Notas iniciais
Obrigada a biawagner, brunodecnop e louise012 pelas recomendações *-*
Gente, vocês podem notar algumas coisas diferentes no cap, pq esse, a Kiara escreveu, e ela escreve com uma liguagem mais formal, mas ta ótimo. vemos vocês lá embaixo

Babi

-Ganhamos uma missão. – disse Bia

-O que fazemos? – perguntou Ana B.

-Falem com Quiron. – disse Rachel e saiu.

Assentimos e fomos andando (le-se: uns correndo e outros sendo arrastados) para a casa grande.

Quiron jogava pinoche na varanda.

-Quiron! Uma profecia! – disse Sisi ofegante

-Como?

- Uma filha da deusa virgem encontrar

E o mundo salvar ou estragar

Um deus escondido encontrarão

Atrás do que parece impossível eles vão

Mas a decisão final estará

Na mão daquele que menos se esperará – disse Bia

-Deuses! Agora Artemis também teve filho? – gruniu Quiron – Vocês precisam ir ao Olimpo

-Quando? – perguntou Bia com um brilho ENORME nos olhos. Ela queria conhecer a mãe. Era óbvio.

-Hoje se possível. – disse ele – Vão fazer alguma coisa, vou ver com Argos e com Dionísio se vocês podem ir para lá.

Após nos dizer isso, saiu trotando.

Saímos da casa grande, e cada um foi para um canto. Fui pra praia. Deitei na areia, e antes que percebesse, dormi. Como já me falaram, sono de meio-sangue, nunca é calmo.

Estava escuro, frio, úmido e quieto. O único barulho,era o chiado das folhas das árvores, batendo umas contras as outras, por causa do vento. Ninguém ousava falar nada. Todos os meus amigos, e mais algumas pessoas, estavam ali. Tomamos uma direção, e o cenário mudou. Era quente, não estávamos mais em uma floresta, o chão, antes lama, agora era pedra, e não via árvores. Era claro, e o sol brilhava a cima de nossas cabeças. Até que chegamos ao que parecia, um precipício. Estávamos em cima de uma pedra. Diante de nossos olhos podíamos enxergar um enorme buraco, que eu reconhecia. Não lembrava de onde, nem o que significava, mas sabia que conhecia. Chegamos à beirada e olhamos para baixo. Um enorme buraco, como era de se esperar. Cacá andou até a borda, e sentou. Ficou olhando pra baixo, com uma expressão estranha. Tentamos olhar pra ver o que ela via, mas me parecia ser somente um grande buraco. Ela disse alguma coisa, sobre voar, mas antes que pudesse entender o significado de suas palavras, fui acordada.

-Babi. – chamou Bia, eu acho.

-Anh...? – perguntei, ainda sonolenta.

-Vem jantar. – disse ela

Assenti e levantei bocejando. Ela saiu correndo na frente, e me deixou pra trás. Murmurei um ‘’obrigada’’ sarcástico, e fui para o refeitório. Sentei-me à mesa de Hermes, ainda não havia sido reclamada, e parecia, que eu nunca seria.

Desconhecido

Eu andava impaciente, de um lado para o outro.

Por que a demora?! Pensei

-Aqui. – disse uma ninfa entrando com um pote de ouro nas mãos.

-Coloque aqui. – eu disse

Ela assentiu e botou o pote na mesa á minha frente.

Abri com cuidado, não sabendo o que esperar quando visse.

Um espírito azul escuro saiu de dentro do pote.

-Nix... O que preciso lhe dar em troca? – perguntei

-Água da fonte da juventude. – disse ela

-Mas isso é impossível!! – esbravejei

-O problema é seu. – disse ela e voltou para o pote. Bufei e comecei a trabalhar em um plano.

Kiara

Eu tinha a sensação de que já havia estado ali antes. Conhecia o chalé, e todos os lugares que Percy me mostrara. Os campos de morangos, o refeitório e os outros. Meus irmãos, que eu não conhecia, pareciam ser legais e Percy mais irritado e/ou mais irritante que eu.

Quando fui para o palácio de meu pai estava desacordada, só acordei lá. Ele me contou o que havia acontecido, disse que eu estava lutando para proteger dois meio-sangues de um monstro, que agora já estavam a salvo. Mas sabia que havia mais coisa que ele não me contara. Estava disposta a descobrir o que era. Tinha a leve impressão de que o acampamento possuía as respostas que buscava. Os rostos dos dois meio-sangues me fugiam a memória e, isso me afligia. Percy percebeu.

-Esta tudo bem com você?-ele me perguntou

Eu o fitei sem responder. Sabia que ele tinha a resposta.

-Tudo bem, eu sei que você não está bem, mas como seu irmão mais velho posso te ajudar- disse de brincadeira, depois rimos juntos. E ele olhou em meus olhos, procurando a resposta, que me esforcei para esconder. Depois de um tempo pareceu frustrado e me perguntou novamente — Vai me responder?

