eles pararem em frente á um chalé. Era baixo, comprido, e sólido. Com pedras cinzentas, por fora, e vários pedaços de conchas e de corais. Era óbvio que aquele era o nosso chalé. Entramos e vi por dentro. As paredes, feitas de madrepérola, tinham vários beliches, porém, só dois (quatro camas) sendo usados e uma pequena fonte em um canto. Nela borbulhava água, e dracmas de ouro. Carol saiu correndo e pulou na cama de cima de um beliche.

-Eu fico em cima! – disse ela

-Tudo bem. – eu disse sentando na cama de baixo. Era bem confortável.

-Er...podem se ajeitar ai, que a gente tem treino. – disse Percy.

Que irmão gato Pensei.

-Tudo bem. – eu disse sorrindo.

S2 Percy S2 e Pedro saíram. Mas Louise ficou. Ela me olhou com aquela cara ‘’quero saber de tudo’’ e saiu também.

Olhei pra Carol e começamos a rir.

-Vamos arrumar logo essas coisas. – eu disse ela assentiu e começamos a tirar as roupas da mala.

Bia

-Nerd! – disse Louise vindo correndo em minha direção.

Pedro (não sei por que) veio correndo atrás.

-Água-viva. – eu disse

-Eu disse isso mais cedo, ela ficou puta da vida comigo. – disse Pedro

-Claro! VOCÊ que disse.

-Hunf, sei... Aonde vocês vão?

-Praia. – falamos em uníssono.

Ele riu e fomos andando pra praia. No caminho, encontramos, Pietra, Dantas, Barbara, Monteiro, Thiago, Duda, Ana B., Isa, Lucas, André, Bruno e a namorada dele, Bianca. Todo esse povo, veio andando com a gente, pra praia. Lá, encontramos Thalia e Cacá, treinando.

-OOOi – disse Cacá, enquanto lutava com Thalia.

-Oi. – quase todo mundo falou junto.

Ela se distraiu, e ganhou um corte no braço. Thalia pegou a espada dela, e ganhou a luta.

-Posso descançar? Tenho papos pra botar em dia. – disse ela

-Ta, ta, ta. – disse Thalia, e saiu correndo. Se eu conheço ela, e eu não conheço, ela foi ver Nico.

Cacá sentou com a gente na areia, e Lucas cuidou do machucado dela. Isa ficou se roendo de ciúmes, mas não disse nada.

Rachel ( a oráculo) veio correndo em nossa direção. Ela estava meio estranha. Parecia ligada em um automático, seus olhos estavam em órbitas, e seu braço em um ângulo estranho. Ela veio correndo, meio que ‘’sentou’’ na areia, se contorceu mais (não pensei que isso fosse possível, e começou a recitar uma profecia:

Uma filha da deusa virgem encontrar

E o mundo salvar ou estragar

Um deus escondido encontrarão

Atrás do que parece impossível eles vão

Mas a decisão final estará

Na mão daquele que menos se esperará

Enquanto recitava, fumaça verde saia de sua boca.

Aos poucos ela foi voltando ao normal. Seus olhos voltaram ao castanho escuro normal, ela saiu da posição estranha, sentou e começou a passar a mão na cabeça, como que sentisse dor.

-Ganhamos uma missão. – anunciei.

Notas finais
E ai? Gostaram? O que vocês acham que a Kiara esqueceu de contar? E a missão? O que será que vai acontecer?
Vejo vocês nos reviews, e gente, me falam tanto que gostam da fic, então deixa recomendação! É só clicar em ''Recomendar História'' do lado! Ai você diz por que gostou! Eu ia ficar tão feliz se ganhasse uma recomendação! Quer dizer, só de ganhar um review eu piro! Imagina uma recomendação! Espero que tenham gostado, e não sei quando posto mais.