-Acho que não pode me ajudar, oh irmão mais velho!-disse rindo. Ele também riu e fez um sinal para que continuasse.

Contei tudo a ele, que refletiu por alguns instantes, e me perguntou se conhecia todos do acampamento. A pergunta me surpreendeu e respondi negativamente.

-Então vamos!

-Tá.

Ele me puxou pela mão até um chalé, cujo número era seis.

-Quero que conheça uma pessoa muito importante para mim. — ANNABETH!-gritou

Uma menina loira de olhos cinza apareceu na porta.

-Esta é minha...

-KIARA!-ela o interrompeu, gritando meu nome, o deixando estupefato. Eu a reconheci de imediato! Era minha melhor amiga, agora os momentos anteriores voltavam à minha mente.

-ANNABETH!-nos abraçamos forte! Percy entendia cada vez menos.

Percy

How come? Minha irmã (MUITO GATA) e minha namorada eram melhores amigas! Ou seja, elas já se conheciam! Eu queria apresentar minha irmã-gata pra todo mundo, mas pelo que ela me contou, já conhecia tudo, todo mundo...

-Será que alguém, qualquer um, poderia me explicar o que está acontecendo?

As duas olharam pra mim ao mesmo tempo. Kiara parecia confusa, sem saber responder, Annabeth parecia não poder conter a felicidade, mas me respondeu:

-Ela já esteve aqui, Percy.

-Sério?

-Sério – ela respondeu

-Então... A profecia era para ela – refleti, e antes que alguma delas pudesse falar qualquer coisa, gritei:

-Se a profecia era pra você, por que outra pessoa a cumpriu? Por que foi embora?

-A profecia não era pra ela! – disse Annabeth

-Mas por que foi embora?

Annabeth respondia por ela, impaciente.

-Ela, de alguma forma, sabia que precisaríamos de mais campistas. E de fato, durante um bom tempo, muitos meio-sangues chegavam. Mas não tínhamos noticias suas.

-Você se lembra de tudo isso? – perguntei á Kiara

-Por que não se lembraria? – Annabeth perguntou, sem entender o motivo da minha pergunta.

Kiara contou tudo á ela. Mas parecia mais situada na história, depois da conversa com Annabeth, ela se lembrou de mais algumas coisas. As duas me expulsaram e eu fui embora.

Andei por alguns minutos, estava entardecendo, o acampamento estava silencioso. De repente, um vulto ofegante, que apareceu na minha frente e começou a gritar:

-Percy! Cadê a Kiara? – era Louise, ela estava suada e com a respiração acelerada, seus cabelos estavam bagunçados e eu não conseguia ver nada além de sua expressão cansada.

Sisi

Depois que as meninas chegaram, escutamos a profecia, que me assustou um pouco(lê-se MUUITO). Percy e Kiara haviam sumido. Eu fiquei com medo, pois não sabia o que ele podia ter dito á ela. Então corri feito louca por todo o acampamento.

Quando eu estava prestes a desmaiar de exaustão, vi meu irmão andando calmamente, com a mão nos bolsos, ele parecia pensativo... Saiu de seu transe quando me viu.

-Percy! Cadê a Kiara? — eu gritei pra ele, que não me respondeu apenas me fitou. Fiquei séria, como vi Kiara ficar, quando ele a fitou mais cedo. Ele estava confuso, fiquei feliz por isso. Gostei da cara que ele fez.

-Vai responder? – perguntei impaciente, ele não respondeu, então o deixei falando sozinho e sai correndo.

Passei pelo chalé de Hefesto, Bia tentava arrastar Rafael pra fora e tentava fazê-lo vestir uma camisa. Duda e Thiago namoravam oficialmente, agora estavam no maior ‘’Love’’ (N/A: ESCRITO PELA KIARA! Não culpem a pobre coitada da cacast99!).

Finalmente a encontrei, estava conversando com Annabeth e, elas pareciam amigas de infância.

-Kiara!

-Ooi florzinha – ela me disse passando a mão em meu rosto, suado. – O que aconteceu com você?

-Estava te procurando.

-O que houve?-elas me perguntaram, curiosas.

-SER OU NÃO SER EIS A QUESTÃO!-elas se entreolharam, confusas, depois olharam para mim, tentando entender.

-Você está toda suada, parecendo que correu numa maratona e depois voltou correndo, mas fez isso tudo para saber qual é a questão? Ser ou não ser?-questionou Annabeth

-Não foi isso, é que as autoras não sabiam o que escrever!

-Kiara, você estava com o Percy?

-Ahnm... É, estávamos conversando sim, por quê?

-O que ele disse? Te magoou? Fez alguma coisa...?- Kiara me olhou sem entender, como se dissesse que achava que ele não era capaz de fazer isso.

-Por que ele faria isso?-Ela me perguntou e, olhou para Annabeth, que olhou para mim.

-Bom... Isso é uma longa história... –comecei, mas fui interrompida

-Que você vai ter muito tempo para me contar, mas antes você tem que tomar banho para irmos jantar, até já Annabeth. -ela disse

-Beijos! Até já — Annabeth disse e foi-se

Kiara também começou a andar, quando me viu parada, me puxou pela mão até que estivesse a seu lado. Fomos conversando, perguntei a ela sobre o que conversara com Percy. Minha irmã me explicou, fiquei pasma.

-Isso é sério?-perguntei a ela, que me olhou com aquela cara “O que você acha?”, mas em seguida me respondeu:

-Sim, flor, isso é sério-Ela estava séria, parecia pensativa.

Assim que chegamos a nosso chalé, Kiara pediu que eu fosse tomar banho, para irmos jantar. Enquanto tomava banho ela trocou de roupa e escolheu uma para mim, na verdade, eu nunca havia visto aquele vestido, mas ele era muito fofo! E não parecia ser dela! Quando lhe perguntei como tinha conseguido o vestido, Kiara somente olhou para mim e piscou. Ela arrumou meus cabelos e fomos. Estava me sentindo uma princesa, sempre vestia shorts velhos e uma camiseta qualquer para ir jantar e as outras meninas estavam sempre mais arrumadas que eu.

Todas elas, ou pelo menos a maioria tinha uma irmã mais velha que cuidava delas, uma pessoa que sempre estava ali para qualquer situação, não uma Best da minha idade, isso eu tenho, é óbvio, mas quero dizer uma irmã, de verdade, acessível a qualquer momento, pois tínhamos quase os mesmos problemas relacionados a papai.

-Kiara... -comecei

-O que foi?- ela me perguntou, preocupada. Aconteceu alguma coisa, que queira me contar?

-Queria te agradecer. -Eu a abracei.

-Me agradecer?-perguntou, me abraçando forte.

-É, por ter aparecido para mim, e ser filha de Poseidon.

-Minha lindinha, vou sempre estar aqui para você- ela me fitou parecendo me ler- Sinto que você não está bem, quer conversar?

-Quero.

-Tudo bem, vamos conversar! Mas não aqui, tem um lugar muito melhor.

Ela me puxou pela mão, (por que todos sempre me puxam pela mão?), ela me levou até a praia, sentamos na areia, com as ondas, calmas, chegando até nossos pés.

Kiara soltou um suspiro, parecia aliviada. Como se os problemas não a preocupassem mais.

-Sempre venho aqui quando me sinto mal. Conte-me, o que te preocupa?-ela olhou para mim, seu olhar estava tão intenso que estremeci, ela continuou a me fitar, seus olhos castanho-escuros me reconfortaram, eles me lembravam a noite serena e escura.

-Sabe quando te perguntei hoje pela primeira vez o que Percy havia lhe dito?-perguntei a ela.

-Sei, o que tem?

-Antes de vocês duas chegarem, Percy disse coisas horríveis para mim- Contei tudo a ela, que parecia cada vez mais horrorizada, depois me perguntou se estava tudo bem comigo, disse a ela que sim. Fomos para o refeitório, Kiara estava muito séria.

Pedro

Depois da profecia Percy e Kiara sumiram, mas nem me liguei muito nisso depois de tudo que disse, quero mais que ele pegue um navio para o tártaro e tome um raio bem poderoso naquela cabeça de pônei marinho. Não isso é uma ofensa aos pôneis marinhos, enfim tô morrendo de raiva dele.

Encontrei com Sam, mas isso são momentos muito particulares! Que não vou compartilhar...

As meninas sumiram só as encontramos no refeitório.

Quando cheguei, Percy estava sentado na mesa de Poseidon, sozinho, parecia pensar. Silenciosamente, sentei-me a seu lado, ficamos alguns minutos em silêncio e, ele me perguntou se havia exagerado com Louise.

-Acho que não exagerou só com a Louise — respondi sem olhar em seus olhos, deixando a indireta.

-Mas você não pesaria como eu, se primeiro fosse só você, toda a tenção fosse só sua, o quarto só seu. Mas depois tivesse que dividir a atenção com mais um depois com mais dois, e depois com mais duas daqui a pouco não teremos nem 10% da atenção de Poseidon. Mais gente no quarto, mais bagunça ou organização...

-Mais gente para te apoiar, mais dois para te ajudar nos enigmas, mais duas para te ajudar a por ordem na bagunça, neste caso só uma, mas você me entendeu. Foi muito duro conosco, mais com Louise, porque ela tem mais vínculos com família que eu, mas até agora além de termos um ao outro tínhamos você para nos ajudar entender como as coisas funcionam, mas se você não quer, acha que roubamos atenção nós vamos pedir ajuda a alguém que queira nos ajudar, pelo que vi Louise já está com Kiara. E já deve ter contado o que você disse.

-Kiara não vai ligar, por que hoje já passamos um tempo juntos e a fiz reencontrar sua melhor amiga -Ele rebateu.- Ela deve estar agradecida e não com raiva.

-Como assim?-Percy me explicou, e disse que achava que daqui a pouco todo o acampamento saberia dessa história, eu ri com o comentário, ele sorriu e achei pela primeira vez que estava sendo sincero.

-Desculpa- ele olhou para mim com uma cara... -mano!

Eu ri e disse:

-Eu te desculpo... Mano!

Carol chegou, ficamos conversando por um bom tempo, ninguém havia chegado ainda. Rimos muito juntos, também. Carol me pareceu ser uma irmã muito gentil e bacana, ela nos fez rir muito, estava quase chorando de tanto rir quando Kiara e Louise chegaram. Sisi estava sorridente, mas Kiara estava muito séria, algo me pareceu muito errado, hoje mais cedo Sisi estava muito séria e Kiara estava sorridente. Minha irmã mais velha não parecia sequer olhar para Percy.

-Oie!- Carol finalmente disse.

-Oiii!-disse Sisi.

-Oi-eu disse.

Percy olhou para Kiara, mas ela o ignorava.

Cacá

Quando me virei vi o Diego vindo em minha direção, eu fiquei muito nervosa, quando me virei de volta para falar com a Duda ela já estava correndo para bem longe. Não tive escolha me virei para ele que já havia me visto e abria um largo e tão lindo... NÃAO! O que estou pensando? Eu gosto de outro e não vai ser unzinho qualquer com um sorriso estonteante, ai! Por que estou assim? Ele chegava mais perto, eu ficava cada vez mais nervosa, a tarde estava bonita a noite estava chegando, o sol se punha ao horizonte.

-Oi Cacá, tudo bem?-quando finalmente chegou, ele me perguntou.

-O-oi, t-tudo, e, eeh, ta tudo bem-consegui dizer, ele me olhou e franziu o cenho

-Não parece tudo bem-ele contestou

-Ta sim, A-agora tenho que ir!- disse e saí correndo, na verdade eu não disse nada eu gaguejei, nunca tinha gaguejado na frente de um garoto. Isso é tão estranho.

-Oi mana — Thalia falou comigo quando eu entrei no chalé

-Oi- eu disse desanimadamente.

-O que houve?-ela me perguntou

-Muitas coisas-eu respondi

-Você quer conversar?

-Ai, é que tem um garoto, que se chama Diego, eu nem sei de que chalé ele é, nem nada, só sei que fico muito estranha quando estou perto dele. Agora, antes de vir para cá, eu encontrei com ele e foi muito estranho.

-Você quer me contar?

-Tudo bem. -Ela se acomodou na cama e olhou para mim a espera da história, eu respirei fundo e contei a ela. Quando terminei os olhos dela brilharam e gritou:

-AAAH! QUE LINDO! Minha maninha está apaixonada!

-Não estou não!-rebati

-Tudo bem, tudo bem, mas ainda acho que está sim-não respondi, senti em minha cama e, chorei, silenciosa.

- O que houve? Por que você está chorando?- Thalia me perguntou

Olhei para ela, o rosto banhado em lágrimas. Ela me abraçou forte.

-Por que está chorando? Ela repetiu a pergunta-Foi por que brinquei com você?

-Não -comecei- Eu nuca tinha ficado tão nervosa, não posso estar gostando de Diego, Thalia.

-Por que não?-ela me perguntou, cruzando os braços.

-Gosto de outro.

-Acho que você nunca tinha se apaixonado de verdade por alguém e, agora está estranhando, por que pensava que realmente gostava deste “outro”.

Seu comentário me acalmou, fazia sentido, talvez eu não gostasse dele.

-Pense nisso depois- foi realmente isso que eu fiz. E, se quer saber, me senti muito melhor.

Tomei um banho longo, segundo Thalia “é bom para aliviar as dores da alma”. Não sei da onde ela tirou essa frase, mas sei que não foi da própria cabeça. Depois do meu delicioso banho, fomos para o chalé de Afrodite.

-Silena, preciso de sua ajuda. Minha irmã está com problemas...

-Claro! Entre, sabe, pintar as unhas, dar um trato no cabelo, sempre ajuda na auto-estima, você vai ficar simplesmente LINDA! Vamos lapidar o diamante que há em você!-ela interrompeu Thalia e me puxou para dentro. (N/A: não acredito nessas coisas não, tá? Só por que é papo de filha de Afrodite!!)

Depois de muitas horas, finalmente Silena gritou e girou a cadeira, na qual eu estava sentada:

-AAH! ESTÁ PRONTA!! E MAIS LINDA DO QUE NUNCA!

Quando me olhei no espelho quase não me reconheci, nunca pensei que funcionaria, mas eu realmente esqueci sobre o Pedro. Thalia, que dormira durante todo o processo, acordou com um susto. Ela parecia sem palavras:

-Cacá, você está muito linda...

-Ela não está linda, ela É MUUITO linda! Só lapidei seu diamante- Thalia fora interrompida de novo, não pareceu gostar muito disso não, mas se conteve.

Agradeci a Silena e, fui andando, Thalia ficou por lá. Andava distraída, quando alguém chamou meu nome. Me virei e dei de cara com Diego. Confesso que não estava esperando encontrá-lo.

-Cacá?-ele parecia meio confuso, encantado eu diria.

-Oi, tudo bem?-e disse sorrindo. Estava decidida a esquecer o Pedro.

-Ta sim. Você está muito linda. Está não, você é muito linda.-aaaah!! Que fofo! Meu rosto começou a pegar fogo, acho que estava muito vermelha.

-Ah! Obrigada... –Diego chegava mais perto. Fomos interrompidos por um berro:

-Cacá? O que você está fazendo?- era Pedro, ele estava muito nervoso.

-Eu?-perguntei-O que você está fazendo aqui?

Eu estava irritada.

-Eu? Só andando, casualmente. E você?

-Eu estou falando com uma pessoa que é importante para mim. Algum problema?

-Não-ele respondeu

-Então, com licença. — Dei as costas para ele, peguei a mão de Diego, que estava perplexo.

Pedro veio correndo atrás de mim, e gritou:

-NÃO! TEM UM GRANDE PROBLEMA!

-Ah, eh? E qual é?-perguntei, desdenhando

-EU!

-Não tem problema, passo por cima, agora eu tenho coisas muitos mais interessantes para fazer, que ficar olhando para essa sua cara de índio vudu. VEM DIEGO — puxei Diego pela mão e fomos.

Andamos por alguns minutos em silêncio. Estávamos de mãos dadas, ele olhou para mim, hesitou um pouco e depois falou:

-Você só está fazendo isso para deixar o Pedro com ciúmes? Por que se estiver, meus parabéns, seu plano deu certo.

-O que?-perguntei, indignada- Claro que não, Diego, eu gosto do Pedro, mas já estou sem paciência, eu fico que nem uma idiota suspirando por ele, enquanto ele fica se divertindo com a Sam e com outras. Eu cansei de esperar por ele.

-Desculpe. Acho que me precipitei, né?

-É-rimos juntos, ele olhou para mim, e disse — Cacá, eu realmente estou gostando de você.

-Eu sei, mas quero que saiba, eu ainda gosto do Pedro, por mais que esteja cansada, e disposta a esquecê-lo, ainda não consegui. Quero deixar isso bem claro.

-Vou te fazer esquecer aquele babaca-ele se aproximou e me beijou, por dentro eu estava uma bagunça... Mas foi tão boom...

Lucas

Sentei na grande mesa – cheia- de Apolo. Como sempre, com meus amigos, Dantas e André. E claro, minha namorada-irmã, Isa, que sempre levava Ana B. junto, que levava Bianca.

-Vocês estão animados com essa missão? Eu estou tão feliz! – disse André quase pirando

-Sim, mas por que tamanha animação? – perguntou Bianca

-A gente vai pra uma missão, e estamos aqui faz pouquíssimo tempo! Tem gente que está há anos e nunca saiu daqui para uma missão. – disse André

-Com minha Isa, vou até o fim do mundo, também conhecido como Tártaro. – eu disse dando um beijo nela.

Os meninos riram.

-Para com o agarramento, vocês dois. – disse Ana B.

-Deixa a gente em paz!!! – reclamei

-Não deixa não! – encorajou Dantas.

-Vocês são muito chatos sabiam? – perguntou minha namorada.

-Eu sempre soube que eles eram chatos. – eu disse rindo.

Ana B., começou a me bater, achando que estava quase me matando... Esses ‘’estremeliques’’ de garota, que só elas entendem... Nós riamos da cara dela, que nem ligava. Acho que ela ficou com fome, por que parou e foi comer. Vi Quíron passar de mesa em mesa, falando com meus amigos. Até que ele parou na nossa.

-Me encontrem na casa grande depois do jantar. – disse ele – Temos que falar sobre a profecia.

Depois de suas palavras, que eu considerei estranhas, foi falar com os outros.

Bianca saiu correndo que nem uma maluca, em direção à saída do refeitório.

Logo depois, todos tínhamos acabado de jantar, e a chamamos para falar com Quíron. Depois de muita procura, a encontramos , no maior agarramento, com Bruno, embaixo de uma árvore. Os dois levantaram, envergonhados, sendo assim fomos para a casa grande.

-O que queria Quíron? – perguntou Monteiro

-Preciso falar com vocês. – ele disse –Já ficou bem claro que vocês estão em uma missão, já resolvi tudo, vocês podem ir ao olimpo amanhã, Argos irá leva-los, mas a partir do momento em que chegarem ao olimpo, estarão por conta própria. Tudo bem?-Ele perguntou. Quíron estava sério, isso me preocupou um pouco. Quando percebeu que eu estava preocupado, ela segurou minha mão e sussurrou em meu ouvido:

-Vai ficar tudo bem, estou aqui com você-De fato suas palavras me acalmaram e a emoção de estar em uma missão voltou.

Sim. – dissemos em uníssono.

-Ótimo. Façam uma mochila, com o que acham que podem precisar. Saímos amanhã, bem cedo, ás seis, quero todos prontos, aqui. Sem fome e sono de preferência. – disse ele – Peçam ajuda á alguém do chalé de vocês que já tenha ido á uma missão, e peçam dicas, ajuda, ou tirem as duvidas, por que eu, sinceramente, não vou estar aqui para responder.

Todos assentimos e começamos a caminhar para fora.

-Bia. – chamou ele

Ela se virou e eles começaram a conversar.

Bia

-Bia. – Quiron me chamou

Me virei e vi meus amigos irem embora.

-Está na cara, que você é a única que tem juízo, ou a que tem mais, nesse grupo, então peço que bote juízo neles.

-Eu vou ser a líder da missão? – perguntei feliz.

-Sim. – disse ele – Mas você é que nem os outros. Não se esqueça disso.

Assenti.

-Até amanhã. – ele disse e eu saí.

Cacá

Depois do jantar, fui correndo para o chalé e desabei na cama.

-Que merda, Thália! – gritei pra ela que penteava o cabelo no banheiro.

-O que foi estressadinha? TPM? – perguntou – O ’’banho de auto-estima’’ não ajudou não?

-Não! E não me chama de estressadinha! Simples, eu ganhei uma missão, você não me deixou dormir, me fez treinar a manhã toda, eu tive que ajudar meus amigos de manhã, e ainda tenho que acordar cedo amanhã.

-Missão? Que missão? E você não tava feliz pelo ‘’banho de autoestima’’?

-Não sei. Vamos procurar uma meio-sangue, e alguma outra coisa que eu não sei o que. – eu disse – Ai esta o motivo de eu acordar cedo. Vamos ao Olimpo, para descobrir. E sim, estou feliz com o ‘’banho de auto-estima’’.

-Você vai ao Olimpo? – perguntou

-Sim, e para de repetir tudo o que eu falo! – eu disse

-Você vai conhecer papai! – disse ela

-Eu sei! Estou tão animada! Como ele é? – perguntei

-Você vai ver. Agora toma um banho, que como você mesma disse, tem que acordar cedo amanhã. – ela disse, eu assenti e fui tomar banho.

-A quanto tempo você chegou aqui? – perguntei á Thalia

-Muito. – disse ela virando de lado na cama.

-Muito quanto? – perguntei

-Muito porra! – disse ela

-Como? – perguntei tentando irritar ela.

-Você quer o que? Uma biografia da minha vida? Ai vai fazer um livro chamado ‘’Biografia de uma Meio-Sangue. A história de Thalia Grace’’? – perguntou estressada

Eu ri e disse.

-Não, mas não é má idéia. – eu disse – Mas vai maninha... me conta um pouco sobre você. – pedi

-Ta, ta,ta. Se eu falar você me deixa dormir?

-Sim.

-Então...

Thália Grace

FLASHBACK ON

Era um dia de outono, frio, uma brisa dançava no ar. Eu e Luke estávamos juntos, fugindo de uma empousai. Entramos em um beco escuro, e ouvimos o barulho da lixeira se mexendo.

Olhamos para trás e vimos uma menininha, de cabelos loiros e olhos cinzentos.

-Vão embora! – ela gritou.

-Uma semideusa filha de Atena, eu acho. – cochichei para Luke

A empousai nos viu e correu em nossa direção.

-O que é isso? – ela exclamou, surpresa

Luke deu uma faca á ela, que disse que se chamava Annabeth.

Ela matou o monstro e ficamos juntos.

-Vocês... Vocês não vão me levar de volta pra minha família? – perguntou a pequena – Prometem?

Luke colocou a mão dele no ombro de Annabeth.

-Agora você faz parte da nossa família. E eu não vou desapontá-la como nossas famílias nos desapontaram. Combinado?

-Combinado! – respondeu Annabeth, alegre.

Daquele dia em diante, éramos realmente como irmãos, uma família. Uma verdadeira família.

Não muito tempo depois, encontramos Grover, o sátiro. Ele foi a nossa busca, para nos levar para o Acampamento. Ele nos encontrou, mas não conseguia achar o caminho para o acampamento.

Muito tempo depois achamos. Estávamos sendo perseguidos por uma dracenai, Annabeth já tinha crescido um pouco, e estava com sete aninhos. Eu amava Luke. Amava muito. Quando achamos o acampamento, não conseguiríamos passar da fronteira. Eu sabia que não. Todos sabíamos. Como eu amava meus amigos, os mandei seguirem em frente, que eu cuidaria da dracenai. Eles assentiram, preocupados, mas seguiram. Pedi a Luke que cuidasse de Annabeth e nunca a desapontasse. Mas, como eu já sabia, a dracenai ganhou. Eu morri. Mas Zeus, meu pai, ficou muito mal, me transformou em um pinheiro, que guardava o Acampamento.

E assim foi. Fiquei muito tempo, na forma de pinheiro. Até que começaram os problemas com Cronos. Primeiro, ele usou Luke para roubar o raio de Zeus, que achando que tinha sido Percy, ameaçou guerra. Porém, Percy conseguiu devolver o raio, e provou ser de confiança. Luke e Cronos ficaram muito bravos. Depois, eles resolveram invadir o acampamento. Mas o acampamento é protegido, pela barreira mágica, pela qual meu pinheiro era responsável. Mas Luke, por ter ficado anos no acampamento, sabia disso. Eles envenenaram minha árvore, o que me deixou fraca, e a barreira também. Os monstros conseguiam entrar. Percy, Annabeth, Grover e Tyson, foram em uma missão, para recuperar a única coisa que poderia salvar o acampamento: o Velocino de ouro. O Velocino é muito poderoso, tão poderoso, que não só, salvou a árvore, como me libertou de lá. Depois, quando eu já era essa pessoa, precisei ir com Percy e Annabeth, resgatar dois meio-sangues, que Grover tentava resgatar, mas não conseguia chegar perto. Ai fomos até a escola Westover Hall, para resgatar os dois meio-sangues. Que não eram ninguém menos, do que Nico e sua irmã, Bianca. Lá encontramos um monstro, mas com a ajuda das caçadoras, conseguimos derrotá-lo. Ele caiu em um penhasco. Com Annabeth nas costas. Ficamos desesperados. Artemis foi atrás de Annabeth e do manticore, o monstro que nos atacou. Porém se perdeu também. Seguimos em uma missão, campistas, e caçadoras, para salvar a deusa, e Annabeth. Entramos em um ferro velho, e Bianca, a irmã de Nico, que tinha se tornado caçadora morreu. Depois, seguimos viajem, e encontramos tanto Annabeth, quando Artemis, presas. Annabeth segurava o peso dos céus, que Atlas, o titã responsável pelo castigo, passou para ela, e estava quase morrendo. Ártemis estava presa, com bronze celestial, algo tão forte, que nem mesmo os deuses resistiam. Aquilo estava diminuindo os poderes dela. Mas chegamos, e encontramos a deusa, e Annie. Zöe Doce Amarga, a líder das caçadoras, morreu seu pai, Atlas, a matou. Artemis me chamou para ser a líder, mas eu não aceitei.

Depois, Percy, Annie, Grover, Tyson e Rachel seguiram em uma missão, para o labirinto de Dédalo. Percy, Annie e Rachel, a oráculo, seguiram na missão, a procura de Dédalo, para salvar o acampamento, e Tyson e Grover, foram atrás de Pan, o deus perdido. No final eles conseguiram o que queriam Luke, agora possuído por Cronos, invadiu o acampamento, e fez uma guerra. Ganhamos e tudo continuou. Depois, aconteceu a grande guerra. Todos os semideuses, do acampamento, contra Cronos, alguns outros titãs, muitos monstros e semideuses. E alguns deuses. Além de que eles Tifão havia sido solto, coisa que manteve os deuses bastante ocupados. A guerra aconteceu em volta do Empire States Building, onde o Olimpo está localizado. Muitos meio-sangues morreram, mas, pra nossa sorte, muitos monstros e semideuses que estavam do lado deles também. Percy, Annabeth e Grover, eu, e vários outros meio-sangues subimos para o Olimpo, já sabendo que eles chegariam. Antes de chegar, alguns meio-sangues foram ajudar seus amigos, irmãos ou conhecidos. Seguimos, somente, eu, Grover, Annie e Percy. Por causa de uma maldição, de Hera, contra Annie, fiquei presa. A estátua de Hera cairia em cima de Annabeth, mas a empurrei e fiquei presa. O resto só sei que me contaram. Mas eles seguiram, e logo depois, chegou Cronos/Luke. Grover tocava musica na sua flauta de bambu, tentando ajudar. Annie, tinha ficado ferida, por causa de Cronos, que a jogou contra o trono de algum dos deuses. Somente Percy estava bem. O único detalhe era que, tanto Percy, quando Luke, tinham se banhado no Rio Estige, o que os tornou imortais, a não ser por um único ponto fraco. Cronos/Luke estava quase matando Percy, para conseguir dominar, mas Annabeth disse:

-Luke. Agora eu compreendo. Você tem de confiar em mim.

-Luke Castellan está morto! Seu corpo será consumido pelo fogo quando eu assumir minha verdadeira forma! – rugiu Cronos

-Sua mãe. – disse Annabeth – Ela viu seu destino.

-Servir a Cronos! – rugiu o titã – Esse é o meu destino.

-Não! – insistiu Annabeth – Não é esse o fim, Luke. A profecia: ela viu o que você faria. A profecia se aplica a você.

- Eu vou destruí-la criança! – berrou Cronos

-Não vai. – replicou Annabeth. – Você prometeu. Neste exato momento você está contendo Cronos.

-MENTIRAS!

Cronos empurrou Annie, ela perdeu o equilíbrio, e com a mão livre, Cronos bateu em seu rosto, e ela deslizou para trás.

-Família, Luke. Você prometeu.

Ele olhou para a faca na mão de Annabeth, para o sangue em seu rosto.

-Promessa.

-Annabeth... – mas não era a voz do titã. Era a de Luke. Ele tropeçou, como se não conseguisse controlar o próprio corpo. – Você esta sangrando...

— Minha faca. – Annabeth tentou erguer a faca, que caiu ruidosamente de sua mão. Seu braço estava dobrado em um ângulo estranho. Ela olhou para Percy, suplicante. – Percy, por favor...

Ele correu e pegou a faca. Arrancou Mordecostas da mão de Luke e lançou ela na lareira. Luke deu um passo na direção de Annabeth. Porém Percy disse:

-Não toque nela.

-Jackson... – rosnou Cronos

-Ele está mudando. Ajudem-me. Ele está...está quase pronto. Não vai mais precisar do meu corpo. Por favor... – pediu Luke.

-NÃO! – berrou Cronos.

-A faca, Percy. – murmurou Annabeth – Herói...lâmina maldita...

-Por favor, Percy. – pediu ela

-Você não pode...não pode fazer isso sozinho. Ele vai romper meu controle. Vai se defender. Somente minha mão. Eu sei aonde. Eu posso...posso mantê-lo sob controle. – pediu Luke

Percy ergueu a faca, para golpeá-lo, então olhou para Annabeth. Para Grover embalando-a nos braços, tentando protegê-la.

Você não é o herói, dissera Rachel mais cedo. Isso vai influenciar o que você fizer.

-Por favor – gemeu Luke – Não há tempo.

E ele entregou a faca á Luke.

-Percy? Você está...hã... – gritou Grover

Luke abriu as correias laterais de sua armadura, expondo um pequeno pedaço de pele abaixo do braço esquerdo, um lugar que seria muito difícil atingir. Com dificuldade, ele apunhalou a si mesmo.

Não foi um corte muito fundo, mas Luke uivou. Seus olhos ardiam como Lava.

-Boa...lâmina. – gemeu Luke

Ele fixou os olhos em Annabeth que aproximou-se mancando, aparada por Grover. Ambos tinham lágrimas nos olhos.

-Você sabia. Eu quase a matei, mas você sabia... – disse ele

-Psiu. – a voz dela tremia – No fim você foi um herói, Luke. Irá para os Elísios.

Ele sacudiu a cabeça fracamente.

-Estou pensando...no renascer. Tentar três vezes. Ilhas dos Abençoados.

Annabeth fungou.

-Você sempre exigiu demais de si mesmo.

Ele ergueu a mão queimada. Annabeth tocou a ponta de seus dedos.

-Você... – Luke tossiu e seus lábios brilharam, vermelhos – Você me amava?

Annabeth enxugou em lágrimas.

-Houve um tempo em que pensei...bem, pensei... – ela olhou para Percy, como se estivesse fascinada com o fato de ele ainda estar vivo. Ele fazia o mesmo. – Você era como um irmão pra mim, Luke – disse ela suavemente – Mas eu não o amava.

Ele assentiu, como se já esperasse essa resposta. E estremeceu de dor.

-Podemos ir buscar ambrosia – disse Grover – Nós podemos...

-Grover – Luke engoliu em seco. – Você é o sátiro mais corajoso que já conheci. Mas não. Não tem cura...

Ele agarrou a manga de Percy.

-Ethan. Eu. Todos os não reclamados. Não deixe...Não deixe acontecer outra vez.

Em seus olhos havia raiva, mas também súplica.

-Não vou deixar. – disse Percy – Prometo.

Luke assentiu e soltou Percy.

Os deuses chegaram alguns minutos depois em trajes completos de guerra, entrando estrondosamente na sala dos tronos, na expectativa de uma batalha.

O que encontraram foi Annabeth, Grover e Percy de pé ao lado de um semideus destruído, á luz pálida e aconchegante do braseiro.

-Percy – chamou Poseidon – O que... O que é isso?

Ele se virou e encarou os deuses.

-Precisamos de uma mortalha – anunciou – Uma mortalha para o filho de Hermes.

Depois, os deuses, deram presentes para cada um. Tyson foi nomeado general dos exércitos do Olimpo, e ganhou um novo bastão. Grover se tornou membro do Conselho dos Anciãos de Casco Fendido, e passou a ser tratado como um Senhor do Mundo Selvagem. Annabeth se tornou arquiteta oficial do Olimpo. Percy pôde escolher. Ofereceram a ele, a oportunidade de se tornar um deus. Mas ele recusou. Ao invés disso, pediu que aos treze anos, todos os semideuses fossem reconhecidos, e os deuses menores, e Hades tivessem seus chalés no Acampamento.

Tudo isso aconteceu no ano passado. Agora, um ano depois, estou aqui te contando isso.

FLASHBACK OFF

-Gostou? – perguntei

Ela assentiu com sono, deitou, e dormiu. Com uma lágrima, transformada em sorriso de orelha á orelha.

Notas finais
Muito obrigada! Não sabemos quando postamos o próximo...kk
Obrigada.
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